<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?location=australia-pt-br&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/australia-pt-br/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Fri, 25 Sep 2026 09:21:24 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.5</generator>
				<item>
					<title>Ponto de inflexão do clima pode levar a colapso de ecossistemas – antes do que se imaginava</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>09 Jun 2020 07:17:56 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/06/08211519/amazon_201570_colombia_rhett-butler-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187125</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Austrália, Brasil e Indonésia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Queimadas, recifes de coral e Recursos hídricos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Dois novos estudos alertam que a ruptura das condições climáticas ameaça degradar de forma irreversível diversos biomas em todo o planeta.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/" data-wpel-link="internal">Ponto de inflexão do clima pode levar a colapso de ecossistemas – antes do que se imaginava</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Recife de coral em Sulawesi, Indonésia. Como os recifes se mostram muito sensíveis às mudanças climáticas, os cientistas tentam determinar os mecanismos dos pontos de inflexão, e quando eles vão ocorrer. Foto: Christian Gloor. Os maiores ecossistemas do mundo podem sofrer alterações drásticas mais rápido do que se pensava, de acordo com um estudo recente publicado na revista Nature Communications. O trabalho lança uma nova luz sobre o comportamento dos pontos de inflexão do clima global. Exemplos analisados revelam um padrão: ecossistemas maiores entram em colapso mais rápido do que os menores. Os pontos de inflexão climática podem acontecer em questão de anos ou décadas – e não na escala de tempo ecológica de centenas ou milhares de anos. Mesmo ressaltando grandes níveis de incerteza, os autores, observando a atual tendência, preveem que, depois que o ponto de inflexão for ultrapassado, a Floresta Amazônica poderá desaparecer em menos de 50 anos. Já o fim dos recifes de coral do Caribe se dará em 15 anos. “A Amazônia pode morrer antes de mim”, ponderou Simon Willcock, coautor do estudo e palestrante sênior na Universidade de Bangor (Reino Unido), ao ver os resultados. “Nunca parei e pensei que a floresta poderia desaparecer enquanto eu estivesse vivo. É muito triste.” Há mais de 10 anos, um grupo de cientistas publicou um artigo pioneiro sobre a ameaça dos pontos de inflexão do clima. Na época, esse era considerado um cenário improvável. Mas, com as evidências crescendo, outros pesquisadores alertaram depois para o degelo das&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/06/ponto-de-inflexao-do-clima-pode-levar-a-colapso-de-ecossistemas-antes-do-que-se-imaginava/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Biomimética: tecnologia inspirada na natureza avança no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/03/biomimetica-tecnologia-inspirada-na-natureza-avanca-no-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/03/biomimetica-tecnologia-inspirada-na-natureza-avanca-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>18 Mar 2020 19:22:05 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/03/18191005/3360463235_0da58600b0_o-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=186791</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Conservação na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[África, Alemanha, América Do Sul, América Latina, Austrália, Brasil e Japão]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Certificação, Conservação, Extrativismo, Florestas, Florestas Tropicais, Política Ambiental, Poluição, Produtos da Floresta, Recursos hídricos, Responsabilidade Ambiental, Saúde, Silvicultura, Sustentabilidade e Tecnologia]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Do shampoo inspirado nas teias de aranha ao hotel projetado com base nos atributos térmicos do bico dos tucanos, cientistas e empresas do país estão apostando na inteligência da natureza para criar soluções inovadoras que reduzam os impactos no planeta. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/biomimetica-tecnologia-inspirada-na-natureza-avanca-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Biomimética: tecnologia inspirada na natureza avança no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A startup fluminense Nucleário desenvolveu um método de plantio de novas mudas em projetos de reflorestamento inspirado nas bromélias e nas sementes aladas. Isso protege as árvores das formigas-cortadeiras, impede o crescimento de gramíneas invasoras e armazena água para períodos de estiagem. Foto: Nucleário. Reconhecer a sabedoria acumulada por bilhões de anos pela natureza e reconectar-se a ela é o ponto de partida da biomimética, ciência que vem despertando interesse por reproduzir as estratégias do meio natural e solucionar, assim, impasses da nossa época. Não há ineditismo em ter a natureza como guia: se não fossem os pássaros, provavelmente não teríamos os aviões. Contudo, a biomimética traz duas novidades: a conscientização da natureza como fonte de inspiração e a sistematização da pesquisa por meio de uma metodologia não linear, repleta de ferramentas, denominada Biomimicry DesignLens. Ao lançar o livro Biomimética: