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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Philip Fearnside completa 50 anos de pesquisa na Amazônia</title>
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					<pubDate>03 Set 2026 12:54:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rhett Butler]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Clima, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Demarcação Territorial, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Resiliência climática e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A história de um pioneiro na pesquisa da Amazônia.</p>
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							<![CDATA[Em uma audiência pública realizada em setembro de 2021 em Manaus, Philip Fearnside leu uma declaração preparada para apresentar seus argumentos contra o reasfaltamento da BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho. Ele classificou o projeto como economicamente inviável, afirmou que o processo de licenciamento no Brasil era falho e alertou que a estrada provocaria um desmatamento “catastrófico”. A plateia começou a vaiar. Fearnside tentou seguir falando, em seu português com sotaque americano, por cima do barulho, até que alguém cortou seu microfone. Depois dele, falou Sérgio Kruke, do Movimento Conservador Amazonas, aliado declarado do então presidente Jair Bolsonaro. Kruke apontou para Fearnside e perguntou que direito um americano tinha de dizer aos brasileiros o que fazer com sua terra. Acrescentou que os brasileiros tinham o direito de derrubar todas as árvores da floresta, se assim quisessem. A plateia aplaudiu. “Esta casa é nossa!”, gritou Kruke. O clima foi completamente diferente no início de agosto no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Durante duas horas, pesquisadores e ex-alunos realizaram um evento em reconhecimento aos 50 anos de pesquisa de campo de Fearnside na Amazônia, trabalho que fez dele uma das principais autoridades científicas sobre a maior floresta tropical do planeta. O climatologista Carlos Nobre falou sobre como conheceu Fearnside no Inpa nos anos 1970, antes de sua própria carreira na área de estudos do clima decolar, e sobre a colaboração dos dois em medições pioneiras das trocas gasosas entre floresta e atmosfera. Susanna Hecht, professora da Universidade da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/philip-fearnside-completa-50-anos-de-pesquisa-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</title>
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					<pubDate>18 Ago 2026 10:30:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Emissões de carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Madeira, Madeireiras, Mineração, Motores do Desmatamento e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A floresta volta a cobrir uma estrada aberta pelo garimpo e revela o que está em jogo nas eleições deste ano.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2022, uma estrada ilegal com extensão equivalente a uma maratona completa, cortando duas áreas de proteção integral na Amazônia brasileira, ameaçou fazer aquilo que os ambientalistas mais temiam: partir ao meio o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, um mosaico de territórios indígenas e unidades de conservação que abrange cerca de 26 milhões de hectares entre o norte de Mato Grosso e o sul do Pará. Quatro anos depois, imagens de satélite revelaram que a estrada de 42,8 quilômetros sumiu, engolida pela floresta que voltou a crescer — algo raro de se ver na região. Seu desaparecimento contraria tudo o que costuma acontecer quando uma estrada surge na Amazônia. “Aqui, a estrada é o começo de tudo, o começo da devastação”, disse à Mongabay Bruno Ferreira, pesquisador da organização de conservação Imazon, que integra a rede de mapeamento MapBiomas. Em geral, as estradas amazônicas dão origem a uma série de novos ramais (legais ou ilegais) que brotam da via principal, criando o padrão de “espinha de peixe” nas imagens de satélite. Estudos do Imazon indicam que 95% do desmatamento na Amazônia acontece a até 5,5 km das estradas — o que significa que a pecuária e a extração ilegal de madeira teriam sido praticamente impossíveis de conter caso essa estrada tivesse se consolidado. Para as organizações que monitoram a região do rio Xingu, um dos principais afluentes do Amazonas, a inutilização dessa estrada é a prova de que a aliança entre a sociedade civil e um governo disposto a agir&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Valéria Paye: negociar com fundos indígenas exige &#8216;princípio da confiança’</title>
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					<pubDate>20 Mar 2026 07:41:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Alexandre de Santi*Holly Jonas*]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>As emoções estavam à flor da pele quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o reconhecimento formal de várias terras indígenas na COP30, a conferência climática da ONU realizada em Belém, em novembro de 2025. Para os povos de um desses territórios — a Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, com quase 22 mil km2, tamanho [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As emoções estavam à flor da pele quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o reconhecimento formal de várias terras indígenas na COP30, a conferência climática da ONU realizada em Belém, em novembro de 2025. Para os povos de um desses territórios — a Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, com quase 22 mil km2, tamanho similar ao estado de Sergipe —, foi um momento histórico de luta após décadas por reconhecimento e autodeterminação. Localizada entre o noroeste do Pará e o norte do Amazonas, a terra indígena foi homologada graças, em grande parte, ao esforço do Podáali — um dos muitos fundos liderados por indígenas que têm redesenhado o mapa do financiamento ambiental no Brasil. Esses fundos  são criados, geridos e administrados por lideranças  indígenas de diferentes povos, tendo como base  suas visões de mundo e valores, como