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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Brasil cria quatro reservas amazônicas e plano para pavimentar BR-319 avança</title>
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					<pubDate>14 Out 2026 17:32:10 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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							<![CDATA[<p>O governo federal criou quatro reservas de desenvolvimento sustentável na Amazônia para mitigar os impactos ambientais do controverso plano de pavimentação integral da BR-319. A rodovia atravessa uma das áreas mais preservadas da floresta amazônica e, segundo alertam ambientalistas, provocará o avanço do desmatamento. Em 8 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[O governo federal criou quatro reservas de desenvolvimento sustentável na Amazônia para mitigar os impactos ambientais do controverso plano de pavimentação integral da BR-319. A rodovia atravessa uma das áreas mais preservadas da floresta amazônica e, segundo alertam ambientalistas, provocará o avanço do desmatamento. Em 8 de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou os decretos que destinam mais de 668 mil hectares de floresta amazônica à proteção sob um modelo de uso sustentável, permitindo que os atuais moradores permaneçam no território e extraiam produtos florestais. “O governo federal está trabalhando para construir uma solução capaz de viabilizar a pavimentação da rodovia, ao mesmo tempo em que assegura a proteção ambiental e incentiva o desenvolvimento econômico sustentável na região”, afirmou João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, durante um evento de anúncio das novas unidades de conservação. Mapa: Andrés Alegria/Mongabay. Os decretos também criam zonas de amortecimento no entorno de três das quatro maiores reservas, garantindo algum grau de proteção a outros 109.718 hectares, embora a mineração possa ser autorizada nessas áreas. Construída durante a ditadura militar, na década de 1970, a BR-319 liga Manaus a Porto Velho, em Rondônia, mas acabou ficando em estado precário. O trecho central, com 339 km, torna-se praticamente intransitável na estação chuvosa, embora muitas pessoas ainda tentem percorrê-lo. Caminhão atolado na lama da BR-319. Imagem: Márcio Isensee e Sá/InfoAmazonia. Ao assumir o cargo, em 2019, o ex-presidente Jair Bolsonaro prometeu repavimentar integralmente a BR-319. A promessa não saiu&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/brasil-cria-quatro-reservas-amazonicas-e-plano-para-pavimentar-br-319-avanca/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>134 milhões de sementes recuperam encostas devastadas por tragédia em São Sebastião</title>
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					<pubDate>14 Out 2026 07:50:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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							<![CDATA[Alterações Climáticas, Clima, Mudanças climáticas, Reflorestamento, Resiliência climática e Tecnologia]]>
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							<![CDATA[<p>Em fevereiro de 2023, São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, viveu um dos piores desastres climáticos do Brasil. Em apenas 24 horas, choveu 683 milímetros, o maior volume já registrado nesse intervalo no país, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Inundações e deslizamentos deixaram 64 mortos e [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em fevereiro de 2023, São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, viveu um dos piores desastres climáticos do Brasil. Em apenas 24 horas, choveu 683 milímetros, o maior volume já registrado nesse intervalo no país, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Inundações e deslizamentos deixaram 64 mortos e milhares de desabrigados. “Já atuávamos naquela área há mais de dez anos e estudos demonstravam que a tragédia iria acontecer”, diz Fernanda Carbonelli, diretora executiva do Instituto Conservação Costeira (ICC). “Entre os mortos estavam 23 crianças. Elas não tiveram chance de sobreviver por omissão de governos — municipal, estadual e federal —, que sabiam do risco.” Além das perdas humanas, os deslizamentos de terra provocaram um enorme impacto ambiental. Mais de 200 hectares de Mata Atlântica foram devastados e abriram 853 cicatrizes no terreno. Para recuperar essas áreas, o ICC desenvolveu um projeto pioneiro, o Restaura Litoral. Ao longo dos últimos três anos, 134 milhões de sementes de espécies nativas foram dispersas com ajuda de drones. Com o projeto atualmente em fase final, mais de 80% das encostas já apresentam cobertura florestal. Área da Vila Sahy antes (2023) e depois da restauração (2026). Foto: Restaura Litoral. “Trabalhamos em um dos mais importantes contínuos florestais de Mata Atlântica do país. Sabíamos que a própria natureza promoveria a regeneração dessas áreas ao longo do tempo”, destaca o engenheiro agrônomo Andre Motta Waetge, coordenador do Restaura Litoral. “A proposta não foi substituir esse processo natural, mas acelerá-lo.” Ele&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/134-milhoes-de-sementes-recuperam-encostas-devastadas-por-tragedia-em-sao-sebastiao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Árvore exótica indiana domina as ruas de cidades do Semiárido paraibano</title>
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					<pubDate>13 Out 2026 07:36:36 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mariana Martins]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Brasil, Caatinga e Paraíba]]>
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							<![CDATA[Biodiversidade, Caatinga, Fauna, Insetos, Política Ambiental e Responsabilidade Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Estudo inédito mapeou 1.381 árvores em dez municípios da Paraíba; 80% não são nativas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/arvore-exotica-indiana-domina-as-ruas-de-cidades-do-semiarido-paraibano/" data-wpel-link="internal">Árvore exótica indiana domina as ruas de cidades do Semiárido paraibano</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Um estudo recentemente publicado pela Biotropica mapeou a vegetação presente nas  ruas em 10 municípios inseridos no clima semiárido da Paraíba e revelou um cenário preocupante na gestão da arborização regional: a presença elevada de plantas exóticas invasoras e  baixo número de representantes da flora nativa da Caatinga. As cidades que integraram o estudo foram Alagoa Grande, Cajazeiras, Campina Grande, Esperança, Guarabira, Patos, Pombal, Queimadas, São Bento  e Sousa.  