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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Pescadores ajudam cientistas a mapear prejuízos das barragens do Madeira para a pesca</title>
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					<pubDate>30 Dez 2025 16:13:12 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>O conhecimento ancestral da pesca tornou-se obsoleto depois que as barragens alteraram o fluxo do rio, desativando antigos pontos de pesca.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/pescadores-ajudam-cientistas-a-mapear-prejuizos-das-barragens-do-madeira-para-a-pesca/" data-wpel-link="internal">Pescadores ajudam cientistas a mapear prejuízos das barragens do Madeira para a pesca</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[LAGO PURUZINHO, Amazonas — Olhando para as águas límpidas do Lago Puruzinho, o pescador Raimundo Nonato dos Santos lamenta o declínio dos estoques de peixes que afeta o sustento de sua comunidade. Ele relata que espécies como o pirarucu (Arapaima gigas), o tambaqui (Colossoma macropomum) e a pirapitinga (Piaractus brachypomus) tornaram-se &#8220;bem raras&#8221; na comunidade do Lago Puruzinho, no Amazonas. &#8220;Quando a gente pega um, é uma surpresa.&#8221; Morador do Puruzinho desde que nasceu, há 53 anos, Santos — líder da comunidade e conhecido pelo apelido de Leleca — disse que a construção da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no estado vizinho de Rondônia, em 2008, desencadeou &#8220;a ruína&#8221; de sua comunidade. Frequentemente promovidas como uma forma de “energia limpa” por não usarem combustíveis fósseis, as usinas hidrelétricas têm provocado graves impactos ambientais. A usina de Santo Antônio, a quinta maior do país, gerou protestos de ambientalistas desde o início de sua construção no rio Madeira devido aos seus impactos ambientais e sociais, como a redução dos estoques de peixes e o deslocamento de comunidades tradicionais. Seu reservatório abrange mais de 54.600 hectares, limitando o fluxo natural do Madeira. &#8220;Houve um descontrole muito grande e o impacto foi grande para nós: a diminuição de peixes, a água [leitosa] permanecendo muitos meses dentro da comunidade. Isso afetou muito a gente&#8221;, Santos disse à Mongabay debaixo de uma árvore frondosa às margens do Lago Puruzinho, a 20 quilômetros da cidade de Humaitá. Com o início das operações da usina em 2012, a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/pescadores-ajudam-cientistas-a-mapear-prejuizos-das-barragens-do-madeira-para-a-pesca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Rio Doce: mais um ano se inicia sem suas águas recuperadas</title>
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					<pubDate>06 Jan 2021 12:45:43 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Ana Ionova]]>
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							<![CDATA[Animais, Barragens, Biodiversidade, Commodities, Conservação, Corrupção, Degradação, Infraestrutura, Justiça Social, Lei Ambiental, Política Ambiental e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>As águas do Rio Doce ainda apresentam uma cor marrom-avermelhada e turva a poucos metros da casa de Adomilson Costa de Souza. Até novembro de 2015, o rio era fonte de alimento e renda para ele. Agora, é uma lembrança diária do desastre que mudou sua vida. “Eu sempre vivi do Rio Doce. Qualquer peixe [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As águas do Rio Doce ainda apresentam uma cor marrom-avermelhada e turva a poucos metros da casa de Adomilson Costa de Souza. Até novembro de 2015, o rio era fonte de alimento e renda para ele. Agora, é uma lembrança diária do desastre que mudou sua vida. “Eu sempre vivi do Rio Doce. Qualquer peixe que eu pescava, vendia na porta de casa.” Na maior parte do ano, Adomilson pescava em torno de 100 quilos de peixe por mês, vendendo-os a clientes que vinham de todos os cantos, alguns até mesmo percorrendo centenas de quilômetros em busca do produto fresco. Às margens do rio, ele criava animais e tinha uma plantação de bananas. A maioria de seus vizinhos no distrito de Pedra Corrida, em Minas Gerais, vivia da mesma forma. “Para nós, que nascemos aqui, o rio era tudo. Mas então veio a tragédia.” A tragédia é o vazamento de milhões de toneladas de lama tóxica de uma barragem de rejeitos de mineração que se rompeu 300 quilômetros rio acima de Pedra Corrida. O desastre matou 19 pessoas soterradas no subdistrito de Bento Rodrigues e teve um impacto negativo em 39 municípios de dois estados. Os rejeitos da mineradora se espalharam por mais de 650 quilômetros desde sua fonte até o Oceano Atlântico. Hoje, a calamidade é considerada o pior desastre ambiental do Brasil, e a responsabilidade pelo rompimento da barragem é atribuída diretamente à mineradora Samarco, um empreendimento conjunto entre a Vale e a anglo-australiana BHP Billiton – duas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/01/rio-doce-mais-um-ano-se-inicia-sem-suas-aguas-recuperadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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