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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Incêndio destrói 65% da Terra Indígena Maxakali, em Minas Gerais</title>
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					<pubDate>23 Out 2026 07:04:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mariana Martins]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Comunidades Tradicionais, Desastres ambientais, Incêndios, Indígenas, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Entre 7 e 15 de outubro, uma série de incêndios de grandes proporções atingiu a Terra Indígena (TI) Maxakali, no Vale do Mucuri (MG). Cerca de 3.500 hectares foram destruídos — o equivalente a 65% dos 5.300 hectares da área — por dois focos de chamas que atacaram o território vindos de fazendas vizinhas. O [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Entre 7 e 15 de outubro, uma série de incêndios de grandes proporções atingiu a Terra Indígena (TI) Maxakali, no Vale do Mucuri (MG). Cerca de 3.500 hectares foram destruídos — o equivalente a 65% dos 5.300 hectares da área — por dois focos de chamas que atacaram o território vindos de fazendas vizinhas. O incêndio consumiu matas nativas, nascentes, roças de subsistência e áreas de recuperação florestal do Projeto Hãmhi – Terra Viva. O incêndio interrompeu serviços essenciais para mais de 2,5 mil indígenas. Segundo Rosangela Pereira de Tugny,  coordenadora do projeto, outros 56 hectares de mata remanescente só se salvaram graças a aceiros preventivos realizados previamente. Durante a emergência, a linha de frente de combate às chamas ficou a cargo de brigadistas locais, moradores e bombeiros da cidade de Teófilo Otoni (MG). &#8220;Quando ficava de noite, o pessoal, não indígena, do bombeiro e do Prevfogo ia embora e nós continuávamos tentando&#8221;, relata Marilton Maxakali, em entrevista por telefone para a Mongabay, intermediada pela Teia dos Povos, organização que apoia as comunidades no local, diante da falta de luz e internet.  A destruição de canos, fios e bombas deixou aldeias como Pradinho e Água Boa sem água, luz e comunicação. A fumaça densa provocou crises respiratórias. O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) expediu uma recomendação emergencial cobrando que a prefeitura de Bertópolis, município onde fica localizada parte da TI, forneça  imediata e continuamente água potável, cestas básicas e atendimento de saúde às comunidades atingidas, além da instalação de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/incendio-destroi-65-do-territorio-indigena-maxakali-em-minas-gerais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>&#8216;Já vimos esse filme&#8217;: servidores ambientais temem volta de assédio com Flávio Bolsonaro</title>
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					<pubDate>22 Out 2026 18:40:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Governança, Política Ambiental e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A memória de vigilância constante, transferências e computadores bloqueados assombra funcionários públicos federais.</p>
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							<![CDATA[Servidores federais das áreas ambiental e indígena estão temerosos da volta das práticas de intimidação e assédio institucional que enfrentaram durante o governo do ex-presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro (2019-2022), em uma eventual vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL), que anunciou que acabará com &#8220;entraves ambientais&#8221; para que o proprietário rural faça &#8220;o que quiser na sua terra&#8221;. &#8220;A gente está, literalmente, com um alvo no meio da testa&#8221;, disse à Mongabay Tânia Maria de Souza, presidente da associação de servidores ambientais federais, a Ascema. &#8220;É um déjà vu.&#8221; O governo Bolsonaro foi marcado por diversas ações contra o meio ambiente e direitos indígenas. Ele se recusou a demarcar qualquer terra indígena — cumprindo sua promessa de campanha durante as eleições de 2018 —, houve uma escalada do desmatamento e da violência contra grupos indígenas e funcionários públicos, além de medidas para abrir terras indígenas para mineração e agronegócios, em clara violação à Constituição Federal. &#8220;Foi traumático&#8221;, disse Alexandre Bahia Gontijo, ex-diretor da Ascema e ex-presidente da Asibama-DF, que representa os servidores do Ibama no Distrito Federal, sobre o governo Bolsonaro. &#8220;Todo mundo está extremamente apreensivo.&#8221; Ativistas chamam o projeto de Flávio de &#8220;a volta da boiada&#8220;, em referência à declaração de 2020 do então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de que a pandemia da Covid-19 seria uma oportunidade para &#8220;passar a boiada&#8220;, alterando normas e regras ambientais sem chamar a atenção do Congresso Nacional e da imprensa. O ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/ja-vimos-esse-filme-servidores-ambientais-temem-volta-de-assedio-com-flavio-bolsonaro/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Anatomia de uma invasão: como uma lei do Pará abriu caminho para a ocupação de terra indígena</title>
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					<pubDate>22 Out 2026 16:19:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee GabayElisângela Mendonça]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Cultura Indígena, Gado, Grilagem, Indígenas, Justiça Social, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Terras Indígenas e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>O couro engraxado dos sapatos de Francisco “Torrinho” Torres (Republicanos-PA) reluzia enquanto ele caminhava em direção à tribuna do plenário da Assembleia Legislativa do Pará. O pecuarista e político de 57 anos avançava sem pressa, prestes a fazer um discurso que desencadearia uma série de acontecimentos e levaria a novas invasões da Terra Indígena Ituna/Itatá. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O couro engraxado dos sapatos de Francisco “Torrinho” Torres (Republicanos-PA) reluzia enquanto ele caminhava em direção à tribuna do plenário da Assembleia Legislativa do Pará. O pecuarista e político de 57 anos avançava sem pressa, prestes a fazer um discurso que desencadearia uma série de acontecimentos e levaria a novas invasões da Terra Indígena Ituna/Itatá. Era 30 de junho de 2026, em uma sessão que parecia rotineira para o deputado estadual. Por trás do terno elegante e dos acenos de aprovação de aliados do agronegócio, porém, havia um histórico de multas ambientais, uma investigação por corrupção e disputas fundiárias. Em um discurso breve, Torres defendeu um projeto de lei de sua autoria que criava uma nova área de proteção ambiental sob gestão estadual, a Área de Proteção Ambiental (APA) Bacajaí. A medida foi apresentada como solução para famílias com dificuldades de produzir no campo e para moradores rurais que precisavam regularizar a posse da terra. Outros três deputados estaduais subiram à tribuna para apoiar a proposta. Lá, falaram de agricultores que esperavam há décadas pelos títulos de propriedade, de famílias impedidas de obter crédito sem esses documentos e da incerteza provocada pela possibilidade de a área ser reivindicada como terra indígena. O plenário levou apenas 24 minutos para aprovar o projeto por unanimidade. Não houve objeções nem pedidos de pareceres técnicos, embora já se soubesse que a nova unidade de conservação, com 142.400 hectares, ficaria inteiramente sobreposta à Terra Indígena Ituna/Itatá. Desde 2011, a área está sujeita a uma portaria&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/anatomia-de-uma-invasao-como-uma-lei-do-para-abriu-caminho-para-a-ocupacao-de-terra-indigena/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Flávio Bolsonaro teve mais votos nos municípios que mais desmataram na Amazônia</title>
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					<pubDate>22 Out 2026 14:14:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Desmatamento, Gado, Motores do Desmatamento, Pecuária e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Flávio Bolsonaro tem mais apoio do eleitorado onde o desmatamento na Amazônia Legal é maior. Essa é uma das conclusões de um estudo do Instituto Juruá que cruzou alertas de desmatamento com os resultados do primeiro turno das eleições presidenciais, que deu a vitória ao candidato do PL. Segundo a análise, a margem favorável a [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Flávio Bolsonaro tem mais apoio do eleitorado onde o desmatamento na Amazônia Legal é maior. Essa é uma das conclusões de um estudo do Instituto Juruá que cruzou alertas de desmatamento com os resultados do primeiro turno das eleições presidenciais, que deu a vitória ao candidato do PL. Segundo a análise, a margem favorável a Flávio Bolsonaro em relação ao presidente Lula aumenta nos municípios com o maior registro de desmatamento acumulado entre 2020 e 2025. O trabalho  incluiu 769 municípios da Amazônia Legal e mediu “não apenas quem venceu em cada um deles, mas [também] a distância relativa entre os dois”. Mas, ao dar um zoom nos municípios da Amazônia Legal — onde a direita bolsonarista também ganhou terreno —, o instituto constatou que a correlação entre o desmatamento entre 2020 e 2025 e a distância eleitoral a favor do presidenciável de extrema direita foi “estatisticamente robusta”. Embora a escolha do voto dependa de múltiplos fatores, o estudo afirma que o desmatamento responde por cerca de 16,6% da variação na distância de votos entre os candidatos à presidência — em outras palavras, evidencia como as transformações do território amazônico impactam a escolha nas urnas e podem favorecer a direita. Ademais, a associação entre o desmatamento e o voto conservador permanece válida mesmo ao se comparar municípios do mesmo estado, descartando a hipótese de que o padrão decorra “apenas de disparidades regionais”. Isso reforça “a existência de uma geografia política associada à transformação da floresta”, diz o material. A investigação&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/flavio-bolsonaro-teve-mais-votos-nos-municipios-que-mais-desmataram-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Remédios ainda não descobertos na Amazônia podem valer R$ 10 bi, aponta análise</title>
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					<pubDate>21 Out 2026 07:28:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Florestas, Florestas Tropicais, Medicina tradicional, Produtos da Floresta e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>Com o avanço do desmatamento, espécies que poderiam gerar medicamentos capazes de salvar vidas correm o risco de desaparecer antes de serem encontradas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/remedios-ainda-nao-descobertos-na-amazonia-podem-valer-r-10-bi-aponta-analise/" data-wpel-link="internal">Remédios ainda não descobertos na Amazônia podem valer R$ 10 bi, aponta análise</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma análise do grupo britânico Zero Carbon Analytics (ZCA) reforça o argumento de que as florestas tropicais valem mais em pé do que derrubadas, algo repetido há décadas por ambientalistas. Nesse contexto, a Amazônia se destaca como &#8220;joia da coroa&#8221; global. Segundo a análise da ZCA publicada em julho, as florestas tropicais em todo o mundo podem concentrar, em valor comercial potencial, uma mediana de 714 bilhões de dólares (37 bilhões de reais) — em uma faixa entre 382 bilhões e 1,176 trilhão de dólares (1,9 trilhão e 5,9 trilhões de reais) — em medicamentos ainda não descobertos a partir de plantas com flores. Só a Amazônia responde por cerca de 215 bilhões de dólares (10,8 bilhões de reais), ou cerca de 30% do total, uma fatia maior do que regiões como o Sudeste Asiático e a Bacia do Congo. Compostos naturais são fundamentais para a medicina. Cerca de três em cada quatro medicamentos de combate ao câncer aprovados entre 1940 e 2014 foram derivados de produtos naturais ou inspirados neles, e estima-se que 99% dos compostos químicos produzidos pelas plantas nunca tenham passado por triagem. Nessa lógica, a Amazônia &#8220;abriga potencialmente o maior valor comercial de opções para medicamentos derivados de plantas com flores&#8221; entre todas as grandes regiões florestais, disse à Mongabay Joanne Bentley-McKune, coautora da análise da ZCA. Mas o desmatamento vem corroendo esse valor. A ZCA estima que a derrubada de florestas tropicais desde 2001 já colocou em risco 86 bilhões de dólares (430 bilhões de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/remedios-ainda-nao-descobertos-na-amazonia-podem-valer-r-10-bi-aponta-analise/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>&#8216;Fique vivo&#8217;: indígenas se mobilizam pela reeleição de Lula e para proteger seus direitos</title>