A pesquisa avaliou a riqueza, a composição e a distribuição de árvores de rua por meio de amostragem, com amostras coletadas nos locais, e de classificação por satélite. Ao todo, os pesquisadores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) catalogaram 1.381 indivíduos pertencentes a 69 espécies. Os resultados indicam que aproximadamente 80% de todas as árvores registradas e 52 espécies identificadas não são nativas. O levantamento ainda revela que 60% do total dos indivíduos pertenciam a espécies classificadas como exóticas invasoras. O nim indiano (Azadirachta indica) respondeu isoladamente por 700 das 1.381 árvores contabilizadas — o equivalente a mais da metade de toda a amostragem da pesquisa. Estudos sobre arborização de ruas costumam se concentrar em capitais e metrópoles, deixando lacunas de amostragem em áreas do interior do estado, segundo os pesquisadores. Ao olhar para cidades de pequeno e médio porte do Semiárido, os cientistas identificaram que metade dos municípios analisados pode ser classificada como &#8220;antagônica à biodiversidade&#8221;, dada a escassez de espécies locais e a predominância da vegetação exótica. Árvore de nim (Azadirachta indica) na cidade de Thiruvaiyaru, na Índia. Foto:&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/arvore-exotica-indiana-domina-as-ruas-de-cidades-do-semiarido-paraibano/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mercúrio ameaça mais de 160 comunidades na bacia do rio Beni, na Bolívia</title>
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					<pubDate>12 Out 2026 18:06:39 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Iván Paredes Tamayo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Alimentação, Alimentos, Garimpo, Mineração, Pesca, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>A Mongabay constatou que 39 comunidades na Bolívia sofrem intoxicação por mercúrio e outras 125 enfrentam risco semelhante.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mercurio-ameaca-mais-de-160-comunidades-na-bacia-do-rio-beni-na-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mercúrio ameaça mais de 160 comunidades na bacia do rio Beni, na Bolívia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Gilberto Vaca Muiba teme que o mercúrio acumulado em seu corpo acabe lhe tirando a vida. Ainda assim, o medo não muda sua rotina: ele pega a velha vara de pescar, caminha até o rio e espera pacientemente pela refeição do dia. Ajoelhado em uma das margens do rio Beni, na Amazônia boliviana, Muiba aguarda que um peixe morda a isca para levar comida para casa. É uma tarde de julho na comunidade boliviana de Puerto Yumani, e ele acaba de fisgar um pequeno surubim. O peixe provavelmente está contaminado por mercúrio, mas ele o leva à mesa mesmo assim. Puerto Yumani é uma das cinco comunidades indígenas visitadas pela Mongabay ao longo de um trecho de 41 quilômetros do rio Beni. As outras quatro são Carmen Soledad e Puerto Motor, no município de Rurrenabaque, departamento de Beni, e Eyiyoquibo e Buena Vista, em San Buenaventura, no norte do departamento de La Paz. Todos esses territórios, pertencentes aos povos indígenas Tacana, Leco e Ese Ejja, estão expostos à contaminação por mercúrio que chega pelo rio. Por isso, o Beni é visto de duas formas: fonte de sustento das comunidades e origem de muitos de seus males. “Nós comemos peixe todos os dias, é nossa dieta comum, porque comprar carne ou frango é caro demais para nós. Nos rios, nós temos o nosso alimento, mas é exatamente esse alimento que está contaminado. E nós estamos sofrendo por causa disso”, disse Guido Alfaro, presidente da Central de Povos Indígenas de La Paz&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mercurio-ameaca-mais-de-160-comunidades-na-bacia-do-rio-beni-na-bolivia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nas margens dos rios</title>
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					<pubDate>12 Out 2026 16:32:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Água, Cerrado, Desmatamento, Motores do Desmatamento, Pecuária, Recursos hídricos, Rios e Silvicultura]]>
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							<![CDATA[<p>O Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa nas margens dos rios entre 1985 e 2025; uma redução de 27,6% em 40 anos. O dado faz parte de um levantamento divulgado nesta quinta-feira (8) pelo MapBiomas, uma rede de organizações que mapeia as mudanças no uso do solo no Brasil. A área é [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/cerrado-perdeu-139-milhoes-de-hectares-de-vegetacao-nas-margens-dos-rios/" data-wpel-link="internal">Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nas margens dos rios</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[O Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa nas margens dos rios entre 1985 e 2025; uma redução de 27,6% em 40 anos. O dado faz parte de um levantamento divulgado nesta quinta-feira (8) pelo MapBiomas, uma rede de organizações que mapeia as mudanças no uso do solo no Brasil. A área é equivalente à do estado do Amapá e engloba faixas de até 500 metros dos rios e de outros cursos d&#8217;água, independentemente de sua largura. Segundo o estudo, mais de um quarto (26,9%) de toda a perda líquida de vegetação nativa registrada no Cerrado no período aconteceu no entorno dos rios; a maior parte foi convertida em lavouras e pastos para gado. Desmatamento nas margens do rio Araguaia, próximo à divisa de Pará e Tocantins. Imagens: U.S. Geological Survey (USGS). “A vegetação nativa mantém o solo no lugar, reduzindo a erosão e o transporte de sedimentos, mas também contribui para diminuir os processos de assoreamento, que é a entrada de sedimentos dentro do rio”, explicou Bárbara Costa, analista de pesquisa do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e integrante da equipe Cerrado do MapBiomas, em entrevista à Mongabay. Além de ser a savana mais biodiversa do mundo, o Cerrado é considerado a caixa-d’água do Brasil, já que seus rios e nascentes contribuem para oito das doze grandes bacias hidrográficas do país. “O que acontece no Cerrado pode repercutir para além dos seus limites territoriais&#8221;, explica Costa. Segundo a pesquisadora, o assoreamento dos rios da região&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/cerrado-perdeu-139-milhoes-de-hectares-de-vegetacao-nas-margens-dos-rios/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Angola cria área protegida para salvar biodiversidade da Serra do Pingano</title>
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					<pubDate>09 Out 2026 17:15:32 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[David Tjyakala]]>
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										<author>
