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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Esforço multinacional busca salvar os sapos mais coloridos das florestas do Novo Mundo</title>
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					<pubDate>13 Fev 2023 07:30:57 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Central, América Do Sul e Brasil]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Anfíbios, Biodiversidade, Conservação, Degradação, Desmatamento, Espécies Ameaçadas, Fauna, Florestas, Florestas Tropicais, Insetos e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Milhares de anfíbios morrem nas Américas em decorrência de um fungo letal, Batrachochytrium dendrobatidis (Bd), que causa uma doença chamada quitridiomicose. Algumas das espécies mais afetadas são as do gênero Atelopus, conhecidas como sapos-arlequim; por suas cores vivas, são chamados de “joias da região neotropical”.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/esforco-multinacional-busca-salvar-os-sapos-mais-coloridos-das-florestas-do-novo-mundo/" data-wpel-link="internal">Esforço multinacional busca salvar os sapos mais coloridos das florestas do Novo Mundo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[No final da década de 1980, num congresso internacional de herpetologia — ramo da ciência que estuda répteis e anfíbios —, pesquisadores de diversos países começaram a relatar o desaparecimento e a queda nas populações de sapos e rãs. Descobriu-se que não era um fato isolado: estava acontecendo em muitas florestas e montanhas das Américas Central e do Sul. Após diversas análises, os cientistas constataram que milhares de anfíbios estavam sendo vítimas de um fungo letal, originário da Ásia, o Batrachochytrium dendrobatidis (Bd), que causa uma doença chamada quitridiomicose. No continente de origem, os animais são resistentes a ele, mas não nas Américas. E dentre as muitas espécies de anfíbios que foram dizimadas nas últimas décadas pelo Bd estão as do gênero Atelopus, conhecidos popularmente como sapos-arlequim. O sapo-arlequim da espécie Atelopus spumarius vive na Floresta Amazônica, com populações no Brasil, no Peru, no Equador, na Colômbia e nas Guianas. Foto: Jaime Culebras/ASI Encontrados da Costa Rica até a Bolívia, e do Equador até a Guiana Francesa, incluindo a Amazônia brasileira, eles medem somente entre 2 e 3 centímetros. Mas suas cores saltam aos olhos. Afinal, poucas criaturas na natureza apresentam tonalidades tão vibrantes: rosa-choque, laranja, amarelo-neon, roxo. Por esta razão, são conhecidos como “joias da região neotropical”. “Para os Atelopus, o fungo foi terrível, devastador. Das 99 espécies que conhecemos, 4 estão extintas na natureza e 40 são tidas como possivelmente extintas — a maior parte delas devido à quitridiomicose associada à destruição do habitat”, diz o biólogo Luis Fernando&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2023/02/esforco-multinacional-busca-salvar-os-sapos-mais-coloridos-das-florestas-do-novo-mundo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Quantas espécies de aves e mamíferos foram salvas da extinção nos últimos 30 anos?</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/</link>
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					<pubDate>17 Dez 2020 07:32:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Suzana Camargo]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[África, América Central, América Do Sul, Ásia, Brasil e Europa]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Aves, Cerrado, Conservação, Degradação, Desmatamento, Fauna, Felinos, Florestas, Florestas Tropicais, Incêndios, Mamíferos, Mata Atlântica, Primatas, Queimadas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>Grupo de pesquisadores analisou o impacto das ações de conservação desde a Eco-92. Segundo o estudo, pelo 21 espécies de aves e 7 de mamíferos no mundo escaparam de desaparecer. </p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/" data-wpel-link="internal">Quantas espécies de aves e mamíferos foram salvas da extinção nos últimos 30 anos?</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Em 1992, líderes globais reunidos durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, assinaram a chamada Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), para promover o desenvolvimento sustentável. Dezoito anos mais tarde, em 2010, em outro encontro, desta vez na província de Aichi, em Nagoya, no Japão, 193 países assinaram um compromisso com 20 metas para reduzir a pressão global sobre o mundo natural. Entre as chamadas Metas de Aichi para a Biodiversidade, a número 12 estabelecia que, até 2020, fosse evitada a extinção de espécies ameaçadas, especialmente aquelas com população em declínio, e que seu status fosse melhorado e mantido. Interessados em saber não apenas se esse compromisso foi atingido, mas também quantificá-lo, um grupo de