respeito, reciprocidade e confiança. O  Podáali, Fundo Indígena para a Amazônia Brasileira, é um exemplo disso. Foram mais de dez anos de discussões e preparativos antes que a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) estabelecesse o fundo formalmente em 2020. Um dos objetivos do Podáali é possibilitar e ampliar o financiamento direto aos povos e movimentos indígenas, nos termos deles. Apesar da grande dimensão de seu papel na sustentabilidade e na defesa de um planeta saudável, os povos originários e suas organizações recebem uma pequena fração do financiamento filantrópico global. Um relatório de 2024 constatou a situação como “padrões consistentes de desigualdades generalizadas e sistêmicas”. “Se a gente, no campo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/valeria-paye-negociar-com-fundos-indigenas-exige-principio-da-confianca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Fim da moratória da soja pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia</title>
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					<pubDate>13 Fev 2026 08:28:46 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comércio Internacional, Commodities, Conservação, Corrupção, Crime Ambiental, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Monocultura, Política Ambiental, Queimadas e Soja]]>
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							<![CDATA[<p>Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Fim da moratória da soja pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Grandes traders de soja operando no Brasil anunciaram no início de janeiro o abandono de um dos acordos de desmatamento zero mais bem-sucedidos do mundo, conhecido como moratória da soja. Por meio desse pacto, firmado há duas décadas, as empresas se comprometem voluntariamente a não adquirir grãos cultivados em áreas desmatadas da Amazônia após 2008. Agora, com o novo anúncio, ressurge o temor de que a soja avance sobre a floresta. Segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), a saída de cena desses traders pode aumentar em 30% o desmatamento da Amazônia até 2045. O golpe de misericórdia veio da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). Representando alguns dos maiores traders de soja do mundo, como Cargill, Bunge, Amaggi e ADM, a associação anunciou no dia 5 de janeiro que &#8220;iniciou as tratativas para a desfiliação do Termo de Compromisso da Moratória da Soja&#8221;. O Brasil é o maior exportador de soja do mundo, e os membros da Abiove representam quase 45% desses embarques, segundo dados de 2022 da Trase, organização de rastreamento de commodities. A decisão ocorreu depois que uma nova lei entrou em vigor no Mato Grosso, o maior produtor de soja do país. A legislação, em vigor desde 1º de janeiro, permite que o governo estadual suspenda incentivos fiscais a empresas que adotem critérios ambientais além dos exigidos pela lei brasileira, como é o caso da moratória da soja. A lei está sendo contestada no Supremo Tribunal Federal. &#8220;A Abiove entende que&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/fim-da-moratoria-da-soja-pode-aumentar-em-30-o-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Uma pequena terra indígena emerge como foco de mineração ilegal na Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Dez 2025 17:39:33 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/uma-pequena-terra-indigena-emerge-como-foco-de-mineracao-ilegal-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Uma pequena terra indígena emerge como foco de mineração ilegal na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma pequena terra indígena é hoje responsável por cerca de 70% do desmatamento total em terras indígenas na Amazônia brasileira, segundo dados do governo. O impacto se deve à mineração ilegal de ouro. A Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é habitada por cerca de 200 pessoas do povo Nambikwara. De janeiro de 2024 a agosto de 2025, a mineração ilegal de ouro devastou mais de 3 mil hectares de floresta amazônica no território — equivalentes a 4% de sua área total, 67 mil hectares. A invasão de garimpeiros ilegais no território Sararé é relativamente recente. De acordo com um relatório do Greenpeace, apenas 78 hectares do território haviam sido impactados pela mineração até 2018. Esse número começou a crescer gradualmente a partir de 2021. Em 2023, estimava-se a presença de 250 a 300 garimpeiros na TI Sararé. Neste ano, agentes do governo estimam que cerca de 2 mil garimpeiros estejam operando na área. De janeiro a agosto deste ano, a TI Sararé registrou um desmatamento 85% maior do que o total combinado das outras nove terras indígenas mais afetadas no Brasil, que, juntas, perderam 640 hectares no mesmo período. Sararé não figurava entre os principais alertas de mineração até 2023, mas agora desponta como o território mais impactado pela mineração. A Terra Indígena Kayapó, localizada no estado do Pará, apareceu em segundo lugar em termos de área perdida para a mineração em 2024. Apesar de ser cerca de 49 vezes maior que a TI Sararé, perdeu quase 10 vezes&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/uma-pequena-terra-indigena-emerge-como-foco-de-mineracao-ilegal-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novo acordo visa agilizar esforços de proteção da floresta amazônica</title>
