<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?topic=anfibios-pt-br&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/anfibios-pt-br/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2026 10:21:15 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>
				<item>
					<title>Tracajás da Amazônia entram na lista de espécies ameaçadas pela primeira vez</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Jul 2026 18:31:57 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Karla Mendes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/07/21173151/n.-%C2%A9-Andres-Camilo-Montes-Correa-large-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195696</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Animais, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Espécies Ameaçadas, Répteis, Rios, Tráfico de Animais Silvestres e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/" data-wpel-link="internal">Tracajás da Amazônia entram na lista de espécies ameaçadas pela primeira vez</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Alimento tradicional  para as comunidades amazônicas, os cágados, conhecidos na região como tracajás, foram incluídos na lista brasileira de fauna ameaçada de extinção pela primeira vez. O cágado-iaçá (Podocnemis sextuberculata) teve seu risco elevado de quase ameaçado para em perigo em uma nova lista publicada recentemente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Os tracajás foram considerados como quase ameaçados por muito tempo, mas essa é a primeira vez que uma de suas espécies foi classificada como em perigo, disse Marília Marini, coordenadora-geral de estratégias de conservação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). &#8220;Para a Amazônia, o principal destaque é a entrada do tracajá&#8221;, afirmou Marini à Mongabay, por telefone. &#8220;Essa é uma situação mais delicada porque também envolve populações que o utilizam. Então, temos que ter todo um cuidado na comunicação, em como direcionar ações que não as afetem.&#8221; Apesar dos programas de proteção e esforços de conservação, as populações de cágado-iaçá nos últimos 36 anos — equivalentes a três gerações — diminuíram mais de 50% no estado do Amazonas e no oeste do estado do Pará, o que representa aproximadamente 70% da distribuição total da espécie, levando-a à classificação em perigo, de acordo com o Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade do ICMBio (SALVE). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Rafael Bernhard via iNaturalist (CC BY 4.0). Cágado-iaçá (Podocnemis sextoberculata). Foto: © Andrés Camilo Montes-Correa via iNaturalist. Atingindo um comprimento máximo de 34 centímetros  e peso de 3,5 quilogramas , o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/07/tracajas-da-amazonia-entram-na-lista-de-especies-ameacadas-pela-primeira-vez/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Girinos da Amazônia já carregam microplásticos, revela estudo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/06/girinos-da-amazonia-ja-carregam-microplasticos-revela-estudo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/06/girinos-da-amazonia-ja-carregam-microplasticos-revela-estudo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>12 Jun 2026 17:04:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[David Brown]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/06/09190404/Scinax_x-signatus_10.5852-ejt.2022.836.1919_Figure_9_cropped-739x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195406</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Microplásticos na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Animais, Espécies Ameaçadas e Fauna]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Pela primeira vez, pesquisadores encontraram microplásticos em girinos e nos corpos d’água que lhes servem de habitat na Amazônia, segundo um novo estudo. A descoberta reforça evidências de contaminação por microplásticos na floresta amazônica, afirmam os pesquisadores. Estudos anteriores realizados na região já haviam detectado contaminação por microplásticos em peixes, invertebrados, amostras de solo e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/girinos-da-amazonia-ja-carregam-microplasticos-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Girinos da Amazônia já carregam microplásticos, revela estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Pela primeira vez, pesquisadores encontraram microplásticos em girinos e nos corpos d’água que lhes servem de habitat na Amazônia, segundo um novo estudo. A descoberta reforça evidências de contaminação por microplásticos na floresta amazônica, afirmam os pesquisadores. Estudos anteriores realizados na região já haviam detectado contaminação por microplásticos em peixes, invertebrados, amostras de solo e de água. No estudo mais recente, a ecologista Fabrielle Barbosa de Araújo, da Universidade Federal do Pará, e seus colegas coletaram amostras de água de cinco poças temporárias no solo do Parque Ecológico do Gunma, na Região Metropolitana de Belém. Essas poças, formadas pelo acúmulo de água da chuva, são importantes áreas de reprodução e desenvolvimento de girinos de várias espécies de anfíbios na Amazônia. Em cada um dos cinco corpos d’água, os pesquisadores também coletaram cem girinos da perereca-de-banheiro (Scinax x-signatus), espécie encontrada tanto em áreas florestais quanto urbanas com ampla distribuição na América do Sul. Microplásticos foram encontrados em todas as poças e em todos os girinos analisados. A maioria das partículas era composta por fibras plásticas, como poliéster, principalmente transparentes, azuis e pretas. Estudos anteriores também identificaram fibras semelhantes em diferentes partes da Amazônia, possivelmente oriundas de esgoto sanitário e atividades pesqueiras. Em entrevista por e-mail à Mongabay, Araújo disse que não ficou surpresa ao encontrar microplásticos nos girinos e em seus habitats. “O que realmente chamou nossa atenção foi a grande quantidade encontrada, principalmente porque esta é uma área com baixa densidade populacional humana e considerada relativamente bem preservada”, afirmou. Araújo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/girinos-da-amazonia-ja-carregam-microplasticos-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/06/girinos-da-amazonia-ja-carregam-microplasticos-revela-estudo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Anfíbios da Amazônia podem desaparecer antes mesmo que sejam descobertos</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Abr 2026 13:46:23 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Tiago da Mota e Silva]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/04/13133243/fc4a5294-9326-47c3-ab99-0eeae5c82be9-scaled-1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195188</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Anfíbios, Animais, Carbono, Dióxido de Carbono, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Novas espécies, Poluição e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/" data-wpel-link="internal">Anfíbios da Amazônia podem desaparecer antes mesmo que sejam descobertos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[MANAUS, Amazonas — Agachado sobre a serrapilheira, onde as folhas secas se acumulam no chão da floresta, um pesquisador busca captar um coaxo diferente com um microfone direcional. Identificar o som de um sapinho costuma ser uma das provas cabais de que se encontrou uma nova espécie. É noite. Ele veste roupa comprida, para se proteger de mosquitos e formigas, e um par de botas, para impedir que se molhem os pés. Encontrar anfíbios na Amazônia não requer equipamento de alta tecnologia; remonta, na verdade, às explorações dos naturalistas do início do século 20. É assim que o biólogo e professor da Universidade Federal do Amazonas, Igor Kaefer, descreve o que seria um típico dia de campo em busca de anfíbios amazônicos. Ele foi um dos responsáveis pela descoberta do Amazophrynella bilinguis, publicada em 2019. A própria descrição do sapinho já dá a noção da dificuldade de encontrá-lo: as fêmeas medem cerca de dois centímetros, e sua cabeça e dorso marrons as fazem “desaparecer” entre as folhas e galhos. Lar de 1.525 espécies