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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Cientistas usam dados de garimpo para construir sistema de alerta de malária na Amazônia</title>
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					<pubDate>24 Set 2026 10:57:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Uma das maneiras de erradicar a malária é erradicar o garimpo.</p>
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							<![CDATA[Um estudo que detalha as ligações entre o garimpo ilegal e os casos de malária na Terra Indígena Yanomami conquistou o segundo lugar no Prêmio MapBiomas, anunciado em julho. O coletivo de pesquisa produz dados sobre o uso da terra no Brasil e reconhece iniciativas que utilizam essas informações para promover a conservação. O estudo analisou a explosão nos casos de malária durante o governo de Jair Bolsonaro (2019 &#8211; 2022), cujas políticas antiambientais incentivaram garimpeiros a invadir a maior terra indígena do Brasil, onde vivem 31.567 pessoas dos povos Yanomami e Ye’kwana. Os garimpeiros espalharam doenças, contaminaram os rios com mercúrio e afugentaram os animais que serviam de alimento para os indígenas, provocando uma crise humanitária no território, que cobre parte dos estados de Roraima e Amazonas. Utilizando imagens de satélite e dados do Ministério da Saúde, pesquisadores liderados por Marcia Castro, da Escola de Saúde Pública T.H. Chan, da Universidade de Harvard, nos EUA, descobriram que um aumento de 1% na área de garimpo na Terra Indígena Yanomami estava associado a um aumento de 24% nos casos mensais de malária. O estudo, publicado em novembro de 2025 na revista PLOS Neglected Tropical Diseases, mostra que a malária também aumentou em áreas sem atividade de mineração, mas utilizadas como rotas pelos garimpeiros. “O garimpeiro se move muito, porque é preciso trazer insumos e maquinário”, disse Castro à Mongabay. “Ao passar por essas áreas, você é um veículo do parasita enquanto caminha, e você pode ser picado pelo mosquito ao&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/cientistas-usam-dados-de-garimpo-para-construir-sistema-de-alerta-de-malaria-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>ANM enfrenta acusações por falhas no controle do ouro na Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Ago 2026 07:25:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>O MPF quer saber: como apenas 1 hectare de garimpo deu origem a 776 kg de ouro?</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/anm-enfrenta-acusacoes-por-falhas-no-controle-do-ouro-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">ANM enfrenta acusações por falhas no controle do ouro na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Ministério Público Federal no estado do Amazonas está processando a Agência Nacional de Mineração (ANM) por suposta omissão na fiscalização da exploração de ouro na Amazônia. A ação foi ajuizada no início de julho. Poucos dias depois, em 21 de julho, a Justiça Federal atendeu a outra ação movida em 2021 por procuradores do Pará e determinou que a ANM ampliasse a fiscalização das permissões de lavra garimpeira (PLGs), mais conhecidas como garimpos. A ofensiva judicial ocorre na esteira de investigações sobre corrupção envolvendo altos dirigentes da agência acusados de favorecer empresas de mineração em Minas Gerais. A ANM é responsável por autorizar e fiscalizar as atividades de mineração no Brasil, incluindo as atividades de garimpo, sujeitas a regras ambientais mais brandas do que as da mineração industrial. Segundo os procuradores do MPF, a falta de fiscalização e de regras claras transformou as PLGs em mecanismos para lavagem do ouro extraído de terras indígenas e unidades de conservação de proteção integral, onde a atividade é proibida. A ação judicial é baseada em irregularidades constatadas em relatórios do Greenpeace e do Tribunal de Contas da União. &#8220;A permissão de garimpo deixou de servir ao pequeno garimpeiro e, em muitos casos, virou papel de fachada para lavar ouro explorado por organizações criminosas”, afirmou o procurador da República André Porreca, responsável pelo caso, no site do Ministério Público Federal. O município de Itaituba, no Pará, é conhecido como a capital do garimpo ilegal de ouro na Amazônia. Foto: Fernando Martinho. A ANM&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/anm-enfrenta-acusacoes-por-falhas-no-controle-do-ouro-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mineração legal em terras indígenas ainda divide lideranças e especialistas</title>
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					<pubDate>06 Jul 2026 10:28:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Beatriz NogueiraRamana Rech]]>
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		<category><![CDATA[Povos Indígenas]]></category>
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							<![CDATA[<p>Ao longo dos anos, um argumento surge com frequência no debate sobre a mineração em terras indígenas (TIs): muitos políticos e especialistas defendem que a regulamentação da atividade poderia auxiliar o poder público no combate ao garimpo ilegal — um vetor de crises socioambientais em diferentes territórios originários no Brasil. Em março, a senadora Tereza [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Ao longo dos anos, um argumento surge com frequência no debate sobre a mineração em terras indígenas (TIs): muitos políticos e especialistas defendem que a regulamentação da atividade poderia auxiliar o poder público no combate ao garimpo ilegal — um vetor de crises socioambientais em diferentes territórios originários no Brasil. Em março, a senadora Tereza Cristina declarou, em audiência no Senado Federal, que a mineração em TIs “precisa estar garantida pela lei”. Segundo a parlamentar e ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), isso faria com que “a gente não tenha o [problema] que hoje temos de mineração ilegal, com danos ao meio ambiente e aos povos indígenas”. A tese, no entanto, passa longe de ser consenso, abrindo caminho para discussões em diferentes círculos do poder e da ciência. Conforme previsto na Constituição Federal, a pesquisa e a mineração de riquezas minerais em terras indígenas devem ser autorizadas pelo Congresso Nacional. O texto também cita a exigência de ouvir as comunidades afetadas e de assegurar a elas “participação nos resultados da lavra, na forma da lei”. Apesar disso, o Legislativo ainda não aprovou uma lei geral com a definição de regras para a atividade. E, de acordo com analistas, esse cenário pode gerar incertezas e um vácuo jurídico. A demora em legislar sobre o assunto, somada à ameaça do garimpo ilegal em áreas indígenas, foi foco de uma recente decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino. Em fevereiro, o magistrado determinou&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/mineracao-legal-em-terras-indigenas-ainda-divide-liderancas-e-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mineração ilegal de ouro transforma município de MT no mais violento da Amazônia</title>
