<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" >

	<channel>
		<title>Notícias ambientais</title>
		<atom:link href="https://brasil.mongabay.com/feed/?location=asia-pt-br&#038;type=post" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<link>https://brasil.mongabay.com/list/asia-pt-br/</link>
		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
		<lastBuildDate>Wed, 30 Sep 2026 15:34:16 +0000</lastBuildDate>
		<language>pt-PT</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.5</generator>
				<item>
					<title>Mico-leão-dourado entra na mira de traficantes internacionais de animais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2026/06/mico-leao-dourado-entra-na-mira-de-traficantes-internacionais-de-animais/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2026/06/mico-leao-dourado-entra-na-mira-de-traficantes-internacionais-de-animais/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Jun 2026 07:58:27 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Fernanda WenzelMarco Mantovani]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2026/06/02155941/1.-photo_togo_traffic_CREDIT_EAGLE-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=195384</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, Ásia e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Espécies Ameaçadas, Fauna e Tráfico]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Contrabandeados em carros, a bordo de aviões ou em veleiros que cruzam o Oceano Atlântico, micos-leões-dourados estão sendo arrancados das florestas brasileiras e traficados para o exterior por sofisticadas redes criminosas. Os macacos são transportados pela América Latina e pela África, com fortes indícios de que tenham como destino final o mercado asiático ilegal. Colecionadores [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/mico-leao-dourado-entra-na-mira-de-traficantes-internacionais-de-animais/" data-wpel-link="internal">Mico-leão-dourado entra na mira de traficantes internacionais de animais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Contrabandeados em carros, a bordo de aviões ou em veleiros que cruzam o Oceano Atlântico, micos-leões-dourados estão sendo arrancados das florestas brasileiras e traficados para o exterior por sofisticadas redes criminosas. Os macacos são transportados pela América Latina e pela África, com fortes indícios de que tenham como destino final o mercado asiático ilegal. Colecionadores estão dispostos a pagar até US$ 100 mil por esse animal, um dos símbolos da conservação da natureza no Brasil. Alguns dos micos morrem antes de chegar ao destino. Os que sobrevivem podem terminar a viagem desnutridos, doentes e, por vezes, mutilados. “É assustador, no sentido de que [o tráfico] é uma ameaça que nós considerávamos relativamente sob controle”, afirmou Luis Paulo Ferraz, secretário-executivo da Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD), que lidera um esforço internacional para preservar a espécie desde a década de 1990. Nos últimos anos, sua equipe tem se deparado cada vez mais com pessoas que se aventuram nas florestas do Rio de Janeiro para capturar esses animais. “A nossa equipe de campo começou a bater de frente com esses caras, a ponto de eu ficar super preocupado de ter a minha equipe num lugar com bandido circulando.” O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia), estampado na cédula de 20 reais, entrou no radar da Polícia Federal em 2023, depois que sete desses primatas e 29 araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari), outra espécie nativa do Brasil, foram apreendidos em um cativeiro no vizinho Suriname. Em fevereiro de 2024, autoridades do Togo ficaram surpresas ao encontrar as mesmas duas espécies —&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/06/mico-leao-dourado-entra-na-mira-de-traficantes-internacionais-de-animais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2026/06/mico-leao-dourado-entra-na-mira-de-traficantes-internacionais-de-animais/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Um bilionário financiará a biodiversidade? A Decisão 15/9 como uma &#8220;mina de ouro&#8221; (artigo)</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Mai 2024 15:03:28 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Joseph Henry Vogel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2024/05/21145955/GC_Jaguar_drinking_MX-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=192115</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, Ásia e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Conservação, Conservação de Florestas Tropicais, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Peixes, Primatas, Recursos hídricos, Répteis e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As metáforas econômicas podem ser inesperadamente irônicas. A décima-quinta Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) de 1992, estabeleceu &#8220;um mecanismo multilateral de Repartição dos benefícios do uso da informação sequencial digital de recursos genéticos, incluindo um fundo global&#8221; (Decisão 15/9). O Secretário Executivo em função da Secretaria considera [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/" data-wpel-link="internal">Um bilionário financiará a biodiversidade? A Decisão 15/9 como uma &#8220;mina de ouro&#8221; (artigo)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[As metáforas econômicas podem ser inesperadamente irônicas. A décima-quinta Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) de 1992, estabeleceu &#8220;um mecanismo multilateral de Repartição dos benefícios do uso da informação sequencial digital de recursos genéticos, incluindo um fundo global&#8221; (Decisão 15/9). O Secretário Executivo em função da Secretaria considera dito mecanismo um “ponto de referência”. A esperança é grande. As vendas globais de biotecnologia logo alcançarão 1 trilhão de dólares por ano e sabemos que são necessários centenas de bilhões de dólares para financiar a conservação da biodiversidade. Assim que a Decisão 15/9 pode ser uma mina de ouro. Mas para quem exatamente? As indústrias que utilizam recursos genéticos são desdenhosas. Elas podem se dirigir ao Brasil, o país mais biodiverso do mundo, onde a legislação permite royalties tão baixos quanto 0,1%. O Projeto WiLDSI, financiado pelo governo alemão, contempla um benefício numa ordem de magnitude menor ainda do que isso. Em uma biotecnologia “blockbuster” lucrativa de bilhões de dólares, 0,01% se reduz a meros 100 mil dólares. Por que se incomodar com isso então? Uma mina de ouro existirá somente se a indústria pagar uma ‘renda econômica’ por