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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</title>
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					<pubDate>19 Ago 2026 10:50:51 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Conservação de Florestas Tropicais, Estradas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Soluções]]>
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							<![CDATA[<p>Como um projeto em Mato Grosso reduziu drasticamente o número de animais atropelados.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">15 mil travessias, zero atropelamentos: como pontes salvam animais na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Era por volta das 7h da manhã, havia uma forte neblina, e o biólogo Gabriel Falquetto já tinha visto alguns animais atropelados na rodovia ES-164, no Espírito Santo. Ele estava a caminho da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Kaetés, na Mata Atlântica, onde trabalha com monitoramento da fauna e de atropelamentos na região. De repente, avistou no asfalto o corpo de um primata sem vida. Era um sagui-da-serra-claro (Callithrix flaviceps), espécie classificada como criticamente em perigo pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Estima-se que restem cerca de 2.500 indivíduos em vida livre. É um dos primatas mais ameaçados do planeta. “Foi extremamente doloroso e desanimador. Nós percorremos essa região diariamente monitorando a fauna e comemoramos cada encontro com grupos de saguis-da-serra-claro na floresta”, contou Gabriel à Mongabay. “Encontrar um indivíduo nessas condições causa um sentimento de tristeza e impotência. Além da perda daquele animal, o episódio nos lembra dos impactos que nossas atividades causam sobre a biodiversidade.” A cerca de 2.900 km dali, no município de Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso, casos como o do atropelamento do sagui-da-serra-claro, ocorrido em junho deste ano, não são registrados desde 2024. Desde então, foram instaladas oito pontes de dossel para conectar trechos de floresta fragmentada na estrada de acesso à cidade. Imagens de armadilhas fotográficas revelaram que, em 15 meses, as passagens aéreas de fauna proporcionaram 15 mil travessias seguras de animais arborícolas. E nenhum atropelamento. Instalação das primeiras pontes de dossel em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/08/15-mil-travessias-zero-atropelamentos-como-pontes-salvam-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Expansão da soja em Mato Grosso pressiona Cerrado e povos indígenas</title>
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					<pubDate>16 Mar 2026 08:00:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Kevin Damasio]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Mato Grosso]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Agrotóxicos, Comércio Internacional, Commodities, Comunidades Tradicionais, Conservação, Cultura Indígena, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Energia, Etnocídio, Gado, Hidrelétricas, Indígenas, Índios, Monocultura, Pecuária, Pesticidas, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Rios, Soja e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>TERRA INDÍGENA TIRECATINGA, Mato Grosso — Em 2025, os sojicultores brasileiros ganharam um novo impulso com a guerra tarifária entre Estados Unidos e China. As exportações nacionais da soja para o mercado chinês no ano foram recorde: 85,4 milhões de toneladas, quase 80% dos embarques totais do grão. Em Mato Grosso, a produção da oleaginosa [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[TERRA INDÍGENA TIRECATINGA, Mato Grosso — Em 2025, os sojicultores brasileiros ganharam um novo impulso com a guerra tarifária entre Estados Unidos e China. As exportações nacionais da soja para o mercado chinês no ano foram recorde: 85,4 milhões de toneladas, quase 80% dos embarques totais do grão. Em Mato Grosso, a produção da oleaginosa já havia ganhado novos estímulos em 2019, em parte pela tensão comercial entre o primeiro governo de Donald Trump e os chineses. Além da demanda da China, a pavimentação de um trecho da rodovia BR-163 viabilizou novas fronteiras agrícolas para os sojicultores, com a ligação até portos no Pará. Desde então, as lavouras de soja no estado saltaram 3,4 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume produzido, por sua vez, passou de 33 milhões de toneladas na safra de 2018/19 para 51 milhões na de 2024/25, um aumento de 51%. A produção avança principalmente no Cerrado, a savana mais biodiversa do planeta e central para o abastecimento de água do país. Nascentes do bioma abastecem oito das 12 regiões hidrográficas brasileiras. Na bacia do Rio Juruena, no oeste matogrossense, a consolidação das monoculturas — não só de soja, mas também de milho e algodão — preocupa os povos da Terra Indígena Tirecatinga. Eles relatam que as fazendas do entorno têm contaminado os cursos d&#8217;água, plantas e frutas por agrotóxicos, e barram os rios com pequenas usinas hidrelétricas. Situada entre os rios Buriti e Papagaio, a terra indígena tem 131 mil&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/03/expansao-da-soja-em-mato-grosso-pressiona-cerrado-e-povos-indigenas-2/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>No Mato Grosso, santuário oferece vida nova a elefantes marcados pela dor do cativeiro</title>