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					<pubDate>29 Dez 2025 13:44:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[<p>Nos últimos dois anos, a explosão da mineração ilegal de ouro na vizinha Terra Indígena Sararé veio acompanhada de uma escalada da violência na pequena cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso, aponta o Atlas da Violência na Amazônia 2025. Localizada próxima à fronteira com a Bolívia, Vila Bela da Santíssima Trindade [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Nos últimos dois anos, a explosão da mineração ilegal de ouro na vizinha Terra Indígena Sararé veio acompanhada de uma escalada da violência na pequena cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso, aponta o Atlas da Violência na Amazônia 2025. Localizada próxima à fronteira com a Bolívia, Vila Bela da Santíssima Trindade registrou a maior taxa de mortes violentas intencionais em toda a Amazônia brasileira entre 2022 e 2024: 136 mortes por 100 mil habitantes. É mais de seis vezes a média nacional, de 20,8. “O agravamento da violência na região parece estar fortemente ligado à intensificação da mineração ilegal na Terra Indígena Sararé”, escreveram os autores do relatório. “É notável que Vila Bela da Santíssima Trindade não figurava entre as 50 cidades mais violentas em nossa última edição.” Habitada pelo povo Nambikwara, a Terra Indígena Sararé concentrou mais de 70% de todo o desmatamento em terras indígenas causado pela mineração ilegal de ouro na Amazônia brasileira. Cerca de 2 mil garimpeiros ilegais invadiram um território onde vivem aproximadamente 200 indígenas. Em Vila Bela da Santíssima Trindade, foram registradas 12 mortes violentas intencionais em 2022 e 17 em 2023. Em 2024, o número saltou para 42 — um aumento de 250% em três anos. Um número considerável para um município de apenas 16.774 habitantes. Várias das mortes registradas decorreram de disputas territoriais em áreas de garimpo ilegal e de confrontos armados entre garimpeiros e forças da polícia ambiental. Em 2024, quatro pessoas, incluindo uma jovem de 20&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/mineracao-ilegal-de-ouro-transforma-municipio-de-mt-no-mais-violento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Uma pequena terra indígena emerge como foco de mineração ilegal na Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Dez 2025 17:39:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[<p>Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a agosto de 2025, a mineração ilegal de ouro devastou mais de 3 mil hectares de floresta amazônica no território — equivalentes a 4% de sua área total, 67 mil hectares. A invasão de garimpeiros ilegais no território Sararé é relativamente recente. De acordo com um relatório do Greenpeace, apenas 78 hectares do território haviam sido impactados pela mineração até 2018. Esse número começou a crescer gradualmente a partir de 2021. Em 2023, estimava-se a presença de 250 a 300 garimpeiros na TI Sararé. Neste ano, agentes do governo estimam que cerca de 2 mil garimpeiros estejam operando na área. De janeiro a agosto deste ano, a TI Sararé registrou um desmatamento 85% maior do que o total combinado das outras nove terras indígenas mais afetadas no Brasil, que, juntas, perderam 640 hectares no mesmo período. Sararé não figurava entre os principais alertas de mineração até 2023, mas agora desponta como o território mais impactado pela mineração. A Terra Indígena Kayapó, localizada no estado do Pará, apareceu em segundo lugar em termos de área perdida para a mineração em 2024. Apesar de ser cerca de 49 vezes maior que a TI Sararé, perdeu quase 10 vezes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/uma-pequena-terra-indigena-emerge-como-foco-de-mineracao-ilegal-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Febre por minerais brasileiros  ‘abre porteira’ para avanço de exploração em terras indígenas</title>
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					<pubDate>10 Nov 2025 10:32:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Mineração, Ouro, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>A Constituição brasileira proíbe o garimpo ilegal em terras indígenas sob qualquer circunstância. No entanto, uma crescente demanda global pelos mais variados minérios tem levado garimpeiros a invadir territórios protegidos a despeito do que estabelece a lei. Essa tendência acontece em meio a uma expansão generalizada: desde 2018, a área usada para a mineração de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/febre-por-minerais-brasileiros-abre-porteira-para-avanco-de-exploracao-em-terras-indigenas/" data-wpel-link="internal">Febre por minerais brasileiros  ‘abre porteira’ para avanço de exploração em terras indígenas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A Constituição brasileira proíbe o garimpo ilegal em terras indígenas sob qualquer circunstância. No entanto, uma crescente demanda global pelos mais variados minérios tem levado garimpeiros a invadir territórios protegidos a despeito do que estabelece a lei. Essa tendência acontece em meio a uma expansão generalizada: desde 2018, a área usada para a mineração de ouro na Amazônia dobrou de tamanho — e, de 1985 para cá, cresceu 1.217%, com grande prevalência de pontos de produção ilegal. Enquanto isso, o valor do metal quase triplicou no mercado, atingindo um patamar recorde. Há pelo menos dois anos, o governo federal tem fechado o cerco aos garimpeiros ilegais, promovendo ações que