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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Nove novas espécies de gafanhoto são catalogadas na Amazônia</title>
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					<pubDate>14 Set 2026 10:07:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amaitê Santos]]>
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							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[<p>Quando Larissa Queiroz, doutora em Entomologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), começou a visitar coleções científicas em busca de exemplares de Proscopiini, encontrou um problema: muitos daqueles insetos estavam preservados, mas quase nenhum havia sido identificado. “Quase nada tinha ali um nome para a gente saber de qual grupo era”, relata Larissa. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Quando Larissa Queiroz, doutora em Entomologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), começou a visitar coleções científicas em busca de exemplares de Proscopiini, encontrou um problema: muitos daqueles insetos estavam preservados, mas quase nenhum havia sido identificado. “Quase nada tinha ali um nome para a gente saber de qual grupo era”, relata Larissa. Os Proscopiini são um grupo de gafanhotos pouco estudados, com espécies distribuídas por diferentes regiões e biomas do Brasil, incluindo a Amazônia. Durante muito tempo, esses insetos chegaram a ser confundidos com os chamados bichos-pau, que pertencem a outro grupo: são gafanhotos da ordem Orthoptera.  O problema vai além da nomenclatura. Conhecer quais espécies vivem em uma floresta é uma etapa básica para entender sua biodiversidade e saber o que existe em uma área que se pretende proteger. “Hoje em dia, para conseguir proteger uma área de floresta, você precisa fazer um levantamento da fauna que existe naquele ambiente. Algumas pessoas às vezes confundem, mas insetos também são animais, então eles também fazem parte da fauna”, explica Larissa. Foi para preencher parte dessas lacunas que a pesquisadora realizou, pela primeira vez, uma análise filogenética dos grupos internos de Proscopiidae — família à qual pertencem os Proscopiini. Publicado em 2026 na revista Zootaxa, o estudo comparou características morfológicas para reconstruir as relações evolutivas entre esses grupos. O trabalho resultou na descrição de quatro novos gêneros e nove novas espécies, além da redescrição de três gêneros, da sinonimização de outros dois e da proposição de dez novas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/nove-novas-especies-de-gafanhoto-sao-catalogadas-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Tambaqui na lista de espécies ameaçadas: pescadores buscam soluções para evitar perdas</title>
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					<pubDate>10 Ago 2026 13:35:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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							<![CDATA[Pescador na Amazônia há 38 anos, Josué de Castro disse que ficou muito surpreso ao saber que o tambaqui (Colossoma macropomum), peixe que representa 20% de sua renda mensal, agora é uma espécie ameaçada e que ele corre o risco de não ter mais permissão para pescá-lo. &#8220;Vai ter um impacto grande na vida dos pescadores e ribeirinhos que dependem da pesca&#8221;, afirmou Castro, que vive na comunidade São Raimundo do Jarauá, no Amazonas, à Mongabay, por telefone. &#8220;Dentro da nossa área, eu acho que ainda não está em extinção não, tem bastante aqui ainda.&#8221; Um dos peixes mais consumidos na Amazônia, o tambaqui foi incluído na lista oficial de espécies de peixes e invertebrados aquáticos da fauna brasileira ameaçadas de extinção, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em abril deste ano. A partir do final de outubro, sua pesca poderá ser proibida em todo o país se um plano de recuperação não for implementado até lá, disse Braulio Dias, diretor do departamento de conservação e uso sustentável da biodiversidade do MMA. &#8220;A entrada na lista não significa proibição de pesca desde que seja aprovado um plano de recuperação populacional proposto por especialistas, sob a coordenação do MMA&#8221;, explicou Dias à Mongabay, em uma mensagem de texto. Ele acrescentou que a Portaria Nº 1.666, publicada no Diário Oficial da União no mesmo dia da lista de 28 de abril, estabeleceu um prazo de 180 dias para a aprovação do plano, o que seria em 25&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/tambaqui-na-lista-de-especies-ameacadas-pescadores-buscam-solucoes-para-evitar-perdas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Homens armados cercam grupo que reivindica terra na região mais violenta da Amazônia</title>
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					<pubDate>15 Nov 2024 17:00:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Lei Ambiental, Política Ambiental e Povos Tradicionais]]>
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							<![CDATA[<p>Um grupo de cerca de 70 pessoas montou um acampamento perto da BR-163, no município de Novo Progresso, no Pará, na esperança de conseguir um lote de terra.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/homens-armados-cercam-grupo-que-reivindica-terra-na-regiao-mais-violenta-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Homens armados cercam grupo que reivindica terra na região mais violenta da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[NOVO PROGRESSO, Pará — Era meados de outubro quando José, de 54 anos, recebeu no celular a mensagem que tanto esperava. O sonhado assentamento de reforma agrária iria finalmente sair, e ele teria seu lote de terra. Ele não pensou duas vezes. Deixou a família em Porto Velho, Rondônia, e cruzou quase 1.800 quilômetros de moto, em uma viagem de três dias até o município de Novo Progresso, no sudoeste do Pará. “Sempre trabalhamos na terra dos outros, e metade do que a gente colhe a gente tem que dar para os outros”, conta José, cuja família sonha com terra própria desde os anos 1980, quando migrou de Minas Gerais para a Amazônia. “Seria uma chance na vida de dar um conforto para a minha família.” A história é parecida com a de Mariana, de 26 anos, que estava no interior do Maranhão quando recebeu uma mensagem de um amigo do Pará. Um assentamento estava sendo criado, e ela poderia conseguir um lote. “Falaram no Whats que o Incra ia cortar as terras”, ela conta. A jovem vendeu umas poucas galinhas que tinha no Maranhão, pegou a filha de dois anos e viajou 2 mil quilômetros até o pedaço de terra prometida. José e Mariana, cujos nomes verdadeiros foram omitidos por razões de segurança, agora fazem parte de um grupo de cerca de 70 pessoas acampadas em barracos de lona em uma área a cerca de 10 quilômetros da BR-163, rodovia que liga o norte do Mato Grosso a Santarém,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/homens-armados-cercam-grupo-que-reivindica-terra-na-regiao-mais-violenta-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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