						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação da Vida Selvagem, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Florestas, Lei Ambiental e Unidades de Conservação]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>As últimas grandes áreas florestais remanescentes da Serra do Pingano, no norte de Angola, estão desaparecendo em ritmo acelerado, deixando a região cada vez mais “careca”. Nas últimas duas décadas, a Serra do Pingano central perdeu 43%  da sua cobertura florestal original, enquanto o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano (SPEE) perdeu 21%, o equivalente [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/angola-cria-area-protegida-para-salvar-biodiversidade-da-serra-do-pingano/" data-wpel-link="internal">Angola cria área protegida para salvar biodiversidade da Serra do Pingano</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[As últimas grandes áreas florestais remanescentes da Serra do Pingano, no norte de Angola, estão desaparecendo em ritmo acelerado, deixando a região cada vez mais “careca”. Nas últimas duas décadas, a Serra do Pingano central perdeu 43%  da sua cobertura florestal original, enquanto o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano (SPEE) perdeu 21%, o equivalente a 536 quilômetros quadrados de floresta. Os dados constam no artigo publicado na Nature Ecology &amp; Evolution, em janeiro.  O texto é um pedido de socorro e alerta assinado por onze pesquisadores de diferentes países, incluindo dois angolanos. Depois de anos de apelo, em Abril deste ano, o governo de Angola criou a Área de Conservação da Serra do Pingano.   Localizado na província do Uíge, o Ecossistema Florestal da Serra do Pingano é formado por várias cadeias montanhosas densamente arborizadas e constitui uma área de elevada importância biológica. O Pingano é um ecossistema de transição entre a floresta tropical e savana de miombo, que reúne elementos das florestas da África centro-ocidental, com espécies e linhagens associadas à África austral e oriental. A região também abriga algumas das últimas áreas remanescentes de floresta tropical em território angolano ao sul do rio Congo.  Uma das pesquisadoras que assinam o artigo publicado na Nature Ecology &amp; Evolution, que reúne evidências de anos de investigação sobre o Ecossistema Florestal da Serra do Pingando, falou recentemente à Mongabay, por e-mail, sobre as ameaças que pressionam a floresta e as espécies que dela dependem.  “É difícil dizer em que medida o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/angola-cria-area-protegida-para-salvar-biodiversidade-da-serra-do-pingano/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Eleições: 1º turno amplia avanço da direita em estados da Amazônia</title>
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					<pubDate>09 Out 2026 14:34:02 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Lucas Berti]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Desmatamento, Motores do Desmatamento e Política Ambiental]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>Enquanto a disputa entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aguarda os resultados do segundo turno presidencial, o desfecho parcial das eleições para os governos estaduais já preocupa autoridades e especialistas em meio ambiente. De acordo com os resultados do primeiro turno, pelo menos sete dos nove estados amazônicos serão governados por políticos de direita [&#8230;]</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Enquanto a disputa entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aguarda os resultados do segundo turno presidencial, o desfecho parcial das eleições para os governos estaduais já preocupa autoridades e especialistas em meio ambiente. De acordo com os resultados do primeiro turno, pelo menos sete dos nove estados amazônicos serão governados por políticos de direita alinhados a Flávio Bolsonaro. Os governadores direitistas eleitos ou reeleitos em primeiro turno são: Otaviano Pivetta (Republicanos, Mato Grosso), Dr. Daniel (Podemos, Pará), Marcos Rogério (PL, Rondônia) e Arthur Henrique (PL, Roraima). Todos declararam apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. No segundo turno do Acre, Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), ambos conservadores e alinhados a Flávio Bolsonaro, disputam o governo. Situação similar ocorre no Tocantins, com o páreo entre Professora Dorinha (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB). No Amapá, o governador eleito, Dr. Furlan (PSD), de direita, não declarou publicamente apoio a Bolsonaro, mas sua candidatura conta com o endosso do PL, mesmo partido de sua vice, Luciana Gurgel. Sua esposa, Rayssa Furlan (Podemos), recebeu apoio de Bolsonaro em sua eleição ao Senado. As duas exceções são o Maranhão, onde o governador eleito, Eduardo Braide (PSD), optou pela neutralidade até o momento, e o Amazonas. O maior estado do Brasil é o único dos amazônicos em disputa no qual uma chapa de oposição ao bolsonarismo tem chances de vitória: no dia 25, o senador Omar Aziz (PSD), aliado de Lula, enfrenta a candidata Professora Maria do Carmo, também do PL; Aziz liderou o&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/eleicoes-1o-turno-amplia-avanco-da-direita-em-estados-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Zoo indiano e governo brasileiro negociam “parceria estratégica” para espécies ameaçadas</title>
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					<pubDate>08 Out 2026 07:42:05 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Animais, Espécies Ameaçadas, Fauna e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>O que está por trás do interesse do Vantara nos animais brasileiros ameaçados?</p>
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						</description>