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					<pubDate>25 Fev 2026 07:51:39 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[André Aram]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<category><![CDATA[Fauna]]></category>
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							<![CDATA[Animais, Conservação, Fauna, Mamíferos, Responsabilidade Ambiental, Soluções e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Em abril do ano 2000, o pequeno José Miguel dos Santos Fonseca, de apenas seis anos, foi morto por leões do Circo Vostok, durante um ciclo de eventos em Jaboatão dos Guararapes, município que integra a Região Metropolitana de Recife. A criança foi atacada durante um intervalo das apresentações, enquanto caminhava ao lado de um [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Em abril do ano 2000, o pequeno José Miguel dos Santos Fonseca, de apenas seis anos, foi morto por leões do Circo Vostok, durante um ciclo de eventos em Jaboatão dos Guararapes, município que integra a Região Metropolitana de Recife. A criança foi atacada durante um intervalo das apresentações, enquanto caminhava ao lado de um túnel gradeado que ligava a jaula dos felinos ao picadeiro. O espaço de 10 centímetros entre as barras de ferro foi suficiente para que o ataque ocorresse; horas depois, quatro dos cinco leões envolvidos no episódio haviam sido mortos a tiro pela Polícia Militar. O acidente gerou uma onda de comoção em todo o Brasil. Ao mesmo tempo, reacendeu debates sobre as condições precárias e exploratórias a que os animais eram submetidos no mundo do entretenimento. Pouco depois da tragédia, um projeto de lei tornou Pernambuco o primeiro estado do país a proibir o uso de animais em eventos circenses. Algum tempo depois, outros estados se juntariam à causa — o que, à primeira vista, apontava um caminho de avanço sem qualquer ressalva. No entanto, as proibições criaram um problema residual: sem espaço nos circos, muitos animais seriam largados à própria sorte. A situação se tornou especialmente delicada para animais de grande porte, como os elefantes, que são longevos e necessitam de amplos habitats artificiais. Para responder a uma parte dos surtos de abandono que se sucederam após as proibições, especialistas e membros da sociedade civil se uniram para criar o Santuário de Elefantes Brasil&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/02/no-mato-grosso-santuario-oferece-vida-nova-a-elefantes-marcados-pela-dor-do-cativeiro/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Crédito fortalece a agroecologia em região do Cerrado sob pressão do agronegócio</title>
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					<pubDate>24 Set 2025 07:49:19 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Elizabeth Oliveira]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Alimentação, Alimentos, Cerrado, Comida, Comunidades Tradicionais, Conservação, Povos Tradicionais, Responsabilidade Ambiental, Socioambiental, Soluções e Sustentabilidade]]>
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							<![CDATA[<p>“A natureza não nasceu para a monocultura”, opina Olácio Komori, fundador e coordenador administrativo-financeiro da Associação dos Produtores Orgânicos do Mato Grosso do Sul (Apoms). Com três décadas dedicadas ao fortalecimento da agricultura orgânica e agroecológica no Mato Grosso do Sul — estado que tem no agronegócio um alicerce das suas atividades econômicas —, ele [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[“A natureza não nasceu para a monocultura”, opina Olácio Komori, fundador e coordenador administrativo-financeiro da Associação dos Produtores Orgânicos do Mato Grosso do Sul (Apoms). Com três décadas dedicadas ao fortalecimento da agricultura orgânica e agroecológica no Mato Grosso do Sul — estado que tem no agronegócio um alicerce das suas atividades econômicas —, ele argumenta que não é simples tornar a produção agrícola mais sustentável, embora seja possível. O Cerrado, que ocupa cerca de 60% do Mato Grosso do Sul, é um dos biomas mais desmatados do Brasil, justamente pela expansão da fronteira agrícola. Já perdeu um terço da sua vegetação nativa em 40 anos. Isso significa 40,5 milhões de hectares suprimidos entre 1985 e 2024, correspondendo a um território com a extensão da Espanha. Os dados integram a Coleção 10 do Projeto MapBiomas, em parceria com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), divulgada em 13 de agosto. Pelos caminhos que optou por seguir, Komori identificou a dificuldade de acesso ao crédito e à assistência técnica como principais obstáculos enfrentados pelos agricultores familiares de Dourados, segundo maior município do estado e grande produtor agrícola. Sem encontrar alternativas no sistema financeiro tradicional, ele desenvolveu a metodologia do Programa de Crédito Sistêmico, apoiado por instituições parceiras também preocupadas com o futuro do Cerrado. A ideia dessa iniciativa foi atender justamente esse perfil de pequenos produtores rurais que têm condições de honrar os compromissos, com os resultados financeiros do que produzem, mas que muitas vezes esbarram em limitações, dentre as&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/09/credito-fortalece-a-agroecologia-em-regiao-do-cerrado-sob-pressao-do-agronegocio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Relação entre fauna do Cerrado e rodovias é mais complexa do que se supunha, aponta estudo</title>