estimadas de anfíbios, a Bacia amazônica é a mais diversa do mundo quando se trata de sapos, rãs e pererecas. Porém, deste número, apenas cerca de 810 têm registros confirmados de ocorrência. Por isso, ir a campo e se deparar com uma nova espécie não é algo improvável. “Em quase todo inventário que se faz em uma área remota, volta-se com até mais de uma espécie nova para síntese”, conta Igor. Mas o intervalo entre encontrar, em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/04/anfibios-da-amazonia-podem-desaparecer-antes-mesmo-que-sejam-descobertos/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>O primeiro anfíbio do mundo que parou uma hidrelétrica agora encara a crise climática</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-primeiro-anfibio-do-mundo-que-parou-uma-hidreletrica-agora-encara-a-crise-climatica/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-primeiro-anfibio-do-mundo-que-parou-uma-hidreletrica-agora-encara-a-crise-climatica/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>08 Dez 2025 07:29:51 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Thamys Trindade]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/12/04171910/Melanophryniscus_admirabilis-11-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=194750</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Rio Grande do Sul]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Animais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Mudanças climáticas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>ARVOREZINHA, RS – O sapinho-admirável-de-barriga-vermelha tem o tamanho de um polegar, mas carrega feitos de gigante: em 2014, impediu a construção de uma pequena central hidrelétrica que ameaçava modificar para sempre seu único habitat. Endêmico de um pequeno trecho do Rio Forqueta, no município de Arvorezinha, interior do Rio Grande do Sul, o Melanophryniscus admirabilis é [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-primeiro-anfibio-do-mundo-que-parou-uma-hidreletrica-agora-encara-a-crise-climatica/" data-wpel-link="internal">O primeiro anfíbio do mundo que parou uma hidrelétrica agora encara a crise climática</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[ARVOREZINHA, RS – O sapinho-admirável-de-barriga-vermelha tem o tamanho de um polegar, mas carrega feitos de gigante: em 2014, impediu a construção de uma pequena central hidrelétrica que ameaçava modificar para sempre seu único habitat. Endêmico de um pequeno trecho do Rio Forqueta, no município de Arvorezinha, interior do Rio Grande do Sul, o Melanophryniscus admirabilis é uma das espécies mais raras e ameaçadas do planeta. Recentemente, após as enchentes que devastaram o estado em 2024, pesquisadores retornaram a esse refúgio para avaliar se o sapinho que um dia parou uma hidrelétrica sobreviveu à força das águas. Em outubro de 2025, quase um ano e meio depois do maior desastre climático do Rio Grande do Sul, me juntei à equipe de pesquisadores para documentar o que havia restado do pequeno habitat onde vivem pouco mais de de mil sapinhos-admiráveis . O destino era o Perau de Janeiro – uma dobra escondida de rochas e mata úmida. O lugar, cercado por plantações de fumo e pastos, parece um cenário comum de floresta visto do alto, mas basta descer uma trilha íngreme para o ar mudar. O cheiro de musgo, o brilho do lajedo molhado, o som do fluxo severo do rio que se acaba em uma cachoeira: foi ali que o sapinho barrou o progresso. E era ali que queríamos ver se ele ainda vocalizava. A pesquisadora Michelle Abadie com o sapinho-admirável-de-barriga-vermelha. Foto: Thamys Trindade. Perau de Janeiro, em Arvorezinha (RS), habitat do sapinho-admirável. Foto: Thamys Trindade. Descrito pela ciência em 2006, o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-primeiro-anfibio-do-mundo-que-parou-uma-hidreletrica-agora-encara-a-crise-climatica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/12/o-primeiro-anfibio-do-mundo-que-parou-uma-hidreletrica-agora-encara-a-crise-climatica/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Pesquisadores usam luz infravermelha para identificar ‘assinatura única’ de espécies ameaçadas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/06/pesquisadores-usam-luz-infravermelha-para-identificar-assinatura-unica-de-especies-ameacadas-2/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/06/pesquisadores-usam-luz-infravermelha-para-identificar-assinatura-unica-de-especies-ameacadas-2/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>23 Jun 2025 10:53:21 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Miguel Monteiro]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/06/12134601/Imagem1-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193970</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Fauna, Florestas Tropicais, Répteis, Soluções e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A experiência de observar as compras deslizando no caixa de um supermercado é quase universal. Nesse processo cotidiano, um aparelho eletrônico escaneia o código de barras e identifica cada produto. Há, no entanto, uma explicação técnica por trás do “bipe”: sem que os olhos possam ver, o aparelho emite um feixe de ondas eletromagnéticas que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/pesquisadores-usam-luz-infravermelha-para-identificar-assinatura-unica-de-especies-ameacadas-2/" data-wpel-link="internal">Pesquisadores usam luz infravermelha para identificar ‘assinatura única’ de espécies ameaçadas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A experiência de observar as compras deslizando no caixa de um supermercado é quase universal. Nesse processo cotidiano, um aparelho eletrônico escaneia o código de barras e identifica cada produto. Há, no entanto, uma explicação técnica por trás do “bipe”: sem que os olhos possam ver, o aparelho emite um feixe de ondas eletromagnéticas que mede a quantidade de luz refletida pelo objeto. As características da leitura são únicas para cada item, permitindo a diferenciação. Chamada de Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIR, em sua sigla em inglês), a tecnologia é utilizada para analisar amostras de diferentes materiais e encontra muitas formas de aplicação – seja para o controle de qualidade na agricultura ou para o monitoramento da oxigenação do sangue no ramo médico. Seria possível, então, reproduzir essa prática comum de escaneamento na identificação de espécies em florestas tropicais, como a Amazônia? A ciência tem a resposta. À medida que o sol se põe, a densa área verde da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no estado do Amazonas, escurece em um piscar de olhos. O sumiço da luz é embalado pelo zumbido dos carapanãs, como são chamadas as diferentes espécies de mosquito nesta região. O barulho acompanha Kelly Torralvo, pesquisadora titular do Grupo de Pesquisa em Ecologia de Vertebrados Terrestres do Instituto Mamirauá. Enquanto caminha lentamente por uma trilha, acompanhada de sua lanterna, ela procura por répteis e anfíbios entre os galhos e as folhas. Os animais são coletados e levados de volta ao laboratório da base de campo que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/pesquisadores-usam-luz-infravermelha-para-identificar-assinatura-unica-de-especies-ameacadas-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/06/pesquisadores-usam-luz-infravermelha-para-identificar-assinatura-unica-de-especies-ameacadas-2/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Três mulheres na linha de frente da proteção costeira no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>09 Jun 2025 07:44:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mayala Fernandes]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/06/03134725/Criancas-acompanham-soltura-de-tartaruga-marinha-durante-atividade-de-conscientizacao-ambiental.-Foto_-Gabriel-Marchi-e1748958666726-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193896</guid>

					