desmantelam estruturas criminosas em terras indígenas. Segundo autoridades, na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, a maior do país, as operações já impuseram perdas de até R$ 500 milhões ao garimpo até a metade de outubro, reduzindo significativamente a área total afetada pela atividade. Já nas terras originárias dos Sararé, no Mato Grosso, e dos Munduruku, no Pará, as ações destruíram centenas de acampamentos, escavadeiras e depósitos que serviam para esconder equipamentos do garimpo e até mesmo armas utilizadas por organizações criminosas que operam nessas regiões. Tudo isso é parte de um extenso pacote que responde às crises humanitária e ambiental causadas pela mineração desenfreada em todo o Brasil. A prática leva o país a assistir a um aumento acelerado do desmatamento e da contaminação de rios pelo uso de mercúrio. Ao mesmo tempo, a violência associada à exploração mineral decola dentro&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/11/febre-por-minerais-brasileiros-abre-porteira-para-avanco-de-exploracao-em-terras-indigenas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Garimpos na Amazônia estimulam tráfico sexual na fronteira com a Guiana</title>
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					<pubDate>20 Jun 2025 09:36:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Brasil, Guiana, Roraima e Venezuela]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>A pobreza e a falta de fiscalização nas fronteiras contribuem para o aliciamento de jovens para a exploração sexual em garimpos no Brasil e em países vizinhos como a Guiana.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/garimpos-na-amazonia-estimulam-trafico-sexual-na-fronteira-com-a-guiana/" data-wpel-link="internal">Garimpos na Amazônia estimulam tráfico sexual na fronteira com a Guiana</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[BOA VISTA, Roraima — Após cruzar a fronteira de Lethem, na Guiana, um outdoor chama a atenção. A peça informa que o tráfico humano é um crime que deve ser denunciado. O alerta chocante quebra a sensação de tranquilidade das ruas repletas de lojas de produtos importados da China, muito procurados por comerciantes de Boa Vista. A fronteira, localizada em Bonfim, está a apenas 132 quilômetros da capital de Roraima. Separadas pelo Rio Tacutu, as cidades são facilmente acessíveis pela BR-401. Cruzei a fronteira sem passar por qualquer processo de fiscalização, apesar da presença de um posto da Polícia Federal na divisa. Ao longo de sete dias em Roraima, três fontes relataram que veículos de Boa Vista transportam por esta mesma fronteira, sem obstáculos, garotas aliciadas para exploração sexual em Lethem, onde existem bares que facilitam os encontros com garimpeiros da Guiana. No país vizinho, a prostituição é proibida e os garimpos são fiscalizados. Porém, fontes que pediram anonimato por razões de segurança disseram à Mongabay que a exploração sexual de jovens brasileiras e imigrantes, sobretudo venezuelanas, ocorre rotineiramente. Em geral, segundo as fontes, bares e outros ambientes frequentados por jovens em Boa Vista são alvos de aliciadoras a serviço de redes de crime organizado que têm investido fortemente em atividades de garimpo na Amazônia. Ao abordarem as vítimas com convites de viagens a trabalho e alta remuneração, elas usam roupas, joias e perfumes caros para atrair jovens pobres. O assédio também já foi observado nas imediações de escolas, comunidades&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/garimpos-na-amazonia-estimulam-trafico-sexual-na-fronteira-com-a-guiana/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia: garimpeiros ilegais driblam fiscalização contrabandeando ouro para a Venezuela</title>
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					<pubDate>26 Mai 2025 11:15:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Lei Ambiental, Mineração, Ouro e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2023, a Polícia Federal notou uma movimentação incomum no pequeno aeroporto de Santarém, no estado do Pará: venezuelanos aparentemente humildes comprando passagens caras de última hora e sempre pagando por bagagem extra. Em outubro, os agentes decidiram agir e prenderam um venezuelano tentando embarcar com 21 quilos de ouro escondidos em garrafas térmicas. Dois [&#8230;]</p>
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]]>
						</description>
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							<![CDATA[Em 2023, a Polícia Federal notou uma movimentação incomum no pequeno aeroporto de Santarém, no estado do Pará: venezuelanos aparentemente humildes comprando passagens caras de última hora e sempre pagando por bagagem extra. Em outubro, os agentes decidiram agir e prenderam um venezuelano tentando embarcar com 21 quilos de ouro escondidos em garrafas térmicas. Dois meses depois, outra situação atípica chamou a atenção das autoridades: um homem carregando 47 kg de ouro sofreu uma tentativa de assalto em Manaus. Seu plano, frustrado pelo ataque, era enviar a carga em um jato particular. Depois que um juiz autorizou a quebrar dos sigilos fiscal e telefônico dos suspeitos, os agentes federais descobriram que esses dois episódios estavam conectados e faziam parte de um esquema muito maior para enviar ouro ilegal da Amazônia brasileira para a Venezuela e, possivelmente, para a Guiana. Isso era uma novidade para os investigadores e um sinal de que os comerciantes ilegais de ouro vinham se sofisticando à medida em que as autoridades brasileiras fechavam o cerco. Depois de quatro anos sob a administração do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-22), cujas políticas e retórica impulsionaram o garimpo ilegal, Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao poder atacando a ilegalidade em duas frentes. Por um lado, os agentes ambientais retomaram as operações em áreas dominadas pelo garimpo. De outro, novas medidas administrativas dificultaram o comércio de ouro ilegal. “Notamos muito claramente que houve uma reestruturação do setor”, disse Raoni Rajão, pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), à Mongabay.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/amazonia-garimpeiros-ilegais-driblam-fiscalizacao-contrabandeando-ouro-para-a-venezuela/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Garimpo ilegal se instala a 1 km da segunda maior árvore da Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Mai 2025 08:06:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental e Queimadas]]>