biotecnologias comercialmente bem-sucedidas. A renda em qualquer bem é a diferença entre o que se paga e o que se pagaria num mercado competitivo. A indústria desfruta de rendas através de direitos de propriedade intelectual (DPI), como patentes e direitos autorais. Esses monopólios temporários permitem que os detentores de DPI compensem os custos de trazer&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2024/05/um-bilionario-financiara-a-biodiversidade-a-decisao-15-9-como-uma-mina-de-ouro-artigo/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>15 bilhões de árvores são derrubados todo ano no mundo; veja cinco soluções para reverter isso</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2023/01/15-bilhoes-de-arvores-sao-derrubados-todo-ano-no-mundo-veja-cinco-solucoes-para-reverter-isso/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2023/01/15-bilhoes-de-arvores-sao-derrubados-todo-ano-no-mundo-veja-cinco-solucoes-para-reverter-isso/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Jan 2023 09:32:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Liz Kimbrough]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
							<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
										<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2023/01/23193142/siberia_GP1SU5IY_PressMedia-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189707</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Sul, América Latina, Ásia, Brasil e Europa]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conflitos, Conservação, Degradação, Demarcação Territorial, Desmatamento, Entrevistas, Etnocídio, Florestas, Florestas Tropicais, Grilagem, Incêndios, Indígenas, Índios, Infraestrutura, Política Ambiental, Povos indígenas, Povos Tradicionais, Queimadas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>De acordo com especialistas, ultrapassamos o limite de conversão de florestas em terras cultivadas no planeta; isso pode desestabilizar outros sistemas operacionais da Terra, como  integridade da biosfera e o uso da água doce.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/01/15-bilhoes-de-arvores-sao-derrubados-todo-ano-no-mundo-veja-cinco-solucoes-para-reverter-isso/" data-wpel-link="internal">15 bilhões de árvores são derrubados todo ano no mundo; veja cinco soluções para reverter isso</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Apenas algumas semanas depois de visitar uma parte da floresta tropical de Bornéu, na Malásia, o fundador da Mongabay, Rhett A. Butler, descobriu que ela havia sido derrubada para extração de lascas de madeira para abastecer uma fábrica de papel. Um adolescente na época, Butler se lembra de ter ficado arrasado. “Esse lugar de maravilha e beleza foi perdido para sempre”, escreveu ele em uma reportagem em 2018. “O orangotango, os calaus, as borboletas e até as sanguessugas teriam que se virar em seu ambiente drasticamente alterado”. “Fiquei sem palavras quando tentei explicar minha tristeza aos meus amigos da escola primária”, continuou ele. “Eles perguntaram: por que você se importa com a destruição de uma floresta distante e cheia de mosquitos? Então, comecei a escrever.” No final das contas, essa escrita se transformou na Mongabay.com, este site que você lê agora e que atrai milhões de visualizações por mês ao contar a história do nosso planeta em rápida transformação. Essa história é, em grande parte, uma mudança no uso da terra: humanos destruindo florestas e outros habitats para substituí-los por pastagens, plantações, minas e estradas. A mudança no uso da terra é um dos nove limites planetários definidos pela primeira vez por um grupo internacional de cientistas do Centro de Resiliência de Estocolmo (Stockholm Resilience Centre, SRC) em 2009. A estrutura de limites planetários sugere que a Terra tem sistemas operacionais essenciais, cada um precariamente equilibrado, como um veículo descendo por uma estrada numa encosta íngreme. Mas se a humanidade violar um limite&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/01/15-bilhoes-de-arvores-sao-derrubados-todo-ano-no-mundo-veja-cinco-solucoes-para-reverter-isso/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2023/01/15-bilhoes-de-arvores-sao-derrubados-todo-ano-no-mundo-veja-cinco-solucoes-para-reverter-isso/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Por que pássaros dos trópicos são mais coloridos? Estudo inédito sugere respostas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/05/por-que-passaros-dos-tropicos-sao-mais-coloridos-estudo-inedito-sugere-respostas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/05/por-que-passaros-dos-tropicos-sao-mais-coloridos-estudo-inedito-sugere-respostas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>23 Mai 2022 06:24:51 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/05/16212535/3-Painted_Bunting_Passerina_ciris_24160640865-e1652736613651-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=189012</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, Amazônia, América Do Sul, América Latina, Ásia e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Aves, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica, Queimadas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Pesquisadores britânicos analisaram imagens de 4.500 passeriformes e detectaram que sua plumagem é 30% mais colorida em regiões como a Amazônia brasileira, o oeste da África e o Sudeste Asiático, em comparação com espécies de zonas temperadas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/por-que-passaros-dos-tropicos-sao-mais-coloridos-estudo-inedito-sugere-respostas/" data-wpel-link="internal">Por que pássaros dos trópicos são mais coloridos? Estudo inédito sugere respostas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[“Quanto mais se aproxima dos trópicos, mais aumenta a variedade de estruturas, a graça das formas e a mistura de cores”. A frase é do naturalista, geógrafo e explorador alemão Alexander von Humboldt (1769-1859), um dos criadores da chamada “biogeografia”. Ao viajar extensivamente pelas Américas no início do século 19, Humboldt notou, assim como outros grandes nomes, entre eles os britânicos Alfred Russel Wallace e Charles Darwin, que tanto plantas como animais eram mais coloridos nas áreas próximas da Linha do Equador. Agora, mais de um século depois, um estudo inédito que analisou imagens digitalizadas em alta resolução de 4.500 passeriformes do mundo todo confirma a suspeita do passado: as penas dessas aves realmente possuem um gradiente de cores muito maior nos trópicos do planeta, ou seja, há uma clara relação entre coloração e