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Aves, Caça, Comércio de Vida Selvagem, Conservação, Fauna, Felinos, Insetos, Mamíferos, Manguezais, Oceanos, Peixes, Pesca, Primatas, recifes de coral, Répteis e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um grupo de cientistas brasileiras vem se destacando na pesquisa e proteção da biodiversidade marinha e costeira no país. Inspiradas pelo primeiro contato marcante com o oceano, elas são hoje referências em suas áreas e lideram ações que combinam pesquisa científica, conservação ambiental e participação em políticas públicas. Camila Domit, coordenadora técnica das ações com [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Três mulheres na linha de frente da proteção costeira no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um grupo de cientistas brasileiras vem se destacando na pesquisa e proteção da biodiversidade marinha e costeira no país. Inspiradas pelo primeiro contato marcante com o oceano, elas são hoje referências em suas áreas e lideram ações que combinam pesquisa científica, conservação ambiental e participação em políticas públicas. Camila Domit, coordenadora técnica das ações com tartarugas-marinhas; Cassiana Baptista Metri, responsável pelos estudos sobre fauna de manguezal; e Fernanda Possatto, coordenadora de pesquisas sobre microplástico, integram o Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), patrocinado pela Petrobras e pelo governo federal. Com linhas de pesquisa variadas, as cientistas monitoram a dinâmica dos ecossistemas costeiros e marinhos na interface com a Mata Atlântica. Seus estudos sobre comportamento da fauna e da flora, aliados à atuação em projetos de educação ambiental e à formulação de políticas públicas, vêm garantindo avanços na conservação do litoral paranaense. A importância desses esforços é reforçada por dados globais. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que cerca de 3 bilhões de pessoas dependam diretamente da biodiversidade marinha e costeira para sobreviver. O valor agregado estimado do mercado de recursos marinhos até 2030 é de U$ 3 trilhões, segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), responsável por 5% a 6% da economia global real e 40 milhões de empregos diretos. Sem a preservação dos oceanos, não apenas o clima global é ameaçado, mas a sobrevivência humana também sofre impactos diretos. Mais da metade do oxigênio do planeta é produzido pelos oceanos, que ainda armazenam&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/06/tres-mulheres-na-linha-de-frente-da-protecao-costeira-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Aumento de períodos prolongados de seca ameaça anfíbios brasileiros</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/03/aumento-de-periodos-prolongados-de-seca-ameaca-anfibios-brasileiros/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/03/aumento-de-periodos-prolongados-de-seca-ameaca-anfibios-brasileiros/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>20 Mar 2025 10:07:02 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/03/17175837/Dendropsophus_minutus_196150179-Reuber-Brandao-CC-BY-4.0-via-Wikimedia-Commons-e1742234595833-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193516</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Conservação, Degradação, Desastres ambientais, Desertificação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Mata Atlântica, Novas espécies, Queimadas e Resiliência climática]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O Brasil abriga a maior diversidade do mundo de anfíbios: das mais de 8 mil espécies conhecidas globalmente, cerca de 1.200 são encontradas no país, sobretudo nos biomas Amazônia e Mata Atlântica. Mas seu futuro está em risco devido ao aumento dos períodos de seca em seus habitats. Seca e anfíbios não são uma combinação [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/aumento-de-periodos-prolongados-de-seca-ameaca-anfibios-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Aumento de períodos prolongados de seca ameaça anfíbios brasileiros</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O Brasil abriga a maior diversidade do mundo de anfíbios: das mais de 8 mil espécies conhecidas globalmente, cerca de 1.200 são encontradas no país, sobretudo nos biomas Amazônia e Mata Atlântica. Mas seu futuro está em risco devido ao aumento dos períodos de seca em seus habitats. Seca e anfíbios não são uma combinação viável. Esses animais dependem de água e umidade para sobreviver. Sem elas, podem desidratar em poucas horas e morrer. “Os anfíbios possuem a pele fina e permeável, diferentemente de outros animais terrestres, como humanos, pássaros, répteis e insetos. Essa pele úmida deixa passar água e outras substâncias, tornando-a mais sensível ao ar seco. É por isso que você não vê sapos expostos ao sol por muito tempo – eles secam muito mais rápido do que outros animais”, explica o biólogo Nicholas Wu, pesquisador da Western Sydney University, na Austrália. Com a ajuda de outros cientistas, Wu mapeou regiões do planeta onde anfíbios anuros (sapos, rãs e pererecas), um grupo de vertebrados sensíveis à água, enfrentarão condições mais áridas e secas no futuro, podendo gerar um maior risco de declínio de populações e até de extinção de espécies. “Descobrimos que muitas partes do mundo onde vivem anuros correm o risco de ficarem mais áridas e sofrerem com aumento de secas. Também constatamos que a combinação de temperaturas mais altas e ambientes mais secos terá grandes impactos na janela de atividades deles, ou seja, as horas em que o clima não impede os anuros de forragearem e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/aumento-de-periodos-prolongados-de-seca-ameaca-anfibios-brasileiros/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/03/aumento-de-periodos-prolongados-de-seca-ameaca-anfibios-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Brasil lança Metas Nacionais de Biodiversidade, mas não sabe qual o custo de implantá-las</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/03/brasil-lanca-metas-nacionais-de-biodiversidade-mas-nao-sabe-qual-o-custo-de-implanta-las-2/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2025/03/brasil-lanca-metas-nacionais-de-biodiversidade-mas-nao-sabe-qual-o-custo-de-implanta-las-2/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>10 Mar 2025 13:45:57 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2025/03/10163857/amazon_201570_colombia_rhett-butler-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193501</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Aves, Caça, Comércio de Vida Selvagem, Fauna, Felinos, Insetos, Mamíferos, Peixes, Pesca, Primatas, Répteis e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Publicadas no último dia 20 de fevereiro, as Metas Nacionais de Biodiversidade planejam deter a extinção de espécies, estimular a restauração florestal e reduzir o desmatamento nos ecossistemas brasileiros até 2030. O governo federal, porém, ainda não tem uma estimativa dos investimentos que serão necessários para implantá-las. As metas foram lançadas às vésperas do fechamento [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/brasil-lanca-metas-nacionais-de-biodiversidade-mas-nao-sabe-qual-o-custo-de-implanta-las-2/" data-wpel-link="internal">Brasil lança Metas Nacionais de Biodiversidade, mas não sabe qual o custo de implantá-las</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Publicadas no último dia 20 de fevereiro, as Metas Nacionais de Biodiversidade planejam deter a extinção de espécies, estimular a restauração florestal e reduzir o desmatamento nos ecossistemas brasileiros até 2030. O governo federal, porém, ainda não tem uma estimativa dos investimentos que serão necessários para implantá-las. As metas foram lançadas às vésperas do fechamento oficial da 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16, realizado em Roma entre 25 e 28 de fevereiro depois de a primeira rodada ter sido suspensa em novembro de 2024 em Cali, na Colômbia, por falta de quórum. Bráulio Dias, diretor do Departamento de Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), confirmou à Mongabay a falta de um planejamento financeiro para a implantação das Metas Nacionais de Biodiversidade, mas destacou que “muitas metas nacionais já contam com o apoio de muitas políticas e programas nacionais em andamento”. No entanto, Dias ponderou que “certamente serão necessários investimentos adicionais”, o que vê como pouco factível