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					<title>Rússia proíbe pesca com redes derivantes, um alívio para aves e mamíferos marinhos</title>
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					<pubDate>01 Fev 2016 06:30:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Papagaios-do-mar no Refúgio Nacional de Vida Selvagem Marítima do Alasca. A espécie normalmente fica presa nas redes derivantes de salmão nas águas das costas do Extremo Oriente russo. Crédito fotográfico: Steve Ebbert, USFWS. No dia primeiro de julho o presidente Valdimir Putin aprovou um projeto de lei para proibir a pesca com redes derivantes em águas russas. As redes derivantes, paredes flutuantes de rede que são praticamente invisíveis debaixo da água, podem ter 12 metros de altura e quilômetros de comprimento. São uma espécie de rede de emalhe, que capturam o peixe pelas guelras e que são principalmente usadas para pegar grandes cardumes de peixes. Entretanto, as redes derivantes são conhecidas por aprisionar acidentalmente botos, golfinhos, tartarugas e aproximadamente 400.000 aves marinhas por ano mundialmente, conforme o grupo de conservação Birdlife International. O seu uso é proibido ou restringido em águas territoriais de muitos países, e foi proibido em alto mar em 1992. Na Rússia, as redes derivantes são usadas pelos pescadores russos e japoneses para capturar salmão no Extremo Oriente do pais. A proibição supostamente foi intencionada para disponibilizar mais peixe para os pescadores costeiros russos de salmão, que usam outros métodos de pesca, porém as capturas deles diminuíram devido às redes derivantes. A lei entrará em vigor em janeiro de 2016. Uma ave morta presa numa rede derivante nas Ilhas Curilas da Rússia. Se estima que morrem aproximadamente 140.000 aves marinhas nas redes derivantes nesta exclusiva zona econômica da Rússia. A proibição do país das redes derivantes é&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/02/russia-proibe-pesca-com-redes-derivantes-um-alivio-para-aves-e-mamiferos-marinhos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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