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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Biomimética: tecnologia inspirada na natureza avança no Brasil</title>
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					<pubDate>18 Mar 2020 19:22:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Certificação, Conservação, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Política Ambiental, Poluição, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Responsabilidade Ambiental, Saúde, Silvicultura, Sustentabilidade e Tecnologia]]>
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							<![CDATA[<p>Do shampoo inspirado nas teias de aranha ao hotel projetado com base nos atributos térmicos do bico dos tucanos, cientistas e empresas do país estão apostando na inteligência da natureza para criar soluções inovadoras que reduzam os impactos no planeta. </p>
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							<![CDATA[A startup fluminense Nucleário desenvolveu um método de plantio de novas mudas em projetos de reflorestamento inspirado nas bromélias e nas sementes aladas. Isso protege as árvores das formigas-cortadeiras, impede o crescimento de gramíneas invasoras e armazena água para períodos de estiagem. Foto: Nucleário. Reconhecer a sabedoria acumulada por bilhões de anos pela natureza e reconectar-se a ela é o ponto de partida da biomimética, ciência que vem despertando interesse por reproduzir as estratégias do meio natural e solucionar, assim, impasses da nossa época. Não há ineditismo em ter a natureza como guia: se não fossem os pássaros, provavelmente não teríamos os aviões. Contudo, a biomimética traz duas novidades: a conscientização da natureza como fonte de inspiração e a sistematização da pesquisa por meio de uma metodologia não linear, repleta de ferramentas, denominada Biomimicry DesignLens. Ao lançar o livro Biomimética: Inovação Inspirada pela Natureza, em 1997 nos Estados Unidos e em 2003 no Brasil, Janine Benyus, bióloga norte-americana e uma das fundadoras do Biomimicry Institute, em Montana, EUA, foi a responsável por propagar a ciência que se desdobra em múltiplas aplicações. A biomimética auxilia áreas como a saúde – ao traçar, por exemplo, possíveis relações entre o veneno de uma vespa e novas terapias contra o câncer  –, reproduz a tecnologia da teia de aranha para a indústria da beleza, oferece à engenharia melhorias na eficiência energética por meio da observação do cupinzeiro ou do bico do tucano, propõe utilizar raízes de cogumelos e resíduos agrícolas no lugar de embalagens&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/biomimetica-tecnologia-inspirada-na-natureza-avanca-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Rússia proíbe pesca com redes derivantes, um alívio para aves e mamíferos marinhos</title>
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					<pubDate>01 Fev 2016 06:30:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rebecca Kessler]]>
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						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
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							<![CDATA[<p>Papagaios-do-mar no Refúgio Nacional de Vida Selvagem Marítima do Alasca. A espécie normalmente fica presa nas redes derivantes de salmão nas águas das costas do Extremo Oriente russo. Crédito fotográfico: Steve Ebbert, USFWS. No dia primeiro de julho o presidente Valdimir Putin aprovou um projeto de lei para proibir a pesca com redes derivantes em [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Papagaios-do-mar no Refúgio Nacional de Vida Selvagem Marítima do Alasca. A espécie normalmente fica presa nas redes derivantes de salmão nas águas das costas do Extremo Oriente russo. Crédito fotográfico: Steve Ebbert, USFWS. No dia primeiro de julho o presidente Valdimir Putin aprovou um projeto de lei para proibir a pesca com redes derivantes em águas russas. As redes derivantes, paredes flutuantes de rede que são praticamente invisíveis debaixo da água, podem ter 12 metros de altura e quilômetros de comprimento. São uma espécie de rede de emalhe, que capturam o peixe pelas guelras e que são principalmente usadas para pegar grandes cardumes de peixes. Entretanto, as redes derivantes são conhecidas por aprisionar acidentalmente botos, golfinhos, tartarugas e aproximadamente 400.000 aves marinhas por ano mundialmente, conforme o grupo de conservação Birdlife International. O seu uso é proibido ou restringido em águas territoriais de muitos países, e foi proibido em alto mar em 1992. Na Rússia, as redes derivantes são usadas pelos pescadores russos e japoneses para capturar salmão no Extremo Oriente do pais. A proibição supostamente foi intencionada para disponibilizar mais peixe para os pescadores costeiros russos de salmão, que usam outros métodos de pesca, porém as capturas deles diminuíram devido às redes derivantes. A lei entrará em vigor em janeiro de 2016. Uma ave morta presa numa rede derivante nas Ilhas Curilas da Rússia. Se estima que morrem aproximadamente 140.000 aves marinhas nas redes derivantes nesta exclusiva zona econômica da Rússia. A proibição do país das redes derivantes é&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/02/russia-proibe-pesca-com-redes-derivantes-um-alivio-para-aves-e-mamiferos-marinhos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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