diante do cenário político global conturbado: “Infelizmente, as perspectivas de contarmos com financiamento internacional esta década são mínimas, em decorrência das ações do governo de Donald Trump [nos Estados Unidos] e da guerra na Ucrânia”. Apesar dessas questões internacionais desfavoráveis à agenda da biodiversidade, o diretor do MMA explica que o Brasil vem dando andamento ao processo de construção do caminho para o cumprimento dos compromissos assumidos em 2022, no âmbito do Marco Global de Biodiversidade Kunming-Montreal (GBF, na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/brasil-lanca-metas-nacionais-de-biodiversidade-mas-nao-sabe-qual-o-custo-de-implanta-las-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2025/03/brasil-lanca-metas-nacionais-de-biodiversidade-mas-nao-sabe-qual-o-custo-de-implanta-las-2/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Novas espécies de sapos dão pistas sobre a história geológica da Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/12/novas-especies-de-sapos-dao-pistas-sobre-a-historia-geologica-da-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/12/novas-especies-de-sapos-dao-pistas-sobre-a-historia-geologica-da-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>05 Dez 2024 15:05:56 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação da Vida Selvagem]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação de Florestas Tropicais]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies Ameaçadas]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies em Perigo]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Novas espécies]]></category>
		<category><![CDATA[Unidades de Conservação]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/12/05150057/MTR30991_Neblinaphryne.imeri_-e1733411146885-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=193049</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas e Florestas Tropicais]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Ele anunciou a própria morte. Cantava alto na boca da toca de uma aranha-caranguejeira. Então, foi capturado. Por pesquisadores. Foi por causa do canto diferente que o sapo, batizado Neblinaphryne imeri, chamou a atenção dos cientistas que andavam em solo íngreme e lamacento, no novembro chuvoso de 2022, no alto de um pico na Serra [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/novas-especies-de-sapos-dao-pistas-sobre-a-historia-geologica-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Novas espécies de sapos dão pistas sobre a história geológica da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Ele anunciou a própria morte. Cantava alto na boca da toca de uma aranha-caranguejeira. Então, foi capturado. Por pesquisadores. Foi por causa do canto diferente que o sapo, batizado Neblinaphryne imeri, chamou a atenção dos cientistas que andavam em solo íngreme e lamacento, no novembro chuvoso de 2022, no alto de um pico na Serra do Imeri, divisa entre o estado do Amazonas e a Venezuela. “Essa foi a expedição mais difícil que eu já fiz na minha vida”, conta Miguel Trefaut Rodrigues, que tem mais de 40 anos de experiência em viagens de campo e liderou a equipe de 14 pesquisadores durante os 12 dias de acampamento no topo de uma montanha, a quase 1.900 metros de altitude. O Pico do Imeri, que nem os indígenas Yanomami visitam por causa da dificuldade de acesso, e também porque naquela altitude não habitam presas de peso, como mamíferos grandes, só foi alcançada pela equipe de pesquisadores com o apoio do Exército Brasileiro e de seu helicóptero. Essa foi a segunda expedição liderada por Rodrigues em colaboração entre pesquisadores e o Exército nessa região da Amazônia. A primeira expedição ocorreu em 2017 no Pico da Neblina, que fica a 80 km do Pico do Imeri. Ambas as montanhas estão em áreas protegidas: a Terra Indígena Yanomami e o Parque Nacional do Pico da Neblina. Na expedição ao Pico da Neblina também foi coletada uma espécie de sapo nova para a ciência, que recebeu o nome de Neblinaphryne mayeri – em homenagem a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/novas-especies-de-sapos-dao-pistas-sobre-a-historia-geologica-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/12/novas-especies-de-sapos-dao-pistas-sobre-a-historia-geologica-da-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Brasil tem prejuízos de até US$ 3 bilhões anuais causados por espécies invasoras, alerta estudo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>08 Mar 2024 12:51:02 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/02/05160212/Lf_in_Salto_Grande_reservoir-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=191746</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Áreas Protegidas, Aves, Caça, Cerrado, Espécies Ameaçadas, Fauna, Insetos, Mamíferos, Mata Atlântica, Oceanos, Peixes, Pesca, Primatas, Répteis e Responsabilidade Ambiental]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Do tucunaré que migrou dos rios da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste, levado pela pesca esportiva, às controversas produções em larga escala de tilápia para a alimentação humana e de pínus e eucalipto para abastecer as indústrias de papel e celulose, são inúmeros os exemplos da presença de espécies exóticas invasoras no Brasil. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/" data-wpel-link="internal">Brasil tem prejuízos de até US$ 3 bilhões anuais causados por espécies invasoras, alerta estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Do tucunaré que migrou dos rios da Amazônia para as regiões Sul e Sudeste, levado pela pesca esportiva, às controversas produções em larga escala de tilápia para a alimentação humana e de pínus e eucalipto para abastecer as indústrias de papel e celulose, são inúmeros os exemplos da presença de espécies exóticas invasoras no Brasil. Além de competirem por espaço e nutrientes com as espécies nativas, entre outros impactos ambientais, as plantas, os animais e os microrganismos introduzidos pela ação humana, de forma intencional ou acidental, provocam diversos  prejuízos econômicos ao país. É o que revela o Relatório Temático sobre Espécies Exóticas Invasoras, Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. A publicação foi lançada no início de março pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES, na sigla em inglês). No Brasil há registros de 476 espécies exóticas invasoras, das quais 268 de animais e 208 de plantas e algas, presentes em todos os biomas, sendo a Mata Atlântica a mais afetada e a Amazônia com presença em menor escala. Desse total, 16 espécies levaram a prejuízos econômicos de 2 a 3 bilhões de dólares por ano entre 1984 e 2019, principalmente causados por pragas agrícolas e disseminação de doenças. Os dados foram calculados a partir de informações disponíveis, mas ainda são considerados subestimados pelos cientistas envolvidos. Entre essas espécies estão a mosca-branca (Bemisia tabaci), o javali e seus híbridos (Sus scrofa), a rã-touro (Lithobates catesbeianus), o mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) e os mosquitos do gênero Aedes, transmissores de dengue, febre amarela, zika&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/03/brasil-tem-prejuizos-de-ate-us-3-bilhoes-anuais-causados-por-especies-invasoras-alerta-estudo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>40% dos anfíbios no mundo estão ameaçados de extinção; 200 espécies no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/11/40-dos-anfibios-no-mundo-estao-ameacados-de-extincao-200-especies-no-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/11/40-dos-anfibios-no-mundo-estao-ameacados-de-extincao-200-especies-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>06 Nov 2023 08:38:35 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/11/30160447/Boophis-blommersae1_MD-Scherz2-e1698682039173-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=190999</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Insetos, Mata Atlântica e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Levantamento global de 8 mil espécies de anfíbios feito pela IUCN revelou que 40% delas estão com algum risco de extinção: 2.873 espécies no total. Desmatamento e fungos letais já eram apontados como causas do declínio, mas agora biólogos ressaltam o papel da crise climática: altas temperaturas e baixa umidade afetam a respiração dos anfíbios, que é feita em parte pela pele.