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		<title>Notícias ambientais</title>
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		<description>Notícias sobre vida selvagem e natureza</description>
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					<title>Pescadores recorrem à reforma agrária para defender seus territórios</title>
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					<pubDate>03 Nov 2026 12:35:45 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Biasoli]]>
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							<![CDATA[<p>Povos pesqueiros agora podem viver em assentamentos da reforma agrária.</p>
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							<![CDATA[SÃO SEBASTIÃO, SP — “Isso aqui é a nossa vida, isso aqui é a nossa existência. Sem isso daqui, a gente não é nada. Vai tirar um de nós daqui [&#8230;], vai matar a gente”. O depoimento é de Joana Passos, caiçara da praia de Santiago, em São Sebastião, município do litoral norte paulista que vive sob constante ameaça da especulação imobiliária. Destino turístico do estado, cerca de 38% dos domicílios do município eram de uso temporário em 2022, como casas para fins de semana, veraneio ou locações de curta temporada. É comum que tais imóveis se localizem em áreas nobres, planas e próximas às praias — ocupadas, historicamente, por populações caiçaras e outras comunidades tradicionais que viviam no litoral. Mas na década de 80, com a construção da rodovia Rio-Santos e maior facilidade de acesso à região, São Sebastião testemunhou mudanças na dinâmica local. Cada vez mais empurradas para morros e encostas, essas populações venderam suas propriedades a preços abaixo do mercado ou, em alguns casos, foram coagidas e expulsas de suas terras. Os que insistiram em permanecer em seus territórios ainda vivem sob constante pressão. “O único desafio perigoso que existe, que ameaça o meu povo, é a especulação imobiliária. [&#8230;] Eles entram sem pedir licença, vão se apossando de tudo, se sentindo o dono da praia, dono do bairro e muitas das vezes atrapalham a nossa pesca aqui, dependendo dos meses de temporada”, diz Joana. Um cenário que se repete em todo o Brasil. De acordo com&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/11/pescadores-recorrem-a-reforma-agraria-para-defender-seus-territorios/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Venda de répteis exóticos explode no Brasil e especialistas alertam para “desastre ambiental”</title>
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					<pubDate>02 Nov 2026 12:48:17 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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						<![CDATA[Caio Saad]]>
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							<![CDATA[Animais, Comércio Ilegal, Espécies Ameaçadas, Fauna, Répteis, Tráfico, Tráfico de Animais Silvestres e Vida Selvagem]]>
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							<![CDATA[<p>No início de setembro, funcionários de uma agência dos Correios da cidade paranaense de Cambé se depararam com uma correspondência estranha: caixas plásticas contendo três serpentes. A Polícia Militar Ambiental foi chamada e verificou que as cobras pertenciam à espécie Pantherophis guttatus, conhecida como cobra-do-milho (corn snake em inglês), e originária dos Estados Unidos. Répteis [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[No início de setembro, funcionários de uma agência dos Correios da cidade paranaense de Cambé se depararam com uma correspondência estranha: caixas plásticas contendo três serpentes. A Polícia Militar Ambiental foi chamada e verificou que as cobras pertenciam à espécie Pantherophis guttatus, conhecida como cobra-do-milho (corn snake em inglês), e originária dos Estados Unidos. Répteis exóticos, como são chamados os animais que estão fora de sua área de distribuição natural, têm surgido no Brasil onde menos se espera, como mostra uma busca em processos judiciais na plataforma Jusbrasil. Em 2023, policiais fazendo uma abordagem contra um suspeito de tráfico de drogas em um hotel na Bahia se depararam com três cobras da espécie estadunidense Lampropeltis getula, conhecida como cobra-rei ou king snake. A apreensão está descrita no pedido de habeas corpus feito pela defesa do suspeito e que chegou ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ).  Em 2022, uma mulher flagrada com uma píton-bola (Python regius) na sua casa em Goiânia disse aos policiais que a cobra, nativa do continente africano, era o bichinho de estimação de seu filho de nove anos. O caso tramitou no Tribunal de Justiça de Goiás. Anos antes, em 2019, uma estranha remessa de baratas vivas enviada pelos Correios levou agentes do Ibama até um homem que criava um dragão-barbudo (Pogona Vitticeps), nativo da Austrália, como animal de estimação em Catanduva, no interior de São Paulo. Os  insetos serviriam de alimento para o pet, segundo a apelação feita pela defesa do homem ao Tribunal Regional Federal&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/11/venda-de-repteis-exoticos-explode-no-brasil-e-especialistas-alertam-para-desastre-ambiental/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Servidores são afastados após ameaçarem envenenar indígenas no MS</title>
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					<pubDate>30 Out 2026 20:54:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Cultura Indígena, Direitos humanos, Indígenas, Política Ambiental, Povos indígenas, Terras Indígenas e Violência]]>
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							<![CDATA[<p>Dois funcionários da prefeitura de Tacuru, no Mato Grosso do Sul, foram afastados após ameaçarem envenenar a água consumida por indígenas Guarani-Kaiowá na aldeia Sassoró, após a confirmação da reeleição do presidente Lula. Ativistas, no entanto, afirmam que a medida é insuficiente para coibir a violência contra os indígenas. &#8220;Falar sobre envenenar a água no [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/servidores-sao-afastados-apos-ameacarem-envenenar-indigenas-no-ms/" data-wpel-link="internal">Servidores são afastados após ameaçarem envenenar indígenas no MS</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Dois funcionários da prefeitura de Tacuru, no Mato Grosso do Sul, foram afastados após ameaçarem envenenar a água consumida por indígenas Guarani-Kaiowá na aldeia Sassoró, após a confirmação da reeleição do presidente Lula. Ativistas, no entanto, afirmam que a medida é insuficiente para coibir a violência contra os indígenas. &#8220;Falar sobre envenenar a água no Mato Grosso do Sul não é só racismo verbal, não é só uma mensagem de ódio. Ela tem base concreta de inúmeros eventos onde isso foi uma tática recorrente contra os povos indígenas do estado&#8221;, disse Matias Benno Rempel, coordenador do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no estado. Áudios enviados em grupos de Whatsapp logo após os resultados