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					<pubDate>20 Out 2026 15:26:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Cultura Indígena, Direitos humanos, Indígenas, Política Ambiental, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>&#8220;É uma frase tão simples: fique vivo! O outro lado é a necropolítica.&#8221; Esse é o apelo do líder indígena Ailton Krenak aos brasileiros pela reeleição do presidente Lula (PT) contra o senador de extrema-direita Flávio Bolsonaro (PL). Para Krenak, a afirmação de Flávio de que não demarcará nenhuma terra indígena &#8220;revela a má intenção [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[&#8220;É uma frase tão simples: fique vivo! O outro lado é a necropolítica.&#8221; Esse é o apelo do líder indígena Ailton Krenak aos brasileiros pela reeleição do presidente Lula (PT) contra o senador de extrema-direita Flávio Bolsonaro (PL). Para Krenak, a afirmação de Flávio de que não demarcará nenhuma terra indígena &#8220;revela a má intenção dele de fazer o pior possível para que os índios não sobrevivam&#8221;, repetindo os passos do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022). &#8220;Se depender do nosso governo, nenhuma dessas reservas será demarcada, porque a vocação do Estado é a produção”, disse o senador recentemente. Preocupados com a possível volta do clã Bolsonaro à Presidência da República, indígenas se mobilizaram nas redes sociais e nas ruas, alertando sobre as ameaças aos direitos indígenas e ao meio ambiente em uma eventual vitória de Flávio, que, assim como o pai, defende a mineração em terras indígenas. &#8220;Luta com Lula&#8221;, publicou o perfil da Terra Indígena Arariboia no Instagram, afirmando que a defesa dos povos indígenas &#8220;precisa estar presente nas políticas públicas&#8221;. &#8220;Povos Indígenas com Lula! Vote no 2º turno pela demarcação das Terras Indígenas!&#8221;, postou a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), convocando a presença de indígenas nas manifestações nacionais em 18 de outubro. Outra mobilização está marcada para o dia 21. Esse movimento pró-Lula se intensificou depois do primeiro turno. &#8220;Não podemos aceitar retrocessos que coloquem em risco nossos territórios, nossas vidas e o direito de existir conforme nossos modos de vida&#8221;, publicou a Mídia Indígena.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/fique-vivo-indigenas-se-mobilizam-pela-reeleicao-de-lula-e-para-proteger-seus-direitos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como seria se a Amazônia secasse? Experimento iniciado há 25 anos pode ter a resposta</title>
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					<pubDate>20 Out 2026 07:33:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Luís Patriani]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Clima, Conservação de Florestas Tropicais, Florestas, Florestas Tropicais, Mudanças climáticas, Recursos hídricos, Resiliência climática e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Um trecho de floresta teve metade da água da chuva desviada por duas décadas. Veja o que nasceu no lugar.</p>
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							<![CDATA[Uma pergunta paira no ar e na terra — ambos cada vez mais secos — da maior floresta tropical úmida do planeta. Qual o futuro da Amazônia em um possível horizonte de estiagens extremas em um cenário de aquecimento global? Para tentar prever o destino do bioma, um audacioso experimento submeteu, por duas décadas, uma área de vegetação amazônica no Pará a um rigoroso estresse hídrico. O resultado revela um surpreendente rearranjo de sobrevivência da floresta. O Projeto Esecaflor (Projeto de Estudo da Seca Florestal) é a mais longeva e extensa investigação científica do gênero já realizada em uma floresta tropical. Está em atividade há 25 anos, e desde então seus idealizadores vêm tentando compreender como a Amazônia poderia reagir à falta prolongada de água no solo. Realizada em área de 1 hectare dentro dos cerca de 318 mil hectares da Floresta Nacional de Caxiuanã (PA), a seca experimental começou a ser aplicada em 2001, quando 6 mil painéis retangulares e transparentes de plástico foram instalados sob a copa das árvores, entre 1 e 4 metros acima do solo, para desviar cerca de 50% da água da chuva para fora da área, por meio de calhas e canaletas. Ao lado, outra área de igual tamanho é mantida sem intervenção, como medida de comparação. Em ambas as parcelas de floresta, pesquisadores monitoram a umidade do solo, a temperatura do ar, o crescimento das árvores, o fluxo de seiva e o desenvolvimento das raízes. Duas torres de 40 metros de altura, dotadas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/como-seria-se-a-amazonia-secasse-experimento-iniciado-ha-25-anos-pode-ter-a-resposta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Por que animais silvestres brasileiros estão aparecendo em um mercado de Bangcoc</title>
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					<pubDate>19 Out 2026 07:43:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gloria Dickie]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Brasil e Global]]>
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							<![CDATA[Comércio de Vida Selvagem, Comércio Internacional, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Tráfico e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>BANGCOC, Tailândia — Nos corredores estreitos do mercado de Chatuchak, em Bangcoc, capital tailandesa, a fauna silvestre do mundo está à venda. Capturadas em florestas, retiradas de rios ou arrancadas de áreas úmidas em todo o planeta, centenas de espécies exóticas são embarcadas em voos transcontinentais para serem expostas no que especialistas consideram um dos [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[BANGCOC, Tailândia — Nos corredores estreitos do mercado de Chatuchak, em Bangcoc, capital tailandesa, a fauna silvestre do mundo está à venda. Capturadas em florestas, retiradas de rios ou arrancadas de áreas úmidas em todo o planeta, centenas de espécies exóticas são embarcadas em voos transcontinentais para serem expostas no que especialistas consideram um dos maiores mercados de animais silvestres do planeta. Entre vendedores de chá com leite tailandês e barracas de arroz glutinoso com manga, basta que os visitantes se afastem alguns passos do circuito turístico para chegar à seção de “animais de estimação” do mercado, uma denominação, no mínimo, generosa. Ali, animais domésticos e silvestres muitas vezes se amontoam