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							<![CDATA[O Vantara, zoológico privado indiano que abriga mais de 150 mil animais, negociou uma “parceria estratégica de conservação” com autoridades do Brasil, de acordo com documentos obtidos pela Mongabay pela Lei de Acesso à Informação (LAI). A correspondência entre representantes do Vantara e autoridades brasileiras revela que as negociações, iniciadas pelo Vantara, começaram em agosto de 2025 e envolveram algumas espécies ameaçadas do Brasil. O zoológico, localizado no estado de Gujarat, no oeste da Índia, foi fundado em 2025 por Anant Ambani. Ele é o filho mais novo da pessoa mais rica da Índia, Mukesh Ambani, que dirige a Reliance Industries, um conglomerado atualmente avaliado em 167 bilhões de dólares (R$ 865 bilhões). Um representante do Vantara enviou uma carta por e-mail a três funcionários do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio, em 30 de agosto de 2025. A identidade do remetente foi ocultada no documento enviado por LAI. O assunto da mensagem é: “Proposta de Parceria Estratégica de Conservação com o Governo do Brasil”. O cabeçalho da carta usa o nome oficial do Vantara, Greens Zoological Rescue and Rehabilitation Centre Society (GZRRC). O documento é endereçado a Mauro Pires, presidente do ICMBio; Marcelo Marcelino de Oliveira, diretor do instituto; e Raul Fontoura, chefe da Divisão de Assuntos Internacionais. Carta enviada pelo Vantara ao ICMBio propondo uma “parceria estratégica de conservação”, obtida pela Mongabay por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). A carta afirma que o Vantara está “bem posicionado para auxiliar outras espécies brasileiras&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/zoo-indiano-e-governo-brasileiro-negociam-parceria-estrategica-para-especies-ameacadas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Carbono oculto do Cerrado expõe falhas na política de conservação do Brasil</title>
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					<pubDate>07 Out 2026 16:33:00 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Daniel Shailer]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Agropecuária, Água, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Carbono, Cerrado, Clima, Commodities, Conservação, Desmatamento, Mudanças climáticas e Soja]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Veredas do Cerrado armazenam mais carbono que as terras baixas da Amazônia.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/carbono-oculto-do-cerrado-expoe-falhas-na-politica-de-conservacao-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Carbono oculto do Cerrado expõe falhas na política de conservação do Brasil</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A pesquisa nos campos úmidos do Cerrado costuma exigir longas caminhadas em meio a juncos que chegam à altura da cabeça, seguindo trilhas de anta e desviando de ovos de carrapato ou de perigos em trechos encharcados. E quando o equipamento não é à prova d’água, tudo fica ainda mais complicado. Por isso, em fevereiro de 2024, quando uma tempestade caiu sobre o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no nordeste de Goiás, a pesquisadora Larissa Verona e sua equipe correram para a caminhonete. “A chuva passou em cerca de 10 minutos, mas quando voltamos, vimos que tinha começado um incêndio bem no meio da estrada”, provavelmente provocado por um raio, contou ela à Mongabay em uma chamada de vídeo. “Meu Deus, a gente precisa ir embora”, ela se lembra de ter pensado. “É melhor não estarmos aqui quando o chefe dos bombeiros chegar.” Os incêndios vêm se tornando cada vez mais comuns no Cerrado, o segundo maior bioma do Brasil, atrás apenas da Amazônia. São 2 milhões de quilômetros quadrados que abrigam um mosaico de savanas, campos e corredores florestais. Nos últimos cinquenta anos, cerca de 55% da vegetação nativa do Cerrado foi removida, em grande parte para sustentar a expansão de monocultivos industriais, muitas vezes sob a justificativa de que o bioma teria menos valor ambiental do que a floresta amazônica ou a Mata Atlântica. O resultado tem sido a degradação dos solos e a redução das águas subterrâneas. Mas a drenagem e o desmatamento dos campos úmidos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/carbono-oculto-do-cerrado-expoe-falhas-na-politica-de-conservacao-do-brasil/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mais raro do que se pensava, gato-mourisco é reclassificado como ‘quase ameaçado’</title>
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					<pubDate>06 Out 2026 14:33:52 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sean Mowbray]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[América Central, América Do Norte, América Do Sul e Brasil]]>
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							<![CDATA[Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Felinos, Florestas e Mamíferos]]>
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							<![CDATA[<p>Um felino pouco conhecido se aproxima do limiar da extinção.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mais-raro-do-que-se-pensava-gato-mourisco-e-reclassificado-como-quase-ameacado/" data-wpel-link="internal">Mais raro do que se pensava, gato-mourisco é reclassificado como ‘quase ameaçado’</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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						</description>
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							<![CDATA[Conhecidos pela aparência pouco felina, os gatos-mouriscos permaneceram por muito tempo à margem das pesquisas e iniciativas de conservação, mas a recente reclassificação como quase ameaçados na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) pode começar a mudar esse cenário. Pesando até cerca de 7 kg, esses pequenos felinos, também conhecidos como jaguarundis, circulam por paisagens de savanas e florestas em uma imensa área que vai do México ao sul do Brasil e à Argentina, passando pela América Central. Tadeu de Oliveira, copresidente do Grupo de Especialistas em Felinos da IUCN e responsável por conduzir a avaliação mais recente, afirma que foi necessário enfrentar a percepção de que os gatos-mouriscos são comuns e, portanto, não estariam ameaçados. Essa impressão se deve, em parte, aos hábitos diurnos da espécie, que circula e caça em áreas abertas durante o dia e, portanto, é mais visível do que muitos outros felinos. Além disso, também ocupa paisagens degradadas. “Se você tem uma floresta que vai ficando parecida com uma savana, ela vai reproduzir o habitat ideal para a espécie”, explica Oliveira. “Não é o habitat favorável [ao gato-mourisco], mas vai permitir que ele esteja ali.” Exemplar de gato-mourisco. Foto: Programa de Conservação de Felinos Silvestres Brasil-Américas/Gatos do Mato. “Ele é mais fácil de ver e, por isso, as pessoas o consideravam comum”, diz Oliveira. “Mas, quando você quantifica isso com base em dados, eles mostram o contrário.” Depois de reunir dados fornecidos por pesquisadores de toda a área de ocorrência&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mais-raro-do-que-se-pensava-gato-mourisco-e-reclassificado-como-quase-ameacado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Invasores atacam terra indígena na Amazônia, ameaçando povo isolado</title>