do segundo turno diziam: &#8220;Quem votou no PT foram só os índios&#8221; e &#8220;Já falei, tem que [colocar] veneno na água. Matar essas pragas na água&#8221;, conforme denúncias feitas pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) nas redes sociais e enviadas ao Ministério dos Povos Indígenas (MPI). O caso está sendo investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal (MPF). A prefeitura de Tacuru afastou os dois servidores por 20 dias, informou o MPF à Mongabay; também foram instaurados processos administrativos disciplinares. Para o Cimi, Apib e Aty Guasu — a Grande Assembleia do Povo Guarani e Kaiowá desde 1970 —, as medidas são insuficientes &#8220;para que a violência cesse ou, pelo menos, [para que] sejam constrangidas iniciativas de violência contra os Guarani Kaiowá, que acontecem de maneira permanente&#8221;, afirmou Rempel, ressaltando que a origem da&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/servidores-sao-afastados-apos-ameacarem-envenenar-indigenas-no-ms/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pantanal entra oficialmente na rota da aridez, aponta plano do governo</title>
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					<pubDate>29 Out 2026 07:19:48 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Annady Borges]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Brasil, Cerrado, Mato Grosso do Sul e Pantanal]]>
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							<![CDATA[Agricultura, Agropecuária, Água, Aquecimento global, Cerrado, Degradação, Desertificação, Monocultura, Pantanal, Pecuária e Recursos hídricos]]>
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							<![CDATA[<p>Os municípios de Corumbá e Ladário, no estado de Mato Grosso do Sul (MS), foram reclassificados na categoria de clima subúmido seco pelo Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil, 2025-2045), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), lançado este ano. As cidades ficam [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Os municípios de Corumbá e Ladário, no estado de Mato Grosso do Sul (MS), foram reclassificados na categoria de clima subúmido seco pelo Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil, 2025-2045), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), lançado este ano. As cidades ficam localizadas na região noroeste do estado, em uma área dominada pelo bioma Pantanal. Anteriormente, as cidades eram classificadas como de clima úmido. O PAB é o principal instrumento de planejamento, gestão e monitoramento da Política Nacional de Combate à Desertificação (PNCD) para os próximos 20 anos. Elaborado por meio de processo participativo, o plano integrou saberes acadêmicos e populares. Seu objetivo é promover a recuperação socioambiental e econômica de áreas afetadas, reduzir vulnerabilidades e fortalecer a resiliência das populações mais vulneráveis. Segundo descrito no PAB, até então, essa classificação de clima subúmido seco só havia sido registrada no interior da região Nordeste, ao norte de Minas Gerais e no noroeste do Espírito Santo. Os dados são uma atualização do último PAB, publicado em 2004. Apesar doplano ter sido lançado em junho 2026, uma nota técnica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em conjunto com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), divulgada em 2023, também já havia revelado o aumento da aridez nesta região de Mato Grosso do Sul. Para compreender por que uma região é classificada como subúmida seca, é necessário considerar o Índice de Aridez (IA). Ele é&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/mato-grosso-do-sul-entra-oficialmente-na-rota-da-aridez-aponta-plano-do-governo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Líderes africanos prometem gestão conjunta da água com maior participação das mulheres</title>
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					<pubDate>28 Out 2026 19:22:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[David Tjyakala]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
					</author>
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							<![CDATA[Água, Alterações Climáticas, Direitos humanos, Governança e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>A capital de Angola, Luanda, sediou nos dias 22 e 23 de outubro a quarta edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura da Paz e Não-Violência &#8211; Bienal de Luanda, que teve como tema  o reforço da governança da água na África. O Fórum é uma iniciativa conjunta de Angola, da Organização das Nações Unidas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/lideres-africanos-prometem-gestao-conjunta-da-agua-com-maior-participacao-das-mulheres/" data-wpel-link="internal">Líderes africanos prometem gestão conjunta da água com maior participação das mulheres</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[A capital de Angola, Luanda, sediou nos dias 22 e 23 de outubro a quarta edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura da Paz e Não-Violência &#8211; Bienal de Luanda, que teve como tema  o reforço da governança da água na África. O Fórum é uma iniciativa conjunta de Angola, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e da União Africana (UA). A discussão sobre a governança da água faz parte dos esforços para avançar em direção aos objectivos da agenda 2063 da União Africana. O comunicado final do evento, lido pelo embaixador de Angola na Etiópia, Miguel Bembe, advertiu que apenas  29% das bacias hidrográficas internacionais africanas dispõem hoje de tratados formais de gestão conjunta e menos de 10% dos aquíferos subterrâneos e transfronteiriços são geridos de forma cooperativa entre os Estados. “A competição pelos recursos hídricos escassos intensificada pelo crescimento demográfico e pela urbanização rápida tem alimentado deslocamentos forçados das populações e tensões territoriais em várias regiões frágeis do continente’’, mencinou o embaixador. A declaração ainda destacou que já se sabe que a vulnerabilidade hídrica passou a ser explorada por grupos extremistas violentos e redes criminosas, que utilizam o controlo das fontes de água como uma arma de coerção, recrutamento e desestabilização social. Segundo o documento, os participantes firmaram a “convicção absoluta” de que a água, quando governada com transparência e equidade deve deixar de ser uma forte fricção “para se transformar no mais poderoso vetor da paz, solidariedade e integração regional no&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/lideres-africanos-prometem-gestao-conjunta-da-agua-com-maior-participacao-das-mulheres/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Amazônia já perdeu área úmida do tamanho da Bélgica, e o ritmo acelera</title>
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					<pubDate>27 Out 2026 15:15:07 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Shanna Hanbury]]>