em gaiolas, com pouca água e nenhum alívio para temperaturas superiores a 32 °C. Da África chegam papagaios-cinzentos, servais, pítons-reais e gálagos-gigantes, que são vendidos por 48 mil bahts (cerca de 1.450 dólares), anunciados em placas como “recém-chegados”. Já minúsculos suricatos vestidos com fantasias, às vezes colocados em caixas de areia para que os visitantes possam tocá-los, estão entre os animais mais numerosos de Chatuchak. Também há espécies da Ásia e da Oceania, como civetas-mascaradas, lóris-arco-íris e cães-da-pradaria, além de filhotes de guaxinim, iguanas, cabras, gatos e leitões, entre outros. No mercado de Chatuchak, suricatos como o da foto, originários do sul da África, são vestidos com fantasias para serem vendidos como animais de estimação. Foto: Gloria Dickie. Para Scott Roberton, diretor do programa de combate ao tráfico da ONG Wildlife Conservation Society, a novidade mais chocante é a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/por-que-animais-silvestres-brasileiros-estao-aparecendo-em-um-mercado-de-bangcoc/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Ativistas temem fim do Ministério dos Povos Indígenas com vitória de Flávio</title>
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					<pubDate>16 Out 2026 20:03:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Conservação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Uma rápida canetada pode apagar anos de conquistas dos povos originários do país.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/ativistas-temem-fim-do-ministerio-dos-povos-indigenas-com-vitoria-de-flavio/" data-wpel-link="internal">Ativistas temem fim do Ministério dos Povos Indígenas com vitória de Flávio</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[&#8220;Com uma única canetada, ele pode desfazer todas as conquistas que nós conseguimos nesses quase quatro anos&#8221;, afirmou o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, sobre uma eventual vitória do candidato da extrema-direita, o senador Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República. &#8220;Nós estamos muito preocupados.&#8221; Com 47,03% dos votos, Flávio ficou em primeiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais em 4 de outubro, na contramão das pesquisas de intenção de voto, que mostravam o atual presidente Lula como favorito à reeleição. &#8220;Sendo eleito, um dos primeiros ministérios que serão extintos é o Ministério dos Povos Indígenas&#8221;, disse Terena à Mongabay, por telefone. &#8220;Isso para nós é uma coisa dada, porque é um governo que não tem compromisso nenhum com os povos indígenas.&#8221; O inédito Ministério dos Povos Indígenas (MPI) foi criado pelo presidente Lula em janeiro de 2023, cumprindo a promessa feita aos povos originários que apoiaram sua candidatura. Sonia Guajajara foi nomeada ministra, a primeira vez que um indígena comandou um ministério. &#8220;A criação do Ministério dos Povos Indígenas tem um poder simbólico, mas também efetivo, muito grande, porque é um governo que vem, justamente, após um período em que os povos indígenas foram extremamente atacados durante a gestão do governo Bolsonaro&#8221;, disse Terena, que assumiu o cargo em março, quando Sonia deixou o ministério para concorrer à reeleição como deputada federal por São Paulo. O inédito Ministério dos Povos Indígenas (MPI) foi criado pelo presidente Lula em janeiro de 2023. Sonia Guajajara foi nomeada ministra, a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/ativistas-temem-fim-do-ministerio-dos-povos-indigenas-com-vitoria-de-flavio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Cientistas descobrem espécies-chave de árvores para a restauração da Amazônia</title>
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					<pubDate>16 Out 2026 07:57:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Motores do Desmatamento e Reflorestamento]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Algumas espécies de árvores são fundamentais para restaurar a biodiversidade e o armazenamento de carbono em áreas desmatadas da Amazônia</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/cientistas-descobrem-especies-chave-de-arvores-para-a-restauracao-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Cientistas descobrem espécies-chave de árvores para a restauração da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Algumas espécies de árvores são fundamentais para restaurar a biodiversidade e o armazenamento de carbono em áreas desmatadas da Amazônia, sugere um artigo publicado em junho na revista Global Change Biology. Os pesquisadores examinaram 102 áreas em regeneração natural em quatro macrorregiões do Pará — Bragantina, Marabá, Paragominas e Santarém — e concluíram que um conjunto de 15 a 25 espécies representava mais da metade das árvores e dos estoques de carbono dessas áreas. Entre essas espécies estão a embaúba (Cecropia palmata), a tatapiririca (Tapirira guianensis), o ingá-vermelho (Inga alba) e o araticum-bravo (Annona exsucca). Essa lista relativamente curta de espécies hiperdominantes poderia “orientar estratégias de restauração assistida e enriquecimento” na Amazônia, afirmaram os pesquisadores, e ajudar o Brasil a cumprir a meta de restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, uma área aproximadamente do tamanho da Coreia do Norte. “Estas áreas já estão restaurando serviços [ecossistêmicos] e a biodiversidade”, disse Fernando Elias, pesquisador do Museu Paraense Emílio Goeldi, no Pará, e coordenador do estudo, em entrevista à Mongabay. “Por isso é tão importante a gente compreender como que essas florestas se comportam, de modo a direcionar as ações de restauração no bioma.” Segundo Elias, a Amazônia brasileira possui mais de 140 mil km² de florestas em regeneração em áreas anteriormente desmatadas, conhecidas como florestas secundárias. Em muitos casos, essas terras foram abandonadas após terem sido utilizadas para a pecuária. A maior parte dessa área tem potencial para se recuperar naturalmente, sem a necessidade de plantar uma única&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/cientistas-descobrem-especies-chave-de-arvores-para-a-restauracao-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Brasil terá apenas três deputados federais indígenas em 2027</title>