latitude. Em média, os pássaros que habitam as florestas de países como Brasil, Nova Zelândia, Indonésia, Austrália, Equador e Chile — só para citar alguns —, são 30% mais coloridos do que aqueles encontrados em regiões do Hemisfério Norte, por exemplo. Segundo o estudo, as aves de plumagem mais colorida vivem principalmente nas florestas densas e úmidas da Amazônia, do oeste da África e do sudeste da Ásia. Saíra-andina-barbanegra (Anisognathus notabilis), ave endêmica das florestas de altitude da Colômbia e do Equador. Foto: Andy Morffew, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons O artigo dos pesquisadores da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, consegue comprovar, através de técnicas matemáticas que quantificam o espectro de cores, que as aves&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/05/por-que-passaros-dos-tropicos-sao-mais-coloridos-estudo-inedito-sugere-respostas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/05/por-que-passaros-dos-tropicos-sao-mais-coloridos-estudo-inedito-sugere-respostas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Grandes mamíferos do planeta perderam em média um terço de seu habitat original</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2022/04/grandes-mamiferos-do-planeta-perderam-em-media-um-terco-de-seu-habitat-original/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2022/04/grandes-mamiferos-do-planeta-perderam-em-media-um-terco-de-seu-habitat-original/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>21 Abr 2022 07:42:15 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2022/04/20211732/3-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=188911</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, América Do Norte, América Do Sul, América Latina, Ásia, Brasil e Europa]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caça, Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Queimadas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Levantamento inédito mapeou a distribuição original de 145 espécies de grandes mamíferos, mostrando como elas tiveram suas áreas reduzidas pela atividade humana. Algumas espécies se tornaram “refugiadas climáticas” ao se verem restritas a regiões com clima diferente daquele em que seus antepassados viviam.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/04/grandes-mamiferos-do-planeta-perderam-em-media-um-terco-de-seu-habitat-original/" data-wpel-link="internal">Grandes mamíferos do planeta perderam em média um terço de seu habitat original</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O bisão-americano (Bison bison) é o maior animal terrestre da América do Norte. Chegando a pesar quase uma tonelada, esses bovinos selvagens podiam ser vistos em rebanhos que chegavam aos milhões em pradarias num passado muito distante. Sua distribuição foi tão ampla que a espécie era encontrada desde o Alasca até o norte do México. Quando os primeiros colonizadores europeus colocaram o pé em terras norteamericanas, os bisões foram caçados e mortos até praticamente a extinção. No século 19, restaram menos de cem deles na natureza. Hoje podem ser avistados em pequenas populações, em geral dentro de reservas de proteção. “Onde o ser humano chega, há extinção de espécies”, lamenta o biólogo Mathias Pires, professor e pesquisador do Departamento de Biologia Animal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A afirmação do especialista é fato comprovado. E não é recente: ocorreu desde que o Homo sapiens saiu da África para desbravar outros continentes. Dados históricos, baseados em registros fósseis, revelam que durante o fim do período do Pleistoceno, entre 50 mil e 11 mil anos atrás, houve extinções de muitas espécies de grandes mamíferos no planeta, seja pela caça ou pela conversão de seus habitats naturais em áreas agrícolas ou urbanas, assim como alterações no clima da Terra.     “O Pleistoceno tardio é um marco temporal, a época em que começaram a acontecer as grandes migrações do ser humano a partir da África. Há uma sincronia entre a chegada do homem e o desaparecimento de algumas espécies”, salienta a bióloga Lilian&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/04/grandes-mamiferos-do-planeta-perderam-em-media-um-terco-de-seu-habitat-original/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2022/04/grandes-mamiferos-do-planeta-perderam-em-media-um-terco-de-seu-habitat-original/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Plantar árvores contribui para o reflorestamento? Não é tão simples assim</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2021/10/plantar-arvores-contribui-para-o-reflorestamento-nao-e-tao-simples-assim/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2021/10/plantar-arvores-contribui-para-o-reflorestamento-nao-e-tao-simples-assim/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>28 Out 2021 16:40:00 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Gianluca Cerullo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2021/10/27183802/1-native-forest-in-the-process-of-natural-regeneration-in-the-understory-of-eucalyptus-plantation-768x512.jpeg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=188548</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, Ásia, Brasil e Indonésia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Amazônia, Commodities, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mata Atlântica e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Projetos de plantio de árvores são muito populares em todo o mundo, mas muitos usam o velho hábito de plantar monoculturas de espécies como eucaliptos ou acácias e chamá-las de florestas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/10/plantar-arvores-contribui-para-o-reflorestamento-nao-e-tao-simples-assim/" data-wpel-link="internal">Plantar árvores contribui para o reflorestamento? Não é tão simples assim</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Era como se um enorme aspirador tivesse sido usado na floresta. Os assobios de pássaros e o coaxar de sapos haviam desaparecido, e junto com eles a vegetação que se emaranhava junto ao chão, onde plantas disputavam por um espaço ao sol na sombra projetada pelas copas. Agora, árvores de mesma altura crescem sob o sol ardente, distribuídas e enfileiradas sobre um solo despido de verde. Era para ser um projeto de reflorestamento. Mas algo deu muito errado. Agências do governo do Camboja apregoaram o programa de reflorestamento de Prey Lang, no centro do país, como o primeiro grande passo em direção a uma restauração climática focada no clima. A administração florestal do Camboja