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										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Agropecuária, Água, Alimentação, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Desmatamento e Motores do Desmatamento]]>
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							<![CDATA[<p>Todos os anos, os rios amazônicos transbordam e mantêm as florestas vizinhas inundadas por meses. Essas áreas úmidas — que incluem várzeas e igapós — ocupam cerca de 30% da Amazônia brasileira e abrigam famílias ribeirinhas que vivem em casas adaptadas às cheias, erguidas sobre palafitas. A pesca e o plantio seguem o ciclo natural [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Todos os anos, os rios amazônicos transbordam e mantêm as florestas vizinhas inundadas por meses. Essas áreas úmidas — que incluem várzeas e igapós — ocupam cerca de 30% da Amazônia brasileira e abrigam famílias ribeirinhas que vivem em casas adaptadas às cheias, erguidas sobre palafitas. A pesca e o plantio seguem o ciclo natural de cheia e vazante dos rios. Um novo estudo, porém, constatou que mais de 6% da área ocupada por florestas alagáveis e outras áreas úmidas da Amazônia foi desmatada nos últimos 40 anos. Quase um terço dessa destruição ocorreu entre 2015 e 2024. “Quando pensamos em 6%, podemos ter a impressão de que é pouco, mas a área convertida é basicamente do tamanho da Bélgica”, disse à Mongabay, por telefone, Guilherme Lobo, autor principal do estudo e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A Bélgica tem uma área pouco maior que a de Alagoas. Ao comparar o desmatamento de áreas úmidas em 13 categorias fundiárias, os pesquisadores encontraram grandes diferenças. Nas terras públicas não destinadas a um uso específico, a mediana do percentual de área úmida desmatada chegou a quase 14%, a maior entre as categorias. Segundo Lobo, essas terras são queimadas para demonstrar que estão em uso, na esperança de obter o título de propriedade. Um estudo de 2026 do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) aponta que a legislação fundiária federal e estadual cria incentivos para a apropriação ilegal de terras, a grilagem: o desmatamento serve como prova de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/amazonia-ja-perdeu-area-umida-do-tamanho-da-belgica-e-o-ritmo-acelera/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Aquecimento global ameaça refúgios de coníferas no Brasil, revela estudo</title>
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					<pubDate>27 Out 2026 07:05:35 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mateus Mendonça]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Adaptação climática, Alterações Climáticas, Aquecimento global, Conservação, Espécies Ameaçadas, Florestas, Mudanças climáticas e Resiliência climática]]>
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							<![CDATA[<p>As coníferas estão entre as linhagens mais antigas do planeta: surgiram há mais de 200 milhões de anos e se diversificaram durante a fragmentação do supercontinente Gondwana. Essas árvores atravessaram quedas extremas de temperatura do planeta, conhecidas como glaciações, o movimento dos continentes e a extinção dos dinossauros. Agora, com a rapidez do aquecimento global, [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[As coníferas estão entre as linhagens mais antigas do planeta: surgiram há mais de 200 milhões de anos e se diversificaram durante a fragmentação do supercontinente Gondwana. Essas árvores atravessaram quedas extremas de temperatura do planeta, conhecidas como glaciações, o movimento dos continentes e a extinção dos dinossauros. Agora, com a rapidez do aquecimento global, o clima projetado para meados do século se afasta das condições em que as coníferas brasileiras vivem hoje mesmo no cenário mais otimista, indica um estudo publicado em 2025 na revista científica Oryx. Para as espécies de distribuição mais restrita, o risco é de não conseguirem se adaptar a tempo e acabarem desaparecendo.  As coníferas são árvores com alta capacidade de armazenar carbono, por isso são muito importantes para os ecossistemas. Nas florestas boreais do hemisfério norte, dominadas por elas, fica retido cerca de um terço do carbono guardado nas florestas do planeta. No Brasil, a araucária (Araucaria angustifolia) sustenta a Floresta Ombrófila Mista, e o pinhão, sua semente, somou uma produção de 15.346 mil toneladas em 2025, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e é fonte importante de renda para agricultores extrativistas.  O Brasil tem dez espécies nativas de coníferas, distribuídas por diversos biomas e divididas em duas famílias: Araucariaceae, representada por uma única espécie, a araucária, que possui ocorrência no sul do país, e Podocarpaceae, com nove. Segundo o estudo, liderado por Ricardo Costa Manosso, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), todas devem sofrer algum grau de exposição&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/aquecimento-global-ameaca-refugios-de-coniferas-no-brasil-revela-estudo/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Pesquisadores revelam rotas e padrões do tráfico de animais na Amazônia</title>
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					<pubDate>26 Out 2026 07:32:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
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							<![CDATA[Defaunação, Fauna, Tráfico e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>Um estudo identificou 137 espécies de animais silvestres sendo comercializadas ilegalmente na Amazônia brasileira.</p>
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							<![CDATA[Berço da maior biodiversidade do mundo, a Amazônia brasileira é um dos principais polos do tráfico internacional de animais silvestres. Todos os dias, milhares de animais são retirados da floresta para serem vendidos em outras partes do país e no exterior. Apesar de seu papel central nesse mercado ilegal, ainda faltam informações sobre o tráfico de animais na região. Os dados sobre apreensões de animais estão dispersos em órgãos municipais, estaduais e federais. Além da ausência de um sistema integrado, os vastos territórios amazônicos e a falta de controle nas fronteiras dificultam a produção de inteligência sobre este crime ambiental. “Todo rio que você for na Amazônia vai ter eventos de tráfico”, disse à Mongabay o especialista em inteligência de conservação Antônio de Carvalho, da ONG de conservação WCS Brasil. A organização está desenvolvendo um observatório global de tráfico de animais, que vai usar inteligência artificial para coletar informações em sites de notícias e pesquisas acadêmicas. O objetivo é apoiar o trabalho de investigadores, agentes ambientais e jornalistas.​ “Muitos dados de apreensões são perdidos porque os animais são soltos ali mesmo, no local da apreensão, e aquilo não vira nem estatística institucional”, explicou Carvalho. O cascudo-zebra (Hypancistrus zebra) vive apenas em um pequeno trecho do rio Xingu, no Pará, e é muito procurado como peixe ornamental. Foto: Birger A. Em mais uma tentativa de preencher esse vazio de informações e ajudar a definir estratégias para proteger a fauna brasileira, pesquisadores analisaram 34 artigos científicos sobre o tráfico de animais silvestres&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/pesquisadores-revelam-rotas-e-padroes-do-trafico-de-animais-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Incêndio destrói 65% da Terra Indígena Maxakali, em Minas Gerais</title>
