<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?location=estados-unidos-pt-br&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/estados-unidos-pt-br/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 18:30:12 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.3</generator>
				<item>
					<title>Nem o futebol escapa: calor extremo coloca Copa do Mundo sob alerta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/06/nem-o-futebol-escapa-calor-extremo-coloca-copa-do-mundo-sob-alerta/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/06/nem-o-futebol-escapa-calor-extremo-coloca-copa-do-mundo-sob-alerta/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Jun 2026 16:08:31 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[David Akana]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/06/09202247/Metlife_finals.00_00_40_07.Still004_815x524-1_0-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195377</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Estados Unidos]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Clima e Mudanças climáticas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Enquanto torcedores se preparam para a Copa do Mundo de futebol, que começa na semana que vem, cientistas alertam para as perigosas ondas de calor que devem atingir os países-sede, em particular os Estados Unidos. Uma nova análise adverte que a probabilidade de altos níveis de calor e umidade é hoje duas vezes maior do [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/nem-o-futebol-escapa-calor-extremo-coloca-copa-do-mundo-sob-alerta/" data-wpel-link="internal">Nem o futebol escapa: calor extremo coloca Copa do Mundo sob alerta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Enquanto torcedores se preparam para a Copa do Mundo de futebol, que começa na semana que vem, cientistas alertam para as perigosas ondas de calor que devem atingir os países-sede, em particular os Estados Unidos. Uma nova análise adverte que a probabilidade de altos níveis de calor e umidade é hoje duas vezes maior do que na última Copa realizada nos Estados Unidos, em 1994, sobretudo em razão das mudanças climáticas. O estudo, conduzido pela iniciativa World Weather Attribution, concluiu que mais de duas dezenas de partidas deverão ser disputadas sob condições de estresse térmico. Algumas delas em estádios sem sistema de refrigeração. “As partidas deste verão serão disputadas em condições mais quentes, pondo em risco jogadores e torcedores”, disse Simon Stiell, Secretário Executivo da agência da ONU para Mudanças Climáticas, em declaração obtida pela Mongabay. Usando a Wet Bulb Globe Temperature (WBGT), índice que combina temperatura, umidade, luz solar e vento, os pesquisadores analisaram as condições previstas para diversas cidades-sede. Segundo eles, valores acima de 26 °C já são considerados de risco, enquanto níveis acima de 28 °C são inseguros para jogar. Durante o torneio, espera-se que 26 partidas atinjam ou ultrapassem a marca de 26 °C de WBGT, enquanto cinco devem superar o limiar de 28 °C. Em comparação, apenas três jogos registraram esse nível de calor durante a Copa de 1994. As cidades consideradas mais vulneráveis são Miami, Dallas, Filadélfia e Nova York, onde partidas disputadas à tarde e no início da noite coincidem com os períodos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/nem-o-futebol-escapa-calor-extremo-coloca-copa-do-mundo-sob-alerta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/06/nem-o-futebol-escapa-calor-extremo-coloca-copa-do-mundo-sob-alerta/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Repórter da Mongabay é 1ª brasileira a receber o Prêmio Oakes, da Universidade de Columbia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/09/reporter-da-mongabay-e-1a-brasileira-a-receber-o-premio-oakes-da-universidade-de-columbia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/09/reporter-da-mongabay-e-1a-brasileira-a-receber-o-premio-oakes-da-universidade-de-columbia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>25 Set 2025 05:33:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/09/24185013/Banner-PT-story-54805253348_ba549b38b6_o1-scaled-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194423</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[A madeira do sangue Guajajara]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil e Estados Unidos]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Desmatamento