pesquisadores internacionais, liderados por cientistas da Newcastle University, do Reino Unido, fizeram um levantamento para descobrir quantas espécies de aves e mamíferos deixaram de ser extintas graças a esforços de conservação. “Queríamos identificar quantas extinções foram evitadas desde 1993, quando entrou em vigor a Convenção sobre Diversidade Biológica, e desde 2010, quando foram adotadas as últimas metas relativas a ela, incluindo aquela sobre prevenção de extinções. Nosso objetivo era saber como a política impactou o número de extinções evitadas”, explica Rike Bolam, principal autora do estudo, publicado na revista Conservation Letters. Os pesquisadores decidiram focar apenas em aves e mamíferos, pois são os grupos de animais mais estudados pela ciência, com maior quantidade de dados globais disponíveis. Só foram analisadas espécies que constassem na Lista Vermelha da União Internacional&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2020/12/quantas-aves-e-mamiferos-foram-salvos-da-extincao-nos-ultimos-30-anos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Nicarágua Canal ameaçaria espécies ameaçadas de extinção, diz estudo</title>
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					<pubDate>03 Jun 2016 10:47:49 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lindsay Fendt]]>
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						<![CDATA[Maria Angeles Salazar]]>
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							<![CDATA[América Central, América Latina e Nicarágua]]>
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							<![CDATA[Ameaças às Florestas Tropicais, Biodiversidade, Conservação, Espécies Ameaçadas e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>O canal transoceânico planeado para Nicarágua poderia significar um desastre para as onças e outros grandes mamíferos, de acordo com um novo estudo realizado por investigadores da Panthera, da Conservação da Vida Selvagem (Global GWC, em inglês) e da Universidade Estadual de Michigan. O estudo, divulgado na PLoS ONE, descobriu que a rota planeada para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/06/nicaragua-canal-ameacaria-especies-ameacadas-extincao-diz-estudo/" data-wpel-link="internal">Nicarágua Canal ameaçaria espécies ameaçadas de extinção, diz estudo</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Jaguares e os corredores ecológicos que estes utilizam para se mover para o norte e sul através da América Central seriam ameaçados pelo Canal Nicarágua, segundo um estudo recente. Fotografia por Cburnett sob os termos da licença GNU Free Documentation, Versão 1.2 O canal transoceânico planeado para Nicarágua poderia significar um desastre para as onças e outros grandes mamíferos, de acordo com um novo estudo realizado por investigadores da Panthera, da Conservação da Vida Selvagem (Global GWC, em inglês) e da Universidade Estadual de Michigan. O estudo, divulgado na PLoS ONE, descobriu que a rota planeada para o canal iria cortar através de um corredor biológico crítico, colocando em risco um número de espécies ameaçadas de extinção. &#8220;O que é de maior preocupação para nós é que uma das áreas sob maior ameaça é o lugar onde o canal vai passar&#8221;, disse Roberto Salom, o coordenador para a Mesoamérica do programa Panthera de proteção do jaguar. &#8220;Nesta parte central do país, é fundamental ter uma zona que permita aos jaguares viajar de norte a sul.&#8221; O estudo é a única investigação abrangente sobre os potenciais impactos do canal sobre a vida selvagem terrestre. Embora a construção do empreendimento de US $ 50 bilhões esteja programada para começar este Outono, grupos ambientalistas dizem que os apoiantes do canal não conseguiram produzir um estudo abrangente sobre os efeitos desta hidrovia na biodiversidade. A empresa de construção do canal, o Grupo de Desenvolvimento Nicarágua Hong Kong (HKND), disponibilizou em novembro o Impacto Ambiental&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2016/06/nicaragua-canal-ameacaria-especies-ameacadas-extincao-diz-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Contractos de exploração mineira e energia sob investigação provocam escândalos de corrupção na Guatemala</title>
					<link>https://brasil.mongabay.com/2015/10/contractos-de-exploracao-mineira-e-energia-sob-investigacao-provocam-escandalos-de-corrupcao-na-guatemala/</link>
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					<pubDate>08 Out 2015 11:55:27 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sandra Cuffe]]>
