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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Philip Fearnside completa 50 anos de pesquisa na Amazônia</title>
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					<pubDate>03 Set 2026 12:54:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rhett Butler]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Clima, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Demarcação Territorial, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Produtos da Floresta, Resiliência climática e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A história de um pioneiro na pesquisa da Amazônia.</p>
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							<![CDATA[Em uma audiência pública realizada em setembro de 2021 em Manaus, Philip Fearnside leu uma declaração preparada para apresentar seus argumentos contra o reasfaltamento da BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho. Ele classificou o projeto como economicamente inviável, afirmou que o processo de licenciamento no Brasil era falho e alertou que a estrada provocaria um desmatamento “catastrófico”. A plateia começou a vaiar. Fearnside tentou seguir falando, em seu português com sotaque americano, por cima do barulho, até que alguém cortou seu microfone. Depois dele, falou Sérgio Kruke, do Movimento Conservador Amazonas, aliado declarado do então presidente Jair Bolsonaro. Kruke apontou para Fearnside e perguntou que direito um americano tinha de dizer aos brasileiros o que fazer com sua terra. Acrescentou que os brasileiros tinham o direito de derrubar todas as árvores da floresta, se assim quisessem. A plateia aplaudiu. “Esta casa é nossa!”, gritou Kruke. O clima foi completamente diferente no início de agosto no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Durante duas horas, pesquisadores e ex-alunos realizaram um evento em reconhecimento aos 50 anos de pesquisa de campo de Fearnside na Amazônia, trabalho que fez dele uma das principais autoridades científicas sobre a maior floresta tropical do planeta. O climatologista Carlos Nobre falou sobre como conheceu Fearnside no Inpa nos anos 1970, antes de sua própria carreira na área de estudos do clima decolar, e sobre a colaboração dos dois em medições pioneiras das trocas gasosas entre floresta e atmosfera. Susanna Hecht, professora da Universidade da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/philip-fearnside-completa-50-anos-de-pesquisa-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</title>
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					<pubDate>19 Ago 2026 10:50:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia e Mato Grosso]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Estradas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Como um projeto em Mato Grosso reduziu drasticamente o número de animais atropelados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Era por volta das 7h da manhã, havia uma forte neblina, e o biólogo Gabriel Falquetto já tinha visto alguns animais atropelados na rodovia ES-164, no Espírito Santo. Ele estava a caminho da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Kaetés, na Mata Atlântica, onde trabalha com monitoramento da fauna e de atropelamentos na região. De repente, avistou no asfalto o corpo de um primata sem vida. Era um sagui-da-serra-claro (Callithrix flaviceps), espécie classificada como criticamente em perigo pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Estima-se que restem cerca de 2.500 indivíduos em vida livre. É um dos primatas mais ameaçados do planeta. “Foi extremamente doloroso e desanimador. Nós percorremos essa região diariamente monitorando a fauna e comemoramos cada encontro com grupos de saguis-da-serra-claro na floresta”, contou Gabriel à Mongabay. “Encontrar um indivíduo nessas condições causa um sentimento de tristeza e impotência. Além da perda daquele animal, o episódio nos lembra dos impactos que nossas atividades causam sobre a biodiversidade.” A cerca de 2.900 km dali, no município de Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso, casos como o do atropelamento do sagui-da-serra-claro, ocorrido em junho deste ano, não são registrados desde 2024. Desde então, foram instaladas oito pontes de dossel para conectar trechos de floresta fragmentada na estrada de acesso à cidade. Imagens de armadilhas fotográficas revelaram que, em 15 meses, as passagens aéreas de fauna proporcionaram 15 mil travessias seguras de animais arborícolas. E nenhum atropelamento. Instalação das primeiras pontes de dossel em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/</link>
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					<pubDate>18 Ago 2026 10:30:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Emissões de carbono, Florestas, Florestas Tropicais, Imagens de Satélite, Madeira, Madeireiras, Mineração, Motores do Desmatamento e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A floresta volta a cobrir uma estrada aberta pelo garimpo e revela o que está em jogo nas eleições deste ano.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">42 km de estrada ilegal desapareceram sob a floresta no Xingu; saiba por que</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2022, uma estrada ilegal com extensão equivalente a uma maratona completa, cortando duas áreas de proteção integral na Amazônia brasileira, ameaçou fazer aquilo que os ambientalistas mais temiam: partir ao meio o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, um mosaico de territórios indígenas e unidades de conservação que abrange cerca de 26 milhões de hectares entre o norte de Mato Grosso e o sul do Pará. Quatro anos depois, imagens de satélite revelaram que a estrada de 42,8 quilômetros sumiu, engolida pela floresta que voltou a crescer — algo raro de se ver na região. Seu desaparecimento contraria tudo o que costuma acontecer quando uma estrada surge na Amazônia. “Aqui, a estrada é o começo de tudo, o começo da devastação”, disse à Mongabay Bruno Ferreira, pesquisador da organização de conservação Imazon, que integra a rede de mapeamento MapBiomas. Em geral, as estradas amazônicas dão origem a uma série de novos ramais (legais ou ilegais) que brotam da via principal, criando o padrão de “espinha de peixe” nas imagens de satélite. Estudos do Imazon indicam que 95% do desmatamento na Amazônia acontece a até 5,5 km das estradas — o que significa que a pecuária e a extração ilegal de madeira teriam sido praticamente impossíveis de conter caso essa estrada tivesse se consolidado. Para as organizações que monitoram a região do rio Xingu, um dos principais afluentes do Amazonas, a inutilização dessa estrada é a prova de que a aliança entre a sociedade civil e um governo disposto a agir&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/apos-operacao-floresta-engole-estrada-ilegal-no-xingu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</title>