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							<![CDATA[<p>Desde 2019, pesquisadores têm utilizado laser e realizado incursões na Amazônia brasileira para identificar árvores gigantes, que se elevam muito acima do dossel da floresta. Além de serem um patrimônio natural e científico, essas árvores desempenham um papel importante como reguladoras do clima, abrigam diversas outras plantas e animais e podem revelar segredos sobre o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/garimpo-ilegal-se-instala-a-1-km-da-segunda-maior-arvore-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Garimpo ilegal se instala a 1 km da segunda maior árvore da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Desde 2019, pesquisadores têm utilizado laser e realizado incursões na Amazônia brasileira para identificar árvores gigantes, que se elevam muito acima do dossel da floresta. Além de serem um patrimônio natural e científico, essas árvores desempenham um papel importante como reguladoras do clima, abrigam diversas outras plantas e animais e podem revelar segredos sobre o passado da floresta tropical. A maior árvore conhecida na Amazônia até o momento é um angelim-vermelho (Dinizia excelsa) de 88,5 metros de altura, com idade estimada entre 400 e 600 anos – capaz de absorver tanto dióxido de carbono quanto 1 hectare da floresta ao seu redor, segundo os cientistas. Ela está localizada no estado do Pará, onde o governo designou uma unidade de conservação para proteger esse santuário de gigantes. No vizinho Amapá, no entanto, a espécie tem sofrido ameaças crescentes. O estado abriga seis árvores gigantes, incluindo a segunda maior da Amazônia, um angelim-vermelho de 85 metros localizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru, gerida pelo governo estadual. O status de proteção da área, no entanto, não impediu que garimpeiros ilegais operassem a 1 quilômetro desse tesouro amazônico. O Ministério Público do Amapá (MP-AP) fez o alerta no final de março. Em outubro de 2024, o órgão já havia recomendado ao governo estadual a proteção das árvores gigantes e a criação de áreas de preservação permanente em um raio de 1 quilômetro ao redor de cada espécime. &#8220;A resposta do governo ainda é vaga&#8221;, disse Marcelo Moreira, o promotor que escreveu&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/garimpo-ilegal-se-instala-a-1-km-da-segunda-maior-arvore-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Jovens Yanomami recorrem a drones para vigiar seu território amazônico</title>
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					<pubDate>16 Abr 2025 14:21:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Soluções e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Na Terra Indígena Yanomami, a maior do Brasil, os líderes acreditam nas habilidades dos jovens para manter o legado de seus antepassados e garantir o futuro de um território cuja extensão equivale quase ao tamanho de Portugal.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/jovens-yanomami-recorrem-a-drones-para-vigiar-seu-territorio-amazonico/" data-wpel-link="internal">Jovens Yanomami recorrem a drones para vigiar seu território amazônico</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Quando garimpeiros ilegais começaram a invadir suas terras, há sete anos, muitos indígenas Yanomami se sentiram impotentes. Como vigiar um território quase do tamanho de Portugal, numa região remota da Amazônia, sem polícia, aviões ou tecnologia? Cerca de 20 mil homens invadiram a Terra Indígena (TI) Yanomami em busca de ouro e cassiterita, causando uma grave crise humanitária e ecológica. Os Yanomami fizeram diversos apelos ao governo federal. No entanto, o país estava sob o comando do presidente Jair Bolsonaro entre 2019 e 2022, que apoia mineração em terras indígenas, mesmo que essa atividade seja proibida em qualquer circunstância pela Constituição brasileira. O ex-presidente e sua equipe paralisaram todos os esforços para expulsar os invasores da TI Yanomami. Desamparados na maior terra indígena do país, em uma região remota que de fronteira com a Venezuela, os Yanomami concluíram que estavam sozinhos para proteger seu território. Em razão disso, em 2022, a Hutukara Associação Yanomami (HAY) buscou parcerias para implementar e organizar um projeto de capacitação de jovens para o uso de drones. Maurício Ye&#8217;kwana, diretor da HAY, começou a desenvolver o projeto em 2021, como participante da cúpula climática COP26, em Glasgow. Na ocasião, ele entrou em contato com financiadores europeus que decidiram apoiar a iniciativa de formação através da organização humanitária internacional CAFOD. Os 32.212 Yanomami e Ye&#8217;kwana, um grupo étnico que compartilha o território, não poderiam vigiar cerca de 10 milhões de hectares a pé e em canoas, mas com drones eles podem enxergar um pouco mais longe.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/jovens-yanomami-recorrem-a-drones-para-vigiar-seu-territorio-amazonico/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Repressão à mineração ilegal na Terra Indígena Munduruku mostra sucesso, mas temores persistem</title>
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					<pubDate>01 Abr 2025 16:03:42 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Pará]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Indígenas, Índios, Mineração, Ouro, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Terras Indígenas e Violência]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Na Amazônia, a operação para remover garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku, no Pará, resultou, até o momento, em uma redução nas atividades de mineração, conforme informado por autoridades governamentais e organizações Munduruku. No entanto, pequenos grupos de garimpeiros ilegais ainda permanecem, levantando temores entre os moradores de que a mineração seja retomada assim que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/repressao-a-mineracao-ilegal-na-terra-indigena-munduruku-apresenta-sucesso-mas-temores-persistem/" data-wpel-link="internal">Repressão à mineração