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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Soja e ‘esquecimento’ ameaçam parque amazônico com pinturas rupestres milenares</title>
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					<pubDate>04 Set 2025 19:48:04 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Peter Speetjens]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>MONTE ALEGRE, Pará — Localizado na margem norte do Rio Amazonas, próximo a Santarém, o município paraense de Monte Alegre abriga uma das joias antropológicas mais bem preservadas em território brasileiro. Elas estão guardadas no Parque Estadual Monte Alegre (Pema), fundado como área de conservação ambiental em 2001. Nesse local de “relevante beleza cênica e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MONTE ALEGRE, Pará — Localizado na margem norte do Rio Amazonas, próximo a Santarém, o município paraense de Monte Alegre abriga uma das joias antropológicas mais bem preservadas em território brasileiro. Elas estão guardadas no Parque Estadual Monte Alegre (Pema), fundado como área de conservação ambiental em 2001. Nesse local de “relevante beleza cênica e peculiar ecossistema”, conforme descrevem portais oficiais do estado, é possível explorar um vasto complexo florestal com cânions, vales e cavernas. É também no coração do parque onde estão situadas cerca de 600 pinturas rupestres — algumas com mais de 11 mil anos de idade. Com mais de 3,6 mil hectares, o Pema foi escolhido em 2022 pela World Monuments Watch, cujo monitoramento incentiva a preservação histórica, como um dos 25 patrimônios de maior importância em todo o mundo. Por seu valor cultural e a exuberância de suas paisagens, a reserva teria tudo para se tornar uma atração de destaque em qualquer lugar do planeta. No entanto, o parque enfrenta dificuldades para atrair visitantes. “Esse é um dos nossos maiores desafios. Recebemos cerca de 4 mil visitantes por ano. Não é muita gente”, disse o gerente do Pema, Jorge Braga. Em entrevista à Mongabay, o gestor disse que o problema soma dois fatores: a baixa popularidade e o difícil acesso. Segundo as estimativas do gerente, apenas uma em cada dez pessoas da região reconhece a importância do parque. A proporção, ele diz, é “ainda menor” quando brasileiros de outras partes do país e estrangeiros são levados&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/soja-e-esquecimento-ameacam-parque-amazonico-com-pinturas-rupestres-milenares/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ancestralidade e pesquisa impulsionam potencial bioeconômico do jambu na Amazônia</title>
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					<pubDate>28 Ago 2025 15:10:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sarah Brown]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Nativo da Amazônia, o jambu (Acmella oleracea) é famoso por causar um leve formigamento quando consumido ou utilizado no corpo. Essa característica, aliada ao alto valor nutritivo da espécie, permitiu que essa pequena planta conquistasse espaço em muitas receitas da culinária amazônica — sobretudo na região Norte do país. Ao mesmo tempo, seu poder “dormente” [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Nativo da Amazônia, o jambu (Acmella oleracea) é famoso por causar um leve formigamento quando consumido ou utilizado no corpo. Essa característica, aliada ao alto valor nutritivo da espécie, permitiu que essa pequena planta conquistasse espaço em muitas receitas da culinária amazônica — sobretudo na região Norte do país. Ao mesmo tempo, seu poder “dormente” desperta o interesse de outros setores da economia, como as indústrias farmacêutica e dos cosméticos, que tentam aproveitar as particularidades de uma planta que já vem sendo utilizada por comunidades indígenas há muito tempo. Hoje em dia, os efeitos e benefícios do jambu também trazem novas possibilidades para a ciência. A partir de novas pesquisas, a espécie tem se tornado um ingrediente-chave para a bioeconomia brasileira, contribuindo para um campo que cresce a partir do desenvolvimento de produtos sustentáveis e que valoriza o manejo tradicional do bioma amazônico. Uma dessas iniciativas é liderada por pesquisadores do Laboratório de Tecnologia Supercrítica (Labtecs), vinculado à Universidade Federal do Pará (UFPA). Desde 2019, cientistas desenvolvem aplicações para transformar produtos à base de jambu em itens de bioinovação, aproveitando o conhecimento vindo de técnicas indígenas transmitidas entre gerações. A lista de criações é variada. O catálogo inclui um filme orodispersível de rápida dissolução, indicado para aliviar quadros de boca seca em pacientes com câncer, cremes faciais antienvelhecimento, lubrificantes íntimos com efeitos estimulantes e enxaguantes bucais sem álcool. Enquanto isso, outros estudos exploram as propriedades antiarrítmicas do jambu — ou seja, o potencial de suas substâncias para corrigir anormalidades na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/ancestralidade-e-pesquisa-impulsionam-potencial-bioeconomico-do-jambu-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Paralisação da reforma agrária fomenta nova onda de invasões e violência na Amazônia</title>