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					<pubDate>15 Out 2026 16:38:03 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla MendesLucas Berti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Cultura Indígena, Indígenas, Política Ambiental, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Em meio à vitória de candidaturas conservadoras no Senado e nos estados da Amazônia Legal, outro resultado é visto com preocupação por especialistas e lideranças indígenas neste mês de eleições: o baixo número de políticos indígenas em cargos legislativos nacionais. De acordo com os resultados da votação do primeiro domingo de outubro — que, de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/brasil-tera-apenas-tres-deputados-federais-indigenas-em-2027/" data-wpel-link="internal">Brasil terá apenas três deputados federais indígenas em 2027</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em meio à vitória de candidaturas conservadoras no Senado e nos estados da Amazônia Legal, outro resultado é visto com preocupação por especialistas e lideranças indígenas neste mês de eleições: o baixo número de políticos indígenas em cargos legislativos nacionais. De acordo com os resultados da votação do primeiro domingo de outubro — que, de cara, já indicaram o avanço da direita no mapa político —, a Câmara dos Deputados terá apenas três representantes autodeclarados indígenas na próxima legislatura, que se inicia em 1º de fevereiro de 2027. O número corresponde a 0,6% das 513 cadeiras. Foram reeleitos os deputados federais Sônia Guajajara (PSOL-SP), ex-ministra dos Povos Indígenas, Juliana Cardoso (PT-SP) e Paulo Guedes (PT-MG). Apesar dos resultados, haverá um representante indígena a menos a partir do próximo ano: a baixa coube à deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG), que não conquistou a votação necessária para um novo mandato. O resultado se soma a um cenário de consolidação conservadora no Senado, no qual o Partido Liberal (PL), sigla do presidenciável Flávio Bolsonaro, elegeu 19 representantes e formará a maior bancada da casa legislativa a partir de fevereiro, com 28 senadores. Segundo Alice Dandara Correia, advogada do Instituto Socioambiental (ISA), a reduzida representatividade indígena pode indicar um cenário de “retrocessos”. “Desde o marco temporal das demarcações, passando pelo arrendamento de terras indígenas, e chegando à redução das capacidades de fiscalização do Ibama, teremos um grande desafio”, projetou. Correia também enxerga riscos para ao meio ambiente caso Flávio Bolsonaro vença a disputa presidencial. “Garantir&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/brasil-tera-apenas-tres-deputados-federais-indigenas-em-2027/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Olfato de morcegos vira pista para projetos de restauração florestal</title>
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					<pubDate>15 Out 2026 08:40:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Fauna, Florestas, Mamíferos, Mata Atlântica e Reflorestamento]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Não são apenas as aves; morcegos também semeiam a Mata Atlântica.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/olfato-de-morcegos-vira-pista-para-projetos-de-restauracao-florestal/" data-wpel-link="internal">Olfato de morcegos vira pista para projetos de restauração florestal</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Durante muito tempo, os morcegos ocuparam um lugar sombrio no imaginário popular ocidental. Desde que o escritor irlandês Bram Stoker publicou Drácula, em 1897, o animal noturno passou a ser associado aos vampiros. Fora da ficção, porém, apenas três entre as cerca de 1.500 espécies de morcegos conhecidas no mundo se alimentam de sangue — e, entre elas, apenas uma é especializada em digerir o sangue de mamíferos, como o gado e outros animais de criação. E, mesmo assim, os humanos dificilmente fazem parte dessa dieta. Os morcegos compõem o segundo grupo mais diverso entre os mamíferos, atrás apenas dos roedores. Eles também prestam serviços ambientais importantes, como o controle biológico de insetos, a polinização e a dispersão de sementes; cerca de um terço das espécies se alimenta de frutos ou de néctar. Foi um morcego frugívoro — nome dado a espécies cuja dieta alimentar é composta principalmente por frutos — que conquistou Lays Cherobim Parolin ainda no início da carreira. Quando estava prestes a concluir a graduação em Biologia, a futura cientista queria trabalhar com mamíferos maiores, mas acabou entrando em um projeto de pesquisa sobre morcegos. Na primeira vez em que segurou um deles, ao retirá-lo de uma rede de neblina, foi ‘capturada’ ela mesma. “As pessoas não têm noção de que os morcegos são dispersores de sementes e têm potencial para restaurar áreas [naturais]. Nunca se lembram deles, só se lembram das aves”, analisou a pesquisadora, hoje professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná. A pesquisadora&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/olfato-de-morcegos-vira-pista-para-projetos-de-restauracao-florestal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Brasil cria quatro reservas amazônicas e plano para pavimentar BR-319 avança</title>
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					<pubDate>14 Out 2026 17:32:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>O governo federal criou quatro reservas de desenvolvimento sustentável na Amazônia para mitigar os impactos ambientais do controverso plano de pavimentação integral da BR-319. A rodovia atravessa uma das áreas mais preservadas da floresta amazônica e, segundo alertam ambientalistas, provocará o avanço do desmatamento. Em 8 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O governo federal criou quatro reservas de desenvolvimento sustentável na Amazônia para mitigar os impactos ambientais do controverso plano de pavimentação integral da BR-319. A rodovia atravessa uma das áreas mais preservadas da floresta amazônica e, segundo alertam ambientalistas, provocará o avanço do desmatamento. Em 8 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou os decretos que destinam mais de 668 mil hectares de floresta amazônica à proteção sob um modelo de uso sustentável, permitindo que os atuais moradores permaneçam no território e extraiam produtos florestais. “O governo federal está trabalhando para construir uma solução capaz de viabilizar a pavimentação da rodovia, ao mesmo tempo em que assegura a proteção ambiental e incentiva o desenvolvimento econômico sustentável na região”, afirmou João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, durante