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					<pubDate>13 Ago 2026 07:00:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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										<author>
						<![CDATA[Karla Mendes]]>
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							<![CDATA[América, América Do Sul, América Latina, Bahia e Brasil]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Ativismo, Biodiversidade, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Cultura Indígena, Indígenas, Medicina tradicional, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Saúde, Socioambiental e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Como o etnobotânico indígena Pataxó HãHãHãi e anciãos registraram o conhecimento medicinal de seu povo na Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[TERRA INDÍGENA CARAMURU/PARAGUASSU, Bahia — Olhando para as montanhas secas e desmatadas ao redor de sua casa, Marta Xavier de Oliveira recordou-se de quando a área era uma floresta nativa. “Era dali que a gente tirava os remédios, fazia remédio quando a gente ficava doente”, disse Oliveira, conhecida como Dona Marta, de 87 anos, à Mongabay, em sua horta com várias plantas medicinais em sua terra ancestral no sul da Bahia. Ao lado da anciã indígena do povo Kariri-Sapuyá está uma grandiosa árvore embaúba (Cecropia pachystachya), usada para tratar diabetes e problemas de próstata. “Era ali a nossa mata… Derrubaram tudo. Tudo foi descampado aqui. E acabaram com a mata.” Dona Marta contou que algumas espécies nativas como a embaúba foram plantadas no quintal de sua casa na aldeia Caramuru há 44 anos, no processo de retomada do território. Outras, no entanto, desapareceram nas últimas décadas, quando invasores entraram na área e derrubaram florestas para dar lugar a pastagens de gado, acrescentou. Ela lamentou o sumiço de uma planta específica: puaia, usada para tratar dor de barriga, cansaço, picadas de cobra, peste — uma doença que, segundo os anciãos, provocava febre, dores de cabeça, e deixava o corpo todo retorcido  — e outras enfermidades. “Ficava ali na mata&#8221;, lembrou Dona Marta, apontando para as montanhas desmatadas. “Acabou tudo.” Em 27 de dezembro de 2025, Dona Marta faleceu. Seu conhecimento, no entanto, está vivo em um artigo publicado no Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine que a citou, de autoria do etnobotânico&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/como-o-primeiro-etnobotanico-indigena-e-anciaos-registraram-o-conhecimento-medicinal-de-seu-povo-na-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Planta secreta da Amazônia pode ser nova fonte de ibogaína para tratamento de dependência</title>
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					<pubDate>29 Jul 2026 10:45:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Jenny Gonzales]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[África e Amazônia]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Florestas, Produtos da Floresta, Saúde e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Há gerações, povos da África equatorial fazem uso da iboga (Tabernanthe iboga) em práticas espirituais. No Gabão, a planta ocupa um lugar central na tradição Bwiti. Um de seus componentes é a ibogaína, substância psicoativa que cientistas vêm estudando como possível ferramenta clínica no tratamento da dependência de drogas. Relatos sugerem que a ibogaína pode [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/planta-secreta-da-amazonia-pode-ser-nova-fonte-de-ibogaina-para-tratamento-de-dependencia/" data-wpel-link="internal">Planta secreta da Amazônia pode ser nova fonte de ibogaína para tratamento de dependência</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Há gerações, povos da África equatorial fazem uso da iboga (Tabernanthe iboga) em práticas espirituais. No Gabão, a planta ocupa um lugar central na tradição Bwiti. Um de seus componentes é a ibogaína, substância psicoativa que cientistas vêm estudando como possível ferramenta clínica no tratamento da dependência de drogas. Relatos sugerem que a ibogaína pode reduzir os sintomas de abstinência e a fissura por opioides como heroína e metadona, proporcionando um efeito que pode ser descrito como uma &#8220;reiniciação&#8221; neurobiológica. Embora o uso medicinal da ibogaína ainda não seja totalmente regulamentado, a crescente procura internacional pela substância — sobretudo por clínicas privadas para tratamento da dependência — tem estimulado a coleta ilegal e o contrabando da iboga, colocando a planta africana em risco. O arbusto leva até 30 anos para amadurecer e produz apenas 1 grama de ibogaína, e a extração tradicional geralmente requer arrancar a planta pela raiz, destruindo-a. A escassez levou o governo do Gabão a proibir sua exportação. Recentemente, uma descoberta foi feita na floresta amazônica, proveniente de uma espécie mantida em sigilo. A identidade dessa planta permanece um segredo rigorosamente guardado pelo pesquisador brasileiro Ricardo Marques, que passou quase dois anos localizando a planta e estudando sua ecologia. A espécie, segundo ele, contém um precursor químico que pode ser transformado em ibogaína por meio de um método de coleta novo e potencialmente sustentável, permitindo que a planta se regenere após a extração. Ao manter o nome em sigilo, enquanto capacita famílias locais para a sua coleta,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/planta-secreta-da-amazonia-pode-ser-nova-fonte-de-ibogaina-para-tratamento-de-dependencia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>“Amazônia não é uma só e enfrenta processos diferentes”, diz ecóloga do Inpa</title>
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					<pubDate>13 Jul 2026 17:59:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amaitê Santos]]>
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										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Amazônia, Biodiversidade e Conservação de Florestas Tropicais]]>