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					<pubDate>11 Ago 2025 15:13:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Evanildo da Silveira]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Cerrado e Mato Grosso]]>
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							<![CDATA[Cerrado, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna e Infraestrutura]]>
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							<![CDATA[<p>Segundo dados do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE), da Universidade Federal de Lavras (Ufla), cerca de 475 milhões de animais são atropelados nas rodovias brasileiras a cada ano, o que afeta diferentes ecossistemas. A mesma entidade estima que 430 milhões desses indivíduos são vertebrados de pequeno porte — como aves, sapos, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Segundo dados do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE), da Universidade Federal de Lavras (Ufla), cerca de 475 milhões de animais são atropelados nas rodovias brasileiras a cada ano, o que afeta diferentes ecossistemas. A mesma entidade estima que 430 milhões desses indivíduos são vertebrados de pequeno porte — como aves, sapos, cobras e lagartos. Diante dessa estatística, é plausível que as autopistas do país sejam vistas como a principal causa de impacto à vida de diferentes espécies. No entanto, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revelou que a qualidade dos habitats e a ligação entre seus fragmentos de vegetação podem afetar a vida selvagem até mais do que as estradas, em alguns casos. A pesquisa foi o tema do doutorado do biólogo Vinícius Alberici, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, em Ribeirão Preto. Segundo o pesquisador, o trabalho surgiu da necessidade de se “preencher uma lacuna de conhecimento sobre como as populações de mamíferos respondem às estradas, [sobretudo] em paisagens agrícolas no Cerrado”, disse, em entrevista à Mongabay. “O principal objetivo foi investigar como a proximidade das estradas influencia na abundância local das espécies, considerando os efeitos da paisagem — ou seja, a qualidade e a conectividade do habitat.” O estudo avaliou a abundância relativa de 12 espécies de mamíferos de médio e grande porte, considerando a proximidade entre os locais que habitam e diferentes estradas pavimentadas, com um volume variado de tráfego. Inicialmente, elas foram divididas em&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2025/08/relacao-entre-fauna-do-cerrado-e-rodovias-e-mais-complexa-do-que-se-supunha-aponta-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Algodão transgênico foi plantado em zona proibida de Mato Grosso</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/10/algodao-transgenico-foi-plantado-em-zona-proibida-de-mato-grosso/</link>
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					<pubDate>29 Out 2024 10:21:34 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Adriana Amâncio e André Uzêda]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Commodities]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores do Desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Terras Indígenas]]></category>
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							<![CDATA[<p>Uma lavoura de algodão transgênico foi plantada em área irregular durante cinco anos no estado de Mato Grosso, desrespeitando abertamente uma medida de biossegurança criada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A Mongabay identificou com exclusividade o cultivo desta semente em Marcelândia – município a 641 km da capital, Cuiabá, e que tem no [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Uma lavoura de algodão transgênico foi plantada em área irregular durante cinco anos no estado de Mato Grosso, desrespeitando abertamente uma medida de biossegurança criada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A Mongabay identificou com exclusividade o cultivo desta semente em Marcelândia – município a 641 km da capital, Cuiabá, e que tem no agronegócio o seu principal modelo econômico. Até o início de maio deste ano, o plantio de algodão transgênico era proibido em 31 municípios do Mato Grosso, em uma área considerada zona de exclusão, respaldada pela Portaria 437  do Ministério da Agricultura. A proteção, derrubada com forte apoio da Embrapa (empresa pública que possui patentes de algodão transgênico), tinha o intuito de evitar a contaminação do algodão crioulo, semente natural usada na agricultura familiar e também por comunidades indígenas e quilombolas. Uma semente é considerada transgênica quando recebe gene de outro ser vivo para adquirir alguma nova característica – geralmente, de resistência a pragas e herbicidas, o que favorece a produção em larga escala destinada à exportação, base do agronegócio. O cultivo transgênico dentro da zona de exclusão acontecia desde 2019. Começou em caráter de teste na Fazenda Modelo. Após ajustes, foi iniciado um cultivo em escala comercial na Fazenda Nossa Senhora de Nazaré. Ambas são de propriedade do megaprodutor Gilson Pinesso e estão situadas em Marcelândia, município de pouco mais de 10 mil habitantes. Na Fazenda Modelo, o plantio foi feito em uma área de cinco hectares e rendeu 320 arrobas, ou seja, 4.800 kg&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/10/algodao-transgenico-foi-plantado-em-zona-proibida-de-mato-grosso/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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