um evento de anúncio das novas unidades de conservação. Mapa: Andrés Alegria/Mongabay. Os decretos também criam zonas de amortecimento no entorno de três das quatro maiores reservas, garantindo algum grau de proteção a outros 109.718 hectares, embora a mineração possa ser autorizada nessas áreas. Construída durante a ditadura militar, na década de 1970, a BR-319 liga Manaus a Porto Velho, em Rondônia, mas acabou ficando em estado precário. O trecho central, com 339 km, torna-se praticamente intransitável na estação chuvosa, embora muitas pessoas ainda tentem percorrê-lo. Caminhão atolado na lama da BR-319. Imagem: Márcio Isensee e Sá/InfoAmazonia. Ao assumir o cargo, em 2019, o ex-presidente Jair Bolsonaro prometeu repavimentar integralmente a BR-319. A promessa não saiu&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/brasil-cria-quatro-reservas-amazonicas-e-plano-para-pavimentar-br-319-avanca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>134 milhões de sementes recuperam encostas devastadas por tragédia em São Sebastião</title>
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					<pubDate>14 Out 2026 07:50:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Em fevereiro de 2023, São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, viveu um dos piores desastres climáticos do Brasil. Em apenas 24 horas, choveu 683 milímetros, o maior volume já registrado nesse intervalo no país, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Inundações e deslizamentos deixaram 64 mortos e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em fevereiro de 2023, São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, viveu um dos piores desastres climáticos do Brasil. Em apenas 24 horas, choveu 683 milímetros, o maior volume já registrado nesse intervalo no país, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Inundações e deslizamentos deixaram 64 mortos e milhares de desabrigados. “Já atuávamos naquela área há mais de dez anos e estudos demonstravam que a tragédia iria acontecer”, diz Fernanda Carbonelli, diretora executiva do Instituto Conservação Costeira (ICC). “Entre os mortos estavam 23 crianças. Elas não tiveram chance de sobreviver por omissão de governos — municipal, estadual e federal —, que sabiam do risco.” Além das perdas humanas, os deslizamentos de terra provocaram um enorme impacto ambiental. Mais de 200 hectares de Mata Atlântica foram devastados e abriram 853 cicatrizes no terreno. Para recuperar essas áreas, o ICC desenvolveu um projeto pioneiro, o Restaura Litoral. Ao longo dos últimos três anos, 134 milhões de sementes de espécies nativas foram dispersas com ajuda de drones. Com o projeto atualmente em fase final, mais de 80% das encostas já apresentam cobertura florestal. Área da Vila Sahy antes (2023) e depois da restauração (2026). Foto: Restaura Litoral. “Trabalhamos em um dos mais importantes contínuos florestais de Mata Atlântica do país. Sabíamos que a própria natureza promoveria a regeneração dessas áreas ao longo do tempo”, destaca o engenheiro agrônomo Andre Motta Waetge, coordenador do Restaura Litoral. “A proposta não foi substituir esse processo natural, mas acelerá-lo.” Ele&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/134-milhoes-de-sementes-recuperam-encostas-devastadas-por-tragedia-em-sao-sebastiao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Árvore exótica indiana domina as ruas de cidades do Semiárido paraibano</title>
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					<pubDate>13 Out 2026 07:36:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mariana Martins]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[Brasil, Caatinga e Paraíba]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Caatinga, Fauna, Insetos, Política Ambiental e Responsabilidade Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Estudo inédito mapeou 1.381 árvores em dez municípios da Paraíba; 80% não são nativas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/arvore-exotica-indiana-domina-as-ruas-de-cidades-do-semiarido-paraibano/" data-wpel-link="internal">Árvore exótica indiana domina as ruas de cidades do Semiárido paraibano</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Um estudo recentemente publicado pela Biotropica mapeou a vegetação presente nas  ruas em 10 municípios inseridos no clima semiárido da Paraíba e revelou um cenário preocupante na gestão da arborização regional: a presença elevada de plantas exóticas invasoras e  baixo número de representantes da flora nativa da Caatinga. As cidades que integraram o estudo foram Alagoa Grande, Cajazeiras, Campina Grande, Esperança, Guarabira, Patos, Pombal, Queimadas, São Bento  e Sousa.  A pesquisa avaliou a riqueza, a composição e a distribuição de árvores de rua por meio de amostragem, com amostras coletadas nos locais, e de classificação por satélite. Ao todo, os pesquisadores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) catalogaram 1.381 indivíduos pertencentes a 69 espécies. Os resultados indicam que aproximadamente 80% de todas as árvores registradas e 52 espécies identificadas não são nativas. O levantamento ainda revela que 60% do total dos indivíduos pertenciam a espécies classificadas como exóticas invasoras. O nim indiano (Azadirachta indica) respondeu isoladamente por 700 das 1.381 árvores contabilizadas — o equivalente a mais da metade de toda a amostragem da pesquisa. Estudos sobre arborização de ruas costumam se concentrar em capitais e metrópoles, deixando lacunas de amostragem em áreas do interior do estado, segundo os pesquisadores. Ao olhar para cidades de pequeno e médio porte do Semiárido, os cientistas identificaram que metade dos municípios analisados pode ser classificada como &#8220;antagônica à biodiversidade&#8221;, dada a escassez de espécies locais e a predominância da vegetação exótica. Árvore de nim (Azadirachta indica) na cidade de Thiruvaiyaru, na Índia. Foto:&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/arvore-exotica-indiana-domina-as-ruas-de-cidades-do-semiarido-paraibano/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Mercúrio ameaça mais de 160 comunidades na bacia do rio Beni, na Bolívia</title>
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					<pubDate>12 Out 2026 18:06:39 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Iván Paredes Tamayo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Bolívia]]>