e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A jornalista Karla Mendes, repórter investigativa da Mongabay, tornou-se a primeira brasileira a receber o John B. Oakes Award for Distinguished Environmental Journalism (Prêmio John B. Oakes de Excelência em Jornalismo Ambiental), oferecido pela Universidade de Columbia, nos EUA. Em uma cerimônia em Nova York, em 18 de setembro, Mendes recebeu o reconhecimento por sua [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/reporter-da-mongabay-e-1a-brasileira-a-receber-o-premio-oakes-da-universidade-de-columbia/" data-wpel-link="internal">Repórter da Mongabay é 1ª brasileira a receber o Prêmio Oakes, da Universidade de Columbia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A jornalista Karla Mendes, repórter investigativa da Mongabay, tornou-se a primeira brasileira a receber o John B. Oakes Award for Distinguished Environmental Journalism (Prêmio John B. Oakes de Excelência em Jornalismo Ambiental), oferecido pela Universidade de Columbia, nos EUA. Em uma cerimônia em Nova York, em 18 de setembro, Mendes recebeu o reconhecimento por sua investigação que revelou uma conexão direta entre o aumento da violência contra os indígenas Guajajara e a expansão da pecuária ilegal na Terra Indígena Arariboia, no estado do Maranhão. Nos últimos 30 anos, cerca de 40 indígenas Guajajara foram mortos na Arariboia; nenhum dos autores dos crimes foi julgado, como mostrou a reportagem. “Hoje, receber este prêmio é, realmente, uma honra. Não só para mim, mas especialmente para honrar a memória de Paulo Paulino Guajajara, de todos os guardiões da floresta, e de todos os povos indígenas que dão suas vidas para proteger seu território e, claro, Dom Phillips e Bruno Pereira, e todos os jornalistas e defensores ambientais que lutam para proteger a natureza”, disse Mendes na cerimônia de premiação, realizada cerca de dois meses após o anúncio dos vencedores. Karla Mendes, repórter investigativa da Mongabay, recebe o John B. Oakes Award for Distinguished Environmental Journalism (Prêmio John B. Oakes de Excelência em Jornalismo Ambiental), em 18 de setembro. Foto: Sirin Samman/Oakes Award. O assassinato de Paulo Paulino Guajajara, Guardião da Floresta morto por madeireiros em uma emboscada dentro da TI Arariboia em 2019, foi o fio condutor da investigação, que teve financiamento e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/reporter-da-mongabay-e-1a-brasileira-a-receber-o-premio-oakes-da-universidade-de-columbia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/09/reporter-da-mongabay-e-1a-brasileira-a-receber-o-premio-oakes-da-universidade-de-columbia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Grandes empresas podem estar comprando carne e couro de áreas de desmatamento ilegal, afirma pesquisa</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/09/grandes-empresas-podem-estar-comprando-carne-e-couro-de-areas-de-desmatamento-ilegal-afirma-pesquisa/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/09/grandes-empresas-podem-estar-comprando-carne-e-couro-de-areas-de-desmatamento-ilegal-afirma-pesquisa/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Set 2019 22:45:09 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/09/27224419/3-am-768x454.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186222</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Agronegócio na Amazônia, Commodities globais e Desmatamento ilegal na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil, China, Estados Unidos e Europa]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Gado, Incêndios, Monocultura, Pecuária e Queimadas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Grandes varejistas e fabricantes que compram carne e couro do Brasil podem estar usando matéria-prima ligada ao desmatamento, sugere uma análise de dados comerciais feita pela ONG Global Canopy. A Global Canopy analisou as políticas ambientais de 43 empresas envolvidas no comércio de carne e couro entre Brasil e China. E descobriu que marcas esportivas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/09/grandes-empresas-podem-estar-comprando-carne-e-couro-de-areas-de-desmatamento-ilegal-afirma-pesquisa/" data-wpel-link="internal">Grandes empresas podem estar comprando carne e couro de áreas de desmatamento ilegal, afirma pesquisa</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Grandes varejistas e fabricantes que compram carne e couro do Brasil podem estar usando