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					<pubDate>05 Out 2026 07:57:50 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Aimee GabayElisângela Mendonça]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia e Pará]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Commodities, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Crime Ambiental, Cultura Indígena, Demarcação Territorial, Direitos humanos, Etnocídio, Florestas, Gado, Grilagem, Indígenas, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Socioambiental e Unidades de Conservação]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Amparadas pela lei, 200 pessoas invadiram o território de indígenas isolados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/invasores-atacam-terra-indigena-na-amazonia-ameacando-povo-isolado/" data-wpel-link="internal">Invasores atacam terra indígena na Amazônia, ameaçando povo isolado</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em meados de agosto, quase 200 pessoas invadiram a Terra Indígena Ituna/Itatá, no Pará, arrombando portões da Funai, derrubando placas de advertência e montando acampamentos dentro de um território reservado a povos indígenas isolados. A invasão ocorreu depois que uma nova lei estadual criou a Área de Proteção Ambiental Bacajaí (APA Bacajaí), sobreposta integralmente à terra indígena protegida pelo governo federal. Segundo as autoridades, a insegurança jurídica provocada pela medida vem sendo explorada por grileiros para justificar a ocupação da área com pecuária e outras atividades agrícolas. O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) alertaram para o risco iminente de um confronto violento e possível genocídio do povo isolado do Igarapé Ipiaçava. Desde 2011, essa população vulnerável é protegida por uma série de portarias temporárias de restrição de uso da terra, que proíbem a entrada de pessoas não autorizadas na Ituna/Itatá. Em 2025, a Funai renovou a medida cautelar. As primeiras invasões foram relatadas um dia após o Pará publicar a nova lei estadual no Diário Oficial, em 12 de agosto de 2026, anunciando a criação da APA Bacajaí nos municípios de Altamira e Senador José Porfírio. A APA abrange cerca de 142.400 hectares da Amazônia brasileira e se sobrepõe “em 100% à Terra Indígena Ituna/Itatá”. O projeto de lei, apresentado em junho pelo deputado estadual do Pará Francisco Torres de Paula Filho, conhecido como Torrinho Torres, foi aprovado por unanimidade e virou lei um mês depois. “O que em 13 de agosto se resumia&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/invasores-atacam-terra-indigena-na-amazonia-ameacando-povo-isolado/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Queimadas e monitoramento fraco travam reflorestamento em Moçambique</title>
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					<pubDate>02 Out 2026 20:02:58 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Far Vubil]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Bolsa Y. Eva Tan de Jornalismo Ambiental]]>
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							<![CDATA[África]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Carbono, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Créditos de carbono, Degradação, Desmatamento, Florestas, Governança, Política Ambiental, Queimadas e Reflorestamento]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>MOCUBA, Zambézia &#8211; Moçambique está entre os dez países do mundo com maiores taxas de desmatamento, com perda anual de cerca de 267 mil hectares, com maior índice nas províncias de Nampula, Zambézia e Manica. Por isso, o país definiu, há cerca de 10 anos, a meta ambiciosa de reflorestar um milhão de hectares até [&#8230;]</p>
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]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[MOCUBA, Zambézia &#8211; Moçambique está entre os dez países do mundo com maiores taxas de desmatamento, com perda anual de cerca de 267 mil hectares, com maior índice nas províncias de Nampula, Zambézia e Manica. Por isso, o país definiu, há cerca de 10 anos, a meta ambiciosa de reflorestar um milhão de hectares até 2030 ao mesmo tempo que estabeleceu, em 2025, a meta de restaurar 52 mil hectares por ano até 2029, com um orçamento de 105 mil milhões de meticais (1,65 milhões de dólares). Entretanto, até ao momento, existem apenas 58 mil hectares reflorestados, incluindo plantações que já existiam antes da meta de um milhão, segundo informações coletadas  pelo professor e pesquisador  na área de florestas, Sá Nogueira Lisboa, Universidade Eduardo Mondlane (UEM). A província da Zambézia, no centro de Moçambique, tem uma das principais áreas florestais  do país e apresenta elevada importância para a conservação da biodiversidade, regulação dos recursos hídricos, proteção dos solos, assim como sequestro do carbono e sustento das comunidades locais. Entretanto, é uma das províncias  fortemente ameaçada pelo desmatamento e com maior perda de cobertura florestal. Entre 2000 e 2024, por exemplo, a Direção Provincial de Desenvolvimento Territorial e Ambiente (DPDTA) indica que a perda florestal acumulada na província foi de 1,26 milhões de hectares, o que representa cerca de 19% da área total da floresta. Assim, o replantio desempenha um papel essencial na restauração de áreas degradadas, mas o monitoramento precário das espécies após o replantio tem desperdiçado os esforços pela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/queimadas-e-monitoramento-fraco-travam-reflorestamento-em-mocambique/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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														</item>
						<item>
					<title>Tubarão-anjo é vendido livremente no RS apesar da proibição do Ibama</title>
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					<pubDate>02 Out 2026 10:12:03 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Rio Grande do Sul]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Alimentação, Alimentos, Fauna, Fauna marinha, Oceanos, Peixes e Pesca]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>O que os gaúchos comem como peixe-anjo na verdade é tubarão ameaçado de extinção.