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							<![CDATA[Água, Alimentação, Alimentos, Garimpo, Mineração, Pesca, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A Mongabay constatou que 39 comunidades na Bolívia sofrem intoxicação por mercúrio e outras 125 enfrentam risco semelhante.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mercurio-ameaca-mais-de-160-comunidades-na-bacia-do-rio-beni-na-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mercúrio ameaça mais de 160 comunidades na bacia do rio Beni, na Bolívia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Gilberto Vaca Muiba teme que o mercúrio acumulado em seu corpo acabe lhe tirando a vida. Ainda assim, o medo não muda sua rotina: ele pega a velha vara de pescar, caminha até o rio e espera pacientemente pela refeição do dia. Ajoelhado em uma das margens do rio Beni, na Amazônia boliviana, Muiba aguarda que um peixe morda a isca para levar comida para casa. É uma tarde de julho na comunidade boliviana de Puerto Yumani, e ele acaba de fisgar um pequeno surubim. O peixe provavelmente está contaminado por mercúrio, mas ele o leva à mesa mesmo assim. Puerto Yumani é uma das cinco comunidades indígenas visitadas pela Mongabay ao longo de um trecho de 41 quilômetros do rio Beni. As outras quatro são Carmen Soledad e Puerto Motor, no município de Rurrenabaque, departamento de Beni, e Eyiyoquibo e Buena Vista, em San Buenaventura, no norte do departamento de La Paz. Todos esses territórios, pertencentes aos povos indígenas Tacana, Leco e Ese Ejja, estão expostos à contaminação por mercúrio que chega pelo rio. Por isso, o Beni é visto de duas formas: fonte de sustento das comunidades e origem de muitos de seus males. “Nós comemos peixe todos os dias, é nossa dieta comum, porque comprar carne ou frango é caro demais para nós. Nos rios, nós temos o nosso alimento, mas é exatamente esse alimento que está contaminado. E nós estamos sofrendo por causa disso”, disse Guido Alfaro, presidente da Central de Povos Indígenas de La Paz&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mercurio-ameaca-mais-de-160-comunidades-na-bacia-do-rio-beni-na-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nas margens dos rios</title>
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					<pubDate>12 Out 2026 16:32:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Água, Cerrado, Desmatamento, Motores do Desmatamento, Pecuária, Recursos hídricos, Rios e Silvicultura]]>
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							<![CDATA[<p>O Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa nas margens dos rios entre 1985 e 2025; uma redução de 27,6% em 40 anos. O dado faz parte de um levantamento divulgado nesta quinta-feira (8) pelo MapBiomas, uma rede de organizações que mapeia as mudanças no uso do solo no Brasil. A área é [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/cerrado-perdeu-139-milhoes-de-hectares-de-vegetacao-nas-margens-dos-rios/" data-wpel-link="internal">Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nas margens dos rios</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa nas margens dos rios entre 1985 e 2025; uma redução de 27,6% em 40 anos. O dado faz parte de um levantamento divulgado nesta quinta-feira (8) pelo MapBiomas, uma rede de organizações que mapeia as mudanças no uso do solo no Brasil. A área é equivalente à do estado do Amapá e engloba faixas de até 500 metros dos rios e de outros cursos d&#8217;água, independentemente de sua largura. Segundo o estudo, mais de um quarto (26,9%) de toda a perda líquida de vegetação nativa registrada no Cerrado no período aconteceu no entorno dos rios; a maior parte foi convertida em lavouras e pastos para gado. Desmatamento nas margens do rio Araguaia, próximo à divisa de Pará e Tocantins. Imagens: U.S. Geological Survey (USGS). “A vegetação nativa mantém o solo no lugar, reduzindo a erosão e o transporte de sedimentos, mas também contribui para diminuir os processos de assoreamento, que é a entrada de sedimentos dentro do rio”, explicou Bárbara Costa, analista de pesquisa do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e integrante da equipe Cerrado do MapBiomas, em entrevista à Mongabay. Além de ser a savana mais biodiversa do mundo, o Cerrado é considerado a caixa-d’água do Brasil, já que seus rios e nascentes contribuem para oito das doze grandes bacias hidrográficas do país. “O que acontece no Cerrado pode repercutir para além dos seus limites territoriais&#8221;, explica Costa. Segundo a pesquisadora, o assoreamento dos rios da região&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/cerrado-perdeu-139-milhoes-de-hectares-de-vegetacao-nas-margens-dos-rios/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Angola cria área protegida para salvar biodiversidade da Serra do Pingano</title>
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					<pubDate>09 Out 2026 17:15:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[David Tjyakala]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Florestas, Lei Ambiental e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As últimas grandes áreas florestais remanescentes da Serra do Pingano, no norte de Angola, estão desaparecendo em ritmo acelerado, deixando a região cada vez mais “careca”. Nas últimas duas décadas, a Serra do Pingano central perdeu 43%  da sua cobertura florestal original, enquanto o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano (SPEE) perdeu 21%, o equivalente [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/angola-cria-area-protegida-para-salvar-biodiversidade-da-serra-do-pingano/" data-wpel-link="internal">Angola cria área protegida para salvar biodiversidade da Serra do Pingano</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[As últimas grandes áreas florestais remanescentes da Serra do Pingano, no norte de Angola, estão desaparecendo em ritmo acelerado, deixando a região cada vez mais “careca”. Nas últimas duas décadas, a Serra do Pingano central perdeu 43%  da sua cobertura florestal original, enquanto o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano (SPEE) perdeu 21%, o equivalente a 536 quilômetros quadrados de floresta. Os dados constam no artigo publicado na Nature Ecology &amp; Evolution, em janeiro.  O texto é um pedido de socorro e alerta assinado por onze pesquisadores de diferentes países, incluindo dois angolanos. Depois de anos de apelo, em Abril deste ano, o governo de Angola criou a Área de Conservação da Serra do Pingano.   