deu ao empreiteiro sul-coreano Think Biotech uma concessão de reflorestamento de 34 mil hectares sob a promessa de  atenuar o efeito das emissões de gases que causam o efeito estufa plantando árvores. Mas o que aconteceu não se parece muito com uma vitória contra as mudanças climáticas. Membros da comunidade e cientistas argumentam que a Think Biotech devastou uma floresta tropical diversa e a substituiu por uma monocultura de acácia. Espécies habituais foram expulsas de terras que elas não reconhecem mais. Como um membro da comunidade disse em um encontro comunitário em 2015, “era sombreado e fresco. Agora o sol brilha através da vegetação e sentimos o calor em nossas cabeças”. As copas de uma plantação de acácia. Membros da comunidade e cientistas dizem que a Think Biotech desmatou florestas tropicais diversas em Prey Lang, Camboja,&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2021/10/plantar-arvores-contribui-para-o-reflorestamento-nao-e-tao-simples-assim/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2021/10/plantar-arvores-contribui-para-o-reflorestamento-nao-e-tao-simples-assim/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Quantas espécies de aves e mamíferos foram salvas da extinção nos últimos 30 anos?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>17 Dez 2020 07:32:08 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2020/12/14191054/7-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://brasil.mongabay.com/?p=187777</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[África, América Central, América Do Sul, Ásia, Brasil e Europa]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Aves, Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Felinos, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Queimadas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Grupo de pesquisadores analisou o impacto das ações de conservação desde a Eco-92. Segundo o estudo, pelo 21 espécies de aves e 7 de mamíferos no mundo escaparam de desaparecer. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/" data-wpel-link="internal">Quantas espécies de aves e mamíferos foram salvas da extinção nos últimos 30 anos?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Em 1992, líderes globais reunidos durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, assinaram a chamada Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), para promover o desenvolvimento sustentável. Dezoito anos mais tarde, em 2010, em outro encontro, desta vez na província de Aichi, em Nagoya, no Japão, 193 países assinaram um compromisso com 20 metas para reduzir a pressão global sobre o mundo natural. Entre as chamadas Metas de Aichi para a Biodiversidade, a número 12 estabelecia que, até 2020, fosse evitada a extinção de espécies ameaçadas, especialmente aquelas com população em declínio, e que seu status fosse melhorado e mantido. Interessados em saber não apenas se esse compromisso foi atingido, mas também quantificá-lo, um grupo de pesquisadores internacionais, liderados por cientistas da Newcastle University, do Reino Unido, fizeram um levantamento para descobrir quantas espécies de aves e mamíferos deixaram de ser extintas graças a esforços de conservação. “Queríamos identificar quantas extinções foram evitadas desde 1993, quando entrou em vigor a Convenção sobre Diversidade Biológica, e desde 2010, quando foram adotadas as últimas metas relativas a ela, incluindo aquela sobre prevenção de extinções. Nosso objetivo era saber como a política impactou o número de extinções evitadas”, explica Rike Bolam, principal autora do estudo, publicado na revista Conservation Letters. Os pesquisadores decidiram focar apenas em aves e mamíferos, pois são os grupos de animais mais estudados pela ciência, com maior quantidade de dados globais disponíveis. Só foram analisadas espécies que constassem na Lista Vermelha da União Internacional&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Iniciativa do Cinturão e Rota da China pode aumentar a presença de espécies invasoras</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/04/iniciativa-do-cinturao-e-rota-da-china-pode-aumentar-a-presenca-de-especies-invasoras/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/04/iniciativa-do-cinturao-e-rota-da-china-pode-aumentar-a-presenca-de-especies-invasoras/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>01 Abr 2019 15:51:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Shreya Dasgupta]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/04/01154857/10-sabah_aerial_0653.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186062</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Ásia, China, Indonésia e Sudeste Asiático]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Alterações Climáticas, Biodiversidade, Conservação, Energia, Florestas, Florestas Tropicais, Infraestrutura e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A ambiciosa e multitrilionária Iniciativa do Cinturão e Rota da China pode trazer consigo diversas espécies invasoras para uma variedade de países, ameaçando suas biodiversidades nativas, alerta um novo estudo. Anunciada pelo presidente chinês Xi Jinping em 2013, a Iniciativa do Cinturão e Rota (ICR), também conhecida como &#8220;Um Cinturão, Uma Rota&#8221; e &#8220;Cinturão Econômico [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/04/iniciativa-do-cinturao-e-rota-da-china-pode-aumentar-a-presenca-de-especies-invasoras/" data-wpel-link="internal">Iniciativa do Cinturão e Rota da China pode aumentar a presença de espécies invasoras</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A ambiciosa e multitrilionária Iniciativa do Cinturão e Rota da China pode trazer consigo diversas espécies invasoras para uma variedade de países, ameaçando suas biodiversidades nativas, alerta um novo estudo. Anunciada pelo presidente chinês Xi Jinping em 2013, a Iniciativa do Cinturão e Rota (ICR), também conhecida como &#8220;Um Cinturão, Uma Rota&#8221; e &#8220;Cinturão Econômico da Rota da Seda e a Rota da Seda Marítima do Século 21&#8221;, propõe conectar a China a outros países da Ásia, África e Europa por meio de uma série de rotas terrestres e marítimas, facilitando o comércio entre eles. Existem planos para um cinturão econômico terrestre de seis corredores, que incluirá infraestruturas como estradas, ferrovias, aeroportos e gasodutos, conectando a China à Ásia central e sul e à Europa. Há também a Rota Marítima da Seda: corredores de rotas marítimas que visam conectar a China ao sudeste Asiático, à Oceania e ao norte da África, através de uma cadeia de portos marítimos. A Iniciativa