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					<pubDate>01 Dez 2025 10:26:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Abhishyant Kidangoor]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Clima, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas, Quilombolas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Um novo acordo que visa agilizar o monitoramento e a proteção da floresta amazônica foi anunciado na última Cúpula do Clima, a COP30. A Declaração de Mamirauá é um “compromisso unificado para proteger a inigualável biodiversidade e patrimônio cultural da Amazônia&#8221;. Trinta organizações de todo o mundo assinaram o acordo em um evento que ocorreu [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um novo acordo que visa agilizar o monitoramento e a proteção da floresta amazônica foi anunciado na última Cúpula do Clima, a COP30. A Declaração de Mamirauá é um “compromisso unificado para proteger a inigualável biodiversidade e patrimônio cultural da Amazônia&#8221;. Trinta organizações de todo o mundo assinaram o acordo em um evento que ocorreu durante a cúpula. O Instituto Mamirauá, a Universidade Politécnica da Catalunha e a Fundação XPRIZE lideraram os esforços para coordenar e promover a declaração. “A declaração é um chamado para reunir governos, ONGs, povos indígenas, comunidades locais e o setor privado para medir o pulso da floresta”, disse Emiliano Ramalho, diretor técnico-científico do Instituto Mamirauá, à Mongabay. “Olhando de cima, é possível dizer que a floresta está ali, mas para ver se ela está pulsando ou não, é preciso ir até lá e monitorar, e essa é a ideia-chave da declaração.” Sob uma estrutura unificado, a declaração tem como objetivo reunir iniciativas de longo prazo, porém dispersas, que vêm monitorando a floresta amazônica há anos. Um de seus maiores destaques é a participação ativa de povos indígenas e de comunidades locais nos esforços de monitoramento. A declaração também pede mais capacitação nos países que compõem a Bacia Amazônica. A declaração foi assinada por trinta organizações de todo o mundo para agilizar o monitoramento da biodiversidade na Floresta Amazônica. Imagem cedida pela Fundação XPRIZE. “Normalmente, são instituições do Norte Global obtendo dados do Sul Global e analisando esses dados”, disse Ramalho. “Precisamos promover a análise de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/12/novo-acordo-visa-agilizar-esforcos-de-protecao-da-floresta-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Por que as árvores da Amazônia estão ficando mais “gordas”?</title>
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					<pubDate>22 Out 2025 08:00:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Como as árvores da Amazônia têm reagido ao aumento das emissões de dióxido de carbono nos últimos séculos? É sabido que, entre os gases de efeito estufa, o CO2 é apontado como o principal responsável pelo aquecimento global. O mais recente relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), revelou que a concentração de carbono na atmosfera [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Como as árvores da Amazônia têm reagido ao aumento das emissões de dióxido de carbono nos últimos séculos? É sabido que, entre os gases de efeito estufa, o CO2 é apontado como o principal responsável pelo aquecimento global. O mais recente relatório divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), revelou que a concentração de carbono na atmosfera global teve em 2024 o maior salto anual já registrado desde o início das medições em 1957. Cientistas do clima são unânimes em afirmar que este aumento foi provocado pelas atividades humanas, sobretudo pela queima de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão e gás. Porém, para a surpresa de pesquisadores envolvidos em um novo estudo publicado recentemente na revista Nature Plants, as florestas maduras da Amazônia têm demonstrado uma forte resiliência frente às mudanças climáticas decorrentes do excesso de carbono na atmosfera — isso é relevante porque as árvores são consideradas sumidouros naturais de CO2, pela habilidade de absorvê-lo no processo de fotossíntese. E não só isso: as árvores amazônicas estão ficando mais “gordas”, com o tamanho da área de seu tronco aumentando em 3,3% a cada década. “Normalmente, não esperaríamos que o tamanho médio das árvores em uma área de floresta madura mudasse ao longo do tempo, desde que as taxas de crescimento e morte delas fossem geralmente estáveis”, explica Rebecca Banbury Morgan, pesquisadora da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e coautora do artigo. “Comparamos nossas observações com essa expectativa de ausência de mudança e descobrimos que o tamanho&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/por-que-as-arvores-da-amazonia-estao-ficando-mais-gordas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia tem recorde de emissão de carbono após surto de incêndios florestais em 2024</title>
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					<pubDate>20 Out 2025 07:53:26 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2024, a Amazônia registrou uma das temporadas mais devastadoras de incêndios florestais em mais de duas décadas, reacendendo alertas ambientais em toda a América do Sul. No caso do Brasil, a preocupação ressurge após uma redução generalizada dos números de desmatamento no bioma tropical durante o ano de 2023. Já este ano, enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e especialistas tentam desvendar uma relação anômala entre a derrubada da floresta e o aumento dos incêndios criminosos, um estudo do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia trouxe detalhes sobre os danos climáticos causados pela mais recente epidemia de fogo na região. Segundo a pesquisa publicada em maio, a degradação florestal gerada pelos incêndios foi responsável pela liberação de 791 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono (CO2) em 2024 — um número sete vezes maior se comparado à média vista nos dois anos anteriores. Mais ainda, pela primeira vez na história, as emissões de carbono diretamente relacionadas aos incêndios superaram as vindas do desmatamento. O Brasil, maior país amazônico, foi responsável por 61% das emissões, seguido pela Bolívia (32%), nação que convive há anos com numerosos focos de fogo em várias partes de seu território. “A escalada da ocorrência de incêndios, impulsionada pelas mudanças climáticas e pelo uso insustentável da terra, ameaça levar a Amazônia a um ponto de virada catastrófico”, diz o estudo. “Esforços urgentes e coordenados são cruciais para mitigar esses fatores e evitar danos irreversíveis ao ecossistema.” Somadas, as emissões decorrentes do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/10/amazonia-tem-recorde-de-emissao-de-carbono-apos-surto-de-incendios-florestais-em-2024/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Invasões se intensificam na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia</title>