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/11/40-dos-anfibios-no-mundo-estao-ameacados-de-extincao-200-especies-no-brasil/" data-wpel-link="internal">40% dos anfíbios no mundo estão ameaçados de extinção; 200 espécies no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A rãzinha-do-tepequém (Anomaloglossus tepequem) costumava ser observada em abundância em riachos da Serra do Tepequém, no estado de Roraima. Endêmica do Brasil e dessa localidade em específico, ou seja, só encontrada ali e em nenhum outro lugar do planeta, acredita-se que ela tenha desaparecido da natureza. Desde a década de 1990, nunca mais essa espécie amazônica foi vista. Essa rã é um das 26 classificadas como possivelmente extintas no país, segundo o mais novo levantamento global de anfíbios feito pela União Internacional para a Conservação das Espécies da Natureza (IUCN). E os números são assustadores. Dois em cada cinco deles estão ameaçados. O estudo teve a participação de mais de mil especialistas ao redor do mundo. Foram analisadas 8 mil espécies de anfíbios — entre sapos, rãs, salamandras, cobras-cegas e outros —, quase 3 mil a mais do que na última análise, realizada em 2004. A rã-galática (Melanobatrachus indicus), à esquerda, é uma das espécies mais raras da Índia, redescoberta apenas em 1997. Foto: Sandeep Das. À direita, a também indiana Ghatixalus asterops, considerada em perigo. Foto: Sandeep Das. O grande destaque desta vez é o papel cada vez maior das alterações climáticas para o declínio global de anfíbios, considerados os mais ameaçados entre a classe dos animais vertebrados. Nada mais do que 40% de suas espécies estão com algum risco de extinção. Desmatamento, perda de habitat e a ocorrência de doenças, como a quitridiomicose, que tem devastado populações inteiras, já eram fatores mais amplamente documentados como ameaças, mas agora os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/11/40-dos-anfibios-no-mundo-estao-ameacados-de-extincao-200-especies-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/11/40-dos-anfibios-no-mundo-estao-ameacados-de-extincao-200-especies-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>O que o silêncio das rãs na Mata Atlântica tem a ver com o desmatamento na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/03/o-que-o-silencio-das-ras-na-mata-atlantica-tem-a-ver-com-o-desmatamento-na-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/03/o-que-o-silencio-das-ras-na-mata-atlantica-tem-a-ver-com-o-desmatamento-na-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Mar 2023 16:00:11 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/03/08160305/38abaf87-82ec-484f-957e-2858e8eac3a6-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189848</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Estudo mostra que, nas regiões degradadas da Amazônia, diminuiu a quantidade de água evaporada e transportada pelos chamados rios voadores, impactando a biodiversidade da Mata Atlântica. Uma das consequências dessas mudanças foi a seca de 2014 na região Sudeste, que coibiu o período reprodutivo das rãs-de-corredeira (Hylodes sazimai), endêmicas de quatro municípios do sul de Minas Gerais e São Paulo, colocando a população em declínio.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/03/o-que-o-silencio-das-ras-na-mata-atlantica-tem-a-ver-com-o-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">O que o silêncio das rãs na Mata Atlântica tem a ver com o desmatamento na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[É pelo silêncio das rãs que o desmatamento da Amazônia pode ser medido na Mata Atlântica. “É muito comum, nas primeiras chuvas do verão, os anfíbios começarem a cantar para atrair as fêmeas”, conta Lucas Ferrante, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Com a ausência de chuvas durante a seca de 2014 e o ressecamento dos riachos, as rãs ficaram reclusas. “Esses bichos não vão sair justamente para não morrer, não ser predados, não sofrer ressecamento, porque o lugar está muito quente, está muito seco e aquela é uma estação reprodutiva perdida”. O estudo liderado pelo biólogo analisou mais de 15 anos de dados de imagens de satélite da Nasa para verificar o fluxo de chuvas em Areado, Poços de Caldas e Caldas, no sul de Minas Gerais, e Campinas, em São Paulo. Estes são os quatro municípios onde os machos da espécie endêmica de rã-de-corredeira (Hylodes sazimai), descoberta em 1995, costumam aparecer no topo das pedras, cantando ao longo de riachos encachoeirados na época reprodutiva – quando há água. A análise das imagens mostrou aos pesquisadores que o avanço do desmatamento na Amazônia já interfere no ciclo de chuvas do Sul e Sudeste do Brasil. Regiões da Amazônia que concentram degradação, como o Arco do Desmatamento, nas bordas sul e leste da floresta, exportam menor quantidade de água pelos rios voadores, impactando a biodiversidade da Mata Atlântica e gerando instabilidade climática numa área que se estende do sul de Minas Gerais até a cidade de São&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/03/o-que-o-silencio-das-ras-na-mata-atlantica-tem-a-ver-com-o-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/03/o-que-o-silencio-das-ras-na-mata-atlantica-tem-a-ver-com-o-desmatamento-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Para salvar anfíbios de fungo letal, é preciso reconectar as florestas tropicais, diz estudo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/03/para-salvar-anfibios-de-fungo-letal-e-preciso-reconectar-as-florestas-tropicais-diz-estudo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/03/para-salvar-anfibios-de-fungo-letal-e-preciso-reconectar-as-florestas-tropicais-diz-estudo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Mar 2023 09:11:10 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/03/02194317/1-Aplastodiscus-leucopygius-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189827</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Anfíbios tropicais estão vivendo um declínio global, com a doença causada pelo fungo Batrachochytrium dendrobatidis (Bd) exercendo um papel especialmente significativo nas mortes; mais de 500 espécies no mundo já foram dizimadas pela infecção. De acordo com estudo recente, a divisão de habitat - quando diferentes ecossistemas, tais como áreas terrestres e de água doce, se separam - poderia contribuir para tornar os anfíbios mais vulneráveis ao fungo. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/03/para-salvar-anfibios-de-fungo-letal-e-preciso-reconectar-as-florestas-tropicais-diz-estudo/" data-wpel-link="internal">Para salvar anfíbios de fungo letal, é preciso reconectar as florestas tropicais, diz estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A fragmentação do habitat em florestas tropicais está aumentando a incidência de doenças fatais em sapos, rãs e pererecas, diz um estudo recentemente publicado na revista Biological Reviews. Conforme explicou à Mongabay o principal autor do estudo, Gui Becker, biólogo da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA), a divisão do habitat ocorre quando múltiplas classes de habitat importantes para algumas espécies anfíbias (como florestas, riachos e lagoas) são separadas. Em trabalhos anteriores, Becker e colegas já haviam concluído que a divisão do habitat era uma força motriz por trás das extinções locais de anfíbios na altamente fragmentada Mata Atlântica. Entretanto, uma ligação entre a divisão do habitat e a morte por doenças não havia sido considerada na época. O fungo Batrachochytrium dendrobatidis é particularmente preocupante, pois está ligado ao declínio populacional no Brasil e à perda de espécies anfíbias em todo o mundo. Também conhecido como Bd, este fungo pode causar a quitridiomicose, doença potencialmente fatal. Fagmento de floresta na Mata Atlântica do Brasil. A divisão do habitat pode ocorrer quando diferentes classes de habitat, como áreas terrestres e de água doce, são separadas. Nesses casos, espécies anfíbias que requerem diversos tipos de habitat para seu ciclo de vida podem estar sob maior risco de doenças. Foto: Gui Becker/divulgação Becker e sua equipe, realizando testes em vários locais da Mata Atlântica, descobriram que a divisão do habitat estava ligada a maiores cargas de infecção pelo fungo durante a época de reprodução. Além disso, à medida que a distância entre a floresta&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/03/para-salvar-anfibios-de-fungo-letal-e-preciso-reconectar-as-florestas-tropicais-diz-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/03/para-salvar-anfibios-de-fungo-letal-e-preciso-reconectar-as-florestas-tropicais-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Esforço multinacional busca salvar os sapos mais coloridos das florestas do Novo Mundo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/02/esforco-multinacional-busca-salvar-os-sapos-mais-coloridos-das-florestas-do-novo-mundo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/02/esforco-multinacional-busca-salvar-os-sapos-mais-coloridos-das-florestas-do-novo-mundo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>13 Fev 2023 07:30:57 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/02/08154702/webimage-5BDBCD90-6432-4D14-9AEC55997B2BC83B-1-768x282.