ilegal na Terra Indígena Munduruku mostra sucesso, mas temores persistem</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[Esta é a primeira parte de uma série sobre a operação de expulsão de garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku. As partes dois, três, quatro e cinco serão publicadas em breve. Na Amazônia, a operação para remover garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku, no Pará, resultou, até o momento, em uma redução nas atividades de mineração, conforme informado por autoridades governamentais e organizações Munduruku. No entanto, pequenos grupos de garimpeiros ilegais ainda permanecem, levantando temores entre os moradores de que a mineração seja retomada assim que as forças de segurança se retirarem. “A primeira fase da operação já terminou, mas temos medo de que os garimpeiros não indígenas retornem. Mas graças a Deus, com essa operação, a entrada de garimpeiros não indígenas diminuiu consideravelmente”, disse à Mongabay João Kaba Munduruku, coordenador da Associação Indígena Pusuro, organização que apoia sete aldeias Munduruku da região do Médio Tapajós. Desde o início da Operação de Remoção da Terra Indígena Munduruku (OD-TIMU), em novembro de 2024, agentes do governo realizaram 523 ações, destruindo 90 acampamentos, 15 embarcações, 27 máquinas pesadas e 224 motores. O esforço coordenado do governo, que envolve o Exército, a Polícia Federal, o Ibama, a Funai e outras entidades, causou prejuízos de R$ 112,3 milhões aos criminosos. Crianças Munduruku brincando na Terra Indígena Sawré Muybu. Foto: Júlia Mente/Greenpeace. Indígena Munduruku no Rio Tapajós, próximo à Terra Indígena Sawré Muybu. Foto: Valdemir Cunha/Greenpeace. Outros aspectos da operação, como a escala de redução, não foram divulgados à Mongabay. O Ministério Público Federal no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/04/repressao-a-mineracao-ilegal-na-terra-indigena-munduruku-apresenta-sucesso-mas-temores-persistem/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Capital do ouro ilegal resiste a operações contra o garimpo na Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/09/capital-do-ouro-ilegal-resiste-a-operacoes-contra-o-garimpo-na-amazonia/</link>
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					<pubDate>27 Set 2024 18:33:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Pará]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Desmatamento, Garimpo, Mineração e Ouro]]>
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							<![CDATA[<p>ITAITUBA, Pará — José Maria Silva de Souza começa cedo os preparativos. Conhecido como Zé Maria, ele tem muitas coisas a fazer antes de rumar para seu garimpo de ouro. Uma parada no supermercado para comprar mantimentos, outra no posto de gasolina. Em outro ponto, quatro trabalhadores sobem na caçamba de sua caminhonete. Um pouco [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/capital-do-ouro-ilegal-resiste-a-operacoes-contra-o-garimpo-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Capital do ouro ilegal resiste a operações contra o garimpo na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[ITAITUBA, Pará — José Maria Silva de Souza começa cedo os preparativos. Conhecido como Zé Maria, ele tem muitas coisas a fazer antes de rumar para seu garimpo de ouro. Uma parada no supermercado para comprar mantimentos, outra no posto de gasolina. Em outro ponto, quatro trabalhadores sobem na caçamba de sua caminhonete. Um pouco mais adiante, uma mulher que trabalha como cozinheira também se junta ao grupo. Antes das 11h, a picape branca carregada de equipamentos e mantimentos percorre uma estrada enlameada a quase 100 quilômetros por hora. Logo atrás, nosso carro sofre para acompanhá-lo. Zé Maria está com pressa. Desde que agentes ambientais federais queimaram duas escavadeiras suas há algumas semanas, suas minas pararam de funcionar – e ele está perdendo dinheiro. “Aqui vivemos do garimpo, né?”, diz o homem forte, de 55 anos, cuja barba grisalha contrasta com a pele escura. “E o governo está em cima da gente, não podemos trabalhar.” Depois de dirigir por mais de 90 km, deixamos os veículos à beira da estrada e andamos cerca de 30 metros até as margens da floresta. No meio das árvores, uma máquina de 3 metros de altura, queimada, parece estranhamente fora de contexto. “Trouxemos ela para cá para tentar escondê-la”, diz Zé Maria. Zé Maria tinha duas retroescavadeiras que foram queimadas por fiscais ambientais, mas já está trabalhando para voltar ao garimpo. Foto: Fernando Martinho. A escavadeira de Zé Maria custa cerca de R$ 1,5 milhão. Diante do prejuízo, ele levou seus homens para tentar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/capital-do-ouro-ilegal-resiste-a-operacoes-contra-o-garimpo-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A mineração de ouro como atividade colonizadora na Amazônia brasileira</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/07/a-mineracao-de-ouro-como-atividade-colonizadora-na-amazonia-brasileira/</link>
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					<pubDate>30 Jul 2024 17:45:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Mayra]]>
					</author>
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											<reporting-project>
							<![CDATA[Uma tempestade perfeita na Amazônia]]>
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							<![CDATA[América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Conservação, Garimpo, Mineração, Ouro e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>O ouro foi fundamental para a colonização do Mato Grosso. Cuiabá foi fundada por bandeirantes São Paulo que descobriram ouro em 1719. Ao explorarem a região, encontraram ouro na parte superior do Rio Guaporé, o que levou à criação da primeira capital de Mato Grosso, Vila Bela da Santíssima Trindade, em 1731. Os depósitos de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O ouro foi fundamental para a colonização do Mato Grosso. Cuiabá foi fundada por bandeirantes São Paulo que descobriram ouro em 1719. Ao explorarem a região, encontraram ouro na parte superior do Rio Guaporé, o que levou à criação da primeira capital de Mato Grosso, Vila Bela da Santíssima Trindade, em 1731. Os depósitos de placer facilmente exploráveis logo se esgotaram, mas a ânsia