matéria-prima ligada ao desmatamento, sugere uma análise de dados comerciais feita pela ONG Global Canopy. A Global Canopy analisou as políticas ambientais de 43 empresas envolvidas no comércio de carne e couro entre Brasil e China. E descobriu que marcas esportivas como Adidas e Nike e montadoras como BMW, General Motors e Volkswagen não conseguiram assegurar que o couro usado em seus produtos fosse livre de desmatamento. Dos 15 importadores identificados, apenas três compraram produtos de fabricantes chineses que haviam assumido o compromisso de não compactuar com o desmatamento. Fábricas chinesas também adquiriram matéria-prima de empresas brasileiras que não firmaram acordos de sustentabilidade. Segundo a pesquisa, nos casos em que compromissos com o desmatamento zero foram feitos por fornecedores brasileiros, suas políticas se aplicavam apenas à Amazônia e excluíam outras regiões de risco, como o Cerrado. &#8220;É difícil saber por que algumas dessas empresas não possuem políticas ambientais – elas podem não estar cientes dos riscos ou podem não vê-las como prioritárias&#8221;, disse André Vasconcelos, pesquisador da Global Canopy e co-autor da análise. Pesquisas anteriores da Global Canopy detectaram que empresas ligadas ao comércio de outras commodities, como o óleo de palma, eram mais propensas a reconhecer os riscos de desmatamento e a estabelecer políticas ambientais do que aquelas que comercializam derivados de bovinos. “As cadeias de fornecimento de couro são complexas e muitos varejistas podem não saber onde a matéria-prima foi adquirida. Nossa pesquisa mostra&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/09/grandes-empresas-podem-estar-comprando-carne-e-couro-de-areas-de-desmatamento-ilegal-afirma-pesquisa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/09/grandes-empresas-podem-estar-comprando-carne-e-couro-de-areas-de-desmatamento-ilegal-afirma-pesquisa/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Relatório:Rompimento da barragem de rejeitos de mineração é a principal causa de desastres ambientais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/03/rompimento-da-barragem-rejeitos-mineracao-principal-causa-desastres-ambientais-relatorio/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/03/rompimento-da-barragem-rejeitos-mineracao-principal-causa-desastres-ambientais-relatorio/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Mar 2018 12:39:44 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Zoe Sullivan]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/03/01123640/FEATURED-mine-768x456.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185771</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil, Canadá e Estados Unidos]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Conservação, Crime Ambiental, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Poluição e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Estima-se que mais de 340 pessoas foram mortas desde 2008 por rompimentos de barragens de rejeito de mineração; desastres ambientais esses que podiam ter sido evitados e que causaram o arruinamento de comunidades e propriedades, a contaminação dos rios, destruição da pesca, e poluição das reservas de água potável. Instigado pelas calamidades, o Programa das [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/03/rompimento-da-barragem-rejeitos-mineracao-principal-causa-desastres-ambientais-relatorio/" data-wpel-link="internal">Relatório:Rompimento da barragem de rejeitos de mineração é a principal causa de desastres ambientais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O desastre da barragem de rejeitos da mina de ouro e cobre Mount Polley, da empresa Imperial Metals, na Colúmbia Britânica, Canadá, despejou 24 milhões de metros cúbicos de resíduo mineiros e lodo no Lago Polley, situado no entorno. Além disso, também poluiu a bacia hidrográfica do córrego Hazeltine . Foto: cortesia do Observatório das Multinacionais. Estima-se que mais de 340 pessoas foram mortas desde 2008 por rompimentos de barragens de rejeito de mineração; desastres ambientais esses que podiam ter sido evitados e que causaram o arruinamento de comunidades e propriedades, a contaminação dos rios, destruição da pesca, e poluição das reservas de água potável. Instigado pelas calamidades, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) publicou um relatório salientando a necessidade de aumentar a segurança das barragens de rejeito ao