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					<pubDate>23 Out 2026 07:04:13 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Mariana Martins]]>
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						<![CDATA[Samanta do Carmo]]>
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							<![CDATA[Áreas Protegidas, Comunidades Tradicionais, Desastres ambientais, Incêndios, Indígenas, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>Entre 7 e 15 de outubro, uma série de incêndios de grandes proporções atingiu a Terra Indígena (TI) Maxakali, no Vale do Mucuri (MG). Cerca de 3.500 hectares foram destruídos — o equivalente a 65% dos 5.300 hectares da área — por dois focos de chamas que atacaram o território vindos de fazendas vizinhas. O [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[Entre 7 e 15 de outubro, uma série de incêndios de grandes proporções atingiu a Terra Indígena (TI) Maxakali, no Vale do Mucuri (MG). Cerca de 3.500 hectares foram destruídos — o equivalente a 65% dos 5.300 hectares da área — por dois focos de chamas que atacaram o território vindos de fazendas vizinhas. O incêndio consumiu matas nativas, nascentes, roças de subsistência e áreas de recuperação florestal do Projeto Hãmhi – Terra Viva. O incêndio interrompeu serviços essenciais para mais de 2,5 mil indígenas. Segundo Rosangela Pereira de Tugny,  coordenadora do projeto, outros 56 hectares de mata remanescente só se salvaram graças a aceiros preventivos realizados previamente. Durante a emergência, a linha de frente de combate às chamas ficou a cargo de brigadistas locais, moradores e bombeiros da cidade de Teófilo Otoni (MG). &#8220;Quando ficava de noite, o pessoal, não indígena, do bombeiro e do Prevfogo ia embora e nós continuávamos tentando&#8221;, relata Marilton Maxakali, em entrevista por telefone para a Mongabay, intermediada pela Teia dos Povos, organização que apoia as comunidades no local, diante da falta de luz e internet.  A destruição de canos, fios e bombas deixou aldeias como Pradinho e Água Boa sem água, luz e comunicação. A fumaça densa provocou crises respiratórias. O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) expediu uma recomendação emergencial cobrando que a prefeitura de Bertópolis, município onde fica localizada parte da TI, forneça  imediata e continuamente água potável, cestas básicas e atendimento de saúde às comunidades atingidas, além da instalação de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/incendio-destroi-65-do-territorio-indigena-maxakali-em-minas-gerais/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>&#8216;Já vimos esse filme&#8217;: servidores ambientais temem volta de assédio com Flávio Bolsonaro</title>
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					<pubDate>22 Out 2026 18:40:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Ameaças às Florestas Tropicais, Comunidades Tradicionais, Conservação, Degradação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Governança, Política Ambiental e Povos indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>A memória de vigilância constante, transferências e computadores bloqueados assombra funcionários públicos federais.</p>
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							<![CDATA[Servidores federais das áreas ambiental e indígena estão temerosos da volta das práticas de intimidação e assédio institucional que enfrentaram durante o governo do ex-presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro (2019-2022), em uma eventual vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL), que anunciou que acabará com &#8220;entraves ambientais&#8221; para que o proprietário rural faça &#8220;o que quiser na sua terra&#8221;. &#8220;A gente está, literalmente, com um alvo no meio da testa&#8221;, disse à Mongabay Tânia Maria de Souza, presidente da associação de servidores ambientais federais, a Ascema. &#8220;É um déjà vu.&#8221; O governo Bolsonaro foi marcado por diversas ações contra o meio ambiente e direitos indígenas. Ele se recusou a demarcar qualquer terra indígena — cumprindo sua promessa de campanha durante as eleições de 2018 —, houve uma escalada do desmatamento e da violência contra grupos indígenas e funcionários públicos, além de medidas para abrir terras indígenas para mineração e agronegócios, em clara violação à Constituição Federal. &#8220;Foi traumático&#8221;, disse Alexandre Bahia Gontijo, ex-diretor da Ascema e ex-presidente da Asibama-DF, que representa os servidores do Ibama no Distrito Federal, sobre o governo Bolsonaro. &#8220;Todo mundo está extremamente apreensivo.&#8221; Ativistas chamam o projeto de Flávio de &#8220;a volta da boiada&#8220;, em referência à declaração de 2020 do então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de que a pandemia da Covid-19 seria uma oportunidade para &#8220;passar a boiada&#8220;, alterando normas e regras ambientais sem chamar a atenção do Congresso Nacional e da imprensa. O ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/ja-vimos-esse-filme-servidores-ambientais-temem-volta-de-assedio-com-flavio-bolsonaro/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Anatomia de uma invasão: como uma lei do Pará abriu caminho para a ocupação de terra indígena</title>
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					<pubDate>22 Out 2026 16:19:25 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Aimee GabayElisângela Mendonça]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Ameaças à Amazônia, Áreas Protegidas, Conflitos, Conflitos de terra, Conflitos sociais, Cultura Indígena, Gado, Grilagem, Indígenas, Justiça Social, Lei Ambiental, Motores do Desmatamento, Pecuária, Política Ambiental, Povos indígenas, Terras Indígenas e Unidades de Conservação]]>
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							<![CDATA[<p>O couro engraxado dos sapatos de Francisco “Torrinho” Torres (Republicanos-PA) reluzia enquanto ele caminhava em direção à tribuna do plenário da Assembleia Legislativa do Pará. O pecuarista e político de 57 anos avançava sem pressa, prestes a fazer um discurso que desencadearia uma série de acontecimentos e levaria a novas invasões da Terra Indígena Ituna/Itatá. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/anatomia-de-uma-invasao-como-uma-lei-do-para-abriu-caminho-para-a-ocupacao-de-terra-indigena/" data-wpel-link="internal">Anatomia de uma invasão: como uma lei do Pará abriu caminho para a ocupação de terra indígena</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