por ouro foi reacendida durante a década de 1970, quando os garimpeiros se apressaram em explorar uma região com depósitos aluviais e saprolíticos em quatro grandes garimpos: Baixada Cuiabá, Serra de Aguapeí, Novo Xavantina e Alta Floresta-Juruena. A corrida do ouro nas décadas de 1970 e 1980 atraiu dezenas de milhares de garimpeiros para regiões antes remotas. Não há estimativas confiáveis da quantidade de ouro que eles extraíram, mas é amplamente aceito que o aumento demográfico e o capital derivado do ouro aceleraram o desenvolvimento da economia agrícola do estado. Muitos garimpeiros tornaram-se pequenos agricultores e pecuaristas, principalmente nos municípios do norte, onde o INCRA patrocinou meia dúzia de projetos de assentamento. Como no Pará, eles mantiveram o conhecimento e a propensão para explorar o ouro aluvial, o que mostrou um ressurgimento da atividade nos antigos garimpos localizados perto de Alta Floresta e Pontes e Lacerda. Na Baixada Cuiabana, uma dúzia de minas de placer de tamanho moderado se transformaram em operações de mineração a céu aberto, explorando depósitos de minério primário que usam cianeto para separar e concentrar o ouro elementar. Há três minas a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/a-mineracao-de-ouro-como-atividade-colonizadora-na-amazonia-brasileira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Indígenas venezuelanos enfrentam fome, doença e desespero em Manaus</title>
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					<pubDate>09 Jul 2024 08:14:16 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Paloma de Dinechin (texto) &amp; Nicola Zanin (fotos)]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Dinora Moraleda, de 33 anos, amamenta sua filha de 4 meses, sentada no chão de uma sala de 10 metros quadrados junto a oito familiares. Ela tosse seco, sintoma da pneumonia que pegou no prédio precário e insalubre onde mora, localizado na Cidade de Deus, um bairro pobre na zona norte de Manaus, capital do [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Dinora Moraleda, de 33 anos, amamenta sua filha de 4 meses, sentada no chão de uma sala de 10 metros quadrados junto a oito familiares. Ela tosse seco, sintoma da pneumonia que pegou no prédio precário e insalubre onde mora, localizado na Cidade de Deus, um bairro pobre na zona norte de Manaus, capital do Amazonas. Um ano antes, ela amamentava seu filho Jordi no mesmo prédio, mas ele morreu de pneumonia aos 18 meses porque ela não tinha dinheiro para levá-lo ao hospital. Dinora faz parte do povo Warao, a segunda maior comunidade indígena da Venezuela, com 30 mil integrantes, que antes tinha um modo de vida mais tradicional numa das regiões mais isoladas ao norte do país, no litoral da Amazônia. O nome Warao significa &#8220;povo do barco”. Eles consideram a Terra, chamada Hobah em sua língua, como um disco flutuando sobre um grande corpo d’água, e creem que tudo na natureza tem um espírito. Longe das florestas preservadas onde cresceram, agora a família sobrevive com apenas uma refeição por dia. Geralmente, uma porção de peixe e arroz. Dinora deixou o país em 2016, fugindo da crise econômica e humanitária; 26 familiares depois se juntaram a ela no Brasil. Indígena Warao carrega o filho doente em comunidade de Manaus. Foto: Nicola Zolin Menina Warao na comunidade de Cidade de Deus. Foto: Nicola Zolin O estado do Amazonas está repleto de comunidades Warao. Agora, cerca de 800 deles vivem em Manaus, a maioria na favela Cidade de Deus. Dinora&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/refugiados-warao-enfrentam-fome-doenca-e-desespero-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Prêmio Goldman homenageia investigação da Repórter Brasil que liga JBS ao desmatamento</title>
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					<pubDate>29 Abr 2024 15:09:50 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[André Schröder]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Marcel Gomes, secretário-executivo da Repórter Brasil, é um dos ganhadores do prestigiado Goldman Environmental Prize em 2024.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/premio-goldman-homenageia-investigacao-da-reporter-brasil-que-liga-jbs-ao-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Prêmio Goldman homenageia investigação da Repórter Brasil que liga JBS ao desmatamento</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em dezembro de 2021, seis grandes redes de supermercados europeus decidiram suspender a venda de produtos da gigante brasileira de carne bovina JBS por tempo indeterminado. O boicote foi anunciado após uma investigação da Repórter Brasil, em parceria com a ONG global Mighty Earth, relacionar diretamente produtos da JBS vendidos na Europa ao desmatamento dos ecossistemas mais ameaçados do Brasil, incluindo a Floresta Amazônica. O trabalho jornalístico revelou que o frigorífico brasileiro tinha comprado gado criado em áreas desmatadas ilegalmente por fornecedores indiretos, em um esquema de &#8220;lavagem de bois&#8221;. Em 29 de abril, Marcel Gomes, secretário-executivo da Repórter Brasil, recebeu o Prêmio Ambiental Goldman 2024 por liderar esse esforço investigativo. “É um prazer receber o prêmio por um trabalho jornalístico e ver esse campo do conhecimento valorizado”, disse Gomes à Mongabay por telefone. “Esse trabalho de investigação exigiu muito planejamento e dedicação, anos de definição de estratégias e implementação”. Outros cinco prêmios Goldman foram anunciados para seis ativistas: Alok Shukla, da Índia; Andrea Vidaurre, dos Estados Unidos; Murrawah Maroochy Johnson, da Austrália; Teresa Vicente, da Espanha; e Nonhle Mbuthuma e Sinegugu Zukulu, da África do Sul. O trabalho premiado da Repórter Brasil teve início em 2017, com a construção de uma plataforma própria para cruzar grandes massas de dados sobre a cadeia da carne bovina — multas ambientais, embargos, trabalho escravo e guias de transporte de gado entre fazendas fornecidos por órgãos públicos com ajuda da Lei de Acesso à Informação (LAI). Gomes disse que a ferramenta criada pela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/04/premio-goldman-homenageia-investigacao-da-reporter-brasil-que-liga-jbs-ao-desmatamento/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como sítios arqueológicos na Amazônia podem ajudar na luta por terras indígenas</title>
