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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>As reais emissões de carbono do Brasil associadas a florestas podem passar despercebidas pelo Acordo de Paris</title>
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					<pubDate>02 Jul 2018 11:27:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Segundo cientistas entrevistados pela Mongabay, o Brasil está provavelmente subestimando suas emissões de carbono e outros gases nas estatísticas reportadas às Nações Unidas. Se esses dados que faltam fossem incluídos no relatório oficial, acrescentam os cientistas, seria demonstrado que é improvável que o Brasil cumpra os compromissos de redução de carbono firmados no Acordo pelo [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Floresta primária em Mato Grosso, Brasil. Florestas primárias são mais eficientes em estocar carbono que florestas secundárias. Crédito da foto: Paulisson Miura em Visualhunt / CC BY Segundo cientistas entrevistados pela Mongabay, o Brasil está provavelmente subestimando suas emissões de carbono e outros gases nas estatísticas reportadas às Nações Unidas. Se esses dados que faltam fossem incluídos no relatório oficial, acrescentam os cientistas, seria demonstrado que é improvável que o Brasil cumpra os compromissos de redução de carbono firmados no Acordo pelo Clima de Paris. Levantamentos baseados em imagens de satélite de baixa resolução e fontes de emissão de carbono negligenciadas, especialmente aquelas decorrentes de incêndios e degradação de florestas, sugerem que as estatísticas nacionais de emissões de gases de efeito estufa reportadas pelo Brasil podem ser baixas demais. Especialistas observam que é provável que o país esteja de fato cumprindo as diretrizes das Nações Unidas para a elaboração dos relatórios. Porém, as normas da ONU ignoram fontes nacionais significativas de emissões de gases de efeito estufa porque não consideram processos de emissão de carbono associados a florestas. Nenhuma dessas subnotificações deve ser exclusiva do Brasil, mas é, talvez, mais grave neste país do que em outros devido às vastas florestas amazônicas brasileiras. Vista aérea do desmatamento na Floresta Amazônica perto de Manaus, estado do Amazonas, Brasil. O desmatamento é a principal causa das emissões de carbono no Brasil, mas está longe de ser a única causa associada a florestas. Crédito da foto: CIAT International Center for Tropical Agriculture em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/07/as-reais-emissoes-carbono-do-brasil-associadas-florestas-podem-passar-despercebidas-pelo-acordo-paris/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>NASA e NOAA: 2016 foi o ano mais quente de sempre</title>
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					<pubDate>08 Fev 2017 10:44:59 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[John C. Cannon]]>
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							<![CDATA[<p>Mais uma vez, o planeta estabeleceu um recorde em 2016 para o ano mais quente desde que começámos a registar as temperaturas globais, em 1880. A NASA e a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) divulgaram os seus dados de 2016 a 18 de janeiro, reforçando ainda mais o argumento de que o clima global [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Mais uma vez, o planeta estabeleceu um recorde em 2016 para o ano mais quente desde que começámos a registar as temperaturas globais, em 1880. A NASA e a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) divulgaram os seus dados de 2016 a 18 de janeiro, reforçando ainda mais o argumento de que o clima global está a ficar mais quente. &#8220;Não esperamos anos recordes todos os anos, mas a tendência de aquecimento a longo prazo é clara&#8221;, disse num comunicado Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais, da NASA, em Nova York. No entanto, 2016 foi o terceiro de uma série de anos com altas temperaturas globais. Para chegar a uma temperatura média global, a técnica da NASA é baseada num processo elaborado na década de 1970 pelo cientista James Hansen da NASA. Basicamente, os investigadores dividem a Terra numa grelha, incluindo os oceanos, e comparam as anomalias &#8211; quantas temperaturas registadas diferem das médias &#8211; para cada mês. Nalguns lugares, pode haver temperaturas mais frias do que o que os registos apontam como típico, e noutras, mais quentes. Assim que obtêm estas temperaturas médias mensais, os cientistas podem analisá-las conjuntamente e determinar a temperatura média global para o ano. Os métodos da NOAA são diferentes dos da NASA, mas ambas as agências têm provas definitivas de que o nosso clima está a aquecer, e que nós temos algo a ver com isso. Nos anos 70, Hansen e outros cientistas começaram a notar o aquecimento, e através das&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/02/nasa-noaa-2016-ano-quente-sempre/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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