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189747</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Central, América Do Sul e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Insetos e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Milhares de anfíbios morrem nas Américas em decorrência de um fungo letal, Batrachochytrium dendrobatidis (Bd), que causa uma doença chamada quitridiomicose. Algumas das espécies mais afetadas são as do gênero Atelopus, conhecidas como sapos-arlequim; por suas cores vivas, são chamados de “joias da região neotropical”.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/esforco-multinacional-busca-salvar-os-sapos-mais-coloridos-das-florestas-do-novo-mundo/" data-wpel-link="internal">Esforço multinacional busca salvar os sapos mais coloridos das florestas do Novo Mundo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[No final da década de 1980, num congresso internacional de herpetologia — ramo da ciência que estuda répteis e anfíbios —, pesquisadores de diversos países começaram a relatar o desaparecimento e a queda nas populações de sapos e rãs. Descobriu-se que não era um fato isolado: estava acontecendo em muitas florestas e montanhas das Américas Central e do Sul. Após diversas análises, os cientistas constataram que milhares de anfíbios estavam sendo vítimas de um fungo letal, originário da Ásia, o Batrachochytrium dendrobatidis (Bd), que causa uma doença chamada quitridiomicose. No continente de origem, os animais são resistentes a ele, mas não nas Américas. E dentre as muitas espécies de anfíbios que foram dizimadas nas últimas décadas pelo Bd estão as do gênero Atelopus, conhecidos popularmente como sapos-arlequim. O sapo-arlequim da espécie Atelopus spumarius vive na Floresta Amazônica, com populações no Brasil, no Peru, no Equador, na Colômbia e nas Guianas. Foto: Jaime Culebras/ASI Encontrados da Costa Rica até a Bolívia, e do Equador até a Guiana Francesa, incluindo a Amazônia brasileira, eles medem somente entre 2 e 3 centímetros. Mas suas cores saltam aos olhos. Afinal, poucas criaturas na natureza apresentam tonalidades tão vibrantes: rosa-choque, laranja, amarelo-neon, roxo. Por esta razão, são conhecidos como “joias da região neotropical”. “Para os Atelopus, o fungo foi terrível, devastador. Das 99 espécies que conhecemos, 4 estão extintas na natureza e 40 são tidas como possivelmente extintas — a maior parte delas devido à quitridiomicose associada à destruição do habitat”, diz o biólogo Luis Fernando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/esforco-multinacional-busca-salvar-os-sapos-mais-coloridos-das-florestas-do-novo-mundo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/02/esforco-multinacional-busca-salvar-os-sapos-mais-coloridos-das-florestas-do-novo-mundo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Conexão China-Amazônia: cresce o tráfico de vida silvestre para a Ásia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/01/um-negocio-em-rapido-crescimento-o-comercio-de-vida-selvagem-da-amazonia-para-o-sudeste-da-asia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/01/um-negocio-em-rapido-crescimento-o-comercio-de-vida-selvagem-da-amazonia-para-o-sudeste-da-asia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Jan 2023 10:45:40 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sharon Guynup]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/12/14204620/3.-Jaguar-skin-for-sale-in-Iquitos-Belen-market--768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189617</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Anfíbios, Aves, Comércio de Vida Selvagem, Comércio Ilegal, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Peixes, Primatas, Répteis e Tráfico de Animais Silvestres]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>O comércio legal e ilegal de animais selvagens continua crescendo em paralelo ao aumento dos investimentos chineses na região amazônica, refletindo uma tendência similar ao tráfico chinês que devastou elefantes, rinocerontes e pangolins na África.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/01/um-negocio-em-rapido-crescimento-o-comercio-de-vida-selvagem-da-amazonia-para-o-sudeste-da-asia/" data-wpel-link="internal">Conexão China-Amazônia: cresce o tráfico de vida silvestre para a Ásia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 2017, com relatos cada vez mais frequentes de comércio ilegal de vida selvagem saindo da Amazônia, decidi voar acompanhado de um fotógrafo e cineasta para Iquitos, no Peru, a fim de investigar a situação. Logo nossa equipe ficou sabendo que as onças-pintadas eram uma mercadoria facilmente disponível nessa pequena cidade, um portal de floresta tropical às margens do Rio Amazonas. Os vendedores exibiam peles de onça-pintada e de jaguatirica em pelo menos uma dúzia de locais, entre eles o mercado de Belén, estandes de artesanato ao ar livre, pequenas lojas e até mesmo em atrações turísticas. Vendiam-se também abertamente cabeças de onça-pintada e joias feitas com dentes e garras, às vezes adornadas com pedras semi-preciosas. Alguns vendedores eram um tanto escancarados em relação à sua atividade de comércio. Já outros eram mais cautelosos. As onças-pintadas são uma espécie protegida: a caça furtiva, o tráfico ou a venda de suas partes é ilegal sob a lei peruana e sob um tratado internacional. Apesar dessa proibição, as autoridades da agência ambiental da província de Loreto nos mostraram pilhas de peles de felinos confiscadas. Nos disseram que o tráfico de muitas espécies havia aumentado nos últimos anos, e as operações policiais tinham levado alguns comércios clandestinos a operarem de maneira mais discreta &#8211; mas claramente não todos. Dentes de onça-pintada à venda no mercado de Belén, em Iquitos, no Peru. Foto: © Steve Winter/National Geographic. Para saber mais sobre oferta e demanda, embarcamos em um peque tradicional (espécie de barquinho), para um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/01/um-negocio-em-rapido-crescimento-o-comercio-de-vida-selvagem-da-amazonia-para-o-sudeste-da-asia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/01/um-negocio-em-rapido-crescimento-o-comercio-de-vida-selvagem-da-amazonia-para-o-sudeste-da-asia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Atropelamento de animais em ferrovias: impacto ainda desconhecido no Brasil</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/08/atropelamento-de-animais-em-ferrovias-impacto-ainda-desconhecido-no-brasil/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/08/atropelamento-de-animais-em-ferrovias-impacto-ainda-desconhecido-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>22 Ago 2022 07:41:34 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Dimas Marques/Fauna News]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/08/22173510/sapo-cururu-estrada-de-ferro-caraja%CC%81s-DISSERTAC%CC%A7A%CC%83O-RUBINHO-2-e1661190279594-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189256</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Aves, Cerrado, Conservação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica, Répteis e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Os impactos da operação das ferrovias brasileiras sobre a fauna silvestre são pouco conhecidos por pesquisadores, operadores do sistema e pelo próprio governo. Nas regiões cortadas pelos 30 mil quilômetros de trilhos instalados no país, os atropelamentos são o problema que mais chama a atenção.