do Cinturão e Rota ligará a China a áreas previamente remotas da Ásia por meio de estradas, ferrovias e portos. Imagem de Rhett A. Butler/Mongabay. Apesar da maior conectividade oferecer oportunidades de comércio e crescimento para os países participantes, mega projetos de infraestrutura como o ICR podem ter também grandes custos ambientais. Ambientalistas expressaram suas preocupações sobre a possibilidade de o ICR acelerar a invasão de espécies exóticas e a perda da biodiversidade nativa. Para descobrir os lugares mais suscetíveis às espécies invasoras, Yiming Li, um ecologista da Academia Chinesa&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/04/iniciativa-do-cinturao-e-rota-da-china-pode-aumentar-a-presenca-de-especies-invasoras/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/04/iniciativa-do-cinturao-e-rota-da-china-pode-aumentar-a-presenca-de-especies-invasoras/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Os custos de megabarragens superam os benefícios – a farra global de construções deve acabar, afirmam especialistas</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2019/02/os-custos-de-megabarragens-superam-os-beneficios-a-farra-global-de-construcoes-deve-acabar-afirmam-especialistas/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2019/02/os-custos-de-megabarragens-superam-os-beneficios-a-farra-global-de-construcoes-deve-acabar-afirmam-especialistas/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>27 Fev 2019 16:35:19 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Claire Asher]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2019/02/27163304/FEATURED-2-USE1-768x447.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=186034</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Infraestrutura na Amazônia]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[África, América Do Sul, Ásia e Brasil]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças à Amazônia, Energia, Florestas, Florestas Tropicais, Povos indígenas e Rios]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>As megabarragens hidroelétricas não compensam os custos ambientais e sociais, e seus benefícios continuarão a diminuir com o aumento das mudanças climáticas, afirmam analistas. A energia hidroelétrica representa cerca de 70% de todo fornecimento mundial de energia renovável, mas mesmo assim as barragens tem sido alvo de críticas pelos seus rendimentos abaixo do esperado, curto [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/02/os-custos-de-megabarragens-superam-os-beneficios-a-farra-global-de-construcoes-deve-acabar-afirmam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Os custos de megabarragens superam os benefícios – a farra global de construções deve acabar, afirmam especialistas</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A barragem Santo Antônio, no Rio Madeira, Roraima, Brasil, entrou em operação em 2012. Essa megabarragem amazônica causou grandes inundações rio acima no Brasil e na Bolívia, provocando a morte de animais, inundando vilarejos rurais e causando uma crise política internacional. Imagem: cortesia da Santo Antônio Energia. As megabarragens hidroelétricas não compensam os custos ambientais e sociais, e seus benefícios continuarão a diminuir com o aumento das mudanças climáticas, afirmam analistas. A energia hidroelétrica representa cerca de 70% de todo fornecimento mundial de energia renovável, mas mesmo assim as barragens tem sido alvo de críticas pelos seus rendimentos abaixo do esperado, curto ciclo de vida, e impactos negativos nas comunidades e ecossistemas locais. Depois de se multiplicarem na América do Norte e Europa na metade do século XX, as hidroelétricas perderam popularidade nos anos 1970 e hoje há mais barragens sendo fechadas do que construídas. Mas o desenvolvimento hidroelétrico não parou, apenas mudou de lugar – milhares de barragens foram construídas em países em desenvolvimento desde os anos 1970, com muitas mais em fase de planejamento. Com sua publicação na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, Emilio Moran e seus colegas da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos, descobriram que os verdadeiros custos ambientais e sociais das barreiras hidroelétricas têm sido subestimados. “Se incluíssemos todos os custos, de verdade, eu duvido que os projetos de energia hidroelétrica fossem tão atrativos”, afirma Emilio, o que nos levaria a favorecer fontes de energia alternativa. As barragens são associadas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2019/02/os-custos-de-megabarragens-superam-os-beneficios-a-farra-global-de-construcoes-deve-acabar-afirmam-especialistas/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2019/02/os-custos-de-megabarragens-superam-os-beneficios-a-farra-global-de-construcoes-deve-acabar-afirmam-especialistas/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Batalha épica entre tigre e urso é filmada na Índia</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2018/03/batalha-epica-tigre-urso-filmada-na-india/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2018/03/batalha-epica-tigre-urso-filmada-na-india/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>09 Mar 2018 15:28:12 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2018/03/09152605/tiger-vs-bear-00-768x512.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185780</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Ásia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Um naturalista de um estabelecimento de ecoturismo na Índia filmou uma batalha entre um tigre e uma fêmea de urso-beiçudo que protegia seu filhote. Akshay Kumar, o naturalista-chefe do Bamboo Forest Safari Lodge em Maharashtra, fez o vídeo durante um safári que aconteceu na quarta-feira no Parque Nacional Tadoba. O vídeo começa com o tigre [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/03/batalha-epica-tigre-urso-filmada-na-india/" data-wpel-link="internal">Batalha épica entre tigre e urso é filmada na Índia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Um naturalista de um estabelecimento de ecoturismo na Índia filmou uma batalha entre um tigre e uma fêmea de urso-beiçudo que protegia seu filhote. Akshay Kumar, o naturalista-chefe do Bamboo Forest Safari Lodge em Maharashtra, fez o vídeo durante um safári que aconteceu na quarta-feira no Parque Nacional Tadoba. O vídeo começa com o tigre – um macho dominante famoso na região, chamado Matkasur – perseguindo a ursa que estava a caminho de um charco com seu filhote. Ela, então, ataca o tigre e a luta tem início. Kumar contou ao canal NDTV que o ataque da ursa