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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Grandes mamíferos do planeta perderam em média um terço de seu habitat original</title>
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					<pubDate>21 Abr 2022 07:42:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[África, América Do Norte, América Do Sul, América Latina, Ásia, Brasil e Europa]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Caça, Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Mamíferos, Mata Atlântica, Queimadas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Levantamento inédito mapeou a distribuição original de 145 espécies de grandes mamíferos, mostrando como elas tiveram suas áreas reduzidas pela atividade humana. Algumas espécies se tornaram “refugiadas climáticas” ao se verem restritas a regiões com clima diferente daquele em que seus antepassados viviam.</p>
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							<![CDATA[O bisão-americano (Bison bison) é o maior animal terrestre da América do Norte. Chegando a pesar quase uma tonelada, esses bovinos selvagens podiam ser vistos em rebanhos que chegavam aos milhões em pradarias num passado muito distante. Sua distribuição foi tão ampla que a espécie era encontrada desde o Alasca até o norte do México. Quando os primeiros colonizadores europeus colocaram o pé em terras norteamericanas, os bisões foram caçados e mortos até praticamente a extinção. No século 19, restaram menos de cem deles na natureza. Hoje podem ser avistados em pequenas populações, em geral dentro de reservas de proteção. “Onde o ser humano chega, há extinção de espécies”, lamenta o biólogo Mathias Pires, professor e pesquisador do Departamento de Biologia Animal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A afirmação do especialista é fato comprovado. E não é recente: ocorreu desde que o Homo sapiens saiu da África para desbravar outros continentes. Dados históricos, baseados em registros fósseis, revelam que durante o fim do período do Pleistoceno, entre 50 mil e 11 mil anos atrás, houve extinções de muitas espécies de grandes mamíferos no planeta, seja pela caça ou pela conversão de seus habitats naturais em áreas agrícolas ou urbanas, assim como alterações no clima da Terra.     “O Pleistoceno tardio é um marco temporal, a época em que começaram a acontecer as grandes migrações do ser humano a partir da África. Há uma sincronia entre a chegada do homem e o desaparecimento de algumas espécies”, salienta a bióloga Lilian&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2022/04/grandes-mamiferos-do-planeta-perderam-em-media-um-terco-de-seu-habitat-original/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Represando a Amazônia sem restrições após o expurgo brasileiro (artigo de opinião)</title>
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					<pubDate>21 Mai 2018 11:20:47 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Philip Fearnside]]>
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						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
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							<![CDATA[Agronegócio na Amazônia]]>
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							<![CDATA[<p>Os planos da barragem da Amazônia parecem ter recebido um novo impulso a partir de uma reformulação no Ministério de Minas e Energia do Brasil em abril de 2018. A esperança de que as prioridades energéticas do Brasil estavam se afastando das barragens amazônicas altamente destrutivas surgiu em janeiro de 2018. Dois funcionários-chave – Paulo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/represando-amazonia-sem-restricoes-apos-expurgo-brasileiro-artigo-opiniao/" data-wpel-link="internal">Represando a Amazônia sem restrições após o expurgo brasileiro (artigo de opinião)</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A megabarragem de Belo Monte em construção. Belo Monte deslocou cerca de 40 mil pessoas e causou grandes prejuízos à pesca no rio Xingu, além de outros danos ambientais. Sua construção foi encoberta por acusações de corrupção do governo e de empresas de construção civil. Foto cortesia de Lalo de Almeida/Folhapress. Os planos da barragem da Amazônia parecem ter recebido um novo impulso a partir de uma reformulação no Ministério de Minas e Energia do Brasil em abril de 2018. A esperança de que as prioridades energéticas do Brasil estavam se afastando das barragens amazônicas altamente destrutivas surgiu em janeiro de 2018. Dois funcionários-chave – Paulo Pedrosa, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, e Luiz Augusto Barroso, chefe da EPE (Empresa de Pesquisa Energética, órgão do Ministério de Minas e Energia responsável pelo planejamento energético) – declararam que os impactos ambientais e sociais severos das barragens na Amazônia sinalizavam que a prioridade deveria mudar para outras fontes de energia, como a eólica e a solar. Mas os dois funcionários foram retirados de seus cargos depois que um novo ministro de Minas e Energia foi nomeado. Barragem de Santo Antônio no rio Madeira, parte do Complexo Hidrelétrico da Madeira. Foto feita pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Brasil no flickr, usada sob uma licença CC BY-NC-SA 2.0. Embora pudesse ser um grande avanço se as declarações de janeiro fossem transformadas em uma mudança no papel dos impactos ambientais e sociais na tomada de decisões, muitas barragens destrutivas no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2018/05/represando-amazonia-sem-restricoes-apos-expurgo-brasileiro-artigo-opiniao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Restam menos de 100 vaquitas no mundo; agentes mexicanos atiram em pescador durante fiscalização de nova área de proteção</title>