Localizado na província do Uíge, o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano é formado por várias cadeias montanhosas densamente arborizadas e constitui uma área de elevada importância biológica. O Pingano é um ecossistema de transição entre a floresta tropical e savana de miombo, que reúne elementos das florestas da África centro-ocidental, com espécies e linhagens associadas à África austral e oriental. A região também abriga algumas das últimas áreas remanescentes de floresta tropical em território angolano ao sul do rio Congo.  Uma das pesquisadoras que assinam o artigo publicado na Nature Ecology &amp; Evolution, que reúne evidências de anos de investigação sobre o Ecossistema Florestal da Serra do Pingando, falou recentemente à Mongabay, por e-mail, sobre as ameaças que pressionam a floresta e as espécies que dela dependem.  “É difícil dizer em que medida o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/angola-cria-area-protegida-para-salvar-biodiversidade-da-serra-do-pingano/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Eleições: 1º turno amplia avanço da direita em estados da Amazônia</title>
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					<pubDate>09 Out 2026 14:34:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla MendesLucas Berti]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Desmatamento, Motores do Desmatamento e Política Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Enquanto a disputa entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aguarda os resultados do segundo turno presidencial, o desfecho parcial das eleições para os governos estaduais já preocupa autoridades e especialistas em meio ambiente. De acordo com os resultados do primeiro turno, pelo menos sete dos nove estados amazônicos serão governados por políticos de direita [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/eleicoes-1o-turno-amplia-avanco-da-direita-em-estados-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Eleições: 1º turno amplia avanço da direita em estados da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Enquanto a disputa entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aguarda os resultados do segundo turno presidencial, o desfecho parcial das eleições para os governos estaduais já preocupa autoridades e especialistas em meio ambiente. De acordo com os resultados do primeiro turno, pelo menos sete dos nove estados amazônicos serão governados por políticos de direita alinhados a Flávio Bolsonaro. Os governadores direitistas eleitos ou reeleitos em primeiro turno são: Otaviano Pivetta (Republicanos, Mato Grosso), Dr. Daniel (Podemos, Pará), Marcos Rogério (PL, Rondônia) e Arthur Henrique (PL, Roraima). Todos declararam apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. No segundo turno do Acre, Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), ambos conservadores e alinhados a Flávio Bolsonaro, disputam o governo. Situação similar ocorre no Tocantins, com o páreo entre Professora Dorinha (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB). No Amapá, o governador eleito, Dr. Furlan (PSD), de direita, não declarou publicamente apoio a Bolsonaro, mas sua candidatura conta com o endosso do PL, mesmo partido de sua vice, Luciana Gurgel. Sua esposa, Rayssa Furlan (Podemos), recebeu apoio de Bolsonaro em sua eleição ao Senado. As duas exceções são o Maranhão, onde o governador eleito, Eduardo Braide (PSD), optou pela neutralidade até o momento, e o Amazonas. O maior estado do Brasil é o único dos amazônicos em disputa no qual uma chapa de oposição ao bolsonarismo tem chances de vitória: no dia 25, o senador Omar Aziz (PSD), aliado de Lula, enfrenta a candidata Professora Maria do Carmo, também do PL; Aziz liderou o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/eleicoes-1o-turno-amplia-avanco-da-direita-em-estados-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Zoo indiano e governo brasileiro negociam “parceria estratégica” para espécies ameaçadas</title>
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					<pubDate>08 Out 2026 07:42:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Espécies Ameaçadas, Fauna e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>O que está por trás do interesse do Vantara nos animais brasileiros ameaçados?</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/zoo-indiano-e-governo-brasileiro-negociam-parceria-estrategica-para-especies-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Zoo indiano e governo brasileiro negociam “parceria estratégica” para espécies ameaçadas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Vantara, zoológico privado indiano que abriga mais de 150 mil animais, negociou uma “parceria estratégica de conservação” com autoridades do Brasil, de acordo com documentos obtidos pela Mongabay pela Lei de Acesso à Informação (LAI). A correspondência entre representantes do Vantara e autoridades brasileiras revela que as negociações, iniciadas pelo Vantara, começaram em agosto de 2025 e envolveram algumas espécies ameaçadas do Brasil. O zoológico, localizado no estado de Gujarat, no oeste da Índia, foi fundado em 2025 por Anant Ambani. Ele é o filho mais novo da pessoa mais rica da Índia, Mukesh Ambani, que dirige a Reliance Industries, um conglomerado atualmente avaliado em 167 bilhões de dólares (R$ 865 bilhões). Um representante do Vantara enviou uma carta por e-mail a três funcionários do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio, em 30 de agosto de 2025. A identidade do remetente foi ocultada no documento enviado por LAI. O assunto da mensagem é: “Proposta de Parceria Estratégica de Conservação com o Governo do Brasil”. O cabeçalho da carta usa o nome oficial do Vantara, Greens Zoological Rescue and Rehabilitation Centre Society (GZRRC). O documento é endereçado a Mauro Pires, presidente do ICMBio; Marcelo Marcelino de Oliveira, diretor do instituto; e Raul Fontoura, chefe da Divisão de Assuntos Internacionais. Carta enviada pelo Vantara ao ICMBio propondo uma “parceria estratégica de conservação”, obtida pela Mongabay por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). A carta afirma que o Vantara está “bem posicionado para auxiliar outras espécies brasileiras&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/zoo-indiano-e-governo-brasileiro-negociam-parceria-estrategica-para-especies-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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