						</description>
																					<content:encoded>
							<![CDATA[O couro engraxado dos sapatos de Francisco “Torrinho” Torres (Republicanos-PA) reluzia enquanto ele caminhava em direção à tribuna do plenário da Assembleia Legislativa do Pará. O pecuarista e político de 57 anos avançava sem pressa, prestes a fazer um discurso que desencadearia uma série de acontecimentos e levaria a novas invasões da Terra Indígena Ituna/Itatá. Era 30 de junho de 2026, em uma sessão que parecia rotineira para o deputado estadual. Por trás do terno elegante e dos acenos de aprovação de aliados do agronegócio, porém, havia um histórico de multas ambientais, uma investigação por corrupção e disputas fundiárias. Em um discurso breve, Torres defendeu um projeto de lei de sua autoria que criava uma nova área de proteção ambiental sob gestão estadual, a Área de Proteção Ambiental (APA) Bacajaí. A medida foi apresentada como solução para famílias com dificuldades de produzir no campo e para moradores rurais que precisavam regularizar a posse da terra. Outros três deputados estaduais subiram à tribuna para apoiar a proposta. Lá, falaram de agricultores que esperavam há décadas pelos títulos de propriedade, de famílias impedidas de obter crédito sem esses documentos e da incerteza provocada pela possibilidade de a área ser reivindicada como terra indígena. O plenário levou apenas 24 minutos para aprovar o projeto por unanimidade. Não houve objeções nem pedidos de pareceres técnicos, embora já se soubesse que a nova unidade de conservação, com 142.400 hectares, ficaria inteiramente sobreposta à Terra Indígena Ituna/Itatá. Desde 2011, a área está sujeita a uma portaria&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/anatomia-de-uma-invasao-como-uma-lei-do-para-abriu-caminho-para-a-ocupacao-de-terra-indigena/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Flávio Bolsonaro teve mais votos nos municípios que mais desmataram na Amazônia</title>
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					<pubDate>22 Out 2026 14:14:08 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Lucas Berti]]>
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							<![CDATA[Agropecuária, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Desmatamento, Gado, Motores do Desmatamento, Pecuária e Política Ambiental]]>
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							<![CDATA[<p>Flávio Bolsonaro tem mais apoio do eleitorado onde o desmatamento na Amazônia Legal é maior. Essa é uma das conclusões de um estudo do Instituto Juruá que cruzou alertas de desmatamento com os resultados do primeiro turno das eleições presidenciais, que deu a vitória ao candidato do PL. Segundo a análise, a margem favorável a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/flavio-bolsonaro-teve-mais-votos-nos-municipios-que-mais-desmataram-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Flávio Bolsonaro teve mais votos nos municípios que mais desmataram na Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Flávio Bolsonaro tem mais apoio do eleitorado onde o desmatamento na Amazônia Legal é maior. Essa é uma das conclusões de um estudo do Instituto Juruá que cruzou alertas de desmatamento com os resultados do primeiro turno das eleições presidenciais, que deu a vitória ao candidato do PL. Segundo a análise, a margem favorável a Flávio Bolsonaro em relação ao presidente Lula aumenta nos municípios com o maior registro de desmatamento acumulado entre 2020 e 2025. O trabalho  incluiu 769 municípios da Amazônia Legal e mediu “não apenas quem venceu em cada um deles, mas [também] a distância relativa entre os dois”. Mas, ao dar um zoom nos municípios da Amazônia Legal — onde a direita bolsonarista também ganhou terreno —, o instituto constatou que a correlação entre o desmatamento entre 2020 e 2025 e a distância eleitoral a favor do presidenciável de extrema direita foi “estatisticamente robusta”. Embora a escolha do voto dependa de múltiplos fatores, o estudo afirma que o desmatamento responde por cerca de 16,6% da variação na distância de votos entre os candidatos à presidência — em outras palavras, evidencia como as transformações do território amazônico impactam a escolha nas urnas e podem favorecer a direita. Ademais, a associação entre o desmatamento e o voto conservador permanece válida mesmo ao se comparar municípios do mesmo estado, descartando a hipótese de que o padrão decorra “apenas de disparidades regionais”. Isso reforça “a existência de uma geografia política associada à transformação da floresta”, diz o material. A investigação&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/flavio-bolsonaro-teve-mais-votos-nos-municipios-que-mais-desmataram-na-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Remédios ainda não descobertos na Amazônia podem valer R$ 10 bi, aponta análise</title>
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					<pubDate>21 Out 2026 07:28:22 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Rafael Spuldar]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Amazônia]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Amazônia, Biodiversidade, Florestas, Florestas Tropicais, Medicina tradicional, Produtos da Floresta e Saúde]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Com o avanço do desmatamento, espécies que poderiam gerar medicamentos capazes de salvar vidas correm o risco de desaparecer antes de serem encontradas.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/remedios-ainda-nao-descobertos-na-amazonia-podem-valer-r-10-bi-aponta-analise/" data-wpel-link="internal">Remédios ainda não descobertos na Amazônia podem valer R$ 10 bi, aponta análise</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Uma análise do grupo britânico Zero Carbon Analytics (ZCA) reforça o argumento de que as florestas tropicais valem mais em pé do que derrubadas, algo repetido há décadas por ambientalistas. Nesse contexto, a Amazônia se destaca como &#8220;joia da coroa&#8221; global. Segundo a análise da ZCA publicada em julho, as florestas tropicais em todo o mundo podem concentrar, em valor comercial potencial, uma mediana de 714 bilhões de dólares (37 bilhões de reais) — em uma faixa entre 382 bilhões e 1,176 trilhão de dólares (1,9 trilhão e 5,9 trilhões de reais) — em medicamentos ainda não descobertos a partir de plantas com flores. Só a Amazônia responde por cerca de 215 bilhões de dólares (10,8 bilhões de reais), ou cerca de 30% do total, uma fatia maior do que regiões como o Sudeste Asiático e a Bacia do Congo. Compostos naturais são fundamentais para a medicina. Cerca de três em cada quatro medicamentos de combate ao câncer aprovados entre 1940 e 2014 foram derivados de produtos naturais ou inspirados neles, e estima-se que 99% dos compostos químicos produzidos pelas plantas nunca tenham passado por triagem. Nessa lógica, a Amazônia &#8220;abriga potencialmente o maior valor comercial de opções para medicamentos derivados de plantas com flores&#8221; entre todas as grandes regiões florestais, disse à Mongabay Joanne Bentley-McKune, coautora da análise da ZCA. Mas o desmatamento vem corroendo esse valor. A ZCA estima que a derrubada de florestas tropicais desde 2001 já colocou em risco 86 bilhões de dólares (430 bilhões de&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/remedios-ainda-nao-descobertos-na-amazonia-podem-valer-r-10-bi-aponta-analise/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>&#8216;Fique vivo&#8217;: indígenas se mobilizam pela reeleição de Lula e para proteger seus direitos</title>