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							<![CDATA[<p>A ecóloga Flávia Costa dedica sua carreira a entender como as florestas amazônicas funcionam — e como respondem às transformações ambientais. Pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ela atua na área de ecologia vegetal e investiga um pouco de tudo: desde os efeitos da hidrologia sobre a estrutura das florestas até os [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/amazonia-nao-e-uma-so-e-enfrenta-processos-diferentes-diz-ecologa-do-inpa/" data-wpel-link="internal">“Amazônia não é uma só e enfrenta processos diferentes”, diz ecóloga do Inpa</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[A ecóloga Flávia Costa dedica sua carreira a entender como as florestas amazônicas funcionam — e como respondem às transformações ambientais. Pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ela atua na área de ecologia vegetal e investiga um pouco de tudo: desde os efeitos da hidrologia sobre a estrutura das florestas até os impactos das mudanças ambientais no funcionamento da biodiversidade amazônica. Em 2024, Costa recebeu o Prêmio Capes-Elsevier na região Norte do Brasil, concedido a cientistas mulheres com trabalhos de destaque no cenário nacional.  A especialista coordena pesquisas de longo prazo que, ao longo dos anos, acompanham a dinâmica da Amazônia em constante movimento. Seu trabalho mais recente envolve a colaboração em um estudo, realizado com mais de 160 pesquisadores de diversos países, sobre as mudanças na diversidade de espécies arbóreas entre os Andes e a Amazônia nas últimas quatro décadas.   &#8220;Muitas pessoas olham para uma floresta e pensam que árvore é árvore.&#8221; A frase dita por Flávia Costa ajuda a explicar por que muitas das mudanças que ocorrem  na Amazônia passam despercebidas. Para quem observa a floresta de longe, ela continua verde, viva e parece a mesma. No entanto, pesquisadores alertam que mudanças provocadas pelo aquecimento global e pelo desmatamento podem estar alterando a floresta de formas nem sempre visíveis à primeira vista. Em entrevista à Mongabay, Flávia Costa vai por esse caminho ao explicar por que não existe apenas uma Amazônia — e como a ciência enxerga essa afirmação.  Mongabay: Ao longo dos anos em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/07/amazonia-nao-e-uma-so-e-enfrenta-processos-diferentes-diz-ecologa-do-inpa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Solo ancestral da Amazônia pode impulsionar restauração florestal</title>
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					<pubDate>29 Jun 2026 08:09:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Evanildo da Silveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Um solo criado há séculos por populações indígenas amazônicas pode ajudar a acelerar a recuperação de áreas degradadas — e a transformar a forma como a restauração ecológica é vista no Brasil. Um estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena-USP), da Embrapa Amazônia Ocidental e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Um solo criado há séculos por populações indígenas amazônicas pode ajudar a acelerar a recuperação de áreas degradadas — e a transformar a forma como a restauração ecológica é vista no Brasil. Um estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena-USP), da Embrapa Amazônia Ocidental e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) mostrou que pequenas quantidades da chamada terra preta da Amazônia (TPA) foram capazes de aumentar significativamente o crescimento de árvores nativas em condições reais de campo. Os resultados, publicados em janeiro de 2026, chamaram a atenção de especialistas especialmente no caso do ipê-roxo (Handroanthus avellanedae), espécie encontrada tanto na Amazônia quanto na Mata Atlântica. Em apenas 180 dias, mudas cultivadas com pequenas quantidades de TPA apresentaram crescimento até 55% maior em altura e 88% em diâmetro de tronco em comparação com plantas cultivadas sem o solo antropogênico (resultante de ação humana). Em outra espécie amazônica, como o paricá (Schizolobium amazonicum), bastante utilizado no reflorestamento e na indústria madeireira por seu crescimento rápido, os achados também foram significativos: em média, essas plantas cresceram 20% mais e apresentaram tronco 15% maior em diâmetro. A professora Tsai Siu Mui, uma das autoras do estudo, entre árvores cultivadas com terra preta da Amazônia (à esquerda) e sem o uso do solo escuro (à direita), após seis meses de experimento. Foto cedida pela pesquisadora. O estudo reforçou o potencial científico da terra preta da Amazônia, também conhecida como “terra preta de índio”.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/solo-ancestral-da-amazonia-pode-impulsionar-restauracao-florestal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>A abordagem das mudanças climáticas na Colômbia, Peru, Equador e Bolívia</title>
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					<pubDate>26 Set 2025 20:26:35 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Timothy J. Killeen]]>
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							<![CDATA[<p>Colômbia, Peru e Equador assinaram o Pacto de Glasgow, um acordo vinculado à UNFCCC pelo qual, entre outros compromissos, os países concordam em interromper e reverter a perda de florestas até 2030. A Bolívia, embora não seja signatária desse componente do tratado climático, comprometeu-se a reduzir a perda florestal em oitenta por cento quando apresentou [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Colômbia, Peru e Equador assinaram o Pacto de Glasgow, um acordo vinculado à UNFCCC pelo qual, entre outros compromissos, os países concordam em interromper e reverter a perda de florestas até 2030. A Bolívia, embora não seja signatária desse componente do tratado climático, comprometeu-se a reduzir a perda florestal em oitenta por cento quando apresentou uma versão preliminar de sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês) à UNFCCC em 2022.Há muito tempo, as quatro nações têm políticas estabelecidas para criar áreas protegidas e reconhecer as terras indígenas, bem como mecanismos de zoneamento do uso da terra que, teoricamente, restringem a derrubada de florestas em terras privadas. Da mesma forma, todos lançaram vários programas ao longo de décadas para promover o desenvolvimento sustentável, o manejo florestal e o bem-estar social. No entanto, apesar dessas políticas, nenhuma delas tem leis comparáveis ao Código Florestal do Brasil, ou algo que se aproxime de uma estratégia nacional comparável ao PPCDAm. Os governos atuais da Colômbia e do Equador parecem estar buscando sinceramente uma solução para o desmatamento; seus homólogos no Peru e na Bolívia, no entanto, são abertamente ambivalentes. Em toda a Amazônia andina, as autoridades eleitas expressam apoio ao desenvolvimento com desmatamento zero, ao mesmo tempo em que toleram, ou até mesmo promovem, políticas que impulsionam o desmatamento. De forma preocupante, todos os países viram sua taxa média anual de desmatamento aumentar na última década. A borboleta Meneria Metalmark (Amarynthis meneria) no Parque Nacional do Manu, no Peru. Crédito: Rhett A.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/a-abordagem-das-mudancas-climaticas-na-colombia-peru-equador-e-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Incêndios criminosos podem estar por trás de novo ‘boom’ de desmatamento na Amazônia</title>