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/tubarao-anjo-e-vendido-livremente-no-rs-apesar-da-proibicao-do-ibama/" data-wpel-link="internal">Tubarão-anjo é vendido livremente no RS apesar da proibição do Ibama</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[“Boa escolha!”, disse o funcionário de uma das bancas de peixe do Mercado Público de Porto Alegre, quando perguntado sobre o peixe-anjo. “Esse sai bastante. É bem bom, e sem espinho.” O mesmo produto estava à venda em pelo menos outras quatro peixarias do tradicional mercadão da capital gaúcha, a um preço atrativo que variava entre 30 e 37 reais o quilo. O problema é que o anjo não é peixe, e sim tubarão. Mais especificamente, o nome se refere a três das espécies de tubarão mais ameaçadas do mundo, e cuja pesca é proibida no Brasil: Squatina guggenheim, conhecida como cação-anjo-espinhoso, Squatina occulta, também chamada de cação-anjo-liso, e Squatina argentina, ou peixe-anjo-argentino. Por muitos anos, o governo brasileiro autorizou a importação de tubarão-anjo dos países vizinhos. Segundo dados da Receita Federal obtidos pela Mongabay através da Lei de Acesso à Informação, 48 toneladas de carne de Squatina guggenheim e 194,6 toneladas de Squatina argentina entraram no Brasil entre janeiro de 2021 e 10 de setembro de 2026, totalizando 242,6 toneladas. A maioria das cargas veio da Argentina, ingressando no país pelas aduanas de São Borja e Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, e Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina. Uma vez no Brasil, o produto importado se misturava a grandes quantidades de pescado ilegal. “Havia um esquentamento do produto capturado ilegalmente no Brasil com notas fiscais de importação,” explicou à Mongabay o analista ambiental e agente de fiscalização do Ibama em Porto Alegre, Luiz Eduardo Bonilha. No início de 2026,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/tubarao-anjo-e-vendido-livremente-no-rs-apesar-da-proibicao-do-ibama/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>“Secou, não tem mais”: como extremos climáticos ameaçam cachoeira em Roraima</title>
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					<pubDate>01 Out 2026 14:49:46 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Felipe Medeiros]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Roraima]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alterações Climáticas, Clima, Mudanças climáticas, Recursos hídricos, Resiliência climática e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>O que uma cachoeira que secou antes do tempo revela sobre o clima no mundo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/secou-nao-tem-mais-como-extremos-climaticos-ameacam-cachoeira-em-roraima/" data-wpel-link="internal">“Secou, não tem mais”: como extremos climáticos ameaçam cachoeira em Roraima</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[BOA VISTA, RR — “Para quem vive do rio, a água não é só paisagem: ela também é estrada, trabalho e renda”. É assim que o guia turístico Fredson Guedes, conhecido como “Tarzan”, aprendeu a enxergar a natureza que o cerca ao longo de seus 55 anos de vida. “Eu trabalho totalmente com a natureza e dependo muito dela. Um dia desses, eu estava na Serra Grande [destino de ecoturismo no município de Cantá, em Roraima], trabalhando na cachoeira Véu de Noiva, mas agora já não tem mais cachoeira. Secou.”. Na região amazônica da Serra Grande, a aproximadamente 50 quilômetros da capital Boa Vista, a cachoeira sazonal que ganha o nome de Véu de Noiva recebe turistas de maio até o começo de setembro, período chuvoso no estado. Mas isso mudou em 2026: ainda era julho quando a água que enfeita a paisagem já não estava mais lá. Segundo Fábio Wankler, geólogo e professor da Universidade Federal de Roraima (UFRR), o ‘super El Niño’ está por trás dessas mudanças. O fenômeno, atipicamente intenso este ano, responde por uma série de alterações no padrão climático que, em vários pontos do país, “têm causado períodos de seca mais prolongados e intensos”, disse. Os efeitos são sentidos no dia a dia. A queda d’água, cujas formas lembram o tecido leve e rendado de um vestido de casamento, está entre as principais rotas percorridas por Fredson, que, ao menos duas vezes por semana, navega o rio Branco até lá. O mesmo rio banha e&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/secou-nao-tem-mais-como-extremos-climaticos-ameacam-cachoeira-em-roraima/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Eleições no Brasil podem colocar 95% da Amazônia nas mãos da direita</title>
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					<pubDate>30 Set 2026 12:44:54 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Comércio Internacional, Corrupção, Crime Ambiental, Desmatamento, Governança, Grilagem, Justiça Social, Motores do Desmatamento, Política Ambiental, Responsabilidade Ambiental e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>A agenda antiambiental está tomando o continente. O Brasil pode ser o próximo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/eleicoes-no-brasil-podem-colocar-95-da-amazonia-nas-maos-da-direita/" data-wpel-link="internal">Eleições no Brasil podem colocar 95% da Amazônia nas mãos da direita</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 2027, cinco dos nove países amazônicos poderão estar sob o comando de governos de direita e de extrema direita. Segundo especialistas, esse cenário traria uma série de novos riscos ao bioma sul-americano. Fronteira afora, países vizinhos do Brasil, como Peru, Colômbia, Bolívia e Equador, já elegeram presidentes que explicitamente favorecem o agronegócio e a mineração em detrimento de pautas ambientais e de conservação. O Brasil, a depender do desfecho das eleições de outubro, poderia ser a próxima nação a entrar na lista — um cenário com impactos significativos, uma vez que o país abriga mais de 60% da Amazônia. Pesquisas revelam um cenário incerto na corrida presidencial, marcada pela disputa entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), cuja gestão foi marcada pelo desmonte da fiscalização ambiental e pelo aumento dos índices de desmatamento, Flávio concorre no lugar do pai, declarado inelegível e atualmente preso por tentativa de golpe de Estado. De acordo com especialistas, a eleição brasileira será decisiva para a Amazônia e os demais biomas do país, sobretudo à medida que o filho do ex-mandatário se mostra disposto a retomar as políticas ambientais que marcaram a gestão de Jair. Nessa equação também está inserida a Venezuela, cujo governo está há meses sob intervenção econômica e política dos Estados Unidos. A interferência do governo de Donald Trump também pressiona Caracas a ampliar a agenda petrolífera e a assinar novos acordos no setor de mineração, o que vem despertando novas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/eleicoes-no-brasil-podem-colocar-95-da-amazonia-nas-maos-da-direita/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Mapa aponta desigualdade racial no acesso à água no Recife</title>