foi movido a “instinto maternal”. “O tigre golpeou a ursa por mais de cinco minutos. Ele perseguiu a ursa, mas ela continuava a atacar, a fim de proteger seu filhote”, disse Kumar à NDTV. “Isso tudo durou 15 minutos. O tigre rugia muito. Foi uma luta e tanto”. Os dois animais ficaram feridos por causa da luta. Kumar disse que a pelagem grossa da ursa a protegeu do pior. Captura de imagem do vídeo feito por Akshay Kumar da luta entre um tigre e uma fêmea de urso-beiçudo próximo a um charco no Parque Nacional Tadoba, em Maharashtra. Publicada no Instagram: @the_bamboo_forest Uma fêmea de urso-beiçudo atacando um tigre no Parque Nacional Tadoba. Foto: Akshay Kumar, naturalista-chefe do Bamboo Forest Safari. Publicado no Instagram: @the_bamboo_forest Captura de imagem do vídeo feito por Akshay Kumar Captura de imagem do vídeo feito por Akshay Kumar Captura de imagem do vídeo feito por Akshay Kumar&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/03/batalha-epica-tigre-urso-filmada-na-india/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2018/03/batalha-epica-tigre-urso-filmada-na-india/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Aumenta o número de grandes primatas em apresentações circenses na Ásia – assim como o tráfico</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2017/06/aumenta-numero-grandes-primatas-apresentacoes-circenses-na-asia-trafico/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2017/06/aumenta-numero-grandes-primatas-apresentacoes-circenses-na-asia-trafico/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>26 Jun 2017 11:41:35 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Millie Kerr]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2017/06/26113446/FEATURED-2-china-305x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185633</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Grandes primatas]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Ásia, China e Tailândia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Animais, Biodiversidade, Caça, Conservação, Conservação da Vida Selvagem, Corrupção, Crime Ambiental, Espécies Ameaçadas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Orangotangos boxeadores no Safari World em Bangkok, Tailândia. Vídeo cedido como cortesia pelo PEGAS &#160; Após 146 anos de funcionamento, o Ringling Bros. and Barnum &#38; Bailey está fechando seu circo, alegando queda na venda de ingressos. Essa queda reflete um sentimento crescente entre os americanos de que as apresentações circenses envolvem o tratamento inadequado, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/06/aumenta-numero-grandes-primatas-apresentacoes-circenses-na-asia-trafico/" data-wpel-link="internal">Aumenta o número de grandes primatas em apresentações circenses na Ásia – assim como o tráfico</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Orangotangos boxeadores no Safari World em Bangkok, Tailândia. Vídeo cedido como cortesia pelo PEGAS &nbsp; Após 146 anos de funcionamento, o Ringling Bros. and Barnum &amp; Bailey está fechando seu circo, alegando queda na venda de ingressos. Essa queda reflete um sentimento crescente entre os americanos de que as apresentações circenses envolvem o tratamento inadequado, senão desumano, de animais, afirma Julia Galluci, primatóloga que trabalha junto à PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético de Animais). Esse sentimento, no entanto, não é muito comum em muitas partes da Ásia, onde certos países estão constatando um aumento de circos e outras formas de entretenimento focada em animais. Um número crescente de zoológicos e safáris na Ásia está montando produções em grande escala com grandes primatas – em que jovens chipanzés e orangotangos são geralmente forçados a posar vestindo fantasias de palhaço ao lado de visitantes ou então a imitar comportamentos humanos, dançando e andando de patins para entreter a plateia. Em contraste, o Ringling suspendeu suas apresentações com grandes primatas no início dos anos 90. O treinamento das técnicas e as condições em cativeiro nesses zoológicos e safaris estão causando muita preocupação com relação ao bem-estar animal, enquanto o tráfico que captura grandes primatas ameaçados de extinção para serem usados como entretenimento é uma bandeira vermelha para os conservacionistas da vida selvagem. Shanghai Wild Animal Park, na China. Fotografia cedida por uma ONG sediada na China que pediu para não ser identificada Selvagens, não criados em cativeiro Na teoria, os zoológicos e os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/06/aumenta-numero-grandes-primatas-apresentacoes-circenses-na-asia-trafico/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2017/06/aumenta-numero-grandes-primatas-apresentacoes-circenses-na-asia-trafico/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>ONGs locais: A motivação para salvar Leuser está nos benefícios oferecidos pelo ecossistema, não nos orangotangos</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2017/02/ongs-locais-motivacao-salvar-leuser-esta-nos-beneficios-oferecidos-pelo-ecossistema-nao-nos-orangotangos/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2017/02/ongs-locais-motivacao-salvar-leuser-esta-nos-beneficios-oferecidos-pelo-ecossistema-nao-nos-orangotangos/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>03 Fev 2017 15:13:18 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Colleen Kimmett]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2017/02/03150755/FEATURED1-352x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185513</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Grandes primatas, Óleo de palma na Indonésia e Óleo de palma no mundo]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Ásia, Indonésia, Sudeste Asiático e Sumatra]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Agricultura, Animais, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Primatas e Vida Selvagem]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Há cinco anos, é provável que havia pouquíssimas pessoas fora da Indonésia que já tivessem ouvido falar de um lugar chamado ecossistema de Leuser. Hoje, essa enorme floresta tropical ameaçada na ilha indonésia de Sumatra está a ponto de se tornar tão conhecida quanto a Amazônia em termos de sua vida selvagem única e da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/02/ongs-locais-motivacao-salvar-leuser-esta-nos-beneficios-oferecidos-pelo-ecossistema-nao-nos-orangotangos/" data-wpel-link="internal">ONGs locais: A motivação para salvar Leuser está nos benefícios oferecidos pelo ecossistema, não nos