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					<pubDate>21 Jul 2025 07:56:38 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Clima, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Incêndios, Motores do Desmatamento e Mudanças climáticas]]>
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							<![CDATA[<p>Em 2025, a agenda ambiental brasileira caminha em uma encruzilhada. Enquanto os olhos do mundo se voltam para a cidade de Belém, futura sede da Conferência da ONU sobre Mudança do Clima (COP30), em novembro, vários alarmes soam na Amazônia em resposta a um aumento excessivo nos números de desmatamento. Apenas no mês de maio, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/incendios-criminosos-podem-estar-por-tras-de-novo-boom-de-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Incêndios criminosos podem estar por trás de novo ‘boom’ de desmatamento na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2025, a agenda ambiental brasileira caminha em uma encruzilhada. Enquanto os olhos do mundo se voltam para a cidade de Belém, futura sede da Conferência da ONU sobre Mudança do Clima (COP30), em novembro, vários alarmes soam na Amazônia em resposta a um aumento excessivo nos números de desmatamento. Apenas no mês de maio, a derrubada de floresta atingiu 960 km², um aumento de 92% em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente. As cifras, no entanto, pintam um quadro ainda mais chamativo: monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) já havia indicado em abril um aumento de 55% nos alertas de desmatamento este ano, dando a entender que uma tendência crescente — e em larga escala — estaria em andamento. As previsões foram corroboradas em julho em um relatório semestral do governo, também baseado em análises do Inpe: entre janeiro e junho de 2025, um total de 2.090 km² de áreas da floresta amazônica esteve sob alertas de desmatamento, um número que supera as estatísticas do primeiro semestre de 2024 em 27%; o valor também é o mais alto para o período desde 2023. Em nota, a pasta do Meio Ambiente disse que, durante os primeiros seis meses do ano, “as áreas sob alerta de ‘desmatamento com vegetação’, que correspondem a locais atingidos pelo fogo, cresceram 266%” na comparação ao mesmo período do ano anterior. Autoridades, agora, tentam desvendar o quebra-cabeça para entender os motivos por trás dos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/07/incendios-criminosos-podem-estar-por-tras-de-novo-boom-de-desmatamento-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Produtores rurais se tornam aliados na conservação da onça-pintada na região do Parque do Iguaçu</title>
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					<pubDate>30 Jun 2025 06:59:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Fauna, Felinos, Florestas, Mamíferos, Mata Atlântica e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>“É preciso acolher o medo e transformá-lo em encantamento, através da informação”, acredita a bióloga Yara Barros. Logo que assumiu a coordenação do Projeto Onças do Iguaçu, no Paraná, em 2018, ela sabia que, para o programa de conservação da onça-pintada (Panthera onca) ter sucesso, ele dependia de três pilares: pesquisa científica, engajamento e coexistência. [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“É preciso acolher o medo e transformá-lo em encantamento, através da informação”, acredita a bióloga Yara Barros. Logo que assumiu a coordenação do Projeto Onças do Iguaçu, no Paraná, em 2018, ela sabia que, para o programa de conservação da onça-pintada (Panthera onca) ter sucesso, ele dependia de três pilares: pesquisa científica, engajamento e coexistência. Isso porque a região no entorno do Parque Nacional do Iguaçu, que abriga a única população da espécie que cresce na Mata Atlântica, é repleta de propriedades rurais, locais que, por uma série de fatores, podem atrair esses felinos a predar animais domésticos. E aí, o que acontecia como resposta, com grande frequência no passado, era a caça por retaliação. Uma realidade que Yara estava disposta a mudar. “O objetivo era ter pessoas, o Parque Nacional do Iguaçu e as onças prosperando juntos”, diz ela. “Se dá para salvar felinos em qualquer lugar do mundo, é através da coexistência.” Criado em 1990, com foco principal no monitoramento e proteção da onça-pintada, por quase três décadas o projeto chamou-se Carnívoros do Iguaçu. Mas a equipe chegou à conclusão de que “carnívoros” representava justamente aquilo que dificultava o engajamento dos proprietários à iniciativa. O nome invocava a percepção, mesmo que subliminar, desses animais estarem prontos para caçar, o que disseminava o medo e o temor a eles. Rebatizado de Onças do Iguaçu, a principal meta era mostrar a fazendeiros e moradores dos dez municípios situados próximos ao parque que a equipe do projeto não se importava apenas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/produtores-rurais-se-tornam-aliados-na-conservacao-da-onca-pintada-na-regiao-do-parque-do-iguacu/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Falta de assistência à saúde permanece após expulsão de garimpeiros na TI Munduruku</title>
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					<pubDate>26 Jun 2025 08:18:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda WenzelKarla Mendes]]>
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							<![CDATA[Água, Ameaças à Amazônia, Biodiversidade, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Crime Ambiental, Florestas, Governança, Lei Ambiental, Mineração, Povos indígenas e Saúde]]>