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					<pubDate>01 Dez 2015 13:14:02 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[América Do Norte, China, Hong Kong e México]]>
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							<![CDATA[<p>Um pescador iça uma vaquita, espécie criticamente ameaçada, que ficou presa acidentalmente em sua rede em 2008. O emaranhamento em equipamentos de pesca ameaça a espécie de extinção. Foto: Omar Vidal. Com menos de cem indivíduos vivos e em rápido declínio, a vaquita, ou toninha-do-golfo, está a um passo da extinção. Em abril, alertado por [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/12/restam-menos-de-100-vaquitas-no-mundo-agentes-mexicanos-atiram-em-pescador-durante-fiscalizacao-de-nova-area-de-protecao/" data-wpel-link="internal">Restam menos de 100 vaquitas no mundo; agentes mexicanos atiram em pescador durante fiscalização de nova área de proteção</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Um pescador iça uma vaquita, espécie criticamente ameaçada, que ficou presa acidentalmente em sua rede em 2008. O emaranhamento em equipamentos de pesca ameaça a espécie de extinção. Foto: Omar Vidal. Com menos de cem indivíduos vivos e em rápido declínio, a vaquita, ou toninha-do-golfo, está a um passo da extinção. Em abril, alertado por cientistas de que a população de vaquitas havia recentemente sofrido seu maior declínio, o governo mexicano anunciou uma proibição emergencial de dois anos à pesca com rede de emalhar no principal habitat das vaquitas, a porção superior do Golfo da Califórnia. A louca corrida pela pesca de outra espécie criticamente ameaçada, a totoaba, está por trás da queda drástica no número de vaquitas. A criticamente ameaçada vaquita ou toninha-do-golfo (Phocoena sinus) está entre os mamíferos mais ameaçados só mundo. Geralmente medindo menos de 1,5 metro de comprimento e pesando menos de 55 quilos, trata-se do menor cetáceo do mundo, além de ocupar o menor espectro de ambientes. Quase toda a população vive em cerca de 3.900 quilômetros quadrados no extremo norte do Golfo da Califórnia – uma região onde a pesca é o principal pilar da economia. Com frequência, os animais são vistos por humanos apenas ao serem içados, já mortos, após ficarem presos em redes. Há anos, equipamentos de pesca são considerados a maior ameaça à sobrevivência das vaquitas. Rara foto de uma vaquita viva, capturada em 2008. Foto: Thomas A. Jefferson/NOA Fisheries. Para proteger a espécie, o governo mexicano baniu a pesca com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/12/restam-menos-de-100-vaquitas-no-mundo-agentes-mexicanos-atiram-em-pescador-durante-fiscalizacao-de-nova-area-de-protecao/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Especialistas perguntam e a Casa Branca afirma que os novos acordos de livre comércio tem fortes proteções ambientais</title>
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					<pubDate>25 Nov 2015 10:47:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mike Gaworecki]]>
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							<![CDATA[<p>Presidente Obama faz um descurso sobre o acordo comercial que está sendo negociado entre os E.U.A e a Europa, conhecido como Parceria de Comércio e Investimento Transatlânttica em frente de Lough Eme, Irlanda do Norte, em 2013. Créditos da foto: Casa Branca. Um artigo publicado pela administração do presidente Obama no último mês, informa que [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Presidente Obama faz um descurso sobre o acordo comercial que está sendo negociado entre os E.U.A e a Europa, conhecido como Parceria de Comércio e Investimento Transatlânttica em frente de Lough Eme, Irlanda do Norte, em 2013. Créditos da foto: Casa Branca. Um artigo publicado pela administração do presidente Obama no último mês, informa que os novos acordos comerciais internacionais que estão sendo negociados tem uma proteção ambiental mais forte que os anteriores, porém muitos especialistas não estão convencidos. Em uma postagem em seu blog pessoal, sobre o artigo publicado no site da Casa Branca, o embaixador Michael Froman, representante do comércio nos Estados Unidos, apresenta o caso de acordos de comércio como uma &#8220;ferramenta vital&#8221; para combater ameaças ao ecossistema e vida animal pelo mundo. Existem dois principais acordos de livre comércio sendo negociados entre os Estados Unidos e vários parceiros: a Parceria Trans-Pacífica (PTP) entre os Estados Unidos e 11 países da América do Norte e Sul e da região Asiática ao redor do Oceano Pacífico e a Parceria de Comércio e Investimento Transatlântica (PCIT) entre os Estados Unidos e a União Europeia. &#8220;Duas décadas atrás, disposições ambientais de acordo com a TNALC eram designadas a um tratado lateral, com somente uma obrigação a ser cumprida para &#8221; tornar nossas leis ambientais mais rígidas&#8221;. Froman escreve se referindo ao Tratado Norte Americano de Livre Comércio entre os Estados Unidos, México e Canadá. Por outro lado, nossos mais recentes tratados de comércio contêm compromissos rígidos e extensivos. Esses compromissos&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/11/especialistas-perguntam-e-a-casa-branca-afirma-que-os-novos-acordos-de-livre-comercio-tem-fortes-protecoes-ambientais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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