redor do mundo. Barragens de rejeitos armazenam reservatórios de resíduos mineiros tóxicos. O PNUMA lembra que uma grande quantidade de minerais e metais serão necessárias em um futuro próximo por várias razões industriais, incluindo o desenvolvimento de tecnologias verdes para apoiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), parte da Agenda de 2030 da ONU. O relatório propõe duas recomendações importantes e várias medidas políticas para reduzir drasticamente as fatalidades e acidentes das barragens de rejeito. A primeira recomendação: O relatório da PNUMA recomenda que as empresas de mineração se empenhem para garantir um “objetivo de falha-zero” no que concerne às barragens de rejeitos, suplantando metas econômicas. O PNUMA cita um quadro de especialistas organizado em decorrência do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/03/rompimento-da-barragem-rejeitos-mineracao-principal-causa-desastres-ambientais-relatorio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/03/rompimento-da-barragem-rejeitos-mineracao-principal-causa-desastres-ambientais-relatorio/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Trump: a maior ameaça ao equilíbrio climático da Terra (análise)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Mai 2017 10:28:54 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Carlos NobreRachel Biderman]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2017/05/26102706/FEATURED-340x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185610</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Estados Unidos e Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Aquecimento global e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As antiquadas promessas de campanha feitas pelo presidente americano, Donald Trump, no que diz respeito as mudanças climáticas, começaram a ser concretizadas com a indicação de céticos (à questão do aquecimento global), para ocupar posições estratégicas no governo dos EUA. A revocação de leis de regulamentação ambiental, que seriam fundamentais para o cumprimento dos compromissos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/" data-wpel-link="internal">Trump: a maior ameaça ao equilíbrio climático da Terra (análise)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Terra vista do espaço. As políticas anti conservacionistas de Donald Trump representam um “grande retrocesso, enfraquecendo o papel dos Estados Unidos na ordem mundial”, afirma Carlos Nobre e Rachel Biderman em sua análise. Cortesia de Nasa As antiquadas promessas de campanha feitas pelo presidente americano, Donald Trump, no que diz respeito as mudanças climáticas, começaram a ser concretizadas com a indicação de céticos (à questão do aquecimento global), para ocupar posições estratégicas no governo dos EUA. A revocação de leis de regulamentação ambiental, que seriam fundamentais para o cumprimento dos compromissos dos EUA com o Acordo do Clima de Paris, parecem ter como objetivo mandar o país de volta ao século 19. É um enorme retrocesso, que enfraquece o papel dos Estados Unidos na ordem mundial. O decreto de Trump, que desarticulou o Plano de Energia Limpa, foi assinado na compania de executivos da indústria mineradora, e inclui sofismas tais como “teremos carvão limpo, carvão realmente limpo,” e a afirmação de que “isso criará empregos.” Na verdade, por conta da automação, a indústria do carvão americana vem produzindo em uma taxa 50 por cento mais elevada se comparada àquela de 1940, mas emprega apenas um oitavo dos trabalhadores. A indústria de energia renovável tem sido muito mais competitiva, e deverá produzir milhões de empregos, mantendo os EUA competitivos no mercado global de tecnologia limpa. Várias empresas americanas estão abandonando os combustíveis fósseis e reduzindo a emissão de gases de efeito estufa para seu próprio interesse econômico. No cartaz: “Juntos,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2017/05/trump-maior-ameaca-ao-equilibrio-climatico-da-terra-analise/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Enquanto Trump promete evadir-se do Acordo de Paris, o mundo se une na busca por uma economia sustentável</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2016/11/trump-promete-evadir-do-acordo-paris-mundo-une-na-busca-economia-sustentavel/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2016/11/trump-promete-evadir-do-acordo-paris-mundo-une-na-busca-economia-sustentavel/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>23 