Inovação Inspirada pela Natureza, em 1997 nos Estados Unidos e em 2003 no Brasil, Janine Benyus, bióloga norte-americana e uma das fundadoras do Biomimicry Institute, em Montana, EUA, foi a responsável por propagar a ciência que se desdobra em múltiplas aplicações. A biomimética auxilia áreas como a saúde – ao traçar, por exemplo, possíveis relações entre o veneno de uma vespa e novas terapias contra o câncer  –, reproduz a tecnologia da teia de aranha para a indústria da beleza, oferece à engenharia melhorias na eficiência energética por meio da observação do cupinzeiro ou do bico do tucano, propõe utilizar raízes de cogumelos e resíduos agrícolas no lugar de embalagens&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/03/biomimetica-tecnologia-inspirada-na-natureza-avanca-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/03/biomimetica-tecnologia-inspirada-na-natureza-avanca-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Novo estudo: lianas trepadeiras alteram as margens das florestas fragmentadas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/05/novo-estudo-lianas-trepadeiras-alteram-as-margens-das-florestas-fragmentadas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/05/novo-estudo-lianas-trepadeiras-alteram-as-margens-das-florestas-fragmentadas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>31 Mai 2018 09:57:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[John C. Cannon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/05/31095516/Lumholtz-tree-kangaroo-768x451.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185857</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Austrália]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Biodiversidade, Conservação, Degradação e Florestas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Cortar florestas tropicais para abrir espaço à agropecuária e a outras atividades causa algumas alterações no ecossistema, muitas das quais os cientistas estão apenas começando a entender. Um estudo recente, que observa como plantas tipo vinhas colonizam as margens dos cada vez menores fragmentos florestais, traz uma nova peça ao quebra-cabeça. Uma equipe de ecologistas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/novo-estudo-lianas-trepadeiras-alteram-as-margens-das-florestas-fragmentadas/" data-wpel-link="internal">Novo estudo: lianas trepadeiras alteram as margens das florestas fragmentadas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Cortar florestas tropicais para abrir espaço à agropecuária e a outras atividades causa algumas alterações no ecossistema, muitas das quais os cientistas estão apenas começando a entender. Um estudo recente, que observa como plantas tipo vinhas colonizam as margens dos cada vez menores fragmentos florestais, traz uma nova peça ao quebra-cabeça. Uma equipe de ecologistas reporta que um grupo de plantas trepadeiras chamadas lianas germinam em números maiores ao longo das margens desses fragmentos menos perturbados. Uma liana subindo ao dossel. Foto de Mason Campbell/James Cook University. As lianas são similares às vinhas por se agarrarem às árvores como forma eficiente de economizar energia para subir ao dossel florestal. Pesquisas anteriores mostraram que as lianas podem matar árvores ou fazê-las armazenar menos carbono, e sua presença também pode afetar a diversidade de espécies arbóreas da floresta. Dessa forma, elas transformam o habitat dos animais e organismos locais. Em outras palavras, alterações no crescimento e número das lianas podem causar mudanças fundamentais na estrutura de uma floresta e na maneira como essa funciona, ressaltando a importância de proteger as margens florestais. Quando uma árvore cai ou uma área da floresta é removida, uma dose incomum de luz solar atinge o solo florestal, e as lianas estão naturalmente entre as plantas que brotam quando estas perturbações ocorrem, disse Mason Campbell, botânico da James Cook University em Cairns, Austrália, e autor principal do estudo. “Se há uma grande extensão de floresta, as lianas são como curativos que consertam a queda de uma só&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/novo-estudo-lianas-trepadeiras-alteram-as-margens-das-florestas-fragmentadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/05/novo-estudo-lianas-trepadeiras-alteram-as-margens-das-florestas-fragmentadas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Será que estas tecnologias poderão reduzir os ataques e o abate de tubarões?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Jun 2016 13:55:25 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Roz Evans]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2016/06/03203322/111915_REvans_SharkDeterrents_TigerShark1-445x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185336</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, África Do Sul, Austrália e Estados Unidos]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Conservação e Oceanos]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O mar não é o nosso habitat natural, mas aprendemos a gostar dele, procurando prazer nas suas ondas e nas suas águas refrescantes. Ao passarem tempo neste meio ambiente, os humanos entram inevitavelmente em contacto com os seus maiores predadores, para cuja presença não estão devidamente equipados de forma a pressentir antecipadamente e, como consequência, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/" data-wpel-link="internal">Será que estas tecnologias poderão reduzir os ataques e o abate de tubarões?