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					<pubDate>20 Out 2026 15:26:21 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Cultura Indígena, Direitos humanos, Indígenas, Política Ambiental, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
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							<![CDATA[<p>&#8220;É uma frase tão simples: fique vivo! O outro lado é a necropolítica.&#8221; Esse é o apelo do líder indígena Ailton Krenak aos brasileiros pela reeleição do presidente Lula (PT) contra o senador de extrema-direita Flávio Bolsonaro (PL). Para Krenak, a afirmação de Flávio de que não demarcará nenhuma terra indígena &#8220;revela a má intenção [&#8230;]</p>
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							<![CDATA[&#8220;É uma frase tão simples: fique vivo! O outro lado é a necropolítica.&#8221; Esse é o apelo do líder indígena Ailton Krenak aos brasileiros pela reeleição do presidente Lula (PT) contra o senador de extrema-direita Flávio Bolsonaro (PL). Para Krenak, a afirmação de Flávio de que não demarcará nenhuma terra indígena &#8220;revela a má intenção dele de fazer o pior possível para que os índios não sobrevivam&#8221;, repetindo os passos do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022). &#8220;Se depender do nosso governo, nenhuma dessas reservas será demarcada, porque a vocação do Estado é a produção”, disse o senador recentemente. Preocupados com a possível volta do clã Bolsonaro à Presidência da República, indígenas se mobilizaram nas redes sociais e nas ruas, alertando sobre as ameaças aos direitos indígenas e ao meio ambiente em uma eventual vitória de Flávio, que, assim como o pai, defende a mineração em terras indígenas. &#8220;Luta com Lula&#8221;, publicou o perfil da Terra Indígena Arariboia no Instagram, afirmando que a defesa dos povos indígenas &#8220;precisa estar presente nas políticas públicas&#8221;. &#8220;Povos Indígenas com Lula! Vote no 2º turno pela demarcação das Terras Indígenas!&#8221;, postou a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), convocando a presença de indígenas nas manifestações nacionais em 18 de outubro. Outra mobilização está marcada para o dia 21. Esse movimento pró-Lula se intensificou depois do primeiro turno. &#8220;Não podemos aceitar retrocessos que coloquem em risco nossos territórios, nossas vidas e o direito de existir conforme nossos modos de vida&#8221;, publicou a Mídia Indígena.&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/fique-vivo-indigenas-se-mobilizam-pela-reeleicao-de-lula-e-para-proteger-seus-direitos/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Como seria se a Amazônia secasse? Experimento iniciado há 25 anos pode ter a resposta</title>
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					<pubDate>20 Out 2026 07:33:23 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Luís Patriani]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Adaptação climática, Água, Alterações Climáticas, Amazônia, Ameaças à Amazônia, Clima, Conservação de Florestas Tropicais, Florestas, Florestas Tropicais, Mudanças climáticas, Recursos hídricos, Resiliência climática e Seca]]>
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							<![CDATA[<p>Um trecho de floresta teve metade da água da chuva desviada por duas décadas. Veja o que nasceu no lugar.</p>
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							<![CDATA[Uma pergunta paira no ar e na terra — ambos cada vez mais secos — da maior floresta tropical úmida do planeta. Qual o futuro da Amazônia em um possível horizonte de estiagens extremas em um cenário de aquecimento global? Para tentar prever o destino do bioma, um audacioso experimento submeteu, por duas décadas, uma área de vegetação amazônica no Pará a um rigoroso estresse hídrico. O resultado revela um surpreendente rearranjo de sobrevivência da floresta. O Projeto Esecaflor (Projeto de Estudo da Seca Florestal) é a mais longeva e extensa investigação científica do gênero já realizada em uma floresta tropical. Está em atividade há 25 anos, e desde então seus idealizadores vêm tentando compreender como a Amazônia poderia reagir à falta prolongada de água no solo. Realizada em área de 1 hectare dentro dos cerca de 318 mil hectares da Floresta Nacional de Caxiuanã (PA), a seca experimental começou a ser aplicada em 2001, quando 6 mil painéis retangulares e transparentes de plástico foram instalados sob a copa das árvores, entre 1 e 4 metros acima do solo, para desviar cerca de 50% da água da chuva para fora da área, por meio de calhas e canaletas. Ao lado, outra área de igual tamanho é mantida sem intervenção, como medida de comparação. Em ambas as parcelas de floresta, pesquisadores monitoram a umidade do solo, a temperatura do ar, o crescimento das árvores, o fluxo de seiva e o desenvolvimento das raízes. Duas torres de 40 metros de altura, dotadas&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/como-seria-se-a-amazonia-secasse-experimento-iniciado-ha-25-anos-pode-ter-a-resposta/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Por que animais silvestres brasileiros estão aparecendo em um mercado de Bangcoc</title>
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					<pubDate>19 Out 2026 07:43:20 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Gloria Dickie]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Amazônia, América Do Sul, América Latina, Brasil e Global]]>
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							<![CDATA[Comércio de Vida Selvagem, Comércio Internacional, Defaunação, Espécies Ameaçadas, Fauna, Tráfico e Tráfico de Animais Silvestres]]>