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/atropelamento-de-animais-em-ferrovias-impacto-ainda-desconhecido-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Atropelamento de animais em ferrovias: impacto ainda desconhecido no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os impactos da operação das ferrovias brasileiras sobre a fauna silvestre são pouco conhecidos por pesquisadores, operadores do sistema e pelo próprio governo. Nas regiões cortadas pelos 30 mil quilômetros de trilhos instalados no país, os atropelamentos são o problema que mais chama a atenção. “As ferrovias, em geral, estão em ambientes com acesso mais restrito, pouco visíveis para nós, e isso acaba omitindo a visualização dos impactos associados a elas”, explica a bióloga Bibiana Terra Dasoler, pesquisadora do Núcleo de Ecologia de Rodovias e Ferrovias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NERF-UFRGS). Apesar da falta de informações sobre as consequências para a fauna da operação ferroviária no Brasil, está em curso no país a ampliação desse modal de transporte. Há novas ferrovias em construção e, após a entrada em vigor no final de 2021 da medida provisória que instituiu a possibilidade da outorga por autorização (processo menos burocrático que o de concessão), o Ministério da Infraestrutura recebeu 76 pedidos para construção e operação de 19 mil quilômetros de novas ferrovias privadas. Há poucos estudos no Brasil sobre os impactos gerados pela supressão da vegetação, fragmentação de habitat, efeito barreira (quando a estrutura dos trilhos e o espaço desmatado dificultam ou impedem o deslocamento dos animais) e as poluições sonora e do solo. Assim como acontece com as rodovias, os atropelamentos chamam mais a atenção e começam a ser estudados tanto por pesquisadores como por operadores e gestores da malha ferroviária nacional. Entretanto, diferentemente do que já se&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/08/atropelamento-de-animais-em-ferrovias-impacto-ainda-desconhecido-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/08/atropelamento-de-animais-em-ferrovias-impacto-ainda-desconhecido-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Preservar 80% da Amazônia custa 7 vezes menos do que Europa gasta com suas áreas de proteção</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/06/preservar-80-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-do-que-europa-gasta-com-suas-areas-de-protecao/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/06/preservar-80-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-do-que-europa-gasta-com-suas-areas-de-protecao/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Jun 2022 06:48:42 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Lais Modelli]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/06/14141956/Parque_Nacional_do_Jau%CC%81_Dalia_McGill_1-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189097</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Aves, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mamíferos, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Répteis, Terras Indígenas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Segundo novo estudo, conservar 3,5 milhões de km2 da floresta, área necessária para preservar suas funções ecológicas, custaria de 1,7 a 2,8 bilhões de dólares anuais. Em contrapartida, a União Europeia gasta cerca de 5,3 bilhões de dólares por ano para manter apenas 1 milhão de hectares, soma total de suas áreas protegidas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/preservar-80-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-do-que-europa-gasta-com-suas-areas-de-protecao/" data-wpel-link="internal">Preservar 80% da Amazônia custa 7 vezes menos do que Europa gasta com suas áreas de proteção</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Transformar cerca de 80% da Amazônia em áreas de conservação ambiental custaria ao Brasil, por ano, sete vezes menos por hectare do que a União Europeia investe para manter todas as suas áreas de preservação. O cálculo faz parte de um artigo publicado em maio na revista Perspectives in Ecology and Conservation. Segundo o estudo, o Brasil gastaria entre 1,7 e 2,8 bilhões de dólares por ano para proteger formalmente 3,5 milhões de km2 de floresta — o equivalente a 83% da extensão total do bioma Amazônia no Brasil. Atualmente, as áreas de conservação amazônicas se estendem por 2,2 milhões de km2, ou 51% do bioma. Para estabelecer os 1,3 milhões de km2 adicionais de novas áreas protegidas, os pesquisadores estimam um investimento inicial de 1 a 1,6 bilhões de dólares. A fim de mostrar como o valor é pequeno perto dos investimentos em preservação de outros países, o artigo ressalta que a União Europeia gasta cerca de 5,3 bilhões de dólares anualmente para manter apenas 1 milhão de hectares (ou 0,01 km2) de áreas preservadas – o equivalente a meio estado de Sergipe. “Em geral, o Brasil investe muito pouco nas áreas de conservação da Amazônia”, diz o professor da Universidade de Miami, José Maria Cardoso da Silva, um dos autores do estudo. Outro fator que explica a diferença entre os valores, segundo o professor, é o modo como essas áreas estão distribuídas na Amazônia e na Europa: enquanto o sistema europeu é composto por centenas de pequenas unidades&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/preservar-80-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-do-que-europa-gasta-com-suas-areas-de-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/06/preservar-80-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-do-que-europa-gasta-com-suas-areas-de-protecao/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Há milhões de anos, Mar do Caribe inundou a Amazônia e transformou a biodiversidade da floresta</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/06/ha-milhoes-de-anos-o-mar-do-caribe-inundou-a-amazonia-e-transformou-a-biodiversidade-da-floresta/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/06/ha-milhoes-de-anos-o-mar-do-caribe-inundou-a-amazonia-e-transformou-a-biodiversidade-da-floresta/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>15 Jun 2022 07:08:36 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/06/10182813/amazon-frog-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189085</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Aves, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mamíferos, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Poluição, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Recursos hídricos, Répteis, Rios, Terras Indígenas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Novo estudo confirmou que a Amazônia Ocidental foi inundada pelas águas do Atlântico há menos tempo do que se pensava. O fenômeno contribuiu para a riqueza da biodiversidade da região, incluindo os golfinhos de água doce.