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					<pubDate>29 Set 2026 07:16:29 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Adriana AmâncioÁthila GalindoYamini Benites]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Pernambuco]]>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alimentação, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conflitos sociais, Crime Ambiental, Governança, Inundações, Justiça Social, Lei Ambiental, Mudanças climáticas, Política Ambiental, Recursos hídricos, Saneamento, Saúde e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>Em Recife, acesso à água é questão de gênero, raça e classe.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/mapa-aponta-desigualdade-racial-no-acesso-a-agua-no-recife/" data-wpel-link="internal">Mapa aponta desigualdade racial no acesso à água no Recife</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[RECIFE, PE — No Ibura de Baixo, bairro encravado na Zona Sul do Recife, o dia de Jeyne Araújo, de 27 anos, começa muito antes de o sol nascer. Às 4h da madrugada, enquanto a capital pernambucana ainda dorme, o silêncio na casa de Jeyne é interrompido pelo som de baldes e tonéis sendo arrastados. É o início de uma corrida diária contra o tempo e contra a escassez: com apenas seis horas de abastecimento diário de água, ela precisa estocar cada gota antes que as torneiras sequem. No entanto, a água que Jeyne consegue capturar não é o líquido saudável que se espera de um serviço essencial. Ela descreve uma substância saturada de componentes químicos, com um odor que a torna imprópria para o consumo imediato. Ao cair no balde, a água forma uma espuma branca e espessa, semelhante a sabão. “Chega cheio de cloro, que você não consegue fazer nada”, desabafa. Essa precariedade deixou marcas profundas na saúde e na segurança alimentar de sua família. Por seis meses, seu filho mais velho, Wesley, de nove anos, teve vômitos e dores de barriga constantes. A causa, descoberta em uma consulta médica no Hospital de Areias, era o mingau preparado com água da torneira, o que resultou em uma infecção intestinal na criança. Para proteger o filho, Jeyne agora é obrigada a comprometer seu orçamento de R$ 950 do Bolsa Família com a compra de galões de água mineral a R$ 6 cada, uma despesa que sufoca a renda já&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/mapa-aponta-desigualdade-racial-no-acesso-a-agua-no-recife/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Estudo no rio Araguaia aponta que desmatamento pode elevar contaminação de mercúrio em peixes</title>
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					<pubDate>28 Set 2026 07:06:38 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Amaitê Santos]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, Brasil e Cerrado]]>
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							<![CDATA[Água, Amazônia, Cerrado, Comida, Doenças, Fauna marinha, Garimpo, Mineração, Peixes, Pesca, Queimadas e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Environmental Geochemistry and Health encontrou concentrações elevadas de mercúrio em diferentes espécies de peixes do Lago Puruzinho, em Humaitá (AM), na bacia do rio Madeira, e em lagos de várzea da bacia do rio Araguaia. O trabalho identificou um padrão que chama atenção: sinais de biomagnificação do mercúrio também foram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-no-rio-araguaia-aponta-que-desmatamento-pode-elevar-contaminacao-de-mercurio-em-peixes/" data-wpel-link="internal">Estudo no rio Araguaia aponta que desmatamento pode elevar contaminação de mercúrio em peixes</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Um estudo publicado na revista Environmental Geochemistry and Health encontrou concentrações elevadas de mercúrio em diferentes espécies de peixes do Lago Puruzinho, em Humaitá (AM), na bacia do rio Madeira, e em lagos de várzea da bacia do rio Araguaia. O trabalho identificou um padrão que chama atenção: sinais de biomagnificação do mercúrio também foram observados nos peixes do Araguaia, onde a mineração de ouro teve episódios historicamente mais breves e espacialmente restritos.  A comparação sugere que a presença de mercúrio nos peixes pode estar relacionada não apenas à mineração de ouro, mas também a outras alterações ambientais, como o desmatamento e as queimadas. O resultado amplia a discussão sobre as possíveis fontes do contaminante e sobre a exposição de populações que dependem do pescado como alimento.  A pesquisa comparou peixes de duas bacias hidrográficas com históricos ambientais distintos. De um lado, o rio Madeira, na Amazônia, marcado por décadas de impactos associados ao garimpo, ao desmatamento e à construção de hidrelétricas. Do outro, o rio Araguaia, no Cerrado, onde o avanço da soja, da pecuária, do desmatamento e das queimadas transformou a paisagem.  Segundo o pesquisador Lucas Cabrera Monteiro, doutorando em Ecologia pela Universidade de Brasília (UnB), um dos autores do estudo, a comparação surgiu a partir de conversas com o professor Wanderley Rodrigues Bastos, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), que pesquisa a presença de mercúrio na Amazônia. Bastos havia percebido que os níveis encontrados em peixes do Araguaia se aproximavam daqueles registrados no Madeira.  A diferença entre&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/estudo-no-rio-araguaia-aponta-que-desmatamento-pode-elevar-contaminacao-de-mercurio-em-peixes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Redução da área protegida na Floresta do Jamanxim ameaça acelerar desmatamento no Pará</title>
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					<pubDate>25 Set 2026 09:21:24 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Annady Borges]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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							<![CDATA[Amazônia, Brasil e Pará]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ambientalistas, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos de terra, Conservação de Florestas Tropicais, Demarcação Territorial, Desmatamento, Florestas Tropicais, Lei Ambiental, Mineração, Motores do Desmatamento, Parques Nacionais e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>Criada em 2006, no contexto da pavimentação da rodovia BR-163, obra que ameaçava acelerar o desmatamento na região, a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim nasceu com o objetivo de frear o avanço da derrubada da floresta amazônica ao longo da rodovia, assegurar a preservação ecológica e promover o manejo florestal sustentável. Localizada no município de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/reducao-da-area-protegida-na-floresta-do-jamanxim-ameaca-acelerar-desmatamento-no-para/" data-wpel-link="internal">Redução da área protegida na Floresta do Jamanxim ameaça acelerar desmatamento no Pará</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Criada em 2006, no contexto da pavimentação da rodovia BR-163, obra que ameaçava acelerar o desmatamento na região, a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim nasceu com o objetivo de frear o avanço da derrubada da floresta amazônica ao longo da rodovia, assegurar a preservação ecológica e promover o manejo florestal sustentável. Localizada no município de Novo Progresso, no Pará, a unidade de conservação soma atualmente 1,3 milhão de hectares, e é um dos principais blocos de proteção do chamado mosaico de Unidades de Conservação , criado para conter o desmatamento nas proximidades da BR-163. Quase 20 anos depois, esse cenário pode ser revertido. O Senado brasileiro aprovou em julho um projeto de lei que reduz os limites da Flona do Jamanxim e transforma 486 mil hectares de seu território em uma nova Área de Proteção Ambiental (APA). A APA é uma categoria de proteção mais branda do que a Flona, permitindo a existência de propriedades privadas dentro de seus limites. A proposta agora aguarda sanção presidencial.  