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							<![CDATA[<p>&#8220;Hoje em dia a gente está mais doente que antes&#8221;. Foi assim que a líder indígena Hidelmara Kirixi descreveu as condições de saúde nas aldeias Munduruku, apesar das recentes operações do governo federal para combater a mineração ilegal que causou contaminação generalizada por mercúrio. &#8220;As mulheres grávidas não conseguem mais ter um filho por parto [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[&#8220;Hoje em dia a gente está mais doente que antes&#8221;. Foi assim que a líder indígena Hidelmara Kirixi descreveu as condições de saúde nas aldeias Munduruku, apesar das recentes operações do governo federal para combater a mineração ilegal que causou contaminação generalizada por mercúrio. &#8220;As mulheres grávidas não conseguem mais ter um filho por parto normal por causa disso&#8221;. Uma ampla gama de doenças ligadas à poluição e destruição trazidas pelo garimpo ilegal se espalhou nas terras indígenas do povo Munduruku, no Pará, como diarreia, coceira, gripe, febre, paralisia infantil e problemas cerebrais, afirma. &#8220;Crianças também nascem com essas doenças,&#8221; disse Kirixi, uma das coordenadoras da Associação de Mulheres Munduruku Wakoborũn, em entrevista em vídeo à Mongabay. Em novembro de 2024, o governo federal lançou uma operação para expulsar garimpeiros ilegais da Terra Indígena Munduruku. As autoridades destruíram 90 acampamentos, 15 embarcações, 27 máquinas de grande porte e 224 motores de garimpo, e aplicaram multas de R$ 24,2 milhões. No entanto, pouco foi feito para lidar com os problemas de saúde oriundos da destruição causada pela mineração de ouro, afirmam líderes indígenas e pesquisadores. &#8220;Vem a desintrusão dentro do território, mas não levam políticas públicas para o território, não levam saúde, não levam alimento, não levam nada. Simplesmente tiram [o garimpo] e deixam o povo abandonado&#8221;, Alessandra Korap, líder Munduruku e presidente da Associação Indígena Pariri, disse à Mongabay durante o Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Questões Indígenas, em Nova York. A atenção primária à saúde para os povos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/falta-de-assistencia-a-saude-permanece-apos-expulsao-de-garimpeiros-na-ti-munduruku/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Em Pernambuco, projeto militar e obra viária ameaçam área de conservação da Mata Atlântica</title>
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					<pubDate>25 Jun 2025 07:02:56 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Dantas]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Aves, Biodiversidade, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Desmatamento, Fauna, Mata Atlântica, Motores do Desmatamento, Primatas e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>A construção da Escola de Sargentos das Armas (ESA), anunciada em 2021, tornou-se um marco para a Região Metropolitana do Recife (RMR). Por contar com recursos assegurados pelo Exército Brasileiro na casa de R$ 1,8 bilhão, além de contrapartidas de infraestrutura do governo estadual, e diante da expectativa de geração de postos de trabalho, o [&#8230;]</p>
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]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A construção da Escola de Sargentos das Armas (ESA), anunciada em 2021, tornou-se um marco para a Região Metropolitana do Recife (RMR). Por contar com recursos assegurados pelo Exército Brasileiro na casa de R$ 1,8 bilhão, além de contrapartidas de infraestrutura do governo estadual, e diante da expectativa de geração de postos de trabalho, o projeto parecia promissor. No entanto, a proposta enfrenta a resistência da sociedade civil e de ambientalistas devido aos possíveis impactos ambientais no local que abrigará o empreendimento: a Área de Proteção Ambiental (APA) Aldeia-Beberibe. Compreendendo oito municípios em seus mais de 30 mil hectares de extensão, a APA acolhe o maior remanescente de Mata Atlântica no trecho entre os estados de Sergipe e Rio Grande do Norte. O pouco que sobrou da floresta tropical nesta parte do mapa é fundamental, uma vez que o bioma já perdeu quase 90% de sua área original no Brasil, como alertam especialistas. Para a área construída do complexo militar, estima-se o desmatamento de 94 hectares de floresta nativa, consequência de uma estrutura que deve receber 6 mil novos moradores. A ESA, porém, não é a única grande intervenção prevista: antes mesmo da escola, já havia no caminho a construção do chamado Arco Viário Metropolitano, que promete melhorar o tráfego em toda a RMR. O arco também gera preocupação, já que recortaria toda a área da APA, adicionando um novo fator de risco à natureza. Somados, os dois projetos intensificam a pressão urbana dentro e ao redor da unidade de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/06/em-pernambuco-projeto-militar-e-obra-viaria-ameacam-area-de-conservacao-da-mata-atlantica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Por que os morcegos da Mata Atlântica estão cheios de metais tóxicos no corpo</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/12/por-que-os-morcegos-da-mata-atlantica-estao-cheios-de-metais-toxicos-no-corp/</link>
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					<pubDate>30 Dez 2024 09:08:06 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Mata Atlântica]]>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos e Mata Atlântica]]>