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					<pubDate>15 Fev 2024 15:53:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Michael Esquer]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A Amazônia é considerada o lar de povos indígenas que, há milhares de anos, já trabalhavam a terra de maneiras com as quais estamos familiarizados hoje. Eles construíram valas, lagoas, poços e outras estruturas que mostram que a floresta tropical não era &#8220;intocada&#8221;, como muitas vezes se acreditava, erroneamente. Séculos mais tarde, o desenvolvimento dessas [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A Amazônia é considerada o lar de povos indígenas que, há milhares de anos, já trabalhavam a terra de maneiras com as quais estamos familiarizados hoje. Eles construíram valas, lagoas, poços e outras estruturas que mostram que a floresta tropical não era &#8220;intocada&#8221;, como muitas vezes se acreditava, erroneamente. Séculos mais tarde, o desenvolvimento dessas populações foi violentamente interrompido com a chegada das primeiras embarcações europeias às Américas. A verdadeira extensão dos assentamentos amazônicos e da transformação da paisagem por essas populações indígenas, no entanto, permanece incerta, apesar dos esforços de pesquisadores. Agora, uma pesquisa recentemente publicada na revista Science revela uma estimativa sem precedentes do número de sítios arqueológicos pré-colombianos do tipo “obras de terra” ainda escondidas na floresta amazônica, tendo como base tanto estruturas já conhecidas quanto novas que foram descobertas e relatadas no estudo. Os pesquisadores descobriram mais de 20 construções de terra sob o dossel da floresta amazônica no total, o que inclui uma vila fortificada, sítios defensivos e cerimoniais, montanhas coroadas, monumentos megalíticos e sítios ribeirinhos em várzeas. Tudo isso graças a uma tecnologia avançada de sensoriamento remoto conhecida como LiDAR, que significa &#8220;Light Detection and Ranging&#8221; em inglês (Detecção e alcance de luz). Capaz de coletar informações sobre a estrutura da floresta e sobre o terreno abaixo da floresta, o sensor aéreo tem revolucionado a forma como as informações são obtidas sobre a superfície da Terra, permitindo descobertas arqueológicas em áreas densamente florestadas. Os autores do artigo estimam que pode haver mais de 10&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/como-sitios-arqueologicos-na-amazonia-podem-ajudar-na-luta-por-terras-indigenas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Tupinambás buscam se reconectar com a ancestralidade através de seus mantos sagrados</title>
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					<pubDate>17 Jan 2024 13:10:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Matheus Lopes Quirino]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>São chamados de Encantados as entidades ancestrais que fazem a ponte entre o mundo terreno e o mundo espiritual entre vários povos indígenas. Alguns dos contatos se dão a partir de sonhos, liturgias e danças, mas, para isso acontecer, é preciso existir uma conexão genuína, uma predestinação. Por exemplo: na mudança de estações, geralmente um [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[São chamados de Encantados as entidades ancestrais que fazem a ponte entre o mundo terreno e o mundo espiritual entre vários povos indígenas. Alguns dos contatos se dão a partir de sonhos, liturgias e danças, mas, para isso acontecer, é preciso existir uma conexão genuína, uma predestinação. Por exemplo: na mudança de estações, geralmente um pajé ou cacique entra em contato com esses seres místicos para receber provisões, informações sobre como será o ano para cada aldeia, como vão estar as estrelas. Essa troca com o sagrado funciona para questões cotidianas de cada povo, como nortear as lideranças em decisões importantes e receber informações sobre como será o ano para cada aldeia, por exemplo. Mas não só. Há alguns anos, a artista e ativista indígena Glicéria Tupinambá recebeu, em sonho, um chamado dos Encantados para resgatar um manto de seu povo com mais de 400 anos de idade. A peça estava na reserva técnica de um importante museu francês, portanto não seria possível trazê-la de volta ao país. Mas havia um outro caminho a ser tomado. “Em 2018, com a visita à reserva do Museu do Quai Branly, em Paris, eu tive acesso ao manto, e o manto falou comigo”, conta Glicéria em entrevista à Mongabay, sobre o acontecimento que a guiou até a vontade dos Encantados. “Então Ele [o manto] mostrou essa dimensão da feitura do manto por mãos de mulheres. As mulheres sendo portadoras do próprio manto. A partir daí, eu começo a confeccionar um manto em 2020,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/01/tupinambas-busca-se-reconectar-com-a-ancestralidade-atraves-de-seus-mantos-sagrados/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Primeira rede audiovisual de mulheres indígenas do país quer fazer das câmeras ferramenta de luta</title>
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					<pubDate>09 Jan 2024 06:40:59 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Matheus Lopes Quirino]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Katahirine poderia ser nome de observatório astronômico, ou de algum projeto ambicioso sobre o espaço sideral, mas nomeia a primeira rede audiovisual produzida por mulheres indígenas. A palavra, que na língua do povo Manchineri, do Acre, significa “constelação”, foi escolhida pelo coletivo por trazer a ideia de pluralidade, ao juntar em uma mesma plataforma vozes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/01/primeira-rede-audiovisual-de-mulheres-indigenas-do-pais-quer-fazer-das-cameras-ferramenta-de-luta/" data-wpel-link="internal">Primeira rede audiovisual de mulheres indígenas do país quer fazer das câmeras ferramenta de luta</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Katahirine poderia ser nome de observatório astronômico, ou de algum projeto ambicioso sobre o espaço sideral, mas nomeia a primeira rede audiovisual produzida por mulheres indígenas. A palavra, que na língua do povo Manchineri, do Acre, significa “constelação”, foi escolhida pelo coletivo por trazer a ideia de pluralidade, ao