Nov 2016 11:23:59 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Justin Catanoso]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2016/11/23112148/FEATURED-cop22-trump-311x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185438</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Estados Unidos e Global]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Energia, Governança e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Marraquexe, Marrocos — A 22ª Conferência Climática das Nações Unidas começou modesta e um tanto incomum. Quase 200 países finalmente estariam concordando em impedir à destruição do mundo, e começariam a escrever o conjunto de normas que viabilizaria as metas firmadas em 2015 no Acordo de Paris. A iniciativa também simultaneamente possibilitaria o levantamento dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/11/trump-promete-evadir-do-acordo-paris-mundo-une-na-busca-economia-sustentavel/" data-wpel-link="internal">Enquanto Trump promete evadir-se do Acordo de Paris, o mundo se une na busca por uma economia sustentável</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[As bandeiras de vários países tremulam na Conferência Climática em Marraquexe (COP22). Os quase 200 países comprometidos com o Acordo Climático de Paris ficaram chocados essa semana quando o presidente eleito Donald Trump anunciou que planeja livrar, e logo, os EUA das obrigações do acordo. Foto de Justin Catanoso Marraquexe, Marrocos — A 22ª Conferência Climática das Nações Unidas começou modesta e um tanto incomum. Quase 200 países finalmente estariam concordando em impedir à destruição do mundo, e começariam a escrever o conjunto de normas que viabilizaria as metas firmadas em 2015 no Acordo de Paris. A iniciativa também simultaneamente possibilitaria o levantamento dos trilhões necessários ao redirecionamento urgente para uma via oposta ao uso de combustíveis fósseis e a favor da energia sustentável. E aí as coisas desandaram. No segundo dia do conferência COP22, que dura duas semanas, os eleitores americanos elegeram a presidência o candidato republicano Donald Trump, aquele mesmo cara que diz que o aquecimento global “é uma farsa” criada pelos Chineses. Donald Trump nem esperou tomar posse para começar a lesar o meio ambiente e minar a determinação da comunidade internacional. Essa semana, ele prometeu desonerar os EUA do comprometimento com a redução nas emissões de carbono firmado no Acordo de Paris o mais rapidamente possível. Ele também recomendou, Myron Ebell, um opositor declarado aos fatos que comprovam as mudanças climáticas, como chefe da Agência de Proteção Ambiental (EPA). Subitamente, o evento em Marraquexe passou a seguir um itinerário novo e urgente. “Embora tenha havido progresso&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/11/trump-promete-evadir-do-acordo-paris-mundo-une-na-busca-economia-sustentavel/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2016/11/trump-promete-evadir-do-acordo-paris-mundo-une-na-busca-economia-sustentavel/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Será que estas tecnologias poderão reduzir os ataques e o abate de tubarões?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Jun 2016 13:55:25 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Roz Evans]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2016/06/03203322/111915_REvans_SharkDeterrents_TigerShark1-445x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185336</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, África Do Sul, Austrália e Estados Unidos]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Conservação e Oceanos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O mar não é o nosso habitat natural, mas aprendemos a gostar dele, procurando prazer nas suas ondas e nas suas águas refrescantes. Ao passarem tempo neste meio ambiente, os humanos entram inevitavelmente em contacto com os seus maiores predadores, para cuja presença não estão devidamente equipados de forma a pressentir antecipadamente e, como consequência, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/" data-wpel-link="internal">Será que estas tecnologias poderão reduzir os ataques e o abate de tubarões?