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							<![CDATA[<p>Os morcegos desempenham um papel fundamental na saúde dos ecossistemas florestais enquanto polinizadores, dispersores de sementes e controle de insetos considerados pragas agrícolas. Mas de acordo com uma nova pesquisa, os morcegos e os serviços ecossistêmicos que oferecem estão ameaçados na Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, onde grande parte das áreas naturais foram degradadas pela [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Os morcegos desempenham um papel fundamental na saúde dos ecossistemas florestais enquanto polinizadores, dispersores de sementes e controle de insetos considerados pragas agrícolas. Mas de acordo com uma nova pesquisa, os morcegos e os serviços ecossistêmicos que oferecem estão ameaçados na Mata Atlântica, bioma altamente fragmentado, onde grande parte das áreas naturais foram degradadas pela atividade agrícola e a mineração, aumentando a exposição da vida selvagem a metais pesados tóxicos. Cientistas da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia, retiraram amostras de pelos de morcegos de áreas variadas no estado – incluindo pastagens, monoculturas de eucalipto e café e agrofloresta de cacau – e testaram o material para a presença de três metais: chumbo, manganês e cobre. “Descobrimos que os morcegos que vivem em áreas cuja paisagem é dominada pela agricultura intensiva ou por pastagens têm níveis mais altos de metais tóxicos no organismo, especialmente chumbo e manganês”, revela Julián Barillaro, líder do estudo e pesquisador de Ecologia da conservação na Universidade de Santa Cruz. Segundo ele, isso provavelmente se deve ao uso de agrotóxicos e combustíveis que contêm chumbo. A redução do habitat natural também pode ser uma das causas do aumento dessa exposição. O uso intensivo de agrotóxicos em plantações de eucalipto pode ser a razão da contaminação dos morcegos. Foto cedida por Ivana Cardoso. Outros fatores, como as diferentes espécies e o sexo dos morcegos, não afetaram a bioacumulação, levando os autores a crer que os animais entraram em contato direto com os metais pesados ao descansarem&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/por-que-os-morcegos-da-mata-atlantica-estao-cheios-de-metais-toxicos-no-corp/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Projeto de cosméticos sustentáveis assegura renda a comunidades na Amazônia</title>
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					<pubDate>12 Dez 2024 08:07:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Marion Frank]]>
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							<![CDATA[<p>Inovação, na Amazônia, começa quando, envolve quem e responde a quê? Pode ser a quebra da casca do tucumã (Astrocaryum vulgare), fruto de uma palmeira de caule espinhoso, comum no nordeste do Pará. No passado, era feita com martelinho, horas de trabalho sobretudo feminino, de quem também cuidava da casa e dos filhos, à espera [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Inovação, na Amazônia, começa quando, envolve quem e responde a quê? Pode ser a quebra da casca do tucumã (Astrocaryum vulgare), fruto de uma palmeira de caule espinhoso, comum no nordeste do Pará. No passado, era feita com martelinho, horas de trabalho sobretudo feminino, de quem também cuidava da casa e dos filhos, à espera do marido, agricultor extrativista. Acontece que o tal fruto, aberto, revela um tesouro natural para a saúde do rosto e do corpo, por exemplo. Foi por isso que consultores da cidade apareceram para criar um maquinário que facilitasse a quebra – logo rejeitado pela comunidade por não ser prático nem eficiente. Entraram então em cena lideranças locais, que aplicaram o conhecimento adquirido na lide com o tucumã. E aí&#8230; &#8230;. Foi um tal de virar a máquina pelo avesso, modificando a posição das pás e alterando polias e roldanas até dar a força exata de impacto, otimizada pela instalação de energia elétrica (antes, era movida a pedal). Fazia-se necessário abrir a casca, dura feito rocha, sem prejudicar em demasia a polpa da amêndoa ou semente (laranja, de onde se extrai óleo) e a massa interna (branca, da qual se faz manteiga vegetal). O resultado pode ser exibido em toneladas: das oito por mês, produzidas com o martelinho pela família extrativista, hoje contam-se oito por dia, graças à máquina aperfeiçoada. “O fruto deixou de ser entregue in natura para chegar às mãos do cliente pré-beneficiado, sinal de autossuficiência e empoderamento da comunidade”, salienta Diana Gradissimo, pesquisadora-sênior&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/projeto-de-cosmeticos-sustentaveis-assegura-renda-a-comunidades-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novas espécies de sapos dão pistas sobre a história geológica da Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Dez 2024 15:05:56 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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							<![CDATA[<p>Ele anunciou a própria morte. Cantava alto na boca da toca de uma aranha-caranguejeira. Então, foi capturado. Por pesquisadores. Foi por causa do canto diferente que o sapo, batizado Neblinaphryne imeri, chamou a atenção dos cientistas que andavam em solo íngreme e lamacento, no novembro chuvoso de 2022, no alto de um pico na Serra [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Ele anunciou a própria morte. Cantava alto na boca da toca de uma aranha-caranguejeira. Então, foi capturado. Por pesquisadores. Foi por causa do canto diferente que o sapo, batizado Neblinaphryne imeri, chamou a atenção dos cientistas que andavam em solo íngreme e lamacento, no novembro chuvoso de 2022, no alto de um pico na Serra do Imeri, divisa entre o estado do Amazonas e a Venezuela. “Essa foi a expedição mais difícil que eu já fiz na minha vida”, conta Miguel Trefaut Rodrigues, que tem mais de 40 anos de experiência em viagens de campo e liderou a equipe de 14 pesquisadores durante os 12 dias de acampamento no topo de uma montanha, a quase 1.900 metros de altitude. O Pico do Imeri, que nem os indígenas Yanomami visitam por causa da dificuldade de acesso, e também porque naquela altitude não habitam presas de peso, como mamíferos grandes, só foi alcançada pela equipe de pesquisadores com o apoio do Exército Brasileiro e de seu helicóptero. Essa foi a segunda expedição liderada por Rodrigues em colaboração entre pesquisadores e o Exército nessa região da Amazônia. A primeira expedição ocorreu em 2017 no Pico da Neblina, que fica a 80 km do Pico do Imeri. Ambas as montanhas estão em áreas protegidas: a Terra Indígena Yanomami e o Parque Nacional do Pico da Neblina. Na expedição ao Pico da Neblina também foi coletada uma espécie de sapo nova para a ciência, que recebeu o nome de Neblinaphryne mayeri – em homenagem a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/12/novas-especies-de-sapos-dao-pistas-sobre-a-historia-geologica-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Novo plano de restauração pode deslanchar o Código Florestal, acreditam ambientalistas</title>
