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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Como a Mongabay ajudou a salvar um santuário no Piauí</title>
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					<pubDate>18 Fev 2026 07:23:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mongabay]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Animais, Conflitos, Conflitos sociais, Espécies Ameaçadas, Fauna, Oceanos, Vida Selvagem e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Em março de 2025, a Mongabay publicou uma reportagem que revelou manobras legislativas para autorizar a construção de um resort de luxo em um santuário ecológico no litoral do Piauí. Na ocasião, a Lei Estadual 8.588/2025 havia rebaixado o Monumento Natural das Itans a uma Área de Proteção Ambiental, permitindo atividades econômicas em seus 57 [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em março de 2025, a Mongabay publicou uma reportagem que revelou manobras legislativas para autorizar a construção de um resort de luxo em um santuário ecológico no litoral do Piauí. Na ocasião, a Lei Estadual 8.588/2025 havia rebaixado o Monumento Natural das Itans a uma Área de Proteção Ambiental, permitindo atividades econômicas em seus 57 hectares. A região abriga ecossistemas sensíveis — como manguezais, restinga e sambaquis — e funciona como zona de alimentação e reprodução para peixes-boi e tartarugas-marinhas. Na época da reportagem, a Mongabay mostrou que a reclassificação das Itans ocorreu sem os estudos ambientais exigidos nem a realização de consultas públicas. Moradores da comunidade ouvidos pela Mongabay relataram episódios de assédio, destruição de canoas e incêndios criminosos após a chegada de empresários à região, interessados em instalar empreendimentos turísticos. “Esse vilarejo era feito somente de pescadores e agricultores&#8221;, disse um pescador à Mongabay. &#8220;O turismo desordenado começou a chegar e essas pessoas, que se dizem empresários, através da especulação imobiliária, querem expulsar usando a força policial para poder amedrontar a comunidade.” Tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) em uma praia no Monumento Natural das Itans. Foto: Instituto Tartarugas do Delta/divulgação. Impacto Em maio de 2025, poucos meses após a publicação da reportagem da Mongabay, a Justiça Federal condenou Fábio Jupi, o empresário responsável pelo projeto de resort na região, por grilagem de terras. Ele também foi obrigado a desocupar a área, a restaurar os ecossistemas degradados e a pagar multas. O Ministério Público Federal, o Ibama e membros de organizações&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/como-a-mongabay-ajudou-a-salvar-um-santuario-no-piaui/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mudança na lei põe em risco santuário ecológico no litoral do Piauí</title>
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					<pubDate>05 Mar 2025 07:17:01 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Adriana AmâncioMariana Rosetti]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Certificação, Conservação, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Lei Ambiental, Manguezais, Política Ambiental, Responsabilidade Ambiental, Sustentabilidade e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>A batalha entre conservação ambiental e interesses econômicos no litoral do Piauí ganhou um novo capítulo. O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar a legalidade do Projeto de Lei Ordinária (PLO) 113/2024, que rebaixou a proteção do Monumento Natural das Itans, em Cajueiro da Praia, transformando-o em Área de Proteção Ambiental [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[A batalha entre conservação ambiental e interesses econômicos no litoral do Piauí ganhou um novo capítulo. O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil para investigar a legalidade do Projeto de Lei Ordinária (PLO) 113/2024, que rebaixou a proteção do Monumento Natural das Itans, em Cajueiro da Praia, transformando-o em Área de Proteção Ambiental (APA). Com a mudança, os 57 hectares de ecossistemas sensíveis, lar de espécies ameaçadas como o peixe-boi-marinho e o mangue-de-botão, serão submetidos a regras menos rigorosas. A APA, por exemplo, elimina a obrigatoriedade de licenciamento ambiental para atividades econômicas e reduz a área protegida de 70% para 30%. A ausência de estudos de viabilidade e atas de audiências públicas no PLO é um dos principais pontos da investigação do MPF. Isso porque são documentos obrigatórios para a criação de uma unidade de conservação, segundo as leis estadual e nacional do Sistema de Unidades de Conservação (Snuc). A reportagem da Mongabay acessou o projeto por meio de publicação da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). O texto, além de incompleto, não possui anexos os documentos exigidos. Mesmo assim, foi promulgado em 31 de janeiro e a APA das Itans agora é lei: a de número 8588. O PLO passou por sanção tácita do governador Rafael Fonteles (PT), que nem vetou, nem sancionou a lei. Nesse caso, o documento retornou ao Legislativo, que assumiu o poder de promulgação. Solicitamos à assessoria do governador a razão da não resposta. Até o fechamento desta reportagem, ainda não havíamos recebido um&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/03/mudanca-na-lei-poe-em-risco-santuario-ecologico-no-litoral-do-piuai/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Mineração ameaça produção de mel do maior quilombo da Caatinga</title>
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					<pubDate>16 Set 2024 14:33:30 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Martins]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Caatinga, Comunidades Tradicionais, Conservação, Desmatamento, Mineração, Política Ambiental e Povos Tradicionais]]>
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							<![CDATA[<p>Quando Júlio de Castro começou com a apicultura, em 1986, ele não imaginava um dia chegar, junto com a sua família, às 500 caixas de abelhas que mantém atualmente, capazes de produzir até dez toneladas de mel por ano. Júlio é morador do Quilombo Lagoas e um dos associados da Cooperativa Mel do Sertão, localizada [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Quando Júlio de Castro começou com a apicultura, em 1986, ele não imaginava um dia chegar, junto com a sua família, às 500 caixas de abelhas que mantém atualmente, capazes de produzir até dez toneladas de mel por ano. Júlio é morador do Quilombo Lagoas e um dos associados da Cooperativa Mel do Sertão, localizada na Serra da Capivara, no Piauí, a região que mais produz mel no Nordeste. &#8220;Eu comecei com a abelha porque ela deu um retorno extraordinário. Eu mesmo nem trabalho mais com a roça”, diz Júlio. “Em 2021, retirei mais de dez toneladas e fiz 100 mil reais vendendo a R$ 16,50 o quilo de mel. Este lugar é excelente, eu não troco aqui por nada. No inverno é verde, a gente trabalha bem, cuida das abelhas, é água jorrando por todo buraco, e é só alegria respirando o ar puro desta região.&#8221; O Quilombo Lagoas possui mais de 140 famílias apicultoras associadas, tornando-se a comunidade que mais produz mel na macrorregião da Serra da Capivara, com uma média anual de até 500 toneladas por ano. Este é o maior território quilombola do bioma Caatinga, com uma extensão de 62.375 hectares e 119 comunidades, atravessando seis municípios: São Raimundo Nonato, Dirceu Arcoverde, Bonfim do Piauí, São Lourenço do Piauí, Fartura do Piauí e Várzea Branca. &#8220;As abelhas são o 13º salário do sertão&#8221;, afirma Cláudio Tenório, liderança quilombola. &#8220;Elas produzem muito mel e o mundo todo precisa de mel para a medicina e a produção de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/mineracao-ameaca-producao-de-mel-do-maior-quilombo-da-caatinga/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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