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					<pubDate>06 Jun 2025 06:27:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Conflitos, Conflitos sociais, Corrupção, Crime Ambiental, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>NOVO PROGRESSO, Pará — Julia e a filha de dois anos estavam dormindo no chão sob uma barraca de lona, em um acampamento cercado por uma dúzia de homens armados. Ainda assim, a jovem de 26 anos achava que valia a pena. &#8220;Lá era pior&#8221;, ela disse à Mongabay, referindo-se à sua cidade natal no [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[NOVO PROGRESSO, Pará — Julia e a filha de dois anos estavam dormindo no chão sob uma barraca de lona, em um acampamento cercado por uma dúzia de homens armados. Ainda assim, a jovem de 26 anos achava que valia a pena. &#8220;Lá era pior&#8221;, ela disse à Mongabay, referindo-se à sua cidade natal no Maranhão. Julia vendeu seus poucos pertences, incluindo algumas galinhas, para pagar a viagem de 2 mil quilômetros para Novo Progresso, no Pará. Foi uma decisão impulsiva, tomada assim que ela recebeu uma mensagem no WhatsApp. &#8220;Uma amiga disse que o Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária] ia distribuir terra aqui&#8221;, ela disse. O sonho de possuir um pedaço de terra também trouxe José para o acampamento montado a 12 km da rodovia BR-163, que conecta o estado do Mato Grosso, celeiro do Brasil, aos portos no Rio Tapajós, no Pará. Ele deixou sua família em Porto Velho, Rondônia, e viajou três dias de moto para se juntar ao movimento. “Nós sempre trabalhamos de meeiro na terra dos outros, e metade do que colhíamos tínhamos que dar para os donos da terra”, disse José, cuja família sonha com a própria terra desde os anos 80, quando migrou de Minas Gerais para a Amazônia. “Seria uma chance de dar um conforto maior para a minha família”. Julia e José, que pediram para que seus nomes verdadeiros fossem omitidos por razões de segurança, são como pequenas ondas de uma tsunami de migração que se abate sobre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/paralisacao-da-reforma-agraria-fomenta-nova-onda-de-invasoes-e-violencia-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Agricultura sustentável enfrenta caminho tortuoso em hotspot do desmatamento na Amazônia</title>
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					<pubDate>28 Abr 2025 12:00:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Comércio Internacional, Commodities, Conflitos, Conflitos sociais, Gado, Madeira, Madeireiras, Monocultura, Óleo de Palma, Pecuária, Soja e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[ALTAMIRA, Pará — Bartolomeu Moraes, mais conhecido como Brasília, foi um líder camponês e sindicalista que atuou na longa e sangrenta luta por terra no Brasil. Em 2002, ele foi morto depois de anos de oposição a fazendeiros da região ao longo da BR-163, no Pará. “Ele viu muita terra nas mãos de pouca gente e queria que as pessoas pudessem usar essa terra para a agricultura familiar”, lembra Raimunda Rodrigues, de apelido Mariana, enquanto caminha pela estrada de chão batido que leva à sua casa. Depois de sua morte, o Estado brasileiro finalmente cedeu e, em 2005, criou um assentamento sustentável (conhecido como PDS, ou Projeto de Desenvolvimento Sustentável) em homenagem a Brasília. Mariana recebeu um lote de terra dentro dos 19.800 hectares do PDS Brasília, uma área maior que Aracaju, capital de Sergipe, que até então pertencia a um único proprietário. O Instituto Nacional da Reforma Agrária (Incra) designou o assentamento a 500 famílias que praticariam a agricultura familiar em seus lotes e usariam uma área maior de floresta conservada para extrair frutos e castanhas. Contudo, 19 anos depois, o cenário é bem diferente. Sem apoio da administração pública, apenas 200 famílias continuam em suas terras. Muitas delas foram forçadas a vendê-las a grandes proprietários (o que é ilegal), que gradualmente reconquistaram a supremacia sobre o território. De acordo com a rede da sociedade civil MapBiomas, mais de dois terços (75%) do assentamento já foi transformado em pastagem para gado, o que é proibido dentro de um PDS.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/agricultura-sustentavel-enfrenta-caminho-tortuoso-em-hotspot-do-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Repressão à mineração ilegal na Terra Indígena Munduruku mostra sucesso, mas temores persistem</title>
