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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Antas reaparecem na Caatinga, onde eram tidas como extintas</title>
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					<pubDate>16 Jul 2025 06:08:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Júlia Moa]]>
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							<![CDATA[<p>Em março de 2025, pesquisadores brasileiros percorreram diferentes regiões da Caatinga em busca de indícios da presença da anta (Tapirus terrestris). Embora gravuras rupestres na Serra da Capivara, no Piauí, revelem que a espécie habita o bioma há pelo menos 10 mil anos, em 2012 ela foi considerada extinta na região, devido à ausência de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março de 2025, pesquisadores brasileiros percorreram diferentes regiões da Caatinga em busca de indícios da presença da anta (Tapirus terrestris). Embora gravuras rupestres na Serra da Capivara, no Piauí, revelem que a espécie habita o bioma há pelo menos 10 mil anos, em 2012 ela foi considerada extinta na região, devido à ausência de dados confiáveis. Essa conclusão incerta, no entanto, foi revista após três expedições de campo realizadas entre 2023 e 2025 por cientistas da Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira (Incab), ligada ao IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. Populações da espécie foram encontradas em áreas da Caatinga que se estendem pelo norte de Minas Gerais, oeste da Bahia e sul do Piauí, e agora a redescoberta do maior mamífero terrestre do país em seu território ancestral marca um avanço significativo nos esforços voltados à conservação da espécie, ameaçada de extinção. Patricia Medici, engenheira florestal e coordenadora de pesquisas do IPÊ, conta que, em 2012, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) organizou um workshop voltado à avaliação das espécies de ungulados [mamíferos terrestres com cascos nas patas, como antas e veados] ameaçados no país, atividade que fez parte do processo de atualização da lista vermelha nacional, instrumento oficial que classifica o risco de extinção de espécies no território brasileiro. Naquela ocasião, foram incluídos ungulados como a anta, a queixada (popularmente chamada de porco-do-mato) e diferentes representantes da família dos cervídeos. Durante o encontro, foi decidido que seriam atribuídos status específicos por bioma, e,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/antas-reaparecem-na-caatinga-onde-eram-tidas-como-extintas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Aumento de períodos prolongados de seca ameaça anfíbios brasileiros</title>
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					<pubDate>20 Mar 2025 10:07:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Conservação, Degradação, Desastres ambientais, Desertificação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Mata Atlântica, Novas espécies, Queimadas e Resiliência climática]]>
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							<![CDATA[<p>O Brasil abriga a maior diversidade do mundo de anfíbios: das mais de 8 mil espécies conhecidas globalmente, cerca de 1.200 são encontradas no país, sobretudo nos biomas Amazônia e Mata Atlântica. Mas seu futuro está em risco devido ao aumento dos períodos de seca em seus habitats. Seca e anfíbios não são uma combinação [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O Brasil abriga a maior diversidade do mundo de anfíbios: das mais de 8 mil espécies conhecidas globalmente, cerca de 1.200 são encontradas no país, sobretudo nos biomas Amazônia e Mata Atlântica. Mas seu futuro está em risco devido ao aumento dos períodos de seca em seus habitats. Seca e anfíbios não são uma combinação viável. Esses animais dependem de água e umidade para sobreviver. Sem elas, podem desidratar em poucas horas e morrer. “Os anfíbios possuem a pele fina e permeável, diferentemente de outros animais terrestres, como humanos, pássaros, répteis e insetos. Essa pele úmida deixa passar água e outras substâncias, tornando-a mais sensível ao ar seco. É por isso que você não vê sapos expostos ao sol por muito tempo – eles secam muito mais rápido do que outros animais”, explica o biólogo Nicholas Wu, pesquisador da Western Sydney University, na Austrália. Com a ajuda de outros cientistas, Wu mapeou regiões do planeta onde anfíbios anuros (sapos, rãs e pererecas), um grupo de vertebrados sensíveis à água, enfrentarão condições mais áridas e secas no futuro, podendo gerar um maior risco de declínio de populações e até de extinção de espécies. “Descobrimos que muitas partes do mundo onde vivem anuros correm o risco de ficarem mais áridas e sofrerem com aumento de secas. Também constatamos que a combinação de temperaturas mais altas e ambientes mais secos terá grandes impactos na janela de atividades deles, ou seja, as horas em que o clima não impede os anuros de forragearem e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/aumento-de-periodos-prolongados-de-seca-ameaca-anfibios-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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