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O mar não é o nosso habitat natural, mas aprendemos a gostar dele, procurando prazer nas suas ondas e nas suas águas refrescantes. Ao passarem tempo neste meio ambiente, os humanos entram inevitavelmente em contacto com os seus maiores predadores, para cuja presença não estão devidamente equipados de forma a pressentir antecipadamente e, como consequência, evitar esses ataques. Este ano, um número recorde de ataques de tubarões ocorreu em locais tais como o Havai, a Carolina do Norte e a Nova Gales do Sul, na Austrália, levando assim algumas comunidades a protestar com os seus governos para matarem os tubarões. As autoridades de Queensland mataram aproximadamente 700 tubarões no ano passado, arrastando também neste processo golfinhos, dugongos e tartarugas marinhas, segundo a agência de notícias ABC Austrália. O estado da Austrália Ocidental liderou uma controversa política de abate aos tubarões. Embora os ataques de tubarões sejam notoriamente raros &#8211; estima-se que a probabilidade de um americano comum ser morto por um tubarão seja de 1 em cada 3.7 milhões, por exemplo &#8211; a atenção dos mídia dada a cada acidente espoleta um medo aterrador. Para tirar as suas próprias conclusões, os governos locais situados em Nova Gales do Sul e na África do Sul realizaram recentemente cimeiras para investigar as mais recentes tecnologias dissuasoras de tubarões, e concluíram que o abate não é a resposta. Cientistas, defensores dos animais e as próprias vítimas de ataques de tubarões, manifestaram-se, condenando esta abordagem letal. &#8220;Custa-me ouvir pessoas que amam o oceano, sobretudo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Estudo responde a questão: como as jiboias matam suas presas?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2016/04/estudo-responde-questao-as-jiboias-matam-suas-presas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2016/04/estudo-responde-questao-as-jiboias-matam-suas-presas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Abr 2016 08:35:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sophie Furnival]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2016/04/03203357/boa_header_costa_rica_osa_0262-495x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185263</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Estados Unidos]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Répteis e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Hollywood e Youtube já nos mostraram muitas imagens de jiboias matando as suas presas. Mas até hoje, o que sempre se acreditou ver era a cobra retirando completamente o ar dos pulmões da vítima. Os cientistas recentemente derrubaram este mito, mostrando que quando uma cobra aperta a presa, na verdade está restringindo o fluxo de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/04/estudo-responde-questao-as-jiboias-matam-suas-presas/" data-wpel-link="internal">Estudo responde a questão: como as jiboias matam suas presas?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Hollywood e Youtube já nos mostraram muitas imagens de jiboias matando as suas presas. Mas até hoje, o que sempre se acreditou ver era a cobra retirando completamente o ar dos pulmões da vítima. Os cientistas recentemente derrubaram este mito, mostrando que quando uma cobra aperta a presa, na verdade está restringindo o fluxo de sangue e de oxigênio para os orgãos vitais do animal. A equipe do estudo, liderada pelo Dr. Scott Boback, professor adjunto de biologia na Universidade Dickinson, em Carlisle, no estado da Pensilvânia, publicou recentemente a descoberta no The Journal of Experimental Biology. Boback descreveu as descobertas ao mongabay.com como sendo &#8220;reveladoras&#8221; e &#8220;surpreendentes&#8221;. Jiboia em estado defensivo. Foto: Rhett Butler. &#8220;Nossos resultados sugerem que as jiboias estão dominando e matando as presas durante a constrição pois isto afeta de forma significativa o sistema cardiovascular das vítimas&#8221;, relataram os pesquisadores. A constrição rapidamente traz mudanças na química sanguínea, com a elevação do potássio e da acidose. &#8220;Orgãos como fígado, cérebro e coração seriam os primeiros a sucumbir devido à rápida hipóxia&#8221;, deficiência de oxigênio nos tecidos do corpo. Também houve &#8220;evidência direta de que o músculo cardíaco é realmente afetado pela isquemia&#8221;, diminuição do suprimento sanguíneo – que surpreendentemente ocorre nos primeiros 30 segundos da constrição. &#8220;Assim que a cobra deu o aperto, a pressão sanguínea imediatamente começou a diminuir, muito rapidamente; e à medida que a pressão [do sangue] caía, ocorria uma mudança quase que instantânea na atividade elétrica cardíaca&#8221;, disse Boback.