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					<pubDate>14 Ago 2025 10:11:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Invasões ilegais na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia, voltaram a avançar, segundo lideranças indígenas que conversaram com a Mongabay após um alerta da organização global sem fins lucrativos Survival International. “Este ano tem sido muito difícil, porque há muitas pessoas em nosso território”, disse André Karipuna, cacique do povo Karipuna, à Mongabay em uma mensagem [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Invasões ilegais na Terra Indígena Karipuna, em Rondônia, voltaram a avançar, segundo lideranças indígenas que conversaram com a Mongabay após um alerta da organização global sem fins lucrativos Survival International. “Este ano tem sido muito difícil, porque há muitas pessoas em nosso território”, disse André Karipuna, cacique do povo Karipuna, à Mongabay em uma mensagem de áudio. “Identificamos novos locais [que estão sendo invadidos], um lugar que antes não havia sido perturbado e agora está sendo destruído.” Líderes Karipuna relataram à Mongabay dezenas de novas invasões, especialmente no sul do território, mas falta resposta das autoridades. Em julho de 2024, o governo federal realizou uma operação para retirar invasores da terra indígena. Funcionários destruíram 17 pontes e 38 rotas de acesso ilegais, além de outras infraestruturas ilícitas, informou o Ministério dos Povos Indígenas à Mongabay, por e-mail. Ninguém foi preso ou responsabilizado. Líderes indígenas afirmam que, após a operação, as atividades ilegais e invasões foram retomadas lentamente. Segundo o Global Forest Watch, mais de 10 mil hectares, ou 6,6% do território, foram desmatados entre 2001 e 2024. O pico ocorreu em 2022, com um recorde de perda florestal de 2 mil hectares, e imagens de satélite mostram que uma casa não-indígena foi construída perto de uma das áreas desmatadas. Em 2024, satélites registraram 194 hectares de perda florestal; os dados de 2025 ainda não foram quantificados. Segundo a lei brasileira, invasão ou ocupação de terras indígenas é um crime grave, respaldado pela Constituição e por um estatuto que aumenta as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/invasoes-se-intensificam-na-terra-indigena-karipuna-em-rondonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Brasil pede regras mais duras no comércio global para salvar pau-brasil da extinção</title>
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					<pubDate>04 Ago 2025 10:14:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>A árvore de madeira avermelhada e flores amarelas que dá nome ao Brasil está desaparecendo. Nativa da Mata Atlântica e exclusiva do território brasileiro, hoje a população do pau-brasil (Paubrasilia echinata) está restrita a cerca de 10 mil árvores espalhadas entre o litoral do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte; um declínio [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A árvore de madeira avermelhada e flores amarelas que dá nome ao Brasil está desaparecendo. Nativa da Mata Atlântica e exclusiva do território brasileiro, hoje a população do pau-brasil (Paubrasilia echinata) está restrita a cerca de 10 mil árvores espalhadas entre o litoral do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte; um declínio de 84% ao longo das últimas três gerações da planta. Os dados são do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora), que em 2024 elevou a classificação de risco de extinção da espécie de “em perigo” para “criticamente em perigo”. No período colonial, foi a cor vívida do pau-brasil que quase decretou seu fim, com mais de 500 mil árvores colocadas abaixo para atender à demanda europeia por corante vermelho para tecidos. A partir do século 19, a combinação ideal entre ressonância, durabilidade e flexibilidade da madeira colocaram a espécie na mira da indústria da música, que descobriu ser este o material perfeito para produzir arcos —  a haste de madeira com crina de cavalo usada para tocar violinos e violoncelos. “O pau-brasil realmente está em uma situação bem critica”, disse à Mongabay o analista ambiental do Ibama Felipe Bernardino Guimarães, referência nacional em identificação de madeira e autor de uma tese de mestrado sobre fraudes no comércio do pau-brasil. A exploração do pau-brasil para a fabricação de arcos de instrumentos musicais é a principal ameaça à espécie, diz o governo brasileiro. Foto: Felipe Bernardino Guimarães/Ibama Para tentar salvar este símbolo nacional, o Brasil propôs&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/brasil-pede-regras-mais-duras-no-comercio-global-para-salvar-pau-brasil-da-extincao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Restauração da Amazônia oferece redenção para créditos de carbono após escândalos em projetos REDD</title>
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					<pubDate>09 Mai 2025 12:23:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Em 2024, uma operação policial contra o maior produtor de créditos de carbono do Brasil marcou o ponto mais baixo da já longa crise de reputação dos projetos REDD. Grandes empresas que compraram créditos desses projetos de conservação florestal se viram de repente associadas a uma organização criminosa. REDD, sigla para “redução de emissões por [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 2024, uma operação policial contra o maior produtor de créditos de carbono do Brasil marcou o ponto mais baixo da já longa crise de reputação dos projetos REDD. Grandes empresas que compraram créditos desses projetos de conservação florestal se viram de repente associadas a uma organização criminosa. REDD, sigla para “redução de emissões por desmatamento e degradação florestal”, é uma metodologia baseada em um conceito simples: proteger áreas estratégicas de floresta ajuda a evitar emissões de gases de efeito estufa. Quem protege estas áreas pode vender créditos equivalentes às emissões evitadas para empresas