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/ha-milhoes-de-anos-o-mar-do-caribe-inundou-a-amazonia-e-transformou-a-biodiversidade-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Há milhões de anos, Mar do Caribe inundou a Amazônia e transformou a biodiversidade da floresta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Os cientistas já sabiam que a área onde hoje se encontra a Floresta Amazônica ocidental foi no passado um megapântano – quase seis vezes o tamanho de Minas Gerais – periodicamente inundado pela água do mar. Agora, um novo estudo alega que a fonte desses fluxos marinhos era muito provavelmente o Mar do Caribe. E que outra inundação, mais tardia e muito mais significativa, contribuiu para a riqueza da biodiversidade da região como a conhecemos hoje, incluindo os golfinhos de água doce (botos). &#8220;O novo artigo confirma esta ligação entre o Caribe e a Amazônia&#8221;, disse Carina Hoorn, pesquisadora da Universidade de Amsterdã, que nos anos 1990 foi a primeira a sugerir a ideia de incursões marinhas na Amazônia ocidental. Pesquisas anteriores feitas por Hoorn e outros cientistas datam estes episódios do início da época do Mioceno (23 milhões a 16,3 milhões de anos atrás) e do Mioceno médio (14,9 milhões a 12,9 milhões de anos atrás). Desde então, estas &#8220;invasões do mar&#8221; têm sido objeto de vários estudos tentando aprofundar seu tempo, duração, intensidade e origem. O último estudo, publicado em março de 2022 por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos, defende que existiu um período muito mais intenso de incursões marítimas durante o final do Mioceno (11,1 milhões a 8,8 milhões de anos atrás). A pesquisa também apresenta evidências fósseis de que a fonte desta inundação foi o Mar do Caribe, com a água fluindo pelo que é hoje a Bacia do Rio Orinoco, na Venezuela. &#8220;Pesquisadores&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/ha-milhoes-de-anos-o-mar-do-caribe-inundou-a-amazonia-e-transformou-a-biodiversidade-da-floresta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/06/ha-milhoes-de-anos-o-mar-do-caribe-inundou-a-amazonia-e-transformou-a-biodiversidade-da-floresta/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Pesquisadores compilam o maior banco de fotografias da fauna amazônica</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/06/pesquisadores-compilam-o-maior-banco-de-fotografias-da-fauna-amazonia/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/06/pesquisadores-compilam-o-maior-banco-de-fotografias-da-fauna-amazonia/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>09 Jun 2022 07:05:25 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Liz Kimbrough]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/06/02164451/spectacled-bear-Tremarctos-ornatus-also-known-as-the-Andean-bear-2-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189051</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Anfíbios, Aves, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Queimadas, Répteis e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Pesquisadores reuniram mais de 154 mil registros de imagens feitas com armadilhas fotográficas na Floresta Amazônica, registrando 317 espécies de aves, mamíferos e répteis. Este é o primeiro estudo que reúne imagens desse tipo em toda a Amazônia nesta escala, abrangendo Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/pesquisadores-compilam-o-maior-banco-de-fotografias-da-fauna-amazonia/" data-wpel-link="internal">Pesquisadores compilam o maior banco de fotografias da fauna amazônica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Na maior floresta tropical do mundo, os animais selvagens rastejam, pulam, voam e rondam por todos os cantos. No entanto, a maior parte deles é hábil para se esconder dos humanos, o que faz com que seja difícil encontrá-los. Para consegui-lo, muitos pesquisadores lançam mão das armadilhas fotográficas &#8211; câmeras com sensor de movimento e camufladas em lugares estratégicos da floresta. Cientistas têm reunido diversos registros feitos por armadilhas fotográficas na Amazônia nas últimas décadas, mas até agora os dados permaneciam separados. Até agora: um grupo de pesquisadores reuniu mais de 154 mil imagens de armadilhas fotográficas espalhadas pela floresta, registrando 317 espécies: 185 de aves, 119 de mamíferos e 13 de répteis. O novo artigo, publicado na revista Ecology, tem como base os registros de 147 cientistas representando 122 instituições de pesquisas e foi liderado pelo  Centro Alemão de Pesquisa Integrativa em Biodiversidade (iDiv, na sigla em alemão) e pela Universidade Friedrich Schiller Jena. Na foto à esquerda, Omar Andy, Walter Andy e Abner Andy, parabiólogos do povo Kichwa no Parque Nacional Yasuní (Equador; na foto à direita, Miguel Ángel Pozo, do Ministério do Meio Ambiente do Equador, e Julia Salvador, da WCS Equador, fixando armadilhas fotográficas na floresta. Fotos: WCS Este é o primeiro estudo que reúne e padroniza imagens feitas com armadilhas fotográficas de toda a Amazônia nesta escala, abrangendo Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. “Este conjunto de dados fornece informações básicas sobre a presença e a abundância das espécies na floresta&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/06/pesquisadores-compilam-o-maior-banco-de-fotografias-da-fauna-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/06/pesquisadores-compilam-o-maior-banco-de-fotografias-da-fauna-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Alvo de patentes internacionais, rã amazônica sugere apropriação de conhecimento tradicional indígena</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/05/alvo-de-patentes-internacionais-ra-amazonica-sugere-apropriacao-de-conhecimento-tradicional-indigena/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/05/alvo-de-patentes-internacionais-ra-amazonica-sugere-apropriacao-de-conhecimento-tradicional-indigena/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Mai 2022 06:37:22 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jennifer Ann Thomas]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/05/16192145/Phyllomedusa_bicolor01a-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189006</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Amazônia, América Latina e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>De olhos esbugalhados e pele verde brilhante, a rã amazônica kambô (Phyllomedusa bicolor) é conhecida pelas propriedades medicinais de sua secreção, usada por diversos povos indígenas amazônicos. E ela já está chamando a atenção de empresas estrangeiras. Um novo estudo realizado pelo pesquisador Marcos Vinício Chein Feres, da Faculdade de Direito da Universidade Federal de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/alvo-de-patentes-internacionais-ra-amazonica-sugere-apropriacao-de-conhecimento-tradicional-indigena/" data-wpel-link="internal">Alvo de patentes internacionais, rã amazônica sugere apropriação de conhecimento tradicional indígena</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[De olhos esbugalhados e pele verde brilhante, a rã amazônica kambô (Phyllomedusa bicolor) é conhecida pelas propriedades medicinais de sua secreção, usada por diversos povos indígenas amazônicos. E ela já está chamando a atenção de empresas estrangeiras. Um novo estudo realizado pelo pesquisador Marcos Vinício Chein Feres, da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mostrou como esse caso ilustra a complexa relação entre o uso sustentável do patrimônio genético e o respeito ao Conhecimento Tradicional Associado (CTA), como é chamado o conjunto de informações que povos tradicionais adquirem por meio de sua experiência junto à natureza. “Percebemos que, para se configurar a indicação do Conhecimento Tradicional Associado, era necessário não só as propriedades químicas da secreção da rã, mas também os usos tradicionais praticados pelos indígenas”, explicou Feres. Ao cruzar dados do banco de patentes com relatos etnográficos associados aos usos tradicionais, Feres concluiu que há mais de quinze grupos indígenas que fazem uso da secreção da Phyllomedusa bicolor. Em seu estudo, o pesquisador identificou onze registros de patentes relacionadas ao anfíbio, todas feitas em países do Norte Global, incluindo Estados Unidos, Canadá, Japão, França e Rússia.Isso pode configurar uma violação às leis do Brasil e dos direitos de povos tradicionais. De acordo com Feres, que também é advogado, a pesquisa mostra como acontece o processo de apropriação de conhecimentos tradicionais associados a recursos genéticos da biodiversidade brasileira: “Esse tipo de apropriação fortalece a desigualdade entre países em desenvolvimento, ricos em biodiversidade, e países desenvolvidos,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/alvo-de-patentes-internacionais-ra-amazonica-sugere-apropriacao-de-conhecimento-tradicional-indigena/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/05/alvo-de-patentes-internacionais-ra-amazonica-sugere-apropriacao-de-conhecimento-tradicional-indigena/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>