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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Pesquisadores dos Pampas tentam salvar um dos felinos mais raros do mundo</title>
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					<pubDate>25 Out 2024 14:10:12 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Os campos dos Pampas, que abrangem o sul do Brasil, o Uruguai e o nordeste da Argentina, são o lar de um gato selvagem tão raro que os pesquisadores o consideram o mais ameaçado de extinção de sua família nas Américas e, possivelmente, no mundo. A maioria dos avistamentos desse felino do tamanho de um gato doméstico vem de imagens de armadilhas fotográficas. Trata-se do esquivo gato-palheiro-pampeano (Leopardus munoai). “Estima-se que existam cerca de cem indivíduos ou menos na natureza”, diz Fábio Mazim, ecologista da Pró-Carnívoros, organização sem fins lucrativos voltada para a conservação de mamíferos carnívoros no Brasil. “É uma espécie que, acredito, será extinta em cinco a dez anos.” Sabe-se tão pouco sobre o gato-palheiro-pampeano que os cientistas não conseguem nem mesmo concordar se ele é uma espécie distinta ou uma subespécie do gato-palheiro, Leopardus colocola. Embora o Leopardus munoai ainda não seja reconhecido pelo Grupo de Especialistas em Felinos da IUCN, a autoridade global de conservação da vida selvagem, os cientistas começaram a reconhecê-lo como uma espécie distinta em 2021. Pouco se sabe sobre o gato-palheiro-pampeano. Especialistas dizem que ele vive como um nômade, vagando pelos Pampas em busca de habitats adequados. Foto cedida por Fábio Mazim, Paulo Wagner, Maurício Santos, Moisés Barp, Yan Rodrigues/Bichos Raros dos Pampas. Conservar o gato-palheiro-pampeano não tem sido fácil. As recentes enchentes no Rio Grande do Sul interromperam abruptamente todos os esforços de conservação para proteger a espécie. Os planos incluíam a criação de uma aliança de conservação nos três países&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/10/pesquisadores-dos-pampas-tentam-salvar-um-dos-felinos-mais-raros-do-mundo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Eucalipto ameaça biodiversidade na Mata Atlântica e no Pampa</title>
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					<pubDate>12 Set 2024 15:44:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[<p>Cultivos de eucaliptos e pínus já cobrem uma área de quase 10 milhões de hectares nos quatro cantos do território brasileiro; uma superfície maior que a de Portugal. São paredões e mais paredões de árvores plantadas para abastecer principalmente o mercado mundial de celulose, que tem no Brasil seu maior exportador. Mas o que de [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Cultivos de eucaliptos e pínus já cobrem uma área de quase 10 milhões de hectares nos quatro cantos do território brasileiro; uma superfície maior que a de Portugal. São paredões e mais paredões de árvores plantadas para abastecer principalmente o mercado mundial de celulose, que tem no Brasil seu maior exportador. Mas o que de longe parece uma floresta de perto se mostra um ambiente pobre em formas de vida. &#8220;Não é floresta, são lavouras de árvores, de madeira&#8221;, afirma Paulo Brack, professor do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). &#8220;Você tem praticamente todas as árvores de uma só espécie, que ainda por cima é clonada, o que diminui ainda mais a biodiversidade.&#8221; Uma nova evidência do impacto destes cultivos sobre as paisagens naturais vem de um artigo publicado no início de agosto na revista Acta Limnologica Brasiliensia. Sheila Peixoto, da  Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), queria entender de que forma as monoculturas de eucalipto impactam as formas de vida em nascentes localizadas na Mata Atlântica. Para isso, escolheu analisar a presença dos chamados macroinvertebrados bentônicos, grupo formado por pequenos animais que vivem no barro depositado no fundo das nascentes, como larvas de insetos, moluscos e minhocas de água doce. &#8220;Eles são bons bioindicadores ambientais&#8221;, explicou a pesquisadora, esclarecendo que o grupo integra desde seres extremamente sensíveis a outros muito resistentes às alterações do ecossistema. &#8220;Dependendo de quem encontramos naquele local, a gente consegue ter uma ideia se houve um impacto naquela&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/09/eucalipto-ameaca-biodiversidade-na-mata-atlantica-e-no-pampa/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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