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O mar não é o nosso habitat natural, mas aprendemos a gostar dele, procurando prazer nas suas ondas e nas suas águas refrescantes. Ao passarem tempo neste meio ambiente, os humanos entram inevitavelmente em contacto com os seus maiores predadores, para cuja presença não estão devidamente equipados de forma a pressentir antecipadamente e, como consequência, evitar esses ataques. Este ano, um número recorde de ataques de tubarões ocorreu em locais tais como o Havai, a Carolina do Norte e a Nova Gales do Sul, na Austrália, levando assim algumas comunidades a protestar com os seus governos para matarem os tubarões. As autoridades de Queensland mataram aproximadamente 700 tubarões no ano passado, arrastando também neste processo golfinhos, dugongos e tartarugas marinhas, segundo a agência de notícias ABC Austrália. O estado da Austrália Ocidental liderou uma controversa política de abate aos tubarões. Embora os ataques de tubarões sejam notoriamente raros &#8211; estima-se que a probabilidade de um americano comum ser morto por um tubarão seja de 1 em cada 3.7 milhões, por exemplo &#8211; a atenção dos mídia dada a cada acidente espoleta um medo aterrador. Para tirar as suas próprias conclusões, os governos locais situados em Nova Gales do Sul e na África do Sul realizaram recentemente cimeiras para investigar as mais recentes tecnologias dissuasoras de tubarões, e concluíram que o abate não é a resposta. Cientistas, defensores dos animais e as próprias vítimas de ataques de tubarões, manifestaram-se, condenando esta abordagem letal. &#8220;Custa-me ouvir pessoas que amam o oceano, sobretudo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2016/06/sera-estas-tecnologias-poderao-reduzir-os-ataques-abate-tubaroes/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Poluição por microplásticos, uma possível ameaça à Grande Barreira de Recifes de Coral</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2016/04/poluicao-por-microplasticos-uma-possivel-ameaca-a-grande-barreira-de-recifes-de-coral/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2016/04/poluicao-por-microplasticos-uma-possivel-ameaca-a-grande-barreira-de-recifes-de-coral/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>08 Abr 2016 07:50:42 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mike DiGirolamo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2016/04/03203400/0727-Dipsastrea-coral-470x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185258</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Austrália]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Oceanos, Poluição e recifes de coral]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Grande Barreira de Coral ao largo da costa nordeste da Austrália – considerado o maior organismo vivo do mundo – está atualmente sob a ameaça de uma camada flutuante de partículas de microplástico, de acordo com um novo estudo da Universidade James Cook, em Queensland, Austrália. &#8220;A contaminação por microplásticos é uma ameaça para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/04/poluicao-por-microplasticos-uma-possivel-ameaca-a-grande-barreira-de-recifes-de-coral/" data-wpel-link="internal">Poluição por microplásticos, uma possível ameaça à Grande Barreira de Recifes de Coral</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Coral de Dipsastrea, o género utilizado nas experiências com plásticos. Tentáculos de corais expandem-se para se alimentarem. Fotografia de: Markus Mende. A Grande Barreira de Coral ao largo da costa nordeste da Austrália – considerado o maior organismo vivo do mundo – está atualmente sob a ameaça de uma camada flutuante de partículas de microplástico, de acordo com um novo estudo da Universidade James Cook, em Queensland, Austrália. &#8220;A contaminação por microplásticos é uma ameaça para os ecossistemas marinhos que é difícil de gerir, porque estas partículas minúsculas são invisíveis e, portanto, podem escapar à consciência do público em geral&#8221;, diz Dr. Mia Hoogenboom, cientista principal do estudo e professora da escola de biologia marinha e tropical da Universidade James Cook. Os microplásticos são exatamente o que soam: &#8220;fragmentos de plástico com menos de cinco milímetros de diâmetro”. Entram nos oceanos do mundo oriundos de uma variedade de fontes, por vezes, surpreendentes, incluindo lascas de tinta de cascos de navios, cordas, boias, restos de instalações de tratamento de águas e outros provenientes de aterros. Plásticos deste tamanho e menores são particularmente perigosos devido à sua capacidade de absorver contaminantes preocupantes, tais como metais pesados e poluentes orgânicos persistentes. &#8220;Nem os plásticos nem os contaminantes se degradam facilmente no ambiente, ou durante a digestão por organismos, capacitando-os para a bioacumulação na cadeia alimentar&#8221;, diz o estudo. Os restos de plástico flutuam facilmente e espalham-se por todos os mares, fragmentando-se gradualmente em partículas cada vez menores, tornando-se pequenas o suficiente para ser&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/04/poluicao-por-microplasticos-uma-possivel-ameaca-a-grande-barreira-de-recifes-de-coral/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2016/04/poluicao-por-microplasticos-uma-possivel-ameaca-a-grande-barreira-de-recifes-de-coral/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>