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							<![CDATA[Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Os ministros da Guatemala para o meio ambiente, o interior, energia e minas demitiram-se no dia 21 de Maio, devido a escândalos de corrupção e fortes protestos. As investigações sobre supostas irregularidades nas áreas da exploração mineira, energia e outros contratos e autorizações de projetos ambientais foram empurrados de novo para a ribalta. O projetos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/10/contractos-de-exploracao-mineira-e-energia-sob-investigacao-provocam-escandalos-de-corrupcao-na-guatemala/" data-wpel-link="internal">Contractos de exploração mineira e energia sob investigação provocam escândalos de corrupção na Guatemala</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Os ministros da Guatemala para o meio ambiente, o interior, energia e minas demitiram-se no dia 21 de Maio, devido a escândalos de corrupção e fortes protestos. As investigações sobre supostas irregularidades nas áreas da exploração mineira, energia e outros contratos e autorizações de projetos ambientais foram empurrados de novo para a ribalta. O projetos exploração mineira e energia no país têm enfrentado forte resistência comunitária, que muitas vezes se tornam o alvo de repressão por parte das forças de segurança do Estado e das empresas. Cinco funcionários do governo estavam sob escrutínio no dia 21 de Maio: Michelle Martínez, Ministro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais; Edwin Rodas, ministro de Minas e Energia; Mauricio López Bonilla, ministro do Interior; Ulises Anzueto, Secretário de Inteligência Estratégica; e Edy Juárez Prera, vice-ministro de Segurança. Uma multidão junta-se na marcha de 20 de Maio, na Cidade de Guatemala, para protestar sobre as recentes revelações de corrupção governamental generalizada. Uma das bandeiras pede a nacionalização da energia eléctrica e o fim da exploração mineira. Crédito da fotografia: Sandra Cuffe. &#8220;Estou a fazer as mudanças que considero serem necessárias&#8221;, disse o presidente Otto Pérez Molina numa conferência de imprensa a 21 de Maio, afirmando que ele pediu aos ministros as suas demissões nas duas semanas anteriores. &#8220;O governo não está em colapso&#8221;, disse ele, refutando as afirmações em contrário. O anterior ministro de Minas e Energia, Erick Archila, havia renunciado ao cargo a 15 de Maio, mas seu sucessor, Rodas, não durou uma&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/10/contractos-de-exploracao-mineira-e-energia-sob-investigacao-provocam-escandalos-de-corrupcao-na-guatemala/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Represa hidrelétrica &#8220;verde&#8221; provoca graves denúncias de violações de direitos humanos</title>
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					<pubDate>08 Out 2015 10:13:15 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shreya Dasgupta]]>
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							<![CDATA[<p>Crianças carregam um cartaz lembrando aquelas duas que, em 2013, foram supostamente mortas por um funcionário da companhia detentora da represa Santa Rita. Um dos trechos do cartaz diz: &#8220;Elas são exemplos da luta pela vida e pela terra&#8221;. Foto: Peoples&#8217; Council of Tezulutlan. Um projeto de hidroenergia criado no Rio Icbolay, na Guatemala, resultou [&#8230;]</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Crianças carregam um cartaz lembrando aquelas duas que, em 2013, foram supostamente mortas por um funcionário da companhia detentora da represa Santa Rita. Um dos trechos do cartaz diz: &#8220;Elas são exemplos da luta pela vida e pela terra&#8221;. Foto: Peoples&#8217; Council of Tezulutlan. Um projeto de hidroenergia criado no Rio Icbolay, na Guatemala, resultou em abusos dos direitos humanos em larga escala, conforme denúncias dos grupos de defesa de interesses. A represa Santa Rita, com capacidade de 24 megawatts, seria localizada na região central do país, na província de Alta Verapaz. Ela conta com o apoio do Banco Mundial e de diversos bancos europeus, além do governo guatemalteco. Apesar dos supostos abusos, o proprietário da Santa Rita obteve aprovação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças do Clima para receber créditos de compensação de carbono pela eletricidade gerada pela represa. Os créditos poderiam ser comercializados sob o Sistema de Comercialização de Emissões da União Europeia. O projeto, numa nação atualmente destruída por reviravoltas políticas decorrentes de um governo corrupto, é um das diversas iniciativas para modificar o MDL. Desde que a empresa guatemalteca Hidrelétrica Santa Rita foi designada para a construção da represa, em 2008, tem ocorrido polêmicas, e a obra está atualmente suspensa. Grupos de direitos humanos dizem que a represa foi aprovada a despeito da falta de consentimento livre, prévio e informado das comunidades indígenas Maia Quechi e Poqomchí que residem na área onde a represa seria construída. Os&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2015/10/represa-hidreletrica-verde-provoca-graves-denuncias-de-violacoes-de-direitos-humanos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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