que querem compensar sua pegada de carbono. No entanto, a organização alvo das autoridades brasileiras, liderada por Ricardo Stoppe, também lucrava com extração ilegal de madeira e grilagem no sul do Amazonas. O escândalo foi revelado primeiro pela Mongabay. E não era um caso isolado: segundo um estudo publicado pelo jornal britânico The Guardian, 90% dos créditos florestais certificados pela principal certificadora global, a Verra, não tinham valor. Outras investigações feitas por jornalistas e ONGs brasileiras revelaram empresas ocupando ilegalmente terras públicas ou lucrando com territórios de comunidades tradicionais sem seu consentimento. Em uma reportagem de dezembro de 2024, a Mongabay mostrou que parcerias entre desenvolvedores de projetos REDD e madeireiras com histórico de crimes ambientais são comuns na Amazônia. “Temos visto uma série de passivos, seja pela qualidade dos projetos, baixa integridade, falhas de diligência ou problemas metodológicos”, disse Gustavo Pinheiro, do Grupo Trie, ao Mongabay. “É uma longa lista de passivos que levou a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/restauracao-da-amazonia-oferece-redencao-para-creditos-de-carbono-apos-escandalos-em-projetos-redd/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Garimpo ilegal se instala a 1 km da segunda maior árvore da Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2025/05/garimpo-ilegal-se-instala-a-1-km-da-segunda-maior-arvore-da-amazonia/</link>
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					<pubDate>05 Mai 2025 08:06:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[<p>Desde 2019, pesquisadores têm utilizado laser e realizado incursões na Amazônia brasileira para identificar árvores gigantes, que se elevam muito acima do dossel da floresta. Além de serem um patrimônio natural e científico, essas árvores desempenham um papel importante como reguladoras do clima, abrigam diversas outras plantas e animais e podem revelar segredos sobre o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/garimpo-ilegal-se-instala-a-1-km-da-segunda-maior-arvore-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Garimpo ilegal se instala a 1 km da segunda maior árvore da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Desde 2019, pesquisadores têm utilizado laser e realizado incursões na Amazônia brasileira para identificar árvores gigantes, que se elevam muito acima do dossel da floresta. Além de serem um patrimônio natural e científico, essas árvores desempenham um papel importante como reguladoras do clima, abrigam diversas outras plantas e animais e podem revelar segredos sobre o passado da floresta tropical. A maior árvore conhecida na Amazônia até o momento é um angelim-vermelho (Dinizia excelsa) de 88,5 metros de altura, com idade estimada entre 400 e 600 anos – capaz de absorver tanto dióxido de carbono quanto 1 hectare da floresta ao seu redor, segundo os cientistas. Ela está localizada no estado do Pará, onde o governo designou uma unidade de conservação para proteger esse santuário de gigantes. No vizinho Amapá, no entanto, a espécie tem sofrido ameaças crescentes. O estado abriga seis árvores gigantes, incluindo a segunda maior da Amazônia, um angelim-vermelho de 85 metros localizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru, gerida pelo governo estadual. O status de proteção da área, no entanto, não impediu que garimpeiros ilegais operassem a 1 quilômetro desse tesouro amazônico. O Ministério Público do Amapá (MP-AP) fez o alerta no final de março. Em outubro de 2024, o órgão já havia recomendado ao governo estadual a proteção das árvores gigantes e a criação de áreas de preservação permanente em um raio de 1 quilômetro ao redor de cada espécime. &#8220;A resposta do governo ainda é vaga&#8221;, disse Marcelo Moreira, o promotor que escreveu&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/05/garimpo-ilegal-se-instala-a-1-km-da-segunda-maior-arvore-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Desmatamento se aproxima de povos isolados na última fronteira da Amazônia brasileira</title>
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					<pubDate>28 Mar 2025 08:59:29 +0000</pubDate>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>&#8220;Eles são curiosos em relação à gente, e a gente é curioso em relação a eles&#8221;. É assim que Daniel Cangussu descreve a recente interação com um pequeno grupo indígena que acaba de entrar em contato com o restante da sociedade no coração da Amazônia brasileira. &#8220;Ainda não conhecemos a língua deles, mas a comunicação [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[&#8220;Eles são curiosos em relação à gente, e a gente é curioso em relação a eles&#8221;. É assim que Daniel Cangussu descreve a recente interação com um pequeno grupo indígena que acaba de entrar em contato com o restante da sociedade no coração da Amazônia brasileira. &#8220;Ainda não conhecemos a língua deles, mas a comunicação é feita o tempo todo. Compartilhamos comida, a gente pesca para eles, eles nos acompanham nas caçadas&#8221;, disse o servidor da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). O grupo vive há séculos em uma das áreas mais preservadas da floresta amazônica, em uma região conhecida como Mamoriá Grande — nome de um afluente do Rio Purus que atravessa o território. O primeiro contato ocorreu no dia 12 de fevereiro, quando um jovem apareceu em uma comunidade ribeirinha da região, que fica entre os municípios de Tapauá e Lábrea, no sul do Amazonas. &#8220;Ele saiu da mata porque havia perdido o fogo&#8221;, disse Cangussu, que coordena a Frente de Proteção Etnoambiental Madeira-Purus da Funai, responsável por proteger os povos indígenas isolados desta área. Uma família indígena isolada, composta por um casal e um bebê, se perdeu do resto de seu grupo na região de Mamoriá Grande, no Amazonas. Foto: Daniel Cangussu/Funai. Após receberem alimentos e assistência médica, os agentes da Funai ajudaram o homem a retornar ao ponto da floresta de onde ele havia saído. Alguns dias depois, os agentes perceberam que ele ainda estava na mesma área, agora acompanhado pela família: uma mulher e um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/desmatamento-se-aproxima-de-povos-isolados-na-ultima-fronteira-da-amazonia-brasileira/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Suspensão de financiamento do governo americano já afeta projetos de conservação na Amazônia</title>