&#8221;Tal processo ocorreu de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/04/estudo-responde-questao-as-jiboias-matam-suas-presas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2016/04/estudo-responde-questao-as-jiboias-matam-suas-presas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Câmara dos Representantes dos EUA aprova uma &#8216;Ação Global contra a caça furtiva’, que coloca o tráfico de animais selvagens a par do tráfico de drogas e armas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2016/01/camara-dos-representantes-dos-eua-aprova-uma-acao-global-contra-a-caca-furtiva-que-coloca-o-trafico-de-animais-selvagens-a-par-do-trafico-de-drogas-e-armas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2016/01/camara-dos-representantes-dos-eua-aprova-uma-acao-global-contra-a-caca-furtiva-que-coloca-o-trafico-de-animais-selvagens-a-par-do-trafico-de-drogas-e-armas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Jan 2016 07:23:45 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shreya Dasgupta]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2016/01/03203412/south_africa_kruger_5171-300x200.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://news.mongabay.com/</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Estados Unidos]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Espécies Ameaçadas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O governo dos EUA intensificou a sua luta contra o tráfico de animais selvagens. Na segunda-feira, a Câmara dos Deputados dos EUA aprovou uma legislação de combate à caça furtiva, que visa &#8220;apoiar os esforços globais contra a caça furtiva, fortalecer a capacidade dos países parceiros em combater o tráfico de animais selvagens, e designar [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/01/camara-dos-representantes-dos-eua-aprova-uma-acao-global-contra-a-caca-furtiva-que-coloca-o-trafico-de-animais-selvagens-a-par-do-trafico-de-drogas-e-armas/" data-wpel-link="internal">Câmara dos Representantes dos EUA aprova uma &#8216;Ação Global contra a caça furtiva’, que coloca o tráfico de animais selvagens a par do tráfico de drogas e armas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O governo dos EUA intensificou a sua luta contra o tráfico de animais selvagens. Na segunda-feira, a Câmara dos Deputados dos EUA aprovou uma legislação de combate à caça furtiva, que visa &#8220;apoiar os esforços globais contra a caça furtiva, fortalecer a capacidade dos países parceiros em combater o tráfico de animais selvagens, e designar os principais países onde existe tráfico de animais selvagens&#8221;. Esta lei anti-caça furtiva foi apoiada por 43 republicanos e 64 democratas. &#8220;Esta legislação é um passo significativo na luta contra o crime ambiental e demonstra a contínua liderança que o Congresso dos EUA tem sobre esta questão&#8221;, afirmou Ginette Hemley, vice-presidente da organização Conservação da Vida Selvagem da World Wildlife Fund (WWF). &#8220;Crime contra os animais selvagens tem sido, tradicionalmente, extremamente lucrativo e de risco muito baixo. Ao designar oficialmente o tráfico de animais selvagens como um crime grave, o risco pode finalmente superar a recompensa potencial. Esta poderá ser uma verdadeira mudança para a conservação dos elefantes, rinocerontes e inúmeras espécies abatidas ilegalmente e comercializadas em todo o mundo&#8221;, acrescentou. Elefante bebé na África do Sul. Fotografia por Rhett Butler. A legislação observa que os mesmos gangues criminosos internacionais que traficam armas e drogas estão envolvidos na caça ilegal e no tráfico de animais selvagens. Daí que a lei coloque o tráfico de animais selvagens na mesma categoria das armas e tráfico de droga&#8221;, tornando-se uma infração suscetível de lavagem de dinheiro e formação de quadrilhas.&#8221; Para apoiar os esforços globais contra a caça&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/01/camara-dos-representantes-dos-eua-aprova-uma-acao-global-contra-a-caca-furtiva-que-coloca-o-trafico-de-animais-selvagens-a-par-do-trafico-de-drogas-e-armas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2016/01/camara-dos-representantes-dos-eua-aprova-uma-acao-global-contra-a-caca-furtiva-que-coloca-o-trafico-de-animais-selvagens-a-par-do-trafico-de-drogas-e-armas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>