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					<pubDate>06 Nov 2024 15:39:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agrofloresta, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Reflorestamento e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Na programação do Brasil durante a 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16,  realizada em Cali, na Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro, grande destaque foi dado ao lançamento da nova versão do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, o Planaveg, que planeja reflorestar 12 milhões de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Na programação do Brasil durante a 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica – COP16,  realizada em Cali, na Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro, grande destaque foi dado ao lançamento da nova versão do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, o Planaveg, que planeja reflorestar 12 milhões de hectares até 2030. Especialistas ouvidos pela Mongabay demonstraram otimismo com o posicionamento brasileiro, mas apontam desafios para recuperar essa área, maior que o território de Portugal. Marcelo Elvira afirma que o Observatório do Código Florestal (OCF), onde atua como secretário-executivo, “está otimista com o novo Planaveg”, que considera resultado de um processo de construção coletiva liderado pelo Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). “A gente tem uma expectativa de que essa iniciativa possa deslanchar o Código Florestal”, afirma o ambientalista, que considera factível um impulso pela repercussão da COP16, embora aponte dilemas. “O Planaveg é uma direção. Mas essa não é somente uma iniciativa do governo federal, precisa dos governos estaduais também”, opina. Como parte dos desafios, o Termômetro do Código Florestal indica que o passivo ambiental dessa legislação — ou seja, trechos de vegetação nativa em terras privadas que foram desmatados, mas que, pelo código, não deveriam ter sido — é de 20,7 milhões de hectares. São contabilizados, nesses casos, Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal. A maior parte, segundo o OCF, é de Reserva Legal, com 17,8 milhões de hectares degradados. Rômulo Batista, porta-voz do Greenpeace Brasil, destaca&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/11/novo-plano-de-restauracao-pode-deslanchar-o-codigo-florestal-acreditam-ambientalistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Comunidades do Acre vivem drama com falta de água potável na seca amazônica</title>
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					<pubDate>23 Ago 2024 07:06:38 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Tácita Muniz]]>
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						<![CDATA[Mayra]]>
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							<![CDATA[<p>RIO BRANCO, Brasil — Rosineide de Lima, moradora da comunidade do Panorama, em Rio Branco, enfrenta uma luta diária pela sobrevivência em meio à seca severa que atinge a capital do Acre e a região. Em sua casa, onde vivem sete pessoas, o racionamento de água é uma realidade constante. “O meu poço seca mesmo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/comunidades-do-acre-vivem-drama-com-falta-de-agua-potavel-na-seca-amazonica/" data-wpel-link="internal">Comunidades do Acre vivem drama com falta de água potável na seca amazônica</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[RIO BRANCO, Brasil — Rosineide de Lima, moradora da comunidade do Panorama, em Rio Branco, enfrenta uma luta diária pela sobrevivência em meio à seca severa que atinge a capital do Acre e a região. Em sua casa, onde vivem sete pessoas, o racionamento de água é uma realidade constante. “O meu poço seca mesmo em agosto”, ela disse à Mongabay, preocupada com a saúde dos cinco filhos. “Por enquanto, ainda estou conseguindo tirar um pouco de água dele para lavar roupa uma vez na semana e fazer as coisas de casa, mas para beber comecei a comprar água mineral desde que meus filhos começaram a ter problemas de saúde, como desidratação.” Após viver uma seca extrema em 2023, a Amazônia já vem sentindo sinais de uma nova estiagem neste ano. Segundo especialistas, a seca de 2024 pode ser ainda pior. A estiagem já atinge 69% dos municípios da Amazônia, uma alta de 56% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, a comunidade de Panorama, na zona rural de Rio Branco (AC), tem cerca de 700 famílias. Foto: Tácita Muniz Panorama, localizada a pouco mais de 6 km do centro de Rio Branco, é uma das 31 comunidades rurais severamente afetadas pela seca que assola o estado. Embora fique a 800 metros das margens do Rio Acre, a comunidade não usa o poluído rio para abastecimento. As 700 famílias do local não têm água encanada e dependem de poços artesianos, que estão secando devido à baixa do&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/comunidades-do-acre-vivem-drama-com-falta-de-agua-potavel-na-seca-amazonica/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Monocultura de café avança sobre as florestas conservadas do sul da Bahia</title>
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					<pubDate>08 Ago 2024 09:54:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Comércio de Vida Selvagem, Comércio Ilegal, Commodities, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Tráfico de Animais Silvestres e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Entre 2008 e 2015, as lavouras de café no município de Una, sul da Bahia, se mantiveram em 25 hectares. Em 2020, alcançaram 60 hectares. Dois anos depois, a área plantada dobrou novamente, totalizando 119 hectares. Mais do que a quantidade de terra ocupada pela cafeicultura, indicada pelo Projeto MapBiomas, a velocidade com que ela [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/monocultura-de-cafe-avanca-sobre-as-florestas-conservadas-do-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Monocultura de café avança sobre as florestas conservadas do sul da Bahia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