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					<pubDate>13 Mar 2025 15:29:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee Gabay]]>
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							<![CDATA[Uma série de programas de sustentabilidade, saúde e meio ambiente na floresta amazônica está em risco após o governo dos EUA anunciar, no primeiro dia do mandato do presidente Donald Trump, uma pausa de 90 dias em todos os financiamentos de ajuda externa, incluindo os da USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional). A medida gerou preocupação entre cientistas e conservacionistas, que, em entrevista à Mongabay, expressaram preocupação com os impactos na biodiversidade, nos meios de subsistência indígenas e na segurança na região. Eles alertaram que a suspensão temporária do financiamento afetará iniciativas de conservação lideradas pelas comunidades, além de programas essenciais no combate ao desmatamento ilegal e a outros crimes ambientais. Por outro lado, alguns argumentam que o financiamento da USAID trouxe desafios para as comunidades locais e que os possíveis impactos da pausa destacam os riscos da dependência da ajuda externa. Em certos casos, os impactos já são perceptíveis. Alguns programas de monitoramento territorial, responsáveis por financiar ações de proteção dos territórios indígenas, foram suspensos. Ivaneide “Neidinha” Bandeira Cardozo, residente na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, e coordenadora da Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, declarou à Mongabay que os EUA interromperam o financiamento de um programa de monitoramento territorial essencial para reduzir as invasões e o desmatamento ilegal em diversas terras indígenas da região. “Tivemos que suspender nossas atividades de monitoramento”, afirmou ela. “O problema é que estamos sob enorme pressão de grileiros e madeireiros, e agora se tornou ainda mais difícil conter as invasões. O&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/suspensao-de-financiamento-do-governo-americano-ja-afeta-projetos-de-conservacao-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Investigação detalha estratégias de um dos maiores grileiros da Amazônia</title>
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					<pubDate>17 Fev 2025 18:50:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Em 15 de fevereiro de 2021, o pecuarista brasileiro Bruno Heller assinou um contrato em que vendia a fazenda Serra Formosa a um de seus funcionários. Passados mais de dois anos, quando Heller foi alvo de uma grande operação da Polícia Federal contra a grilagem, ficou claro que a suposta venda foi o primeiro passo [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em 15 de fevereiro de 2021, o pecuarista brasileiro Bruno Heller assinou um contrato em que vendia a fazenda Serra Formosa a um de seus funcionários. Passados mais de dois anos, quando Heller foi alvo de uma grande operação da Polícia Federal contra a grilagem, ficou claro que a suposta venda foi o primeiro passo de um sofisticado plano para roubar e desmatar uma grande extensão de terras públicas. A data do contrato, 16 de março de 2006, era muito anterior à data em que o documento fora efetivamente redigido. Mas havia outros problemas. De acordo com investigadores, o contrato era uma obra de ficção. A propriedade de 3 mil hectares nunca foi de fato vendida para o funcionário de Heller, que era apenas um laranja – estratégia comum na Amazônia brasileira para evitar punições por atividades criminosas. Heller sabia que suas próximas ações não passariam despercebidas, e preparava o terreno para que as autoridades colocassem a culpa em outra pessoa. As investigações mostraram que a especialidade do fazendeiro não é nem o gado, nem o plantio, mas sim a grilagem de terras no sudoeste do Pará, às margens da BR-163 – um dos principais hotspots do desmatamento na Amazônia, onde grandes extensões de floresta foram desmatadas para dar lugar à pecuária bovina e às plantações de soja. Lá, no município de Altamira, perto do distrito de Castelo dos Sonhos, Heller e seus familiares registraram mais de 24 mil hectares de terra em seus nomes, equivalente à área urbana da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/investigacao-detalha-estrategias-de-um-dos-maiores-grileiros-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>‘A Mata Atlântica está morrendo’: entrevista com Ricardo Cardim</title>
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					<pubDate>13 Fev 2025 13:37:12 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Na casa de Ricardo Cardim, a mata subiu no telhado. No bom sentido: sobre sua cabeça e as de sua família agora prosperam dois microecossistemas: uma amostra de como eram os campos nativos da cidade de São Paulo (os chamados Campos de Piratininga) e uma “floresta-bonsai”: um exemplar de Mata Atlântica em formato reduzido, mas [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Na casa de Ricardo Cardim, a mata subiu no telhado. No bom sentido: sobre sua cabeça e as de sua família agora prosperam dois microecossistemas: uma amostra de como eram os campos nativos da cidade de São Paulo (os chamados Campos de Piratininga) e uma “floresta-bonsai”: um exemplar de Mata Atlântica em formato reduzido, mas com alta diversidade. “Isso aqui é um laboratório&#8221;, ele diz, referindo-se aos experimentos paisagísticos com espécies nativas que vem fazendo há décadas. Não só isso como todo o paisagismo de sua casa no bairro de Alto de Pinheiros é um grande laboratório doméstico da flora da Mata Atlântica, localizado a duas quadras de onde corre, moribundo, um Rio Pinheiros fétido, retilíneo e desprovido das florestas que um dia cresceram em suas margens. A Mata Atlântica vem sendo uma obsessão do botânico e paisagista