Primeira versão do projeto de lei Essa não é a primeira tentativa de reduzir os limites da Flona do Jamanxim. Alice Dandara, advogada do Instituto Socioambiental (ISA), relembrou em entrevista à Mongabay, que a proposta de redução já havia sido apresentada em 2017, no governo de Michel Temer, dentro de um pacote de medidas que buscava reduzir a proteção de unidades de conservação na região para viabilizar a construção da ferrovia Ferrogrão. Alice relata que a proposta não avançou nos governos seguintes, permaneceu parada&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/reducao-da-area-protegida-na-floresta-do-jamanxim-ameaca-acelerar-desmatamento-no-para/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Cientistas usam dados de garimpo para construir sistema de alerta de malária na Amazônia</title>
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					<pubDate>24 Set 2026 10:57:31 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Cultura Indígena, Doenças, Garimpo, Indígenas, Mineração, Ouro, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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											<description>
							<![CDATA[<p>Uma das maneiras de erradicar a malária é erradicar o garimpo.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/cientistas-usam-dados-de-garimpo-para-construir-sistema-de-alerta-de-malaria-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Cientistas usam dados de garimpo para construir sistema de alerta de malária na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um estudo que detalha as ligações entre o garimpo ilegal e os casos de malária na Terra Indígena Yanomami conquistou o segundo lugar no Prêmio MapBiomas, anunciado em julho. O coletivo de pesquisa produz dados sobre o uso da terra no Brasil e reconhece iniciativas que utilizam essas informações para promover a conservação. O estudo analisou a explosão nos casos de malária durante o governo de Jair Bolsonaro (2019 &#8211; 2022), cujas políticas antiambientais incentivaram garimpeiros a invadir a maior terra indígena do Brasil, onde vivem 31.567 pessoas dos povos Yanomami e Ye’kwana. Os garimpeiros espalharam doenças, contaminaram os rios com mercúrio e afugentaram os animais que serviam de alimento para os indígenas, provocando uma crise humanitária no território, que cobre parte dos estados de Roraima e Amazonas. Utilizando imagens de satélite e dados do Ministério da Saúde, pesquisadores liderados por Marcia Castro, da Escola de Saúde Pública T.H. Chan, da Universidade de Harvard, nos EUA, descobriram que um aumento de 1% na área de garimpo na Terra Indígena Yanomami estava associado a um aumento de 24% nos casos mensais de malária. O estudo, publicado em novembro de 2025 na revista PLOS Neglected Tropical Diseases, mostra que a malária também aumentou em áreas sem atividade de mineração, mas utilizadas como rotas pelos garimpeiros. “O garimpeiro se move muito, porque é preciso trazer insumos e maquinário”, disse Castro à Mongabay. “Ao passar por essas áreas, você é um veículo do parasita enquanto caminha, e você pode ser picado pelo mosquito ao&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/cientistas-usam-dados-de-garimpo-para-construir-sistema-de-alerta-de-malaria-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Na Amazônia peruana, mercúrio do garimpo ameaça crianças e gestantes </title>
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					<pubDate>23 Set 2026 09:51:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Salazar Vega]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Água, Alimentação, Alimentos, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comida, Direitos humanos, Doenças, Garimpo, Mineração, Pesca, Poluição e Rios]]>
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							<![CDATA[<p>MADRE DE DIOS, Peru — “Bayolet, minha filhinha, fez alguns exames quando tinha cinco anos”, disse Gladys Ordoñez, mãe e moradora da comunidade indígena Shintuya, às margens do rio Madre de Dios, na Amazônia peruana. “Ela já tinha desmaiado duas vezes na escola, mas não sabíamos qual era o motivo&#8230; Foi aí que encontraram o [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[MADRE DE DIOS, Peru — “Bayolet, minha filhinha, fez alguns exames quando tinha cinco anos”, disse Gladys Ordoñez, mãe e moradora da comunidade indígena Shintuya, às margens do rio Madre de Dios, na Amazônia peruana. “Ela já tinha desmaiado duas vezes na escola, mas não sabíamos qual era o motivo&#8230; Foi aí que encontraram o mercúrio.” Gladys ainda se lembra do grupo de “forasteiros” que chegou há uma década para coletar amostras de sangue e de cabelo. Semanas depois, eles voltaram com um alerta: o peixe consumido pela comunidade, principal fonte de alimento local, poderia estar contaminado. “Dissemos que não, que não podia ser”, disse María Santos, outra mãe que vive ali. “Aqui não extraímos ouro. Aqui não há mineração.” A origem, porém, não estava na aldeia. Na área de rio acima, o garimpo ilegal despejava mercúrio nos rios que cortam a região de Madre de Dios. Assim, os peixes entravam em contato com o metal pesado e desciam o curso d&#8217;água até chegarem ao prato de dezenas de famílias da comunidade. Onze anos depois, o problema continua. Bayolet, então uma criança pequena, hoje tem 16 anos. Cursando o ensino médio, ela disse que ainda enfrenta dificuldades para se concentrar nas aulas. Seu maior desejo é concluir os estudos e cursar enfermagem. Ela se lembra do cansaço constante em sala de aula, da fadiga e da fraqueza. No entanto, após o diagnóstico de exposição ao mercúrio, Bayolet disse ter recebido apenas tratamento para anemia. Bayolet tinha apenas cinco anos quando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/09/na-amazonia-peruana-mercurio-do-garimpo-ameaca-criancas-e-gestantes/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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