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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Ambientalistas, na América Latina, são uma espécie ameaçada de extinção</title>
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					<pubDate>22 Dez 2016 11:30:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Em uma terça-feira de março, o ativista indígena Nelson García foi baleado no rosto a noroeste de Honduras. No dia seguinte, na Guatemala, agressores desconhecidos encontraram o ambientalista Walter Méndez fora de sua casa e encheram seu peito de balas. Duas semanas antes, pistoleiros mataram Berta Cáceres, ativista ambiental de renome internacional, em sua casa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em uma terça-feira de março, o ativista indígena Nelson García foi baleado no rosto a noroeste de Honduras. No dia seguinte, na Guatemala, agressores desconhecidos encontraram o ambientalista Walter Méndez fora de sua casa e encheram seu peito de balas. Duas semanas antes, pistoleiros mataram Berta Cáceres, ativista ambiental de renome internacional, em sua casa em Honduras. E nos meses anteriores, assassinatos semelhantes foram relatados no Brasil, no México e no Peru. Desde 2010, assassinatos em disputas de terras vêm aumentando mundialmente, mas o problema é especialmente grave na América Latina, de acordo com a ONG Global Witness, sediada no Reino Unido. O grupo documentou mais de 900 ambientalistas mortos na região entre 2002 e 2015. O ano passado foi o mais letal da história, com 185 assassinatos em todo o mundo, cerca de dois terços na América Latina, de acordo com um relatório que o grupo divulgou em junho. &#8220;A pressão para explorar os recursos que ainda não foram explorados aumentou&#8221;, John Knox, um Relator Especial de direitos humanos e meio ambiente das Nações Unidas, disse ao Mongabay. &#8220;Por um lado, há interesses econômicos muito poderosos e, por outro, comunidades marginalizadas. Isso é o que parece estar levando a esses conflitos [em todo o mundo].&#8221; Embora na América Latina as razões para as mortes variem, muitas estão relacionados a um surto de desenvolvimento em partes remotas da região. A procura por investimentos estrangeiros tem levado os governos a outorgar concessões a barragens hidrelétricas, minas e outros projetos financiados por&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/12/ambientalistas-na-america-latina-sao-uma-especie-ameacada-de-extincao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Contractos de exploração mineira e energia sob investigação provocam escândalos de corrupção na Guatemala</title>
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					<pubDate>08 Out 2015 11:55:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Os ministros da Guatemala para o meio ambiente, o interior, energia e minas demitiram-se no dia 21 de Maio, devido a escândalos de corrupção e fortes protestos. As investigações sobre supostas irregularidades nas áreas da exploração mineira, energia e outros contratos e autorizações de projetos ambientais foram empurrados de novo para a ribalta. O projetos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Os ministros da Guatemala para o meio ambiente, o interior, energia e minas demitiram-se no dia 21 de Maio, devido a escândalos de corrupção e fortes protestos. As investigações sobre supostas irregularidades nas áreas da exploração mineira, energia e outros contratos e autorizações de projetos ambientais foram empurrados de novo para a ribalta. O projetos exploração mineira e energia no país têm enfrentado forte resistência comunitária, que muitas vezes se tornam o alvo de repressão por parte das forças de segurança do Estado e das empresas. Cinco funcionários do governo estavam sob escrutínio no dia 21 de Maio: Michelle Martínez, Ministro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais; Edwin Rodas, ministro de Minas e Energia; Mauricio López Bonilla, ministro do Interior; Ulises Anzueto, Secretário de Inteligência Estratégica; e Edy Juárez Prera, vice-ministro de Segurança. Uma multidão junta-se na marcha de 20 de Maio, na Cidade de Guatemala, para protestar sobre as recentes revelações de corrupção governamental generalizada. Uma das bandeiras pede a nacionalização da energia eléctrica e o fim da exploração mineira. Crédito da fotografia: Sandra Cuffe. &#8220;Estou a fazer as mudanças que considero serem necessárias&#8221;, disse o presidente Otto Pérez Molina numa conferência de imprensa a 21 de Maio, afirmando que ele pediu aos ministros as suas demissões nas duas semanas anteriores. &#8220;O governo não está em colapso&#8221;, disse ele, refutando as afirmações em contrário. O anterior ministro de Minas e Energia, Erick Archila, havia renunciado ao cargo a 15 de Maio, mas seu sucessor, Rodas, não durou uma&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/10/contractos-de-exploracao-mineira-e-energia-sob-investigacao-provocam-escandalos-de-corrupcao-na-guatemala/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Represa hidrelétrica &#8220;verde&#8221; provoca graves denúncias de violações de direitos humanos</title>
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					<pubDate>08 Out 2015 10:13:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Crianças carregam um cartaz lembrando aquelas duas que, em 2013, foram supostamente mortas por um funcionário da companhia detentora da represa Santa Rita. Um dos trechos do cartaz diz: &#8220;Elas são exemplos da luta pela vida e pela terra&#8221;. Foto: Peoples&#8217; Council of Tezulutlan. Um projeto de hidroenergia criado no Rio Icbolay, na Guatemala, resultou em abusos dos direitos humanos em larga escala, conforme denúncias dos grupos de defesa de interesses. A represa Santa Rita, com capacidade de 24 megawatts, seria localizada na região central do país, na província de Alta Verapaz. Ela conta com o apoio do Banco Mundial e de diversos bancos europeus, além do governo guatemalteco. Apesar dos supostos abusos, o proprietário da Santa Rita obteve aprovação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças do Clima para receber créditos de compensação de carbono pela eletricidade gerada pela represa. Os créditos poderiam ser comercializados sob o Sistema de Comercialização de Emissões da União Europeia. O projeto, numa nação atualmente destruída por reviravoltas políticas decorrentes de um governo corrupto, é um das diversas iniciativas para modificar o MDL. Desde que a empresa guatemalteca Hidrelétrica Santa Rita foi designada para a construção da represa, em 2008, tem ocorrido polêmicas, e a obra está atualmente suspensa. Grupos de direitos humanos dizem que a represa foi aprovada a despeito da falta de consentimento livre, prévio e informado das comunidades indígenas Maia Quechi e Poqomchí que residem na área onde a represa seria construída. Os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/10/represa-hidreletrica-verde-provoca-graves-denuncias-de-violacoes-de-direitos-humanos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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