Ricardo Cardim desde, quando adolescente, fotografava as grandes árvores do bioma que encontrava pelo caminho. Mal sabia que, anos mais tarde, essa busca se tornaria um livro: Remanescentes da Mata Atlântica: As grandes árvores da floresta original e seus vestígios, esgotado em sua primeira edição e relançado agora em versão ampliada, com 200 novas imagens. É, como ele diz, uma “história visual da Mata Atlântica”, onde reúne fotos históricas da floresta que já tombou e imagens atuais, captadas pelo fotógrafo Cássio Vasconcellos, das últimas árvores gigantes da floresta. Restam poucas, muito poucas, dessas árvores em uma floresta reduzida a 12,4% de sua extensão original, resultado de cinco séculos servindo como matéria-prima para&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/02/a-mata-atlantica-esta-morrendo-entrevista-com-ricardo-cardim/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Projeto em fazenda de gado busca proteger espécie de raposa que só existe no Brasil</title>
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					<pubDate>20 Jan 2025 17:05:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Letícia Klein]]>
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							<![CDATA[<p>CORUMBAÍBA, Goiás – Elas apareceram ao crepúsculo. O dia terminava em um céu mesclado de rosa e amarelo quando um filhote se mexeu na relva. A mãe surgiu em seguida, ruiva da cor da terra, pequena, delgada. Krahô-Kanela é uma mãe experiente, já teve pelo menos quatro ninhadas em seus seis anos estimados de vida. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/projeto-em-fazenda-de-gado-busca-proteger-especie-de-raposa-que-so-existe-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Projeto em fazenda de gado busca proteger espécie de raposa que só existe no Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[CORUMBAÍBA, Goiás – Elas apareceram ao crepúsculo. O dia terminava em um céu mesclado de rosa e amarelo quando um filhote se mexeu na relva. A mãe surgiu em seguida, ruiva da cor da terra, pequena, delgada. Krahô-Kanela é uma mãe experiente, já teve pelo menos quatro ninhadas em seus seis anos estimados de vida. A quantidade de parceiros não fica aquém: atualmente ela está com MacDonald, o quinto, padrasto de seus três novos filhotes. O ciclo da vida foi lhe tirando os parceiros, e também a ponta do rabo, mas ela segue resiliente na sua jornada em meio a áreas de gado no município goiano de Corumbaíba. A raposa-do-campo (Lycalopex vetulus), ou raposinha, é um animal pequeno, mas de superlativos: a menor entre as espécies de canídeo que ocorrem no Brasil é a única endêmica não só do Cerrado, mas também do país. É também a única que tem os cupins como sua principal fonte de alimento, o que a leva a viver em campos limpos e abertos do bioma, onde a vegetação é mais baixa e os cupinzeiros são mais aparentes. Costuma morar em buracos antes abertos por tatu-pebas. A ninhada nasce no mês de setembro, e a mãe e o pai dividem as tarefas na criação dos bebês, buscando comida e vigiando a toca para afugentar predadores. Os filhotes começam a desmamar em dezembro, e o cuidado parental vai diminuindo a partir de então. O pai e a mãe já não moram na mesma toca que os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/01/projeto-em-fazenda-de-gado-busca-proteger-especie-de-raposa-que-so-existe-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como sítios arqueológicos na Amazônia podem ajudar na luta por terras indígenas</title>
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					<pubDate>15 Fev 2024 15:53:26 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Michael Esquer]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Y. Eva Tan Conservation Reporting Fellowship]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A Amazônia é considerada o lar de povos indígenas que, há milhares de anos, já trabalhavam a terra de maneiras com as quais estamos familiarizados hoje. Eles construíram valas, lagoas, poços e outras estruturas que mostram que a floresta tropical não era &#8220;intocada&#8221;, como muitas vezes se acreditava, erroneamente. Séculos mais tarde, o desenvolvimento dessas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/como-sitios-arqueologicos-na-amazonia-podem-ajudar-na-luta-por-terras-indigenas/" data-wpel-link="internal">Como sítios arqueológicos na Amazônia podem ajudar na luta por terras indígenas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[A Amazônia é considerada o lar de povos indígenas que, há milhares de anos, já trabalhavam a terra de maneiras com as quais estamos familiarizados hoje. Eles construíram valas, lagoas, poços e outras estruturas que mostram que a floresta tropical não era &#8220;intocada&#8221;, como muitas vezes se acreditava, erroneamente. Séculos mais tarde, o desenvolvimento dessas populações foi violentamente interrompido com a chegada das primeiras embarcações europeias às Américas. A verdadeira extensão dos assentamentos amazônicos e da transformação da paisagem por essas populações indígenas, no entanto, permanece incerta, apesar dos esforços de pesquisadores. Agora, uma pesquisa recentemente publicada na revista Science revela uma estimativa sem precedentes do número de sítios arqueológicos pré-colombianos do tipo “obras de terra” ainda escondidas na floresta amazônica, tendo como base tanto estruturas já conhecidas quanto novas que foram descobertas e relatadas no estudo. Os pesquisadores descobriram mais de 20 construções de terra sob o dossel da floresta amazônica no total, o que inclui uma vila fortificada, sítios defensivos e cerimoniais, montanhas coroadas, monumentos megalíticos e sítios ribeirinhos em várzeas. Tudo isso graças a uma tecnologia avançada de sensoriamento remoto conhecida como LiDAR, que significa &#8220;Light Detection and Ranging&#8221; em inglês (Detecção e alcance de luz). Capaz de coletar informações sobre a estrutura da floresta e sobre o terreno abaixo da floresta, o sensor aéreo tem revolucionado a forma como as informações são obtidas sobre a superfície da Terra, permitindo descobertas arqueológicas em áreas densamente florestadas. Os autores do artigo estimam que pode haver mais de 10&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/02/como-sitios-arqueologicos-na-amazonia-podem-ajudar-na-luta-por-terras-indigenas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Como o derretimento da neve no Tibete pode estar conectado ao desmatamento da Amazônia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/05/como-o-derretimento-da-neve-no-tibete-pode-estar-conectado-ao-desmatamento-da-amazonia/</link>