orangotangos</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Rudi Putra em 2014, ano em que ele ganhou um Prêmio Goldman em reconhecimento ao seu trabalho de proteção ao ecossistema de Leuser. Foto por Colleen Kimmett Há cinco anos, é provável que havia pouquíssimas pessoas fora da Indonésia que já tivessem ouvido falar de um lugar chamado ecossistema de Leuser. Hoje, essa enorme floresta tropical ameaçada na ilha indonésia de Sumatra está a ponto de se tornar tão conhecida quanto a Amazônia em termos de sua vida selvagem única e da importância global de sua conservação. Leuser tem recebido visitas de inúmeros contingentes da mídia internacional, tem sido o foco de campanhas de grandes ONGs internacionais e, mais recentemente, foi o plano de fundo das fotos do Instagram e do Twitter de Leonardo DiCaprio. É possível que muito dessa atenção tenha sido gerada pelos orangotangos. Leuser é um dos últimos refúgios desses primatas criticamente ameaçados, encontrados apenas nas ilhas de Sumatra e Bornéu, e “o último lugar na Terra” — como Leuser tem sido anunciado nas campanhas midiáticas — onde eles coabitam com tigres, elefantes e rinocerontes. Muitos habitantes rurais de Sumatra não veem os orangotangos como espécies importantes e ameaçadas a serem protegidas, mas como uma praga para suas hortas e fazendas. Organizadores locais como Rudi Putra e T.M. Zulfikar estão construindo um movimento local de conservação em Sumatra que se baseia principalmente em ações judiciais contra perdas potenciais de benefícios oferecidos pelo ecossistema de Leuser. Foto por Rhett A. Butler / Mongabay Mas, apesar de essa megafauna&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/02/ongs-locais-motivacao-salvar-leuser-esta-nos-beneficios-oferecidos-pelo-ecossistema-nao-nos-orangotangos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2017/02/ongs-locais-motivacao-salvar-leuser-esta-nos-beneficios-oferecidos-pelo-ecossistema-nao-nos-orangotangos/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Jokowi concede os primeiros direitos territoriais indígenas a 9 comunidades</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2017/01/jokowi-concede-os-primeiros-direitos-territoriais-indigenas-9-comunidades/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2017/01/jokowi-concede-os-primeiros-direitos-territoriais-indigenas-9-comunidades/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>20 Jan 2017 14:46:36 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mongabay.com]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2017/01/20144503/15369543433_16b9031414_k-496x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185501</guid>

											<reporting-project>
							<![CDATA[Florestas mundiais e Os compromissos de Jokowi]]>
						</reporting-project>
					
											<locations>
							<![CDATA[Ásia e Indonésia]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Conservação, Florestas, Florestas Tropicais e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Pela primeira vez, o governo central da Indonésia reconheceu o direito à floresta que nove comunidades indígenas chamam de lar, um marco para o movimento nacional dos povos indígenas que procura encerrar uma era de abuso e discriminação às mãos do Estado. Esse movimento ainda tem um longo caminho a percorrer. As nove &#8220;florestas consuetudinárias&#8221; [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/01/jokowi-concede-os-primeiros-direitos-territoriais-indigenas-9-comunidades/" data-wpel-link="internal">Jokowi concede os primeiros direitos territoriais indígenas a 9 comunidades</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Pela primeira vez, o governo central da Indonésia reconheceu o direito à floresta que nove comunidades indígenas chamam de lar, um marco para o movimento nacional dos povos indígenas que procura encerrar uma era de abuso e discriminação às mãos do Estado. Esse movimento ainda tem um longo caminho a percorrer. As nove &#8220;florestas consuetudinárias&#8221; &#8211; conhecidas como hutan adat em indonésio &#8211; e reconhecidas, na semana passada, pela administração do presidente Joko Widodo abrangem um total de 13.100 hectares. Contudo, a Aliança dos Povos Indígenas do Arquipélago (AMAN) mapeou mais de 8,2 milhões de hectares de terras consuetudinárias que dizem pertencer aos grupos adat da nação, como são chamados aqui aqueles que praticam modos antigos de conhecimento, crença, comunidade e economia. Por ponto de comparação, as nove maiores empresas de óleo de palma da Indonésia, em 2013, plantaram quase 2 milhões de hectares. &#8220;Isto é apenas o começo&#8221;, declarou o presidente Jokowi, como é popularmente conhecido, num discurso que marcou a ocasião. A área entregue é &#8220;ainda muito pequena&#8221;, disse ele. Pode ser uma gota no oceano, mas o desenvolvimento marca o primeiro ato real de Jokowi de acompanhar uma decisão de 2013 do mais alto tribunal da Indonésia, que removeu do controlo do Estado estas florestas pertencentes aos povos indígenas. Esta ação chega quando a AMAN contempla retirar o seu apoio a Jokowi, que tem sido lento a agir sobre as promessas da sua campanha que lhe valeu o primeiro endosso presidencial por parte da organização. Jokowi ainda&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2017/01/jokowi-concede-os-primeiros-direitos-territoriais-indigenas-9-comunidades/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2017/01/jokowi-concede-os-primeiros-direitos-territoriais-indigenas-9-comunidades/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Previsão sombria para o fornecimento de madeira de grande empresa de papel aumenta o receio de mais desflorestação</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2016/05/previsao-sombria-fornecimento-madeira-grande-empresa-papel-aumenta-receio-desflorestacao/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2016/05/previsao-sombria-fornecimento-madeira-grande-empresa-papel-aumenta-receio-desflorestacao/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>16 Mai 2016 11:44:20 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Jonathan Vit]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2016/05/03203345/Peatland-drained-acacia-riau-495x330.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://pt.mongabay.com/?p=185288</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[Ásia, Indonésia, Sudeste Asiático e Sumatra]]>
						</locations>
					
											<topic-tags>