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					<pubDate>01 Abr 2025 16:03:42 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Indígenas, Índios, Mineração, Ouro, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Na Amazônia, a operação para remover garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku, no Pará, resultou, até o momento, em uma redução nas atividades de mineração, conforme informado por autoridades governamentais e organizações Munduruku. No entanto, pequenos grupos de garimpeiros ilegais ainda permanecem, levantando temores entre os moradores de que a mineração seja retomada assim que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/repressao-a-mineracao-ilegal-na-terra-indigena-munduruku-apresenta-sucesso-mas-temores-persistem/" data-wpel-link="internal">Repressão à mineração ilegal na Terra Indígena Munduruku mostra sucesso, mas temores persistem</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Esta é a primeira parte de uma série sobre a operação de expulsão de garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku. As partes dois, três, quatro e cinco serão publicadas em breve. Na Amazônia, a operação para remover garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku, no Pará, resultou, até o momento, em uma redução nas atividades de mineração, conforme informado por autoridades governamentais e organizações Munduruku. No entanto, pequenos grupos de garimpeiros ilegais ainda permanecem, levantando temores entre os moradores de que a mineração seja retomada assim que as forças de segurança se retirarem. “A primeira fase da operação já terminou, mas temos medo de que os garimpeiros não indígenas retornem. Mas graças a Deus, com essa operação, a entrada de garimpeiros não indígenas diminuiu consideravelmente”, disse à Mongabay João Kaba Munduruku, coordenador da Associação Indígena Pusuro, organização que apoia sete aldeias Munduruku da região do Médio Tapajós. Desde o início da Operação de Remoção da Terra Indígena Munduruku (OD-TIMU), em novembro de 2024, agentes do governo realizaram 523 ações, destruindo 90 acampamentos, 15 embarcações, 27 máquinas pesadas e 224 motores. O esforço coordenado do governo, que envolve o Exército, a Polícia Federal, o Ibama, a Funai e outras entidades, causou prejuízos de R$ 112,3 milhões aos criminosos. Crianças Munduruku brincando na Terra Indígena Sawré Muybu. Foto: Júlia Mente/Greenpeace. Indígena Munduruku no Rio Tapajós, próximo à Terra Indígena Sawré Muybu. Foto: Valdemir Cunha/Greenpeace. Outros aspectos da operação, como a escala de redução, não foram divulgados à Mongabay. O Ministério Público Federal no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/repressao-a-mineracao-ilegal-na-terra-indigena-munduruku-apresenta-sucesso-mas-temores-persistem/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novas hidrovias na Amazônia podem agravar mudanças climáticas, alertam especialistas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/</link>
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					<pubDate>16 Jan 2025 15:55:41 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tiffany Higgins]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Pará]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Amazônia, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Enchentes, Energia, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Hidrelétricas, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Quilombolas, Recursos hídricos, Rios, Seca e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O Brasil está prestes a investir dezenas de bilhões de reais na construção de mais de 2 mil km de novos canais de navegação em rios da Amazônia – o que, segundo especialistas, pode resultar na conversão de terras de povos tradicionais à agricultura com alta emissão de carbono. Em outubro de 2022, o governo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Novas hidrovias na Amazônia podem agravar mudanças climáticas, alertam especialistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Brasil está prestes a investir dezenas de bilhões de reais na construção de mais de 2 mil km de novos canais de navegação em rios da Amazônia – o que, segundo especialistas, pode resultar na conversão de terras de povos tradicionais à agricultura com alta emissão de carbono. Em outubro de 2022, o governo de Bolsonaro, que deixava o cargo, emitiu uma licença preliminar atestando a suposta viabilidade socioambiental dos primeiros 500 km de uma hidrovia Araguaia-Tocantins na Amazônia oriental, há muito sonhado, que pode chegar a ter entre 2 mil a 3 mil km de extensão. Em agosto, procuradores da República entraram com uma ação civil pública pedindo que a licença da era Bolsonaro, que continha falhas “graves”, fosse anulada e que o Ibama fosse impedido de emitir a licença de instalação. Eles apontaram várias ilegalidades na licença prévia: “A licença nunca comprovou a viabilidade socioambiental”, disse o procurador Sadi Flores Machado à Mongabay. Emitida com 27 estudos “pendentes”, sem os quais era impossível avaliar a viabilidade, a licença do trecho da hidrovia Araguaia-Tocantins nunca deveria ter sido concedida, constituindo “desvio de finalidade do Ibama”, acusam os procuradores. “O número [de estudos que faltam] nessa fase é alto”, disse à Mongabay a ex-diretora do Ibama, Suely Araújo. “Você pode deixar algumas pendências na licença prévia, mas não estruturais, que sejam importantes o suficiente para mudar a viabilidade ambiental do empreendimento.” Por causa desses estudos, que há muito precisam ser feitos, em março de 2022, o então diretor de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/novas-hidrovias-na-amazonia-podem-agravar-mudancas-climaticas-alertam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Governo federal começa retirar garimpeiros ilegais das terras Munduruku</title>