juntar em uma mesma plataforma vozes de vários territórios do país. Cada uma delas com brilho e câmera em mãos, juntas descobrem as possibilidades do fazer cinematográfico, ofício que, há alguns anos, poderia ser impraticável em lugares distantes dos grandes centros. Com a popularização de celulares, câmeras e apetrechos audiovisuais, hoje o cinema se faz presente na rotina de dezenas de mulheres indígenas Brasil adentro. Na Katahirine – Rede Audiovisual de Mulheres Indígenas, são 60 participantes que trabalham com projetos autorais, de ficção a documentários, filmando a realidade de comunidades de norte a sul do país. De todos os biomas, apenas o Pantanal (por enquanto) ainda não foi contemplado com uma integrante da rede — o que pode mudar em breve, conforme acredita a fundadora do projeto, a cineasta Mari Corrêa. Fundadora do Instituto Catitu, que mantém a Rede Katahirine, Corrêa desenvolve projetos de formação audiovisual com povos indígenas há 30 anos, desde que começou a dar oficinas no Parque Indígena do Xingu por meio do programa Vídeo nas Aldeias. Em suas atividades, a cineasta costumava misturar os participantes — homens, mulheres, velhos e crianças — para combater as diferenças, entre elas o etarismo. Mas, segundo ela, “em situações que tinham&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/01/primeira-rede-audiovisual-de-mulheres-indigenas-do-pais-quer-fazer-das-cameras-ferramenta-de-luta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Nova fronteira agrícola na Amazônia ameaça terras protegidas</title>
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					<pubDate>05 Out 2023 05:59:14 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Ana Ionova]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agropecuária, Água, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Grilagem, Incêndios, Infraestrutura, Mineração, Motores do Desmatamento, Ouro, Pecuária, Queimadas e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>O desmatamento na região sul do Amazonas, uma das áreas mais bem preservadas da Amazônia brasileira, está aumentando rapidamente à medida que garimpeiros ilegais, agricultores, pecuaristas e grileiros avançam na esteira da BR-319.</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA TENHARIM MARMELOS, AM &#8211; Em um ponto remoto da Amazônia, helicópteros da Polícia Federal pairavam sobre uma enorme clareira na floresta tropical. Abaixo deles, crateras e poças lamacentas de esgoto marcavam o solo. Quando o esquadrão fortemente armado pousou, encontrou uma área desmatada do tamanho de 118 campos de futebol no interior da Terra Indígena Tenharim Marmelos e do Parque Nacional dos Campos Amazônicos, duas reservas que deveriam estar sob estrita proteção federal. Rapidamente, eles incendiaram os acampamentos improvisados e o maquinário pesado usado pelos garimpeiros ilegais para extrair ouro do solo rico em minerais nas profundezas da floresta tropical. No total, as autoridades destruíram caminhões, motores, bombas e dragas no valor de 8 milhões de reais durante a missão, ocorrida em julho deste ano. A ação, parte de uma operação apelidada de “Retomada”, é a mais recente de uma série de tentativas do novo governo brasileiro para deter o rápido avanço do desmatamento e dos crimes ambientais que assolam o sul do estado do Amazonas, região que abriga alguns dos trechos mais bem preservados da Amazônia e alguns de seus rios mais importantes. “Esta é uma região realmente crucial, tanto ecologicamente quanto para regular o clima”, diz Paulo Moutinho, cientista sênior do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). “A floresta tropical é água. E conforme vemos o avanço do desmatamento, a floresta está secando.” Os quatro municípios que enfrentam os maiores níveis de destruição nesta região — Apuí, Novo Aripuanã, Manicoré e Humaitá — registraram juntos mais de 1,25 milhão&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/10/nova-fronteira-agricola-na-amazonia-ameaca-terras-protegidas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A jornada de sobrevivência dos indígenas venezuelanos refugiados em Belém</title>
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					<pubDate>18 Set 2023 08:04:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[João Paulo Guimarães]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Estima-se que 700 indígenas do povo Warao, originário do Delta do Rio Orinoco, vivam hoje na capital paraense; eles têm buscado refúgio na cidade depois de sofrer os impactos da crise econômica na Venezuela.</p>
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							<![CDATA[BELÉM, PA — Os indígenas Warao, etnia originária do Delta do Rio Orinoco na Venezuela, viviam da natureza, sustentando-se na pesca e no cultivo. Nos últimos anos, porém, como todos os venezuelanos, sofreram diretamente os impactos da crise econômica dependente do preço do petróleo, além do embargo por parte dos Estados Unidos. Sofrendo de miséria e fome, milhares de Warao imigraram para o Brasil em busca de refúgio e melhores condições de vida. Belém do Pará foi um dos principais destinos. Johnny Riva, de 41 anos, foi um deles. Ele vivia em Tucupita, cidade às margens do Orinoco, com sua esposa, Mariluz Mariano, e ainda três filhos, irmãos, tios e pai. Cruzando a fronteira por Roraima, a família toda percorreu cerca de 3,6 mil quilômetros, entre rios e estradas, para chegar a Belém. Eles estão entre os cerca de 6.800 refugiados Warao que hoje vivem no Brasil, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). &#8220;As maiores dificuldades pra gente lá eram a saúde, a comida, o combustível para a nossa rabeta”, conta Johnny Riva. “Lá nós éramos pescadores e nos sustentávamos com a venda do pescado, mas ficou muito difícil. A gente levava para a cidade para vender, mas as pessoas já não tinham dinheiro para comprar. Foi aí que decidimos vir embora porque não dava mais.&#8221; Hoje Johnny e sua família vivem em Outeiro, ao norte de Belém, em um aldeamento urbano com moradias precárias de frente para a Baía do Guajará. Os indígenas, porém,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/09/a-jornada-de-sobrevivencia-dos-indigenas-venezuelanos-refugiados-em-belem/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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