							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Conservação, Degradação, Florestas, Florestas Tropicais e Silvicultura]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>A Asia Pulp &#38; Paper (APP) planeia começar a operar uma fábrica gigante, no sul de Sumatra, no final deste ano, o que tem levantado algumas perguntas desconfortáveis sobre a veracidade do elogiado compromisso de não-desflorestação assumido pelo grupo empresarial, e o potencial impacto ambiental numa das províncias mais propensas à ocorrência de fogos da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/05/previsao-sombria-fornecimento-madeira-grande-empresa-papel-aumenta-receio-desflorestacao/" data-wpel-link="internal">Previsão sombria para o fornecimento de madeira de grande empresa de papel aumenta o receio de mais desflorestação</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[A Asia Pulp &amp; Paper (APP) planeia começar a operar uma fábrica gigante, no sul de Sumatra, no final deste ano, o que tem levantado algumas perguntas desconfortáveis sobre a veracidade do elogiado compromisso de não-desflorestação assumido pelo grupo empresarial, e o potencial impacto ambiental numa das províncias mais propensas à ocorrência de fogos da Indonésia. A nova fábrica, que está a ser construída pela PT OKI Pulp &amp; Paper Mills, aumentaria a procura de fibra da APP em 73%, quando começar a operar em plena capacidade – e requere quase quatro vezes mais fibra do que aquela que foi produzida no passado pelas suas plantações no Sul da ilha de Sumatra, de acordo com um relatório exaustivo sobre os planos de expansão da APP divulgados esta semana por uma dúzia de organizações ambientais. O relatório, intitulado &#8220;Irá a Asia Pulp &amp; Paper falhar o seu compromisso de ‘desflorestação zero&#8217;?&#8221;, oferece evidências convincentes de que a APP não tem madeira de plantação suficiente para abastecer as suas fábricas de celulose em Sumatra, considerando a fibra necessária para operar a plena capacidade, sem retomar a desflorestação – e quebrar a sua política de conservação da floresta – ou importar a madeira adicional a um custo elevado, explicou Lafcadio Cortesi, diretor do departamento da Ásia da Rainforest Action Network (RAN), um dos co-autores do relatório. &#8220;Estamos preocupados que a nova fábrica poderá criar uma pressão para manter e expandir o sistema de agricultura industrial em turfeiras drenadas que causou incêndios devastadores na&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/05/previsao-sombria-fornecimento-madeira-grande-empresa-papel-aumenta-receio-desflorestacao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2016/05/previsao-sombria-fornecimento-madeira-grande-empresa-papel-aumenta-receio-desflorestacao/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
						<item>
					<title>Especialistas perguntam e a Casa Branca afirma que os novos acordos de livre comércio tem fortes proteções ambientais</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2015/11/especialistas-perguntam-e-a-casa-branca-afirma-que-os-novos-acordos-de-livre-comercio-tem-fortes-protecoes-ambientais/</link>
					<comments>https://brasil.mongabay.com/2015/11/especialistas-perguntam-e-a-casa-branca-afirma-que-os-novos-acordos-de-livre-comercio-tem-fortes-protecoes-ambientais/?noamp=mobile#respond</comments>
					<pubDate>25 Nov 2015 10:47:57 +0000</pubDate>
											<dc:creator>
							<![CDATA[Mike Gaworecki]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
					</author>
															<enclosure url="https://imgs.mongabay.com/wp-content/uploads/sites/29/2015/11/03203445/0611-MGaworecki_TradeAgreements1-300x173.jpg" type="image/jpeg" />
					<guid isPermaLink="false">https://news.mongabay.com/</guid>

					
											<locations>
							<![CDATA[América Do Norte, Ásia e Europa]]>
						</locations>
					
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Presidente Obama faz um descurso sobre o acordo comercial que está sendo negociado entre os E.U.A e a Europa, conhecido como Parceria de Comércio e Investimento Transatlânttica em frente de Lough Eme, Irlanda do Norte, em 2013. Créditos da foto: Casa Branca. Um artigo publicado pela administração do presidente Obama no último mês, informa que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/11/especialistas-perguntam-e-a-casa-branca-afirma-que-os-novos-acordos-de-livre-comercio-tem-fortes-protecoes-ambientais/" data-wpel-link="internal">Especialistas perguntam e a Casa Branca afirma que os novos acordos de livre comércio tem fortes proteções ambientais</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[Presidente Obama faz um descurso sobre o acordo comercial que está sendo negociado entre os E.U.A e a Europa, conhecido como Parceria de Comércio e Investimento Transatlânttica em frente de Lough Eme, Irlanda do Norte, em 2013. Créditos da foto: Casa Branca. Um artigo publicado pela administração do presidente Obama no último mês, informa que os novos acordos comerciais internacionais que estão sendo negociados tem uma proteção ambiental mais forte que os anteriores, porém muitos especialistas não estão convencidos. Em uma postagem em seu blog pessoal, sobre o artigo publicado no site da Casa Branca, o embaixador Michael Froman, representante do comércio nos Estados Unidos, apresenta o caso de acordos de comércio como uma &#8220;ferramenta vital&#8221; para combater ameaças ao ecossistema e vida animal pelo mundo. Existem dois principais acordos de livre comércio sendo negociados entre os Estados Unidos e vários parceiros: a Parceria Trans-Pacífica (PTP) entre os Estados Unidos e 11 países da América do Norte e Sul e da região Asiática ao redor do Oceano Pacífico e a Parceria de Comércio e Investimento Transatlântica (PCIT) entre os Estados Unidos e a União Europeia. &#8220;Duas décadas atrás, disposições ambientais de acordo com a TNALC eram designadas a um tratado lateral, com somente uma obrigação a ser cumprida para &#8221; tornar nossas leis ambientais mais rígidas&#8221;. Froman escreve se referindo ao Tratado Norte Americano de Livre Comércio entre os Estados Unidos, México e Canadá. Por outro lado, nossos mais recentes tratados de comércio contêm compromissos rígidos e extensivos. Esses compromissos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/11/especialistas-perguntam-e-a-casa-branca-afirma-que-os-novos-acordos-de-livre-comercio-tem-fortes-protecoes-ambientais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
						</content:encoded>
										<wfw:commentRss>https://brasil.mongabay.com/2015/11/especialistas-perguntam-e-a-casa-branca-afirma-que-os-novos-acordos-de-livre-comercio-tem-fortes-protecoes-ambientais/feed/</wfw:commentRss>
					<slash:comments>0</slash:comments>
														</item>
			</channel>
</rss>