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					<pubDate>08 Mai 2023 07:33:41 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Claire Asher]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Carbono, Certificação, Combustíveis Fósseis, Degradação, Desmatamento, Dióxido de Carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Gases de Efeito Estufa, Imagens de Satélite, Incêndios, Lei Ambiental, Política Ambiental, Poluição, Queimadas e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo recente analisou 40 anos de medições de temperatura do ar em mais de 65 mil locais ao redor do mundo para investigar como as mudanças em uma região se propagam através do sistema climático, afetando as temperaturas em outras partes do globo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/como-o-derretimento-da-neve-no-tibete-pode-estar-conectado-ao-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Como o derretimento da neve no Tibete pode estar conectado ao desmatamento da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Há um ditado recente, que se tornou popular entre os cientistas climáticos: &#8220;O que acontece no Ártico não fica no Ártico&#8220;. Agora, novas pesquisas acrescentam ao nosso entendimento que, da mesma forma, o que acontece na Floresta Amazônica não fica na Floresta Amazônica. Há cerca de um mês, pesquisadores informaram na revista Nature Climate Change que o desmatamento na Floresta Amazônica pode ter efeitos colaterais para o clima em regiões distantes, potencialmente pressionando elementos-chave do sistema climático global &#8211; no Planalto Tibetano e na camada de gelo da Antártica Ocidental &#8211; em direção a pontos de ruptura climática que podem ser catastróficos para a humanidade e para a biodiversidade de nosso planeta. O clima da Terra é controlado por uma complexa rede de interações entre sua atmosfera, oceanos, solos, gelo e biosfera. Os cientistas identificaram que as ações da humanidade estão atualmente levando elementos deste sistema a limites extremos, ou inclusive a pontos de inflexão, para além dos quais as mudanças se tornariam autossuficientes – fazendo com que todo o sistema terrestre se transforme em um novo estado possivelmente hostil à vida em suas formas atuais. &#8220;Os componentes do sistema Terra que têm um limiar crítico além do qual um sistema se reorganiza são chamados de elementos de ruptura&#8221;, explica o coautor do estudo Jingfang Fan, um cientista do sistema terrestre da Universidade Normal de Pequim, na China, e do Instituto Potsdam para Pesquisa de Impacto Climático (PIK), na Alemanha. Estes elementos de ruptura incluem o bioma Amazônia, as placas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/05/como-o-derretimento-da-neve-no-tibete-pode-estar-conectado-ao-desmatamento-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>&#8220;Mexendo em casa de abelha&#8221;: repórteres falam dos perigos e desafios de cobrir a Amazônia</title>
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					<pubDate>07 Mar 2023 06:30:26 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Carolina Conti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Certificação, Comunidades Tradicionais, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Garimpo, Imagens de Satélite, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Lei Ambiental, Mineração, Ouro, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Conversamos com jornalistas que há anos conhecem e relatam a Amazônia, e também vivenciam – com o corpo todo – a violência da região.  </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/03/jornalismo-na-floresta-reporteres-falam-dos-desafios-e-perigos-de-quem-cobre-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">&#8220;Mexendo em casa de abelha&#8221;: repórteres falam dos perigos e desafios de cobrir a Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[“Meninos, eu vi!”, expressão do poeta Gonçalves Dias que já integrou até bordão de novela, é uma máxima conhecida e usada no meio jornalístico. Quem vai a campo fazer reportagens, entrevista e testemunha fatos para depois reportar aos demais o que viu. E ouviu. Nesta matéria aqui, emprestamos o verso do maranhense para antecipar algumas conversas que tivemos com quem, há anos, não só conhece e relata a Amazônia, mas vivencia – com o corpo todo – sobretudo as violências da região. Segundo o grupo ambientalista Global Witness, aconteceram 20 assassinatos de ativistas ambientais no Brasil só em 2020. No ano passado, as mortes do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira foram, segundo o repórter Daniel Camargos, “um pesadelo que virou realidade” para quem – como ele – com frequência cobre o que se passa nos territórios amazônicos. De acordo com o Relatório de Violência e Liberdade de Imprensa publicado pela Fenaj, em 2022 os estados da região Norte somaram 38 casos de violência contra jornalistas, incluindo ameaças, intimidações, agressões físicas e verbais, prisões e assassinatos. São 22 casos a mais em relação a 2021. O Pará o líder no ranking da violência, com 21 casos. O repórter Daniel Camargos e o jornalista Dom Phillips, em São Félix do Xingu, no Pará, em meados de 2019, para reportagens que fizeram em parceria. Foto: João Laet/Repórter Brasil  Dom! Dá notícia! “Uma vez, em uma cobertura em Rondônia, eu e o fotógrafo que me acompanhava fomos abordados por policiais à&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/03/jornalismo-na-floresta-reporteres-falam-dos-desafios-e-perigos-de-quem-cobre-a-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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