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							<![CDATA[Entre 2008 e 2015, as lavouras de café no município de Una, sul da Bahia, se mantiveram em 25 hectares. Em 2020, alcançaram 60 hectares. Dois anos depois, a área plantada dobrou novamente, totalizando 119 hectares. Mais do que a quantidade de terra ocupada pela cafeicultura, indicada pelo Projeto MapBiomas, a velocidade com que ela avança é uma tendência que preocupa pesquisadores e ambientalistas, pois a região abriga remanescentes florestais consideráveis, onde vivem inúmeras espécies em risco de extinção. Especialistas temem, principalmente, pelo futuro do endêmico mico-leão-da-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas), também conhecido como mico-leão-baiano, cada vez mais ameaçado pela fragmentação de habitat. A perda de florestas para a agropecuária já encolheu sua população em 60% nas últimas três décadas – estima-se que existam entre 16 mil e 21 mil indivíduos hoje na natureza. Sua área de ocorrência também foi reduzida em 42% – de 22.700 km2 para 13.215 km2 no período. O desmatamento ilegal para diversos fins é uma realidade que também preocupa a equipe regional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), já que não poupa nem mesmo unidades de conservação (UC) sob a sua gestão. Não por acaso, em 2023, o órgão ambiental lavrou 57 Autos de Infração, dos quais 22 por desmatamento na Reserva Biológica (Rebio) de Una, no Refúgio de Vida Silvestre (Revis) de Una e no Parque Nacional (Parna) da Serra das Lontras (e sua zona de amortecimento). Multas de R$ 1.263.162,00 foram aplicadas. Também em 2023, uma operação do Ibama identificou 532,8 hectares&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/monocultura-de-cafe-avanca-sobre-as-florestas-conservadas-do-sul-da-bahia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Por que pesquisadores defendem o aumento de armadilhas fotográficas — sobretudo na Amazônia</title>
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					<pubDate>05 Ago 2024 17:52:18 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Spoorthy Raman]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina e Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Commodities, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas, Recursos hídricos e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Nas últimas três décadas, as armadilhas fotográficas nos proporcionaram uma rara e inédita visão da vida dos animais. Usadas por organizações de conservação, pesquisadores acadêmicos e projetos de ciência cidadã ao redor do mundo, as armadilhas fotográficas se tornaram referência no monitoramento da biodiversidade e no estudo de espécies pouco vistas na natureza. No entanto, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Nas últimas três décadas, as armadilhas fotográficas nos proporcionaram uma rara e inédita visão da vida dos animais. Usadas por organizações de conservação, pesquisadores acadêmicos e projetos de ciência cidadã ao redor do mundo, as armadilhas fotográficas se tornaram referência no monitoramento da biodiversidade e no estudo de espécies pouco vistas na natureza. No entanto, um estudo inédito publicado na revista Remote Sensing in Ecology and Conservation descobriu que as armadilhas fotográficas continuam ausentes de áreas que realmente poderiam se beneficiar delas. &#8220;Você pode pensar em uma armadilha fotográfica como um assistente automático e incansável que permanece no campo, faça chuva ou faça sol, dia e noite, [e] simplesmente captura [imagens ou vídeos de] qualquer coisa que passe na frente dela,” diz Jorge Ahumada, um biólogo tropical que lidera a maior plataforma de armadilhas fotográficas do mundo, chamada Wildlife Insights. “Ela está apenas coletando muita informação de maneira padronizada, algo que não seria possível para os humanos.” Com a biodiversidade do planeta declinando rapidamente devido às atividades humanas — da caça e a expansão agrícola à construção de estradas e a mineração —, dados de armadilhas fotográficas podem ajudar os conservacionistas a monitorar a saúde, os números e os comportamentos de diferentes espécies da vida selvagem. A ferramenta também pode nos dizer se ações específicas de conservação estão realmente funcionando. Isso só é válido se implantarmos armadilhas fotográficas nos lugares certos: pontos críticos de biodiversidade que enfrentam as maiores ameaças. No entanto, o novo estudo encontrou uma disparidade enorme entre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/08/segundo-estudo-faltam-armadilhas-fotograficas-onde-mais-elas-sao-necessarias-amazonia-e-um-dos-lugares/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mulheres ganham renda própria e liderança com a natureza do Pantanal</title>
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					<pubDate>29 Jul 2024 16:31:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Marion Frank]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[<p>Lá no mais profundo do Pantanal, onde a natureza impera sob os efeitos das mudanças climáticas, mulheres lutam para ganhar o próprio sustento, explorando o que aprenderam no convívio com irmãs, mães ou vizinhas. Os projetos Aguapé e Cumbaru, em andamento na região pantaneira desde março de 2023, são destaques dessa realidade. Ambos têm a [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Lá no mais profundo do Pantanal, onde a natureza impera sob os efeitos das mudanças climáticas, mulheres lutam para ganhar o próprio sustento, explorando o que aprenderam no convívio com irmãs, mães ou vizinhas. Os projetos Aguapé e Cumbaru, em andamento na região pantaneira desde março de 2023, são destaques dessa realidade. Ambos têm a VBIO (Vitrine da Biodiversidade Brasileira, plataforma online que faz a captação e o destino de recursos para projetos socioambientais) como parceira. Foi ela que atraiu o gigante na área de cosméticos, Avon, para aplicar a Repartição de Benefícios prevista na Lei da Biodiversidade em projetos que beneficiam o cotidiano de comunidades dessa área do país. “Uma das causas que a Avon defende é o fim da violência contra a mulher”, enfatiza Mariana Giozza, gerente de projetos da VBIO. “Por isso, apresentamos propostas de trabalho que contemplassem tanto a biodiversidade quanto o protagonismo feminino. ” Para acertar na escolha, a VBIO contou com a assistência da Rede Pantaneira, que representa comunidades tradicionais da região desde 2009. Onde as políticas públicas não conseguem chegar, seja por descaso ou ineficácia de diferentes esferas de governo, surge gente da terra para fazer a diferença. É o caso de Edinalda Pereira do Nascimento, de 34 anos, secretária-executiva da Rede Pantaneira e mãe solo de um “pantaneirinho” de 2 anos — ela diz ter preferido investir na maternidade independente, dada a insatisfação com os homens do lugar (“Marido? Ainda não encontrei&#8230;”). Natural de Barão de Melgaço, no Pantanal Norte, Edinalda conhece&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/07/mulheres-ganham-renda-propria-e-lideranca-com-a-natureza-do-pantanal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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