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							<![CDATA[<p>BANGCOC, Tailândia — Nos corredores estreitos do mercado de Chatuchak, em Bangcoc, capital tailandesa, a fauna silvestre do mundo está à venda. Capturadas em florestas, retiradas de rios ou arrancadas de áreas úmidas em todo o planeta, centenas de espécies exóticas são embarcadas em voos transcontinentais para serem expostas no que especialistas consideram um dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/por-que-animais-silvestres-brasileiros-estao-aparecendo-em-um-mercado-de-bangcoc/" data-wpel-link="internal">Por que animais silvestres brasileiros estão aparecendo em um mercado de Bangcoc</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[BANGCOC, Tailândia — Nos corredores estreitos do mercado de Chatuchak, em Bangcoc, capital tailandesa, a fauna silvestre do mundo está à venda. Capturadas em florestas, retiradas de rios ou arrancadas de áreas úmidas em todo o planeta, centenas de espécies exóticas são embarcadas em voos transcontinentais para serem expostas no que especialistas consideram um dos maiores mercados de animais silvestres do planeta. Entre vendedores de chá com leite tailandês e barracas de arroz glutinoso com manga, basta que os visitantes se afastem alguns passos do circuito turístico para chegar à seção de “animais de estimação” do mercado, uma denominação, no mínimo, generosa. Ali, animais domésticos e silvestres muitas vezes se amontoam em gaiolas, com pouca água e nenhum alívio para temperaturas superiores a 32 °C. Da África chegam papagaios-cinzentos, servais, pítons-reais e gálagos-gigantes, que são vendidos por 48 mil bahts (cerca de 1.450 dólares), anunciados em placas como “recém-chegados”. Já minúsculos suricatos vestidos com fantasias, às vezes colocados em caixas de areia para que os visitantes possam tocá-los, estão entre os animais mais numerosos de Chatuchak. Também há espécies da Ásia e da Oceania, como civetas-mascaradas, lóris-arco-íris e cães-da-pradaria, além de filhotes de guaxinim, iguanas, cabras, gatos e leitões, entre outros. No mercado de Chatuchak, suricatos como o da foto, originários do sul da África, são vestidos com fantasias para serem vendidos como animais de estimação. Foto: Gloria Dickie. Para Scott Roberton, diretor do programa de combate ao tráfico da ONG Wildlife Conservation Society, a novidade mais chocante é a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/por-que-animais-silvestres-brasileiros-estao-aparecendo-em-um-mercado-de-bangcoc/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Ativistas temem fim do Ministério dos Povos Indígenas com vitória de Flávio</title>
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					<pubDate>16 Out 2026 20:03:53 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla Mendes]]>
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						<![CDATA[Alexandre de Santi]]>
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							<![CDATA[Amazônia, Ameaças à Amazônia, Comunidades Tradicionais, Conservação, Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais e Povos indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Uma rápida canetada pode apagar anos de conquistas dos povos originários do país.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/ativistas-temem-fim-do-ministerio-dos-povos-indigenas-com-vitoria-de-flavio/" data-wpel-link="internal">Ativistas temem fim do Ministério dos Povos Indígenas com vitória de Flávio</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[&#8220;Com uma única canetada, ele pode desfazer todas as conquistas que nós conseguimos nesses quase quatro anos&#8221;, afirmou o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, sobre uma eventual vitória do candidato da extrema-direita, o senador Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República. &#8220;Nós estamos muito preocupados.&#8221; Com 47,03% dos votos, Flávio ficou em primeiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais em 4 de outubro, na contramão das pesquisas de intenção de voto, que mostravam o atual presidente Lula como favorito à reeleição. &#8220;Sendo eleito, um dos primeiros ministérios que serão extintos é o Ministério dos Povos Indígenas&#8221;, disse Terena à Mongabay, por telefone. &#8220;Isso para nós é uma coisa dada, porque é um governo que não tem compromisso nenhum com os povos indígenas.&#8221; O inédito Ministério dos Povos Indígenas (MPI) foi criado pelo presidente Lula em janeiro de 2023, cumprindo a promessa feita aos povos originários que apoiaram sua candidatura. Sonia Guajajara foi nomeada ministra, a primeira vez que um indígena comandou um ministério. &#8220;A criação do Ministério dos Povos Indígenas tem um poder simbólico, mas também efetivo, muito grande, porque é um governo que vem, justamente, após um período em que os povos indígenas foram extremamente atacados durante a gestão do governo Bolsonaro&#8221;, disse Terena, que assumiu o cargo em março, quando Sonia deixou o ministério para concorrer à reeleição como deputada federal por São Paulo. O inédito Ministério dos Povos Indígenas (MPI) foi criado pelo presidente Lula em janeiro de 2023. Sonia Guajajara foi nomeada ministra, a&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/ativistas-temem-fim-do-ministerio-dos-povos-indigenas-com-vitoria-de-flavio/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Cientistas descobrem espécies-chave de árvores para a restauração da Amazônia</title>
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					<pubDate>16 Out 2026 07:57:40 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Fernanda Wenzel]]>
						</dc:creator>
										<author>
						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Desmatamento, Florestas, Florestas Tropicais, Motores do Desmatamento e Reflorestamento]]>
						</topic-tags>
					
					
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							<![CDATA[<p>Algumas espécies de árvores são fundamentais para restaurar a biodiversidade e o armazenamento de carbono em áreas desmatadas da Amazônia</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/cientistas-descobrem-especies-chave-de-arvores-para-a-restauracao-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Cientistas descobrem espécies-chave de árvores para a restauração da Amazônia</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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																					<content:encoded>
							<![CDATA[Algumas espécies de árvores são fundamentais para restaurar a biodiversidade e o armazenamento de carbono em áreas desmatadas da Amazônia, sugere um artigo publicado em junho na revista Global Change Biology. Os pesquisadores examinaram 102 áreas em regeneração natural em quatro macrorregiões do Pará — Bragantina, Marabá, Paragominas e Santarém — e concluíram que um conjunto de 15 a 25 espécies representava mais da metade das árvores e dos estoques de carbono dessas áreas. Entre essas espécies estão a embaúba (Cecropia palmata), a tatapiririca (Tapirira guianensis), o ingá-vermelho (Inga alba) e o araticum-bravo (Annona exsucca). Essa lista relativamente curta de espécies hiperdominantes poderia “orientar estratégias de restauração assistida e enriquecimento” na Amazônia, afirmaram os pesquisadores, e ajudar o Brasil a cumprir a meta de restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, uma área aproximadamente do tamanho da Coreia do Norte. “Estas áreas já estão restaurando serviços [ecossistêmicos] e a biodiversidade”, disse Fernando Elias, pesquisador do Museu Paraense Emílio Goeldi, no Pará, e coordenador do estudo, em entrevista à Mongabay. “Por isso é tão importante a gente compreender como que essas florestas se comportam, de modo a direcionar as ações de restauração no bioma.” Segundo Elias, a Amazônia brasileira possui mais de 140 mil km² de florestas em regeneração em áreas anteriormente desmatadas, conhecidas como florestas secundárias. Em muitos casos, essas terras foram abandonadas após terem sido utilizadas para a pecuária. A maior parte dessa área tem potencial para se recuperar naturalmente, sem a necessidade de plantar uma única&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/cientistas-descobrem-especies-chave-de-arvores-para-a-restauracao-da-amazonia/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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						<item>