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					<pubDate>12 Nov 2024 16:52:55 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Demarcação Territorial, Garimpo, Indígenas, Índios, Mineração, Povos indígenas, Povos Tradicionais e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Após anos postergando a proteção do povo indígena Munduruku contra o garimpo ilegal de ouro e o uso de mercúrio, que dizima a bacia do Rio Tapajós, o governo federal iniciou a retirada dos garimpeiros da Terra Indígena Munduruku, no Pará. A operação envolve diversos órgãos federais, do Ministério da Defesa à Funai (Fundação Nacional [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Após anos postergando a proteção do povo indígena Munduruku contra o garimpo ilegal de ouro e o uso de mercúrio, que dizima a bacia do Rio Tapajós, o governo federal iniciou a retirada dos garimpeiros da Terra Indígena Munduruku, no Pará. A operação envolve diversos órgãos federais, do Ministério da Defesa à Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas). Os Munduruku e seu território ancestral na floresta amazônica enfrentam garimpeiros ilegais há décadas. Quando o garimpo usa mercúrio para extrair ouro do minério, a substância tóxica flui rio abaixo, afetando comunidades que bebem a água e consomem seus peixes. Estudos detectaram a presença desse metal pesado em corpos humanos, de bebês a idosos. O mercúrio afeta o sistema nervoso central, causando danos cerebrais e deformidades, atravessando a barreira placentária para chegar ao feto. A Terra Indígena Munduruku foi homologada há duas décadas, mas os garimpeiros continuavam invadindo. Apesar de uma ordem do Supremo Tribunal Federal de 2020 para que o governo federal os expulsasse da dessa terra indígena e de outras “mais críticas” (com um novo pedido feito em 2023), muito pouco foi feito até agora. Além do STF, o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Pará vêm solicitando a retirada dos garimpeiros ilegais do território Munduruku há anos. Medindo 2,4 milhões de hectares, a TI Munduruku é a segunda maior área de garimpo ilegal em qualquer terra indígena no Brasil e abriga 6.500 pessoas. “As comunidades [indígenas] estão exigindo ação”, diz Thaís Medeiros da Costa, procuradora federal do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/governo-federal-comeca-retirar-garimpeiros-ilegais-das-terras-munduruku/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Capital do ouro ilegal resiste a operações contra o garimpo na Amazônia</title>
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					<pubDate>27 Set 2024 18:33:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia e Pará]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Desmatamento, Garimpo, Mineração e Ouro]]>
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							<![CDATA[<p>ITAITUBA, Pará — José Maria Silva de Souza começa cedo os preparativos. Conhecido como Zé Maria, ele tem muitas coisas a fazer antes de rumar para seu garimpo de ouro. Uma parada no supermercado para comprar mantimentos, outra no posto de gasolina. Em outro ponto, quatro trabalhadores sobem na caçamba de sua caminhonete. Um pouco [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[ITAITUBA, Pará — José Maria Silva de Souza começa cedo os preparativos. Conhecido como Zé Maria, ele tem muitas coisas a fazer antes de rumar para seu garimpo de ouro. Uma parada no supermercado para comprar mantimentos, outra no posto de gasolina. Em outro ponto, quatro trabalhadores sobem na caçamba de sua caminhonete. Um pouco mais adiante, uma mulher que trabalha como cozinheira também se junta ao grupo. Antes das 11h, a picape branca carregada de equipamentos e mantimentos percorre uma estrada enlameada a quase 100 quilômetros por hora. Logo atrás, nosso carro sofre para acompanhá-lo. Zé Maria está com pressa. Desde que agentes ambientais federais queimaram duas escavadeiras suas há algumas semanas, suas minas pararam de funcionar – e ele está perdendo dinheiro. “Aqui vivemos do garimpo, né?”, diz o homem forte, de 55 anos, cuja barba grisalha contrasta com a pele escura. “E o governo está em cima da gente, não podemos trabalhar.” Depois de dirigir por mais de 90 km, deixamos os veículos à beira da estrada e andamos cerca de 30 metros até as margens da floresta. No meio das árvores, uma máquina de 3 metros de altura, queimada, parece estranhamente fora de contexto. “Trouxemos ela para cá para tentar escondê-la”, diz Zé Maria. Zé Maria tinha duas retroescavadeiras que foram queimadas por fiscais ambientais, mas já está trabalhando para voltar ao garimpo. Foto: Fernando Martinho. A escavadeira de Zé Maria custa cerca de R$ 1,5 milhão. Diante do prejuízo, ele levou seus homens para tentar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/capital-do-ouro-ilegal-resiste-a-operacoes-contra-o-garimpo-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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