					<title>Brasil terá apenas três deputados federais indígenas em 2027</title>
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					<pubDate>15 Out 2026 16:38:03 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Karla MendesLucas Berti]]>
						</dc:creator>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
					</author>
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							<![CDATA[Brasil]]>
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											<topic-tags>
							<![CDATA[Cultura Indígena, Indígenas, Política Ambiental, Povos indígenas e Terras Indígenas]]>
						</topic-tags>
					
					
											<description>
							<![CDATA[<p>Em meio à vitória de candidaturas conservadoras no Senado e nos estados da Amazônia Legal, outro resultado é visto com preocupação por especialistas e lideranças indígenas neste mês de eleições: o baixo número de políticos indígenas em cargos legislativos nacionais. De acordo com os resultados da votação do primeiro domingo de outubro — que, de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/brasil-tera-apenas-tres-deputados-federais-indigenas-em-2027/" data-wpel-link="internal">Brasil terá apenas três deputados federais indígenas em 2027</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
]]>
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							<![CDATA[Em meio à vitória de candidaturas conservadoras no Senado e nos estados da Amazônia Legal, outro resultado é visto com preocupação por especialistas e lideranças indígenas neste mês de eleições: o baixo número de políticos indígenas em cargos legislativos nacionais. De acordo com os resultados da votação do primeiro domingo de outubro — que, de cara, já indicaram o avanço da direita no mapa político —, a Câmara dos Deputados terá apenas três representantes autodeclarados indígenas na próxima legislatura, que se inicia em 1º de fevereiro de 2027. O número corresponde a 0,6% das 513 cadeiras. Foram reeleitos os deputados federais Sônia Guajajara (PSOL-SP), ex-ministra dos Povos Indígenas, Juliana Cardoso (PT-SP) e Paulo Guedes (PT-MG). Apesar dos resultados, haverá um representante indígena a menos a partir do próximo ano: a baixa coube à deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG), que não conquistou a votação necessária para um novo mandato. O resultado se soma a um cenário de consolidação conservadora no Senado, no qual o Partido Liberal (PL), sigla do presidenciável Flávio Bolsonaro, elegeu 19 representantes e formará a maior bancada da casa legislativa a partir de fevereiro, com 28 senadores. Segundo Alice Dandara Correia, advogada do Instituto Socioambiental (ISA), a reduzida representatividade indígena pode indicar um cenário de “retrocessos”. “Desde o marco temporal das demarcações, passando pelo arrendamento de terras indígenas, e chegando à redução das capacidades de fiscalização do Ibama, teremos um grande desafio”, projetou. Correia também enxerga riscos para ao meio ambiente caso Flávio Bolsonaro vença a disputa presidencial. “Garantir&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/short-article/2026/10/brasil-tera-apenas-tres-deputados-federais-indigenas-em-2027/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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					<title>Olfato de morcegos vira pista para projetos de restauração florestal</title>
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					<pubDate>15 Out 2026 08:40:06 +0000</pubDate>
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							<![CDATA[Sibélia Zanon]]>
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						<![CDATA[Xavier Bartaburu]]>
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							<![CDATA[Fauna, Florestas, Mamíferos, Mata Atlântica e Reflorestamento]]>
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							<![CDATA[<p>Não são apenas as aves; morcegos também semeiam a Mata Atlântica.</p>
<p>The post <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/olfato-de-morcegos-vira-pista-para-projetos-de-restauracao-florestal/" data-wpel-link="internal">Olfato de morcegos vira pista para projetos de restauração florestal</a> appeared first on <a href="https://brasil.mongabay.com" data-wpel-link="internal">Notícias ambientais</a>.</p>
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							<![CDATA[Durante muito tempo, os morcegos ocuparam um lugar sombrio no imaginário popular ocidental. Desde que o escritor irlandês Bram Stoker publicou Drácula, em 1897, o animal noturno passou a ser associado aos vampiros. Fora da ficção, porém, apenas três entre as cerca de 1.500 espécies de morcegos conhecidas no mundo se alimentam de sangue — e, entre elas, apenas uma é especializada em digerir o sangue de mamíferos, como o gado e outros animais de criação. E, mesmo assim, os humanos dificilmente fazem parte dessa dieta. Os morcegos compõem o segundo grupo mais diverso entre os mamíferos, atrás apenas dos roedores. Eles também prestam serviços ambientais importantes, como o controle biológico de insetos, a polinização e a dispersão de sementes; cerca de um terço das espécies se alimenta de frutos ou de néctar. Foi um morcego frugívoro — nome dado a espécies cuja dieta alimentar é composta principalmente por frutos — que conquistou Lays Cherobim Parolin ainda no início da carreira. Quando estava prestes a concluir a graduação em Biologia, a futura cientista queria trabalhar com mamíferos maiores, mas acabou entrando em um projeto de pesquisa sobre morcegos. Na primeira vez em que segurou um deles, ao retirá-lo de uma rede de neblina, foi ‘capturada’ ela mesma. “As pessoas não têm noção de que os morcegos são dispersores de sementes e têm potencial para restaurar áreas [naturais]. Nunca se lembram deles, só se lembram das aves”, analisou a pesquisadora, hoje professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná. A pesquisadora&hellip;This article was originally published on <a href="https://brasil.mongabay.com/2026/10/olfato-de-morcegos-vira-pista-para-projetos-de-restauracao-florestal/" data-wpel-link="internal">Mongabay</a>]]>
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